31 janeiro 2012

Kiko make up Milano

Na semana passada fui almoçar nos Armazéns do Chiado com uma amiga e depois do almoço fomos espreitar montras. E, viciada em maquilhagem como eu sou  [nós somos] acabamos por entrar na loja da Kiko [adoro, adoro] para ver as novidades e os saldos. Conheci a marca Kiko quando fui de férias para Barcelona e na altura ainda não existia nenhuma loja cá. Apaixonei-me pela qualidade dos produtos e desde então sou fiel consumidora. Trouxe estas coisinhas:

Trouxe um verniz turquesa, um top coat maravilhoso [que merece um post à parte]e quatro batons [como diz o meu namorado: "deves ter muitas bocas, tu..." ahaha]
Os dois primeiros não estavam em saldos [o verniz e o top coat]. De resto, tudo com 50% de desconto [pra mim saldo só é saldo se for pra cima de 50%]
Tenho uma panca por batons nudes. E mattes. De maneira que trouxe dois mattes [embalagem cinzenta] e um cremoso. As cores nunca variam muito, são sempre terrosos, nudes e mauves [como sou muito morena, os rosas e tons frios ficam-me mal]
Se não estou em erro os mattes estavam a 3€ e os cremosos a 2€ [acho eu].
E pronto, estas são as cores que uso no meu dia-a-dia. Adoro batons discretos e olhos dramáticos.
Os números: mattes [287 e 209] e cremoso [393]
E este batom estilo gloss foi uma agradável surpresa. Ele é bem molhadinho na boca mas quando seca fica absurdamente matte. Um efeito lindo. A cor é 05 [rose mauve].
SHARE:

Daquelas coisas que me aquecem o coração ❤

Ontem foi o meu último dia no trabalho. E custou tanto, mas tanto... De todos os trabalhos onde já estive, este foi aquele que realmente doeu dizer tchau. Pelo ambiente, pelas pessoas, pelo ordenado [vamos lá ser sinceros], pelos directores. Foram sete meses de trabalho impecáveis. Com risos, com parvoíces, com assuntos sérios, com companheirismo, com boa disposição.

Fiz ali amigos que levarei para a vida. E uma destas pessoas é a Cristina. Psicóloga, pessoa sincera, divertida e muito, muito companheira. Desde o meu primeiro dia que tive uma ligação com ela, não sei bem explicar. Ela brincava dizendo que eu deveria ter ido era para Psicologia, porque na maioria das vezes ela é que vinha desabafar comigo e eu é que lhe dava conselhos. Gosto tanto, mas tanto dela... E sei que será uma das pessoas a acompanhar-me por longos e bons anos.

Hoje a Cristina deu-me este marcador, feito por ela. E este simples objecto teve o poder de encher os meus olhos de lágrimas. Pela simplicidade, pelo gesto, pela amizade. Obrigada, Cris.


Giro, giro, foi ver um dos directores [daqueles com fama de mauzão] virar-se para mim e dizer: "Gostei muito de trabalhar contigo, rapariga. Dá cá um abraço". E depois completou: "Se precisares de alguma coisa, sabes que as portas estão sempre abertas". O meu namorado sempre gozou com o meu jeito "todo certinho" de trabalhar, mas pelos vistos, é assim que a coisa funciona e dá frutos :P

SHARE:

30 janeiro 2012

❀❀❀

SHARE:

Só a mim!

Então não é que isto já chegou a Portugal e eu ainda não pus as mãozinhas nela? Aiiiii que ainda me dá uma coisinha má.

Na sexta feira liguei aos CTT para saber que raio se passava que a encomenda não chegava. Ah e tal, a morada é insuficiente, faltava o número do meu andar [só tinham o número do prédio] de maneira que lá tive que entrar enviar para o mail dos CTT o comprovativo do envio [e do pagamento] com a minha morada completa e parece [parece! que eu não confio nada nos Correios] que entregam a mercadoria hoje. Estou pra ver.
SHARE:

♬ ...muda de vida se tu não vives satisfeito... muda de vida, estás sempre a tempo de mudar... ♬

Tudo começou no dia 12 quando recebi um mail da universidade a falar sobre estágios, bolsas de investigação e afins. E decidi enviar o currículo e a carta de motivação assim só naquela de ver no que a coisa dava. Enviei a candidatura para um estágio de seis meses em um laboratório, em regime de part-time. Uns dias depois veio a ligação para marcar uma entrevista. Lá fui eu. Nervoso miudinho, ansiedade e uma empolgação sem tamanho.

Dois dias depois, a resposta. Um enorme SIM. E um sorriso de orelha à orelha.

Mas [e há sempre um mas], o estágio não é remunerado. Quer dizer, há uma ajuda de custo [para deslocações, almoços e blá blá] de 150€ mensais. E só.

Ora, neste momento eu tenho aulas durante o período da manhã e trabalho em part-time 25h numa empresa. E não ganho nada mal para o número de horas que faço [trabalho 5h por dia, de seg a sex, a trabalhar no computador e recebo cerca de 600€]. De maneira que, se aceitasse o estágio, teria de despedir-me do trabalho [porque seria impossível conciliar universidade-estágio-e-trabalho].

E fiquei naquela indecisão. E agora? Aceito o estágio, trabalho na minha área, ganho experiência na minha profissão e recebo uma ninharia ou continuo num emprego pouco estimulante mas no qual eu ganho muito mais?
Tive dois dias para pensar no assunto. Conversei com a minha família, com o namorado, com amigos... Eu já tinha a minha decisão tomada mas precisava de ouvir o que eles tinham a dizer. E com excepção de dois amigos, todas as outras pessoas disseram-me o mesmo: Não sejas maluca de recusar o estágio!

No dia a seguir falei com o meu chefe e expliquei-lhe a situação. Disse-lhe que gostava muito da empresa mas que, dado o panorama do país, se eu recusasse este estágio provavelmente só conseguiria trabalhar na minha área lá perto dos 30 anos. E, bem vistas as coisas, se eu andei 3 anos a tirar um curso foi por alguma razão. Entreguei a carta de rescisão e dia 30 [amanhã] será o meu último dia. Fiz imensas amizades neste trabalho e gosto mesmo da equipa mas eu sabia que não seria por muito tempo.

Na terça-feira vou assinar os papéis do estágio e começo na segunda semana de fevereiro. Estou tããão animada!

Em toda esta história, só uma coisa incomodava-me: o tal do ordenado [ou ajuda de custo]. Epá... eu não consigo me governar com 150€ mensais. Está bem que vivo com a minha mãe, que não pago casa nem nada disso mas tenho as minhas despesas fixas [seguro do carro, gasolina, propinas, telemóvel, enfim...] e pedir dinheiro à minha mãe é coisa que nem me passa pela cabeça. De maneira que tomei uma decisão [outra... essa semana foram só decisões] para conseguir complementar o dinheiro do estágio.

Para alguns é loucura mas para mim é o único caminho possível [uma vez que NADA me fará desistir deste estágio]: vou trabalhar aos fins-de-semanas e feriados em uma loja. Nada que eu já não tenha feito antes, portanto.

Tenho uma amiga a trabalhar numa loja de roupa e ela disse-me que estavam a precisar de alguém para part-time de 16h [8h no sábado e 8h no domingo]. Infelizmente não é para a loja dela [que fica no Vasco da Gama - a tão somente 5 minutos da minha casa] mas noutro centro comercial. Entreguei o currículo na loja [omiti o facto de estar no mestrado] e fui chamada para a entrevista na 2ª feira passada.

Não vou dizer que as condições são excelentes [porque estaria a mentir] mas o domingo é pago a duplicar e os feriados a triplicar. O contrato é de seis meses, directo com a marca [nada pessoal, mas detesto agências de trabalho temporário] e num mês sem feriados tira-se à volta dos 350€ [já com os descontos]. Aceitei, claro.

A vida é feita de escolhas. Eu não quero passar o resto da minha vida a trabalhar "noutras áreas" que não a minha. Eu não quero ser recusada num emprego porque não tenho experiência na minha profissão... Se para ter experiência é quase preciso pagar para tal, então que seja assim. Eu pago. Eu trabalho ao fim-de-semana em uma loja para conseguir, durante a semana, exercer a profissão para a qual eu estudei. É triste, mas é a vida. Quem disse que seria fácil?

Eu poderia continuar a ganhar os tais 600€ no trabalho "indiferenciado" e esquecer a vaga do estágio. Mas eu tenho pressa. Tenho pressa em ser aquilo que sempre sonhei. Tenho pressa em usar a minha bata branca e passar o dia rodeada de pipetas, provetas e PCRs. Eu nasci para isso, nada a fazer. [e no fim do estágio há sempre a chance de haver continuidade, de surgir alguma vaga inesperada... Sem contar nos contactos interessantes que sempre surgem. Estou mesmo ansiosa por começar]

Eu sei que não será fácil, que o tempo será escasso [para não dizer nulo], que o blog vai ser afectado, que o meu estilo de vida será outro [comprinhas? no way]. Mas querem saber da novidade? Não estou nem aí. Que venha o estágio! ;)
SHARE:

29 janeiro 2012

Parfois reduced [Freeport]

Esses dias fui ao Freeport assim de fugida [fui almoçar com a sogra ao Montijo e aproveitei a viagem para espreitar os saldos do Outlet] e fiquei surpresa com os precinhos [bons!] que andam por lá. Como sempre, as paragens de eleição foram: Lefties, Mango, Parfois e Calzedonia. Há sempre coisas giras e com preços ainda mais giros. Querem ver? ;)

Gostei tanto desta malinha... Dá para carregar o portátil para a faculdade e ainda cabe as minhas tralhas todas. Ela é enorme!
Dá para usar como mala de mão ou com alça a tiracolo ;)
De 34.99€ por 14.99€
E já a pensar na próxima estação trouxe estas sandálias nude.
Eram 29.99€ e estavam a 12.99€
Na Lefties acabei por comprar estas t-shirts básicas [que adoro para o dia-a-dia] por 1.99€. Elas têm um bolsinho no peito e o tecido é fluido... um amor. E o anel da Parfois também veio comigo [era 6.99€ e paguei 2.99€]. Na Lefties trouxe mais coisas para o M. do que para mim. A roupa de homem estava muito barata e eu adoro "vestir" o meu gajo [o gosto dele não é lá grande coisa. Se não fosse eu... ui ui]

E foi assim. Não me desgracei [muito] e comprei só coisinhas a pensar na próxima estação [que o inverno já está a dar as últimas]. Também trouxe mais duas coisinhas que mostro-vos noutro post. Adoro fazer compras no Freeport, há saldos durante todo o ano [de 30 a 40% de desconto] e nos verdadeiros saldos os preços são uma loucura [70% e 80%]. Eu não ligo nada à essa coisa de ser nova colecção, velha colecção e coisa e tal. Desde que eu goste, que seja de boa qualidade e com um preço interessante... não digo que não ;)

Vocês costumam fazer comprinhas no Freeport? Costumam ir à que lojas? Contem-me tudo!
SHARE:

dos homens de verdade.

Um homem de verdade não vai estar preocupado com o tamanho do teu soutien, com a circunferência das tuas coxas, se tens um rabo grande e uma barriga lisinha. Não. Um homem de verdade vai reparar no teu sorriso, no modo como tu colocas o cabelo atrás da orelha quando estás nervosa, na tua risada, nos sinais que tens pelo corpo, no brilho dos teus olhos... Um homem de verdade vai reparar no teu jeito histérico de ver um filme de terror, nas tuas manias, nos teus gestos exagerados, na forma como tu enrrugas a testa quando não percebes alguma coisa... Um homem de verdade vai te amar pelo teu conteúdo, e não pela embalagem. Porque um homem que escolhe uma mulher pelo rabo... merece ter um relacionamento de merda.

S., estamos juntas. Para o que der e vier, já sabes... ;)
SHARE:

27 janeiro 2012

As princesas Disney por Thomas Czarnecki

Essa é a exposição que o director artístico Thomas Czarnecki exibiu em França. Ele criou uma versão alternativa do famoso "...e viveram felizes para sempre" das princesas Disney.

Achei macabro. Há tanta coisa interessante por ai para ser recriada e o gajo vem com esta exposição? Ok, é ousado, é original, é invulgar. Mas também é sombrio. E acabou com toda a utopia que eu tinha ao redor das princesas. Odeio destruir certas memórias da minha infância, confesso. Há coisas que foram feitas para serem eternas. Como os contos de fadas.

Btw, a imagem que mais confusão me fez foi a da Cinderela. Talvez por ser tão... actual. Blergh!
SHARE:

é tão a minha cara...

Essa versão está qualquer coisa... Adoro! ;)
SHARE:

DIY :: garrafeira para organizar complementos

No sábado à noite fui buscar umas coisas na arrecadação [vulgo garagem] e descobri, perdida para sempre no meio da bagunça, uma garrafeira. Ora, cá em casa nós já temos uma garrafeira incorporada na parede de maneira que a antiga garrafeira [daquelas de abrir-e-fechar de madeira] estava completamente sem uso.

Sendo eu uma pessoa que odeia desperdício e odeia ver objectos abandonados, recolhi imediatamente a tal garrafeira, na esperança de ter uma boa idéia para ela. E tive.
Há tempos que procurava uma solução para organizar todos os meus lenços e écharpes [já nem falo dos cachecóis, que estão guardados numa caixa enorme da IKEA] mas nenhuma solução me fazia feliz. Até que tive a idéia de fazer rolinhos com os lenços e guardá-los dentro dos compartimentos da garrafeira.

Como a garrafeira é de abrir-e-fechar, tive de apertar muito bem todos os parafusos [um beijinho grande em quem  inventou isto] que fazem a junção entre as ripas de madeira e depois disso foi só arrumar os lencinhos. Mais fácil, impossível.
Embirrei com a cor da garrafeira. É um castanho esquisito e tem um ar fuleiro. E sabem que mais? Decidi passar no AKI e comprar um spray de tinta para dar uma nova vida a esta coisa. Escolhi um cromado em prata, que eu ando numa fixação por esta cor...
Gostei de ver todos os lenços organizados nos devidos quadrados [sou a maníaca da organização, relevem...] e tive que me conter para não desatar a cantar "cada um no seu quadrado, cada um no seu quadrado...Lencinho no seu quadrado, lencinho no seu quadrado". Pronto, passou.

Depois de pintado ficou completamente diferente. Foi a primeira vez que usei tinta metálica e gostei muito do efeito... Escondeu completamente a madeira [e olha que a tinta é made in china!] e eu adorei ;)

Esperei o P. chegar da universidade e pedi assim com muito jeitinho para ele arrumar um jeito de prender a garrafeira na parede. Sim, que ter isto no chão não dá jeito nenhum [e apanha pó]. E já agora, se a minha mamãe pudesse lembrar onde comprou a garrafeira eu ficaria tão feliz... É que gostava de ter mais uma para despachar logo todos os lencinhos e ficar com o caso arrumado. Diz ela que acha que foi no LIDL. Mas não me cheira...
Usei a tinta spray da marca TANWEER [vendida em qualquer chinês] e paguei 4€ [no AKI custam à volta dos 8/10€] e recomendo! O cheiro é um bocado desagradável [forte demais] mas em contrapartida, pintam que é uma maravilha. Cor intensa, secagem rápida e um brilho escandaloso. E havia imensas cores no chinês onde comprei [mais de 30 tonalidades] de maneira que eu dificilmente voltarei a comprar os sprays do AKI. Na foto, a minha amada televisão às bolinhas [que eu pintei com - adivinhem - tinta spray!]

É, eu sei. Isto de [ainda] não ter não ter aulas e ter as manhãs livres está a fazer um bem enorme à minha [já aflorada] criatividade. O namorado diz que até treme quando eu lhe digo: "meu bem, tive uma idéia.". Coitado do homem...
SHARE:

26 janeiro 2012

Frase do dia #12

Difícil mesmo é ter que fazer escolhas. Escolhas que mudam uma vida. Difícil é ficar acordada de madrugada pensando: E se?
SHARE:

Trend Alert :: menta!


O verde menta é das cores que mais tenho ouvido falar nos últimos dias. Diz que sim, que é A cor da primavera. Eu concordo e acho que combina perfeitamente com a estação. É uma cor leve, fresca e suave, como só os dias de primavera sabem ser. E gosto, gosto muito. E se a princípio achava que seria uma cor difícil de condizer com outras peças, agora já consigo imaginar imensos looks com uma ou outra pecinha menta. Nem que seja um vernizinho [dos muitos verdes inutilizados que tenho] só assim para dar um refresh no visual. E vocês, gostam de peças em cores suaves como o menta? Ou é demasiado diferente
SHARE:

25 janeiro 2012

Ai a minha vida!

Prefiro aturar dez [d-e-z] gajas doentes do que um único homem. São uns maricas. Tudo dói, tudo incomoda, ai que a comida não sabe a nada, ai que a minha cabeça vai estourar, ai que estou às portas da morte. Haja paciência, é o que eu vos digo! Vocês não imaginam a criatura chata, resmungona e enjoada em que o meu gajo se transforma quando está doente. Uma seca.

Havia de ser bonito um homem passar por todas as torturas pelas quais nós passamos [depilação todo mês com cera quente, ter filhos de parto normal, andar horas a fio em cima de uns saltos, fazer o exame de prevenção do cancro do útero, ter cólicas e TPM... havia de ser bonito] E depois ainda possuem a lata de dizer que nós, mulheres, é que somos o sexo frágil.
Tá bem, abelha...
SHARE:

A minha dupla perfeita:

A garrafinha é da SIGG e foi comprada em um quiosque no Vasco da Gama. Penso que paguei 15/17€ por ela [já tem quase um ano].
A lancheira é da marca Built NY e já falei dela aqui.
O meu modelo é o Spicy Relish Lunch Tote e custou 38€.
Quando está vazia, ela fecha-se e torna-se finíssima. Já tenho a minha há imenso tempo e já foi à máquina n vezes. Continua linda e perfeita.
Conto com esta dupla para manter a dieta. Acabaram-se os almocinhos em restaurantes e os lanchinhos fora de hora. Para além de economizar imenso dinheiro [vou poupar mais de 30€ por semana em comida], ainda consigo levar coisinhas saudáveis de casa [iogurtes, bolachas integrais, sumo natural na garrafinha e por aí vai].

A lancheira realmente mantém a temperatura da comida por 4/5 horas [seja frio ou quente] de maneira que posso levar as minhas saladas sem preocupações. E já experimentei levar sumo de laranja natural na SIGG e funcionou muito bem.

Disseram-me que só poderia levar água na garrafa mas já levei chá verde, sumos e outras bebidas que convém não mencionar. Só não vale levar bebidas com gás [já tentei e o resultado foi desastroso]. Depois é só chegar a casa, lavar a garrafa com água quente e sal [parece estranho, mas quem me disse isso foi a rapariga do quiosque da SIGG no Vasco da Gama], desta forma a garrafa fica sem cheiro e podemos voltar a enchê-la com água. =)

Para quem está interessada em adquirir uma lancheira dessas sei que recentemente abriu um quiosque da Built no Campo Pequeno [passei por lá um dia desses mas nem parei para espreitar os preços] e há também a loja Pau de Giz no Campo de Ourique [que foi onde eu comprei a minha].
SHARE:

24 janeiro 2012

No pain, no gain.

Hoje comecei a minha dieta. Acabaram-se os doces, os brigadeiros, as coxinhas de galinha, as empanadilhas do Pingo Doce e os queques [já estou a salivar só de escrever esta frase]. Não há cá porcarias destas para ninguém. E apesar de ter perdido algum peso neste último mês, a verdade é que ainda estou longe do meu ideal de beleza [que passa por ter a cinturinha desta menina].

Normalmente não me chateio muito com isso, verdade seja dita. Na maioria dos dias gosto [muito] daquilo que vejo reflectido no espelho. Acabo sempre por encontrar mais qualidades que defeitos e me acho bonita na maioria dos dias [excepto quando estou na TPM. Aí, meus amigos, eu sinto que sou a própria noiva do Frankenstein] Mas...

... Faltam menos de dois meses para eu aterrar na minha amada cidade. Eu e o namorado. De maneira que até tenho pesadelos em imaginar a seguinte cena:

Eu, estendida nas areias quentes de Ipanema [também conhecida como o sítio com mais mulheres gostosas por metro quadrado] e o meu namorado sem saber para onde se há de virar com os bundões que passam mesmo à frente dele. E eu ali, deitadinha tal e qual baleia encalhada. Vai me dar uma coisinha má, ai vai, vai.

Já estou aqui a pensar em planos mirabolantes [que vão desde ingerir apenas líquidos até Abril ou desatar a subir e a descer a Av. da Liberdade como se fosse perseguida pela EMEL]. Ainda não sei bem qual estratégia adoptar mas sei de uma coisa: neste corpinho não volta a entrar porcarias!

Hoje no facebook uma amiga [também carioca] disse: "por mais linda e magra que tu estejas, em Ipanema sempre haverá uma mais gostosa." e o que eu me ri com esta frase! É tão verdade...

A verdade é que ninguém quer fazer feio em Ipanema.

Então no meu caso... Ainda esses dias estive a falar com a minha prima [que teve o primeiro filho há 4 meses] e fiquei surpresa em ver como ela recuperou bem da gravidez. Estava a almoçar em casa e a falar com ela no chat do facebook. Nisso ela mostra-me uma foto  e diz: "tirei hoje de manhã".

A foto parecia tirada de uma campanha da Triumph: uma morena magra, linda e cheia de [boas] curvas. Respondi: "Você tá de sacanagem comigo, né? Essa foto é de hoje? Porque se for... eu vou parar agora de almoçar e começar os agachamentos em 4...3...2.." Ela riu e disse: "não, boba, essa foto é do inicio do mês. Agora estou bem melhor." Oi?!

Não há justiça neste mundo.
SHARE:

Na 5ª feira estarei por aqui...

E precisava de dicas e sugestões assim mesmo boas do que fazer/comprar/visitar na cidade da Invicta. É que só estive duas vezes no Porto e foi de passagem, só deu para parar em dois ou três pontos turísticos e mais nada.

Desta vez vou acompanhar a minha mãe numa formação que é só no período da manhã. Sendo assim, vamos passar a tarde a explorar esta maravilhosa cidade. E regressamos à Lisboa depois do jantar.

Sei que não posso deixar de:
- Comer a famosa francesinha;
- Ir à rua de Santa Catarina [que deve ser parecida com a nossa rua Augusta, na Baixa]
- E passar na Foz;

E mais coisas, hã? A malta do norte que se chegue à frente e venha daí com boas sugestões...
Agradecida ;)
SHARE:

Esclareçam-me:

Tenho uma dúvida que ultimamente está a dar cabo do meu juízo. As frases abaixo escritas de maneira certa? Elucidem a minha pobre alma angustiada:
  1. "Tu escreves-te?"
  2. "E então, aprendes-te a lição?"
  3. "Já falas-te com a tua mãe?"
É que tenho visto coisas destas em n situações. No facebook, em trabalhos de grupo na universidade, em documentos e mails do meu trabalho... E dá que pensar, pois dá.

Na minha ignorância, acho que os verbos estão errados [a meu ver seria: escreveste, aprendeste e falaste] mas como fui alfabetizada em português brasileiro [e como tal, habituei-me a utilizar o pronome antes do verbo, por exemplo: "me fala" e não "fala-me"] posso estar enganada e as frases acima estarem certas. Mas não me parece...

Toda gente comete erros e dá gralhas, ninguém é perfeito. Mas certos erros fazem cá uma impressão...

É como o a gente vamos ali ao café.  Epá, não... Já ouvi uma frase parecida de uma professora e até senti uma punhalada no fígado, tamanha a dor de ouvir aquilo. É algo tão básico... A gente = verbo no singular. A gente vai, a gente canta, a gente passeia. Nós = verbo no plural. Nós vamos, nós cantamos, nós passeamos.

Pior que isso só o "é para mim fazer". Nããããao! Mim não faz nada, porra! É eu, eu, eu! "isso é para EU fazer". Não há cá "mim" nenhum. A não ser que tu sejas a Jane [mim Jane, tu Tarzan]. Argh!

Hoje acordei nervosa e picuinhas.
Não falem coisas destas ao pé de mim, por favor. Sejam bonzinhos.
SHARE:

É tal e qual. E depois adormeço sempre com um sorriso parvo nos lábios. E a certeza de que sou [muito] amada. Tão bom...
SHARE:

23 janeiro 2012

domigo é dia de que? de hospital.

Acordei cedo no domingo e fui ao Pingo Doce comprar coisinhas gostosas para enfardar no pequeno-almoço [croissants, pastéis de nata, chás e chocolates]. De repente toca o meu telemóvel. Era a mãe a dizer que a Vi tinha febre e estava a vomitar. E, como já é hábito, veio a clássica pergunta: o que achas que pode ser?. A sério. A minha família ainda não percebeu que eu tirei Biologia e não Medicina. E lá por fazer um mestrado ligado a área médica, isto não me dá competências para fazer diagnósticos. Irrita-me tanto! E ainda tenho a minha avó que diz às amiguinhas velhotas que podem me ligar quando estiverem doentes porque a neta sabe tudo de bactérias e vírus e essas doenças todas... Eu mereço!
Fui para casa ver como andava a minha pequenina. Parecia um passarinho com a asa partida. Reclinada na cama, com a tv ligada na Disney e um ar tão abatido... Tinha 39.4ºC, vómitos e dores de barriga. Disse à minha mãe que era melhor irmos ao hospital [eu cá não gosto de negligenciar qualquer sintoma] para ver do que se tratava. Ainda pensámos em ir à cuf, que é a cinco minutos de casa, mas costuma estar sempre tão cheia que escolhemos outro.

Chegámos ao Hospital da Luz e aquilo parecia que havia festa. Tanta gente, tanta gente [quase tanto como na cuf]... Fomos à triagem e nos entrentantos, mais uma vomitadela. Tinha levado um saco plástico e foi a nossa salvação. A rapariga da triagem mandou-nos logo para a área da pediatria e quando lá chegamos havia mais umas quatro crianças com os mesmos sintomas. Eu estava com uns nervos... A minha mãe ameaçava chorar a cada cinco minutos quando uma das crianças passava mal. De repente a Vi diz: quero ir a casa de banho.... Levantamos e fui perguntar à enfermeira onde era a casa de banho mais próxima. Quando volto com a informação vejo que já era tarde. A miúda estava toda suja e a chorar baixinho com vergonha.
Valeu-nos o serviço maravilhoso da ala de pediatria do hospital. Na mesma hora veio a enfermeira [a mesma que me tinha dado a informação da casa de banho] e disse que essas coisas aconteciam a toda hora e que eles já estavam preparados para estes casos. Levou-nos para uma casa de banho no andar de cima que mais parecia um hotel. Disse que ali podíamos dar um banho à Vi e que ela já voltava com roupas limpas. E eu a pensar: isto é real?!.

Liguei a água quente da banheira e meti a Vi lá dentro. Demos um banho nela [havia imensos produtos de limpeza da Johnson] e nisto volta a enfermeira com uma toalha e um pijama limpo e passado. Vestimos a roupinha nela e fomos encaminhadas para a sala de observação. Deitaram-na numa cama com lencóis de ursinhos e perguntaram se ela queria ler um livrinho porque o médico estava a atender outra criança e ainda demorava um bocadinho. Ela fez que não e disse que doía-lhe a cabeça. "Então queres ver um bocadinho de televisão?" e nisto eu reparei no LCD preso à parede, mesmo em frente à cama dela. A enfermeira [que a esta altura já tinha adquirido o estatudo de santa] ligou o aparelhinho e deu o comando na mão da Vi. "olha, se quiseres mudar de canal, é aqui. Também há o canal Panda". 

Eu mal conseguia disfarçar a cara de parva. Tive vontade de fotografar tudo mas o bom senso [o pouco que tenho] falou mais alto. A Vi já tem seguro de saúde há uns dois anos mas nunca havia precisado de ir ao hospital de urgência [geralmente ela vai em consultas de especialidade] de maneira que eu não fazia idéia de que este era o tratamento. Talvez para um adulto não faça tanta diferença ter livros disponíveis, pijamas quentinhos e limpos ou canais para assistir, mas para uma criança que está doente... foi mesmo o pote de ouro no fim do arco-íris. Havia barbies, legos, bonecos desenhados na parede, puzzles e mais uma data de coisas.

Ela foi consultada e confirmou-se a minha suspeita: gastroenterite. Ainda ficamos no hospital até as 23h [ela ficou a tomar soro e mais outro medicamento] e voltamos para casa com uma série de recomendações e uma conta para fazer na farmácia.

Hoje ela não foi ao colégio mas já está bem melhor. Diz que o hospital era muito giro e que até gostou de ter ficado doente. E eu só não me zanguei porque ela começou logo a rir-se e ao ver aquele sorrisinho maroto... só me apeteceu rir também.
SHARE:

21 janeiro 2012

E este frio, hã?

Eu não sei como está o tempo por aí, mas aqui [que é como quem diz, em Lisboa] está um frio horroroso. Mesmo. E eu até gosto do inverno, mas odeio sentir-me gelada mesmo com camadas e camadas de roupa. De maneira que vou agora sair e tive de encapotar-me toda [top, camisola de interior, camisola gira, casacão, cachecol, collants, calças, meias pelo joelho e botas]. Não, não vou pra neve. Mas é como se fosse. 

E ainda tenho de levar com piadinhas dos amigos [que já não me viam há uns dias] sobre o facto de continuar a ostentar esse bronzeado medonho no auge do inverno. Não, meninos, solário é uma cena que não me assiste. Que culpa tenho eu de ser pretinha? Bolas...
SHARE:

Hoje acordei...

... ao som {desta música} que é das minhas preferidas. Adoro a letra, adoro a mistura das vozes, adoro tudo. É verdade, acordamos sentimentais hoje.
E o dia será passado entre livros [que ainda me falta um exame...], café com amigos e balada [há quanto tempo não uso esta palavra!] com o namorado. Um sábado cheio, como eu gosto.

Bom fim de semana, pessoas! =)
SHARE:

20 janeiro 2012

Ponte de Lima e Viana do Castelo ❤

A ponte e o rio Lima
Ponte de Lima
Minha vida resumida numa foto: avó, eu, mãe e Vi. [o P. estava a tirar a foto]
Viana do Castelo
A vila mais antiga de Portugal [é o que dizem...]
E o gelado mais delicioso deste mundo. Algures numa sorveteria em "Biana" do Castelo.
E pronto, foi só eu falar em Viana do Castelo que fiquei logo cheia de saudades... Não sei bem explicar a ligação que tenho com esta terra. Conheci Ponte de Lima [a vila onde nasceu o meu avô] há dois anos e senti uma emoção enorme. Aquela sensação de mas eu já não estive aqui antes?, sabem?

Ponte de Lima é uma vila minúscula mas encantadora. As pessoas são tão amorosas e simpáticas... Por um minuto de loucura  tive vontade de ficar a morar lá. Só por um minuto, que eu sou uma garota da cidade grande e acho que não era capaz de viver no meio do nada.

O nosso hotel ficava em Viana, de maneira que pude conhecer mais desta cidade. Fui ao Museu do Traje, fomos à um restaurante típico e eu odiei o famoso arroz de sarrabulho. A sério, aquilo fazia uma impressão que nem vos conto. Acabei por almoçar um bitoque ahaha.

E o frio que fazia por lá? Fomos em Janeiro/2010 e aquilo era quase Moscovo. Um frio de rachar... A minha avó só dizia: "ai eu não lembrava que aqui era tão frio... nem consigo mexer os dedos".

Depois esticámos um bocadinho e fomos até Vigo, já em Espanha e dormimos num hotel com uma vista incrível. Infelizmente tive de formatar o computador há uns meses e perdi a maioria das fotos desta viagem [desde então comprei um disco externo para guardar estas memórias]. Odeio perder fotos de momentos especiais, sinto-me roubada. Acontece o mesmo com vocês?
SHARE:

19 janeiro 2012

Palavras que poderiam ser minhas.

Estamos em tempos de crise, isso já TODOS sabemos. Mas, caso algumas pessoas ainda não tenham reparado, nem TODAS as pessoas sentem a crise da mesma forma. Algumas, nem a sentem. Nem TODAS as pessoas ganham ordenados baixos (aqui não entra a classe política, obviamente). Nem TODAS as pessoas fizeram cortes nas despesas pessoais. Há pessoas que continuam efectivamente  (ainda que poucas, não sei) a manter o mesmo nível de vida que sempre tiveram. Não é ao calhas que certos hotéis de cinco estrelas ou certos restaurantes gourmet, continuam a ser frequentados, como são. E algumas agências de viagens, que continuam a facturar como facturam.
{daqui}

Este post da Olívia tirou-me as palavras da boca. Já estava há algum tempo para escrever sobre o assunto mas por medo de ser mal interpretada acabava por adiar. Acho que chegou a altura de falar sobre isso. 
Tenho recebido alguns comentários menos simpáticos, por assim dizer. E não sou pessoa de me chatear com isso, vocês sabem. Normalmente não dou muita importância ao assunto, nem sequer perco o meu tempo a apagar tais comentários. Às vezes respondo, noutras vezes ignoro. Depende muito do meu estado de espírito. Mas há um tipo de comentário que, de facto, incomoda-me. E muito. Posso citar alguns:

"Eu não sei se tu tens noção da realidade do país, não sei se sabes mas vivemos num período de crise. As pessoas não conseguem sequer comer e tu vens para aqui espetar com fotos de compras, de roupa, de viagens... Ganha mas é juízo! A vida não é só isso, deixa-te de futilidades, rapariga!"

"Mas tu vives em que mundo? É que no mundo onde eu vivo uma estudante de mestrado (como tu dizes que és) não consegue ostentar um padrão de vida como o teu. Cá pra mim tens é alguma actividade paralela... Será?"

"Gostava muito do teu blog mas quando começas com estes posts de compras e roupa, fico farta. Farta de tanto exibicionismo, de tanta vaidade... Tu ofendes a mim e ofendes a todos os portugueses que passam necessidades. Não sabes o que é a vida real."

Todos os comentários acima foram feitos por anónimos [razão pela qual este blog deixou de aceitar comentários anónimos desde ontem - o que não impede que eles comentem, mas pelo menos vão ter um bocadinho mais de trabalho] e sinceramente? Nem sei o que dizer perante tantos conceitos errados. 
Vamos lá ver uma coisa. Vivo em Portugal há 8 anos, logo, tenho alguma noção do estado em que o país está [economica, social e politicamente] e sei que há uma crise severa aí fora. Sei disso e lamento que as coisas tenham tomado este rumo. Graças a todos os santinhos, cá em casa ainda não sentimos [muito!] os efeitos da crise. Continuamos a poder fazer [quase] as mesmas coisas e vivemos de uma maneira confortável. Devo pedir desculpas por isso? 

Sim, é verdade que há pessoas que não conseguem comer. Aliás, em África sempre houve pessoas que não possuíam o que comer. E depois? O que vocês sugerem? Que eu ande a trabalhar o mês todo e no dia 1 transfira todo o meu ordenado para uma instituição de solidariedade? Pois, eu adorava poder fazer isso. Mas já faço a minha parte, já contribuo para ajudar quem não tem nada e estou em paz com a minha consciência.

Sobre ser fútil, bom, seria inútil negar. Tenho os meus momentos de futilidade, sim. Sou vaidosa e não tenho vergonha nenhuma em assumir tal coisa. Um dos motivos de ter criado este blog foi mesmo esse: precisava de leveza, de falar sobre coisas fúteis, de extravasar mesmo. E não obrigo ninguém a ler o blog, se não gosta, não come. Simples assim.

E o segundo anónimo tem razão. Epá, que chatice! Já descobriram a minha actividade paralela. Já sabem que eu vou todas as noites para o Parque Eduardo VII dar uma reboladinha. E aos sábados e domingos vou para o Elefante Branco que lá ganho mais. Pronto, está tudo estragado. Descobriram a minha identidade secreta...

Agora a sério: Não sou rica, não nasci em berço de ouro e sei como a vida pode ser dura às vezes. Mas nunca baixei os braços, nunca desisti. Já tive fases muito boas e fases muito más, como toda gente. Mas tenho uma excelente capacidade de adaptação e sei dar valor ao que realmente importa [e não são roupas nem sapatos]. Já uma vez disse isso aqui mas repito: quando cheguei em Portugal, em 2004, tive que viver com a minha família num T0 em Alfragide, andava a trabalhar como promotora no Jumbo e o meu roupeiro era este. Em oito anos e depois de muito esforço [meu e da minha mãe], as coisas mudaram. Mas nada caiu do céu.

Vou continuar a escrever como sempre escrevi. Vou continuar a postar sobre assuntos que me derem na real gana. Tento sempre ter alguma sensibilidade ao dizer certas coisas [e, acreditem, há muita coisa que eu não conto no blog sob pena de ser taxada de snob] para não ofender ninguém mas se mesmo com esse cuidado há malta que se ofende... lamento. Lamento por serem tão limitados.
Desculpem o desabafo mas estava entalada com isso. Pronto, passou. Às pessoas que gostam de ler este blog, não liguem ao post. Não é para vocês ;)
SHARE:

18 janeiro 2012

Eu quero!

Sempre que via os leggings rendados ficava a imaginar como alguém era capaz de usar tal coisa. E, verdade seja dita, este tipo de legging deve ser usado com as peças certas ou corremos o risco de roçar a vulgaridade [e quem diz vulgaridade, diz outros nomes feios].

Mas ultimamente tenho visto looks muito interessantes com os lace leggings e fiquei com a pulga atrás da orelha: será que afinal eles até são peças versáteis e fáceis de conjugar? E eu andei todo este tempo a dormir?

Pelo sim, pelo não, já falei com uma amiga que trabalha na H&M e ela disse-me que há este tipo de legging na loja. Amanhã vou lá certinha à procura destas maravilhas.

E depois ainda perguntam porque eu ando a emagrecer... A resposta é simples: uso a minha hora de almoço para fazer tudo e mais alguma coisa... menos para comer. E tenho estado lindamente, com 3kg a menos. =)
SHARE:
© A GAROTA DE IPANEMA . All rights reserved.
MINIMAL BLOGGER TEMPLATES BY pipdig