adoro ❤

24 Novembro 2014

[vaso dourado = Zara Home (similar) | flor vermelha 'poisettia' = chinês de Oeiras | árvore de natal = AKI [esta] | decorações e bolas = Lidl & loja Espaço Casa]

E eis que hoje, a um mês do Natal, terminamos de montar a nossa 1ª árvore 'em comum'. E se eu já sou uma pessoa apaixonada por essa época [adoro, amo o natal], estou ainda mais empolgada agora que tenho a nossa casinha para decorar, enfeitar e tratar de pôr tudo a postos para a noite mais mágica do ano!

Quando era pequena sonhava com uma árvore de natal enorme, quase a tocar o tecto, apinhada de bolas vermelhas [adoro esta cor no Natal]. Infelizmente, foi durante a minha infância que passamos mais dificuldades financeiras e o dinheiro não abundava, razão pela qual a nossa árvore era sempre pequenita e fininha, com enfeites feitos por mim e pelo meu irmão, numa confusão de cores. Por isso, nada me meu mais gozo que comprar uma árvore de quase dois metros de altura e enchê-las de bolas e laços vermelhos, como sempre quis. É tão bom poder, em adulta, fazer algo que em criança prometemos a nós que um dia faríamos... Uma sensação fantástica mesmo!

Muita gente diz que o natal é uma época de hipocrisias, que só nos lembramos de determinadas pessoas nesta altura do ano, que é puramente uma época comercial e só se fala em prendas... Não posso deixar de concordar com algumas dessas afirmações mas, para mim, o natal sempre será uma altura de expressar amor, de estar ainda mais agarrada à minha família, de perceber e dar valor àquilo que realmente é importante. Natal = casa linda e enfeitada + família juntinha. Haverá combinação melhor que esta?

SJ4000, uma câmera para aventureiros:

22 Novembro 2014
Por altura da nossa lua-de-mel, pensámos seriamente em adquirir uma GoPro para registar todos os nossos momentos 'aquáticos' no México, os mergulhos, os cenotes, enfim... todas aquelas coisas radicais que eu não tenho coragem de fotografar com a minha Canon. O meu irmão tem uma GoPro (a versão silver) que anda permanentemente acoplada ao capacete da mota [e já o ajudou em várias situações, como um acidente em que a culpa era do taxista e o gajo foi-se embora e largou o meu irmão estendido no asfalto - o que vale é que a GoPro captou a matrícula do taxi] e apesar dele ter oferecido à câmera para levarmos na viagem, achei que mais valia comprarmos uma, que dá sempre jeito para quem ama viagens como nós.

Ponderámos a compra da GoPro mas depois uma amiga falou-nos da SJ4000, que é a concorrente directa da GoPro e é vendida a 1/4 do preço. Pesquisei sobre a câmera e fiquei maravilhada: filma em HD 1080, aguenta até 30 metros debaixo de água, utiliza cartão micro SD, tem 12MP e lente 'fish eye' que eu adoro. Comprei a nossa no ebay por 50 e poucas libras e fiquei surprendida com a qualidade dos vídeos! Foi a nossa fiel companheira no México, cheguei mesmo a abandonar por uns dias a Canon e não senti grande falta. Escolhi a versão prata e a câmera trouxe imensos acessórios, tanto para encaixes em bicicletas e motas como a caixa estanque para os mergulhos. Um must!


Mergulhámos imenso com esta câmera, tanto em água doce como em água salgada, andamos de tirolesa, a câmera caiu uma data de vezes, até foi pisada sem querer pelo M. e lá aguentou-se lindamente. Como pontos negativos saliento apenas a bateria que tem pouca autonomia (cerca de 4 horas de utilização intensiva) mas nada que uma bateria-extra não resolva.

Algumas fotos tiradas com a SJ4000, lembrando sempre que as fotografias são em 5MP (só os vídeos é que são 12MP). Para fotos vale a pena quando mete água ao barulho (quem quer arriscar uma câmera caríssima numa viagem de barco ou numa ilha?) e para vídeos, é brutal:


E um mini-vídeo que fizemos em Xcaret, com tartarugas curiosas que queriam engolir a câmera:


Teste // SJ4000 action Cam from A Garota de Ipanema on Vimeo.

Fica a dica para quem for viajar para sítios típicos de praia e mergulho e quer uma câmera funcional e com um preço em conta. A SJ4000 é uma excelente aposta! :)

Para os apaixonados por massas...

20 Novembro 2014
... experimentem as da linha Deluxe do Lidl, são uma perdição! Fui ao Lidl no fim-de-semana comprar chocolates e alguns produtos que só encontro por lá e passeando pelos corredores, encontrei essa marca, que eu penso ser uma versão mais 'gourmet' da marca própria do Lidl.

E a italiana que há em mim deu logo o alerta ao ver essas massas, todas a 0,99€ cada saco de 500g, por isso trouxe essas duas para experimentar. Já fiz os fusillonis e são uma delícia! Ontem voltei lá e comprei o tagliatelli, que é a minha massa preferida. Ai as coisas que uma pessoa descobre!


E o ar vintage das embalagens? Adoro! Perguntei ao funcionário do Lidl se essas massas são para manter e o rapaz respondeu-me que são artigos sazonais, snif snif...

Dos presentes que nos tocam o coração...

14 Novembro 2014
Por altura do nosso casamento recebemos várias prendas, apesar de termos feito a lista de casamento com a viagem de lua-de-mel, muitos convidados não conseguiram contribuir porque a lista fechou duas semanas antes (foi quando completamos o valor da viagem) e por isso, as pessoas optaram por oferecer artigos para casa, objectos de decoração, electrodomésticos e outras coisinhas que dão sempre jeito (para além dos tradicionais envelopes com dinheiro no dia do casamento - que eu, particularmente, acho muito impessoal e prefiro, de longe, receber uma prenda 'física' do que o dinheiro por si só).

Felizmente gostamos de tudo o que nos ofereceram, especialmente estas coisinhas que tocaram o meu coração:

Quando estive de férias no Rio, passeando no shopping Rio Sul, encontrei um quiosque só com objectos de decoração inspirados na Cidade-Maravilhosa. Estava com o meu pai e ele ofereceu-me uma estatueta linda, que está no aparador da minha sala. Como ele sabe que amo tudo que seja relacionado com o (meu) Rio, passou novamente no quiosque da Zeppelin e trouxe esses 4 individuais lindos, desenhados pela artista Sónia Pompeu e eu estou para aqui a matutar formas de utilizar essas obras de arte noutro sítio que não a cozinha. São lindos e me dizem tanto... (o meu pai escolheu os 4 sítios que visitamos juntos quando eu estive no Rio: o Cristo Redentor, o Pão de Açuçar, a estátua de Drummond em Copacabana e os Arcos da Lapa)

A tia do M. que sabe que eu AMO velas na decoração cá de casa, ofereceu-nos este castiçal da Vista Alegre Atlantis, com um design moderno que eu adorei. E para o M. trouxe uma garrafa de um uísque escocês, que o moço adora bebidas assim mais sofisticadas.

A minha amiga Rita, que sabia que eu andei atrás desta saladeira por meses (ganhei um conjunto de terrina e travessa da marca no início do ano - ficou a faltar só a saladeira) mas que a loja recusava-se a enviar a peça por correio de Itália para Lisboa (provavelmente por medo de se partir) e então o que a minha querida amiga fez? Pediu ao irmão que está em Erasmus em Roma para comprar a saladeira e trazer para Lisboa nas férias de verão. A estúpida guardou-me segredo disto o verão inteirinho, não se faz. Eu a suspirar pela saladeira e ela com a dita cuja escondida no quarto. (os talheres e o rebordo são em casquinha de prata, uma coisa linda de morte. Ficou a matar com as restantes peças da Sheratonn). Já agora alguém me sabe dizer se esta marca é vendida em Lisboa? Babo-me com as peças!

Mais que os valor comercial das peças (vulgo preço), conta para mim o valor emocional. O facto de terem escolhido presentes que eram 'a nossa cara', que sabiam que íamos adorar, que nos trariam recordações tão boas... Choca-me um bocadinho as pessoas que optam por oferecer dinheiro porque, a meu ver, é um tipo de oferta muito fria, parece que nem se deram ao trabalho de procurar por algo, que quiseram despachar o assunto com umas notas colocadas num envelope qualquer. Cada um faz o que quer ao seu dinheiro e oferece a prenda que quiser, mas eu, enquanto convidada, não sou capaz de oferecer dinheiro num casamento. Mesmo que não conheça bem os noivos, há sempre prendas que marcam e que toda a gente gosta. Digo eu.

Da nossa parte, ficamos mesmo contentes de ter ao nosso lado pessoas que tudo fizeram para que recebêssemos uma prenda especial, num dia ainda mais especial. Fofiiinhos!

Da dificuldade de aceitação.

11 Novembro 2014
Ultimamente reparei num fenómeno curioso que atinge-me quase sempre. Passo a exemplificar:

contexto1: tinha acabado de voltar de Paris, recém-noivada (o termo existe?), feliz até mais não, quase a levitar.
Pessoa 1, ao presenciar tal cena: "ah, isso nos noivados é sempre assim... um mar de rosas. Quando casares é que vais ver..."

contexto2: casada de fresco e recém-chegada do México.
Pessoa 2: "Uau, que bronzeada que vens! E que ar contente! Isto nos primeiros meses de casamento é sempre uma festa, espera pelos próximos anos para veres..."

contexto3: no 1º jantar que fizemos lá em casa, para receber amigos.
Pessoa 3: "Bem, que casa tão arranjadinha, parece uma daquelas fotos do Pinterest. Aproveita agora para ter 'tudo no sítio' porque quando vierem os filhos, é aquilo que já se sabe: casa de pantanas e tudo sujo!"

Eu não mereço estas alminhas, pois não? Mas qual é a dificuldade em aceitar que, naquele momento, perante aquelas circunstâncias, as pessoas podem ser felizes? Qual a necessidade de estarem sempre a agoirar com frases de: espera pelos anos futuros, espera pelos filhos, espera por isto, espera por aquilo... Não quero esperar por nada, quero viver da melhor forma o presente.

Gosto de fazer planos mas não vivo com a cabeça permanentemente no futuro. Prefiro desfrutar a realidade que tenho agora, aproveitar estes tempos de início de vida em comum. O futuro a Deus pertence. Se daqui há cinco anos vou ter a casa virada pelo avesso e dois putos ranhosos a partirem-me tudo? Talvez. Se daqui há três anos o amor pode acabar e eu posso estar divorciada e enfardar um pote de gelado por dia tamanho o desgosto? É uma hipótese. Nesta vida aprendi que tudo, absolutamente tudo pode acontecer. Não podemos prever o futuro e eu detesto gente agoirenta. Só nos resta sorrir e viver a vida da maneira que melhor nos satisfaz.
É tão simples, pá! 

A dona de casa perfeita #3

09 Novembro 2014
Acho que nunca na vida pensei vir a proferir esta frase mas a verdade é que... estou a adorar essa coisa de 'dona do lar'. Eu, pessoa que até meia dúzia de dias não sabia fazer um assado [bolos, então, é para esquecer]. Eu, que sempre tive empregadas para tudo [eu não, mamãe - mas dava ao mesmo], que tratavam das coisas e me faziam pensar que a roupa se lavava e passava sozinha...

A primeira mudança passou por comprar um daqueles carrinhos de compras avózinha style, que eu sempre achei horroroso mas que dá cá um jeito daqueles. Tendo eu um Pingo Doce (não é publicidade, sou mesmo fã deste sítio) quase na rua de casa, precisava encontrar uma solução para trazer os sacos de compras sem precisar tirar o carro da garagem (preguiçaaa): um carrinho de compras, é claro! Facilita imenso para ir ao supermercado, vou à pé e ainda passo na florista, que é mesmo ao lado, para abastecer a casa de flores frescas [um vício que amo]. Ainda fui ao chinês para ver se encontrava um carrinho giro e resistente, mas só vi por lá umas pirosadas com flores e corações, por isso, fui ao Continente (já perceberam que não sou esquisita com supermercados? Marcha tudo!) e comprei este modelo, super resistente, fácil de manobrar e num tecido grosso e impermeável que eu sou suspeita, já que amo: riscas azuis! Mais navy, impossível!


Um almocinho simples [que eu ainda não me arrisco em muitas aventuras]: esparguete à bolanhesa com rodelinhas de queijo e ovo cozido (ainda foi ao forno depois, para gratinar o queijo) e a boa e velha farofa (viciada, assumo) de bacon com oregãos - que o marido agora não dispensa, deve achar que é mais brasuca do que eu :P

Hoje foi só cuidar da nossa casinha, acabar de pôr molduras na parede, os varões dos cortinados e outros pequenos detalhes decorativos que fazem toda a diferença. Agora para terminar a noite vamos alapar o rabo no sofá e ver as nossas séries do coração. Tão bom!

2 meses...

08 Novembro 2014
...E ainda não tive vontade de o devolver para a casa da sua santa mãezinha, o que é um feito histórico visto que o homem é um baguceiro do pior (e eu de.tes.to coisas fora do lugar), não sabe encontrar nada sozinho mesmo quando as coisas estão ali ao lado, nunca me volta a encher as formas de gelo (e eu que não sei beber nada sem gelo, fico furiosa quando vejo as forminhas vazias), a tampa da sanita? Seeempre aberta. É mesmo 'à gajo', nada a fazer. Como eu costumo dizer: "enquanto puderes pagar pela nossa empregada e ela manter a tua bagunça sob controlo, é na boa. No dia em que estiveres falido... vais tu tratar da casa"

Brincadeiras à parte, a verdade é que adoro-o, amo-o de paixão, é o meu apoio em tudo, meu melhor amigo, meu cúmplice. A pessoa que eu sei que está comigo para o que der e vier (principalmente nos últimos dias, deu provas de um amor inabalável), é o meu pilar, aquele que, se eu matar, ajuda-me a esconder o corpo (calma, pessoas, é uma metáfora, sim?).

Que venham muitos mais meses, mais anos, mais décadas. E mooontes de bebés para termos a casa cheia de crianças, de risadas, de traquinices, como sempre sonhamos. É tão bom fazer planos com quem amamos...

a surpresinha que o hotel RIU nos fez quando completamos 1 semana de casados no México. (a vela do bolo é um bocado 'suspeita', eu sei ahaha)