29 fevereiro 2012

sweet spring! ✿

Na segunda foi o aniversário da sogra e fomos até o Montijo jantar com ela. E vocês já sabem que Montijo para mim é sinónimo de... Freeport {que é em Alcochete, há 10 minutos da casa da sogra}. Antes de chegar à casa dela passámos pelo Freeport para comprar a prenda dela {sim, deixamos sempre tudo para a última da hora} e lá ia me desgraçando com as coisinhas giras que vi. Fui contida e não comprei partes de baixo {calções, saias, calças e afins tenho para dar e vender} de maneira que o meu alvo foram as camisolas e cardigans. E sabem o que mais? Gastei exactos 20€ nas 5 pecinhas {os vernizes foram oferecidos pela sogra, que viu-os não sei onde e lembrou-se da minha pessoa. Tão fofinha...}. Já vos conto tudo em detalhes e revelo a tal loja-maravilha onde comprei a última pecinha por 0.99€ {uma camisola verde menta! uau!}.
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28 fevereiro 2012

Da amizade ❤

Obrigada por seres tão dedica, tão cuidadosa comigo, tão companheira... Sempre estiveste disponível para mim e ontem, quando eu realmente precisei, quando chorei, quando me lamentei {eu, que sou tão pouco dada a essas coisas} estendeste-me os braços. Bracinhos pequeninos, é bem verdade. Que o teu 1.54m pode até parecer pouco, mas chega perfeitamente para dares o abraço mais apertado desta Lisboa e arredores. E eu chorei, choreeeei, chorei. E ufa! Passou.

Molhei o ombro da tua camisola, acabei com a caixa de lenços que tinhas no carro e dei-te cabo da paciência, eu sei. Porque já me disseste vezes e vezes sem conta que eu não devo esperar nada dessa pessoa. Aliás, tu e toda gente dizem-me o mesmo. Mas lá está, acabo sempre por dar o benefício da dúvida, por achar que é desta que ele toma jeito, que está mudado, que já não vou ficar magoada com o que quer que aconteça... E sempre, desde que tenho memória, o resultado é a merda do costume.

Se fosse qualquer outra pessoa eu já teria cagado no assunto há muito tempo. Já o teria eliminado da minha vida, já não quereria saber se está vivo ou morto, se dorme e acorda, se está bem de saúde... Mas lá está. É o meu pai e por mais que tente, não consigo ficar indiferente.
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Coisinhas que quero trazer do Rio {Biquínis}

É do conhecimento geral que o Rio é o paraíso das praias, do sol e dos... biquínis, certo? Há lojas de beach wear espalhadas por toda a cidade, há biquinis para todos os gostos, bolsos e corpos. Uma variedade absurda. E se estamos deitadas na areia a apanhar sol e por algum motivo nos apetece mudar de biquini [?] não há crise... os vendedores ambulantes passam de 10 em 10 minutos com uma carrada de biquinis, pareôs, bronzeadores, fios, brincos... é a loucura!

Os preços variam desde os 5€ [nos tais vendedores ambulantes e lojinhas de rua] até os 100€ [de griffes famosas]. Mesmo os baratinhos são bons [tenho um biquini velho de guerra que comprei em Copacabana por uns 7€ e ele continua impecável, é todo forrado e a estampa floral é linda] de maneira que com um pouco de paciência dá para encontrar verdadeiras maravilhas por preços óptimos.

Em Portugal costumo comprar as partes de cima na H&M, Calzedonia e Intimissimi mas as partes de baixo... ai! Não consigo mesmo usar aqueles modelos muito grandes [típico fraldão] e é sempre uma tortura encontrar algum que me agrade. Já encontrei biquinis brasileiros em Lisboa [da Cia. Marítima] mas são um absurdo de caro e eu não tenho coragem [e nem dinheiro] para andar a pagar 70/80€ por um biquini que vou usar durante 3 meses. No way!

Tenho algumas marcas preferidas como a Água de Coco, Bumbum e a Poko Pano mas aquela que, a meu ver, conjuga qualidade/preço/durabilidade/estampas lindas é mesmo a Salinas. A marca é carioca e já existe desde 1982, com a abertura da primeira loja em Ipanema. Espreitei o site deles e vi que os biquínis estão todos em saldos [pudera... o verão está mesmo a acabar no Brasil] e fiquei mortinha para que Abril chegue logo!
Todos os modelos possuem um detalhe especial: laços, folhos, mix de padrões e estampas... Impossível resistir!
Os padrões florais e coloridos são a imagem da marca e os biquínis são vendidos em partes avulsas [normalmente há 3 ou 4 modelos de cada estampa, para conjugarmos de acordo com o nosso gosto]. Sempre que compro um dos biquinis estampados, compro também umas duas ou três partes lisas para ir trocando com o estampado [adoro usar a parte de cima numa cor lisa e a cuequinha estampada, por exemplo].

Estou caidinha por esse último biquíni. É O biquini e eu não vou sossegar enquanto não encontrá-lo!
A Salinas também possui uma linha de roupa assim mais descontraída para quando saímos da praia e queremos uma roupinha fresca e colorida. Os biquínis não são muito baratos [rondam os 40€] mas são daqueles que duram uma vida! Falo por experiência própria ;) Claro que vou procurar pelas marcas mais baratinhas e pelos vendedores da praia mas um ou dois biquínis da Salinas não me vão escapar!
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27 fevereiro 2012

Diário de uma vendedora em part-time {3}

Ontem estive  a trabalhar no turno do fecho [das 14h às 23h] e quando vi que o movimento estava a abrandar [lá pelas 21h] fui para armazém arrumar umas caixas com a nova colecção já que cada uma de nós é responsável por uma secção e eu queria deixar a minha parte impecável.

Enquanto estou a arrumar o armazém começo a conversar com a senhora da limpeza [ela é que puxou o assunto e eu que gosto pouco de uma conversa...] enquanto vou dobrando e arrumando os lenços, fios e bijutarias mil. Achei engraçado porque nas outras lojas onde trabalhei [Zara e afins] as empregadas de limpeza usavam uma farda tipo bata e tinham mesmo ar de quem trabalhavam com limpezas.

Já esta senhora era completamente diferente. Usava calças justinhas, botas da Aldo [vocês sabem que eu reparo sempre nos detalhes...], unhas grandes pintadas de vermelho e um cabelo impecável. Percebi logo que ela era diferente. Ela perguntou-me se eu estava a gostar e eu perguntei-lhe se ela estava há muito tempo na loja.

Respondeu-me que não, que trabalhava nas limpezas há coisa de 3 meses. E que era, pasmem-se, advogada! O meu queixo caiu quando ouvi isso. Fiz uma cara de espanto [não consigo disfarçar muito bem...] e ela lá contou-me que trabalhava para um escritório de advogados que, adivinhem?, fechou no final do ano passado e ela não teve direito a subsídio-desemprego... Como tem um casal de filhos para sustentar [e separou-se do marido], teve que arranjar alternativas para viver. Então durante o dia trabalha a full time em uma Perfumaria e à noite faz limpezas em lojas do centro comercial. E anda sempre toda arrumada porque vai directo da perfumaria para as limpezas e diz que a filha [com 12 anos] tem vergonha e não gosta que ela ande nas limpezas [razão pela qual ela não usa a farda/avental].

Enquanto ela me contava a história [e eu organizava os fios e os anéis], fui percebendo o verdadeiro estado em que o país mergulhou. Não gosto de contar histórias tristes mas ultimamente tenho ouvido cada coisa que até fico com os olhos molhados. E só consigo pensar: até quando? Até quando as pessoas vão aguentar? Até quando?

P.S: Sempre que falo com familiares no Rio de Janeiro, a pergunta é a mesma: Mas o que vocês continuam fazendo aí?. E eu respondo sempre a mesma coisa: Nem vou explicar... porque vocês não vão perceber. Portugal é o meu país há 8 anos. Foi onde eu construí tudo: licenciatura, mestrado, tranquilidade, emprego, o M., que é o amor da minha vida... Desistir ainda não é uma opção. Ainda. [mas até quando?]
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é hoje!

O meu primeiro dia como estagiária do lab. Estou que nem posso! =D A bata está limpinha e passada [na altura das fotos estava toda amarrotada], os crocs estão a postos [o que seria de mim sem eles, sempre tão confortáveis?], o bloco de anotações está na mala. Pronto, acho que tenho tudo. Aiii nervos!
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26 fevereiro 2012

7 anos.

Hoje faz 7 anos desde aquele dia.
E eu continuo a sentir o mesmo que aquela miúda de 17 anos: um amor incondicional. Verdadeiro. Aquele sentimento que nos arrepia e nos embrulha o estômago. 
Não sei se és a minha alma-gêmea [se é que ela existe] mas sei que, com todos os teus defeitos e qualidades, és o homem que eu sonhei ter. Somos tão diferentes... E é exactamente estas diferenças que tornam tudo mais especial.

Eu detesto que tu sejas tão viciado em futebol, que sejas tão workaholic, que impliques com as minhas amigas, que não saibas fazer uma cama como deve ser... Tu chateias-te comigo porque eu atraso-me sempre quando combinamos algo, porque falo demasiado nas situações mais impróprias, porque sou embirrenta e porque odeio os jantares pomposos com a outra parte da tua família.

Tu detestas quando eu enrolo o edredão por baixo do corpo e viro-me durante a noite, destapando-te. Detestas que eu não consiga me vestir em 5 minutos e odeias o meu jeitinho "demasiado sociável" com as pessoas. Eu odeio a forma como tu adormeces em cinco segundos enquanto eu ainda fico a remexer-me durante meia hora antes de, finalmente, adormecer. Detesto que tenhas sido tão mimado e não saibas fritar um ovo. Detesto que, durante uma briga, comeces a beijar-me para desviar a atenção do assunto que motivou a discussão. 

E são essas pequenas coisas que aprendi a amar. Porque fazem parte da pessoa que és. E analisando bem as coisas, esses defeitinhos são tão sem importância... Porque o essencial, esse, é que conta. 
E o essencial é que te amo. Sempre. E sempre. Com defeitos, com imperfeições, como tu és. 
Perfeito para mim.
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Por fora ele é sério...

Mas por dentro é cheio de mariquices!
Shiuuu... é segredo! =X

O dossiêr é da marca LEITZ e comprei na secção de papelaria do El Corte Inglés. As folhas decoradas são da Grafons e vieram do Rio, trazidas pela minha querida avó. E sim, eu adoro estas folhas! Adoro o espacinho lá em cima para pôr a data, adoro o final com o espaço para observações, gosto do facto dela não ser fininha e transparente como as que eu comprei no Continente. O engraçado é que, como toda gente sabe que eu sou louca por estas mariquices, sempre que alguém {parentes, amigos} vem do Brasil, acabo por receber resmas e resmas de folhas com bonecada. 
É, eu sei que pareço ter 7 anos. Mas deixa lá... há coisas piores nesta vida.
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25 fevereiro 2012

nhami!

Rigatoni. Peito de frango desfiado. Maionese light. Rodelas de cenoura crua {amo!}. Um fiozinho de azeite. Et voilà! 

Uma espécie de salada com massa {ao melhor estilo das saladas da Vitaminas} que eu faço sempre que não tenho tempo para cozinhar. Fica tão bom... Costumo ir variando os ingredientes {às vezes frango, às vezes atum ou ovos... por aí vai}. Fica pronto em 15 minutinhos e é uma delícia ;)
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Coisinhas que quero trazer do Rio {Havaianas}

Para mim já se tornou oficial: de todas as vezes em que viajo para o Rio tenho sempre de trazer uns quantos pares de chinelos havaianas. Sou viciada neles e desde sempre lembro-me de usar estes adoráveis chinelos de borracha. Devo ter, sem exagero, uns vinte pares, que vão desde a tradicional havaiana com a bandeirinha do Brasil àquela de salto alto com flores desenhadas na sola. Para mim não há nada mais confortável em termos de calçado e se pudesse andava com elas o ano inteiro.

Acho um completo absurdo o preço praticado em Portugal... 40€ por um par de chinelos de borracha? Não, meu bem... Me recuso a pagar 39.90€ por umas High com flores desenhadas [High são as Havaianas de saltos altos], como vi no ano passado à venda na Ericeira. Normalmente compro havaianas em sapatarias de rua no centro do Rio e nunca, nunca, paguei mais que o equivalente a 15€ num par. Por exemplo, as tais que vi à venda na Ericeira por 40€ são estas e se convertermos o valor para euros ela fica em... cerca de 8€ [claro que ela está em saldos, normalmente é mais cara mas nunca, jamais.... ultrapassa os tais 15€]. É uma diferença brutal de preços!

Por isto, vou aproveitar que o verão está quase aí e trazer uma malinha só com havaianas [para mim, para amigas, para a sogrinha...]. Há bocado fui espreitar as novas colecções e fiquei a babar com tanta coisa linda...
No Rio o pessoal usa havaianas até pra ir trabalhar [eu sempre vou de havaianas para a universidade, nos exames de verão] e o chinelinho que na década de 70/80 era considerado "chinelo de pobre" foi elevado ao status de chinelo fashion. Engraçado ver como um produto que antes era considerado lixo [só quem usava havaianas era o pessoal da construção civil]  e de repente, boom.. torna-se luxo.

Os modelos de cima já não me chamam assim muita atenção [até porque a minha querida avó trouxe-me praticamente um de cada] mas em compensação os modelos novos, ai. Vou precisar de todo o meu controlo para não comprar um parzinho de cada.
A primeira e as três do meio [fiquei apaixonada pela havaiana da Missoni] virão com toda a certeza. As outras são um caso a ser estudado mas cheira-me que também não escapam. Oh pá, é que depois eu penso que estes modelos nem sequer chegarão cá e os poucos que chegam são imensamente caros. Portanto... tenho que aproveitar que posso comprar da fonte e assim fico abastecida até o verão de 2039. Não concordam?
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Hoje já ninguém me tira daqui:

... Do calor e do conforto do meu sofá peludo {que é a coisa mais quente do mundo}, da minha manta polar e das meias felpudas {thanks, H&M!}.
Hoje tinha planos de sair à noite com o M. e os amigos dele mas à última da hora a minha mãe pediu-me para ajudá-la com umas coisas do trabalho {powerpoints, animações e afins, que ela tem uma formação para dar e não percebe nada dessas mariquices} de maneira que aqui estou, a trabalhar pro bono no sofá. E com a certeza de que sou uma filha mesmo querida.
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24 fevereiro 2012

Diário de uma vendedora em part-time {2}

Assim que chegamos na loja para trabalhar [seja no turno da abertura, no intermédio ou no fecho], a primeira coisa que fazemos é repor a roupa que foi vendida no dia anterior. Para isso temos uma listagem do que foi vendido e essa listagem é separada por secções. Cada vendedora tira a sua secção [no meu caso, acessórios e complementos] e vai ao armazém buscar as peças da lista.

Fui ao armazém, voltei com as peças e estava atrás do balcão a alarmar as peças e a pôr os preços. Como a maioria das peças era de saldo, tinha que confirmar o preço numa máquina e depois marcar com a etiqueta vermelha do preço "de saldo".

Estava distraída a fazer isso quando uma colega aparece e diz para eu ter a máxima atenção com as peças de saldos porque andavam clientes a "mudar" as etiquetas de forma a levarem peças de nova colecção com preço de saldos.

Ou seja, quando vão aos provadores as clientes trocam as etiquetas das peças [colocam etiquetas de saldos em peças da nova colecção] e quando chegam ao balcão são confrontadas com o facto [as vendedoras dizem: desculpe, isto está mal marcado. Este artigo não está em saldos]. E aí dá uma barracada porque elas dizem que já encontraram a peça marcada ao preço dos saldos e exigem pagar o preço mais barato. Dizem que as vendedoras marcaram mal a peça e de acordo com a DECO, o cliente tem o direito de pagar apenas o que está marcado [seja erro da vendedora ou não].

Resultado: Acabam mesmo por levar a peça da nova colecção com 70% de desconto. Bonito.
A minha gerente está a arrancar os cabelos com este problema e até agora não encontrou nenhuma solução definitiva. Só na semana passada a loja teve um prejuízo de quase 400 euros em descontos e artigos mal marcados. E o pior é que há câmeras por todos os lados e não há maneira de apanhar as clientes a trocarem as etiquetas [elas não são parvas, fazem isso nos provadores onde, obviamente, não há câmeras].

Provisoriamente adoptámos a seguinte medida: A pessoa que estiver de plantão nos provadores [geralmente é ao calhas...e  vai rodando entre todas] tem a obrigação de olhar as etiquetas de todas as peças que a cliente leva para experimentar. E no final, quando a cliente sai do provador, torna-se a ver as etiquetas de forma a verificar se há etiquetas trocadas.

Pontos fracos: Demora um certo tempo e a fila para experimentar roupa aumenta. E para além disso, requer que a vendedora saiba distinguir o que é saldos e o que é nova colecção  [normalmente é fácil, mas há peças de meia-estação que baralham tudo].

Fiquei um bocadinho chocada com esta técnica, confesso. Com que então andam a fazer aldrabices destas por causa de roupa/sapatos? Não acho normal. As pessoas arrumam jeito para tudo e mais alguma coisa. Estou abismada. É que na minha concepção, não há assim tanta diferença entre trocar etiquetas e roubar uma peça. Para mim é roubo na mesma [ora, se uma camisola custa 30€ e a cliente mete uma etiqueta de 10€, a meu ver, está a roubar 20€ à loja] e acho incrível ver a que ponto as pessoas chegam para andarem bem vestidas e fashion.

Claro que um bocadinho disso é em consequência da tal sociedade consumista e materialista em que vivemos [onde as pessoas querem sempre ostentar mais e mais], onde somos incutidos desde pequeninos a querermos sempre tudo e mais alguma coisa. Talvez eu não seja a pessoa mais indicada para falar sobre tal tema mas parecendo que não, sei distinguir a linha ténue entre o que eu quero e o que eu realmente preciso.

Podemos sempre tentar pôr a culpa na sociedade, no consumismo, na crise, na Troika... mas meus amigos, não há justificativa possível para terem uma atitude destas. Estamos a falar de roupa, de tecidos, de merdas que não são essenciais. Se fosse comida, apesar de também não ser correcto, ainda era compreensível. Agora roupa? Não, não. Isso para mim é pura falta de carácter. E carácter, senhores, é daquelas coisas que ou se tem ou então estamos mal.
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Objecto de desejo :: O biquíni vermelho da Isabeli Fontana.

Vi esta imagem da Isabeli Fontana e fiquei morta de amores por este biquíni. O biquíni em si não tem nada de especial mas estes laços deram um toque perfeito. E eu que amo laços, fiquei apaixonadinha por ele. É da minha querida Salinas e custa cerca de 60€. Dizem as más-línguas que a Salinas entra em saldos em Abril. Que é precisamente quando eu chego ao Rio. Pronto, é o destino.
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23 fevereiro 2012

Da incompetência alheia.

Hoje de manhã fui ao site da universidade ver se já tinham saído as turmas [visto que as aulas recomeçam na segunda, convém confirmar os horários] e qual não é o meu espanto quando vejo que estou inscrita em Fisiologia Animal [cadeira de terceiro ano que eu já fiz há que tempos!] e a cadeira onde eu realmente deveria estar inscrita [Biotecnologia Animal] não constava na minha inscrição!

A minha universidade deve ser a única de Lisboa e arredores que ainda é do tempo da manivela e obriga os alunos a irem pessoalmente fazer a inscrição na Divisão Académica [inscrições online? pra quê? é muito mais giro ver filas e filas de alunos à porta do edifício], de maneiras que liguei para a Divisão Académica para saber o que se tinha passado, visto que lembrava-me perfeitamente de ter dito Biotecnologia Animal e não outra cadeira qualquer...

E acham que alguém atendeu o telefone? Não... atender telefone é para os fracos! Em altura de inscrições os queridos simplesmente desligam o telefone e não há forma de contactá-los. Liguei para a Associação de Estudantes e perguntei se o telefone da Divisão Académica estava com problemas porque eu estava a tentar ligar há meia hora e chamava mas ninguém atendia. "não, o telefone está bom, mas é que estão com falta de pessoal e então desligaram o telefone". Foda-se.

Lá vou eu para a universidade, furiosa por perder a minha tarde a tratar da incompetência dos outros. Quando chega a minha vez, surge o diálogo bizarro:

Eu: Bom dia, na semana passada vim fazer a inscrição e uma das cadeiras era Biotecnologia Animal mas penso que houve um erro qualquer porque o meu nome não está na listagem de alunos desta cadeira mas sim em Fisiologia Animal, cadeira que nem faz parte do meu mestrado.
Funcionário: Diga-me o seu número de aluno. [e eu disse....] (funcionário faz cara de: "temos aqui um problema") e eu fico nervosa:
Eu: E então? 
Funcionário: Com quem é que fez a inscrição?
Eu: Com a Ana.
Funcionário: Pois...
Eu: Passa-se alguma coisa? [odeio o clima de mistério...]
Funcionário: É assim, a minha colega deve ter percebido mal porque você está inscrita em Fisiologia Animal ao invés de estar em Biotecnologia Animal. E agora já não há mais vagas para Biotec.
Eu, a hiperventilar: Desculpe?! 
Funcionário: Já não lhe posso inscrever em Biotec porque as duas turmas estão cheias e como os laboratórios não suportam mais de 22 alunos...
Eu: Pois, mas é assim, eu inscrevi-me no 2º dia de inscrições e se vocês cometeram um erro eu não tenho culpa nenhuma. Na altura em que me inscrevi havia vagas e eu preciso da minha inscrição feita.
Funcionário: Eu percebo a situação mas infelizmente não consigo fazer nada....
Eu: Posso falar com a responsável pela Divisão Académica?
Funcionário: Ela não está, só retorna na segunda-feira. Mas pode preencher um requerimento a solicitar que, excepcionalmente, permitam uma turma de laboratório com 23 alunos.

Não preenchi requerimento nenhum e fui falar com a professora responsável pela cadeira de Biotec. Surpresa das surpresas, era uma professora que deu-me 4 cadeiras durante a licenciatura e que é uma querida. Expliquei-lhe toda a situação e na mesma hora ela saiu do gabinete e foi comigo à Divisão Académica. Dizia ela: "Não, isto não pode ser. Então tu não tens culpa nenhuma do erro deles, fica descansada, eles vão ter que aceitar a tua inscrição...".

O funcionário, todo vermelho, só ouvia enquanto a  professora [que é das mais antigas da universidade, catedrática e daquelas que toda gente respeita] dizia que obviamente, tinham que fazer a minha inscrição na cadeira e que erros deste tipo não podiam acontecer e blá blá blá.

Conclusão: Saí de lá com a inscrição feita e na turma que eu queria [o que significa que terei todas as sextas feiras sem aulas - oba!] e com uma dor de cabeça monstruosa por ter ficado stressada. [a sério, já estava a ver a vida a andar pra trás...]

Agora vou relaxar um bocadinho aom som disto [] e tentar abstrair a manhã confusa que tive! A sério, se há coisa que me transtorna é incompetência... É que depois lavam as mãozinhas e "infelizmente não consigo fazer nada". Ora, porra, isso lá é resposta que se dê? Argh!
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Coisinhas que quero trazer do Rio {Vernizes}

Há dois anos que não visito a minha cidade e as saudades já são mais que muitas. No fim de 2011 decidi que passaria o Réveillon no Rio [existirá show mais lindo que esse?] mas o M. estava de trabalho até as orelhas e ir sem ele não seria a mesma coisa. Na altura fiquei zangada e fiz o rapaz jurar pela mãezinha que passaríamos a Páscoa em solo carioca. E assim foi. Viajamos dia 1 de Abril e voltamos dia 18. E eu mal posso esperar!

Já comecei a fazer planos: já tenho saídas marcadas com amigas de infância, já tenho churrascos combinado com primos, uma corridinha na Lagoa Rodrigo de Freitas com a minha amiga do peito e várias "praianas" com o meu povo do coração. Resta saber se terei tempo para todas as coisas que quero fazer...

Posto isto, comecei a fazer a habitual listinha daquilo que vale mesmo, mesmo a pena comprar no Rio e que eu pretendo trazer na mala. Lembrei-me instantaneamente dos vernizes... O Rio de Janeiro é, sem sobra de dúvida, o paraíso dos vernizes. Durante o ano são lançadas mais de 10 colecções e as cores são um espanto. Para além disso, os vernizes por lá são ao preço da chuva {o preço varia entre 0.75€ e 1.50€} pelo que sempre que lá vou {ou que alguém familiar venha a Lisboa} tenho mesmo de cravar vários vidrinhos coloridos.

Os meus novos queridjinhos são estes:
Tenho uma tristeza enorme por não vender Impala e Colorama em Portugal {sei que existe a tal Colorama internacional mas cá só vendem meia dúzia de cores} e apesar de poder encontrar por cá vários vidrinhos da Risqué, acho o preço super inflacionado. Mesmo em chineses e lojas mais acessíveis, não se encontra um verniz da Risqué por menos de 2.5€ {com esse preço eu compro quase 3 vidros no Brasil...}.

De maneira que em Abril pretendo voltar com um camião TIR cheinho de vernizes. Para mim e para as chatas das minhas amigas que nunca foram ao Brasil e acham que com 10€ eu consigo trazer um vidro de cada cor. Ai vida!
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22 fevereiro 2012

blue ❀

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Da H&M

(1) Cardigan | 14.90€,  (2) Túnica | 19.90€ (3) Blazer | 29.90€(4) Calças | 19.90€(5) Saia | 14.90€, (6) T-shirt | 7.95€,  (7) Camisa | 14.90€
De todas as tendências para a nova estação a minha preferida é, sem dúvida, o tal do verde menta {e as cores pastéis}. É uma cor que tem, pouco a pouco, invadido as lojas e já se vê por todo lado. Ao espreitar a nova colecção da H&M fiquei caidinha de amores... Ao contrário de muita gente, a minha loja preferida não é a Zara {oh, que pecado!} mas sim a H&M. Perco-me com os acessórios para cabelo, as roupas, os lenços, os vernizes... sou fã!

Mas sou esquisita... Só consigo comprar na loja do Chiado {no Ed. Grandella} porque é aquela que tem maior variedade, é enorme, as novidades chegam sempre primeiro e... tem o último piso só com roupa interior {que é outra das minhas paixões}.

Gosto tanto de ver peças verdinhas por todo o lado! Sinto que a Primavera já está mesmo à porta e já cheira a flores e dias solarengos. Já a tal tendência neon, bem... essa não me conquistou {acho muito, muito feia}. Numa próxima visita ao Chiado, a saia e a túnica verde não escapam!
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21 fevereiro 2012

E o meu dia já começa bem: estou enfiada numa Caixa Geral cheinha de gente enquanto espero pacientemente que chegue a senha 37 para ser atendida e pagar os 650€ de propinas...
E ainda nem são 9h da manhã. Oh vida!
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20 fevereiro 2012

Das diferenças culturais. {2}

No meu dia-a-dia é raro utilizar expressões brasileiras [adoptei o ditado: "em Roma, sê como os romanos" e se estou em Portugal [e sou, também, portuguesa] nada mais certo que falar no português de Camões].
Mas há determinadas situações em que, por mais que tente, só me dá para falar em brasileiro. Uma dessas situações é quando estou fula da vida. Naqueles instantes em que me apetece mandar tudo às urtigas... ui.

Hoje tive uma discussão com o M. por um motivo imbecil. E a meio da discussão utilizei uma expressão brasileiríssima, assim, sem querer. O moço partiu-se a rir. E eu, furiosa: "ah, ainda achas graça?!.

Ele responde, entre risadas: "não dá para discutir contigo quando vens com esses termos brasucas.".
Entretanto eu também me ri e olha, acabou-se a briga. Remédio santo.
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♬ Vibra, ó minha Vila... ♬


Ontem foi o desfile da {minha} Vila Isabel. E foi um espanto, como se vê nas fotos. Esteve tudo perfeito: a letra do samba, o ritmo, a bateria, o carro abre-alas, as passistas, a rainha da bateria.... O tema foi Angola e via-se um pouco de África por todos os carros alegóricos. Apaixonante.

As fotos são daqui e li agora no mesmo site que a Vila Isabel é das favoritas do público. Falei há bocado com a minha avó e ela contou-me que está uma algazarra enorme no bairro [ela mora em Vila Isabel] e já se ouvem os famosos gritos de "é campeã!". E eu espero mesmo que seja. ;)
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19 fevereiro 2012

Daquelas coisas mesmo úteis:

No dia em que fiz a limpa na Oysho acabei por passar também na Women Secret [já me tinha desgraçado mesmo...] e acabei por encontrar uma bolsinha mesmo gira e útil para guardar documentos. Ela é do tamanho ideal para guardar os passaportes e afins. E tendo eu dois passaportes, dá sempre jeito mantê-los bem juntinhos e protegidos.

Cabe o passaporte e ainda tem espaço para cartões e dinheiro.
Essa bolsinha vai me dar um jeitaço agora na viagem ao Rio [saio de Lisboa com o passaporte vermelho e entro no Rio com o azul... com isso evito as tradicionais filas para "estrangeiros", já que sou cidadã dos dois países]
A bolsa é almofadada e custava 7.99€. Paguei 1.99 nos saldos =)
Não fazia idéia de que vendiam essas bolsas porta-documentos em lojas de roupa íntima mas adorei a descoberta! E pelo precinho... foi mesmo uma boa compra =)
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Diz que é Carnaval...

... E eu aproveitei para descansar, passear com os meus amores, ver filmes no quentinho no sofá, comer coisinhas gostosas... E tem sido maravilhoso. Não há cá fantasias nem grandes loucuras que eu já não tenho idade para estas coisas [e, na verdade, essa não é a minha praia]. Fomos à Sintra, passeámos, comemos bolinhos deliciosos, namorámos, andámos abraçados pelas ruelas da vila e foi muito bom!

No sábado saí do trabalho às 18h e ele foi buscar-me para irmos jantar fora mas eu estava tão cansada [tinha os pés em brasa] que acabámos por passar no mercado e comprar o jantar. Ficámos a ver filmes e a comer porcarias [idéia dele, pois claro]. Agora estou pra aqui embrulhada nas mantas e a pensar que daqui a nada tenho que me levantar e afastar-me do meu ninho para ir trabalhar, enquanto ele fica esparramado na cama feito uma lagarta. É injusto... 
Sintra, esse paraíso perdido entre palácios e castelos...
O centro da vila
A vista de tirar o fólego!
A minha princesa a apanhar um sol, que ela bem precisa, coitadinha :P
Uma confeitaria daquelas mesmo, mesmo boas. Com direito a cadeirão dourado e bolos maravilhosos.

O jantar de ontem: o melhor hambúrgur caseiro que eu já comi! Sem exageros.. Pão, hambúrguer de frango com rodelas de cebola frita, cenoura, fiambre, queijo e molho rosé. Uma delícia!
A sobremesa do "menino": Petit Gateau e gelado, pois claro.
Artilharia pesada para encarar o frio de Sintra: Collants+ meias+ botas+ casacão +luvas. E mesmo assim... ui ui.
Existe casal mais "pijamudo" que este? E é assim que eu pretendo ficar até que o dever me chame [neste caso, o trabalho...]. Já "papamos" três filmes e dois episódios da nossa série preferida. Agora vou só ali trabalhar e já volto, sim? Mesmo a tempo de ver o desfile do Rio ;) Divirtam-se!
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18 fevereiro 2012

É impossível não relacionar esta música ao Carnaval...

Tantos e tantos carnavais que eu pulei ao som desta música... Tantas boas recordações que ela me trás. A letra, tão simples e verdadeira, torna esta melodia inesquecível. É mesmo das minhas músicas preferidas. Do saudoso mestre Gonzaguinha. 

click to play { }

Eu fico
Com a pureza
Da resposta das crianças
É a vida, é bonita
E é bonita...


Viver!
E não ter a vergonha
De ser feliz

Cantar e cantar e cantar
A beleza de ser
Um eterno aprendiz...


Ah meu Deus!
Eu sei, eu sei
Que a vida devia ser
Bem melhor e será
Mas isso não impede
Que eu repita

É bonita, é bonita
E é bonita...


E a vida!
E a vida o que é?
Diga lá, meu irmão
Ela é a batida
De um coração

Ela é uma doce ilusão
Hê! Hô!...


E a vida
Ela é maravilha
Ou é sofrimento?
Ela é alegria
Ou lamento?

O que é? O que é?
Meu irmão...


Há quem fale
Que a vida da gente
É um nada no mundo
É uma gota, é um tempo
Que nem dá um segundo...


Há quem fale
Que é um divino
Mistério profundo
É o sopro do criador
Numa atitude repleta de amor...


Você diz que é luta e prazer
Ele diz que a vida é viver
Ela diz que melhor é morrer
Pois amada não é
E o verbo é sofrer...


Eu só sei que confio na moça
E na moça eu ponho a força da fé
Somos nós que fazemos a vida
Como der, ou puder, ou quiser...


Sempre desejada
Por mais que esteja errada
Ninguém quer a morte
Só saúde e sorte...


E a pergunta roda
E a cabeça agita
Eu fico com a pureza
Da resposta das crianças
É a vida, é bonita
E é bonita...
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16 fevereiro 2012

a minha mais recente paixão


Passeando pelas ruas londrinas deparei-me com esta maxi saia a piscar-me o olho. Tão linda que ela é... Adorei o pormenor do laço, da cor, do tecido tão fluido... Fiz-me de forte e não a comprei. Parei mais adiante para beber um sumo e comentei com o M. que tinha ficado tão apaixonada pela saia que voltaria lá para comprar. Passado uns minutos ele finge falar ao telemóvel com a mãe e sai do café por instantes enquanto eu, gulosa, fico a comer um cupcake. Retorna 5 minutos depois e me estende uma sacola. Diz apenas: é tua... E eu derreto-me com ele. E com a saia, claro [uma pessoa também não é de ferro].
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