31 março 2012

Em contagem regressiva...


É já amanhã!
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30 março 2012

Objecto de desejo :: A mala Cambridge da marca Satchel!

Já não me lembro qual foi a primeira vez em que vi esta malinha mas de uns meses para cá ela adquiriu o status de "objecto desejo" e eu, que nunca tinha ouvido falar da marca Satchel, fiquei curiosa e fui espreitar.

A marca é inglesa e todas a malas são em pele de vaca. Há imensas cores e tamanhos que vão desde a malinha para usar à tiracolo até verdadeiras mochilas escolares. Semelhante à Louis Vuitton, as Cambridge podem ser customizadas com as nossas iniciais, que são gravadas na parte frontal da mala {há um custo adicional de 5£ por letra}. Gosto tanto de malas personalizadas e adoro saber que dificilmente encontrei outra igual à minha. Fiquei cheia de vontade de comprar uma em camel ou numa cor extravagante tipo uma pink ou em verde.Vamos ver como eu me comporto no Rio {espero não me desgraçar em compras} e talvez tenha coragem de comprá-las no fim do mês. A ver vamos.

Bom, bom era se alguma marca acessível {Zara, H&M e afins} fizessem uma mala neste estilo, isso sim era de valor. Não concordam?

Eu sei que ando numa de malas e toda semana apaixono-me por um modelo diferente. São fases... Daqui a nada passo para a fase das havaianas e biquínis e aí sim, vai ser a put* da loucura!
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29 março 2012

Estou apaixonada!

O meu coração divide-se entre esta mala:

 E esta:
São da Zara e acabei de descobri-las no site da marca. Devo andar a dormir porque meio mundo já fala destas malas {e até a querida Olívia Palermo rendeu-se} e eu nunca as tinha visto. São 100% pele de búfalo e aposto que são daquelas malas que duram uma vida. 

Vá, falem comigo e distraiam a minha pessoa dessa tentação. Repitam que eu não preciso desta mala, que eu sobrevivi até hoje sem ela e não vou morrer por não comprá-la. Estou tão, mas tão caidinha por esse modelo... Como diria o Boss Ac: "oh mãe, fazias-me rica em vez de bonita!"
Oh vida!
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É da crise...

Pois que hoje estive a manha in-tei-ri-nha a perambular em centros comerciais {Vasco, Colombo, Alegro} na esperança de encontrar o tal Ipad 3 e nem sombra dele. Esgotado em todas as Fnacs do país, na Worten só há quatro unidades mas é em Castelo Branco {e não, não enviam para Lisboa}. Já tentei Media Market, Rádio Popular, Vobis e tudo o mais que podem imaginar. Nicles. Não há Ipad 3 para ninguém. {crise, mas qual crise?}

Não é para mim, que eu ligo muito pouco à essas coisas e sou uma naba a mexer em gadgets. Era para levar para o Brasil e oferecer à uma prima que faz anos mas pelos vistos vai ser impossível. Há bocado liguei para a MStore no Chiado e a mulher nem me deixa acabar a frase: "Ipad 3? Não, não temos nada. Está esgotado." 

De maneira que aqui fica o pedido: se alguma alminha souber onde há um Ipad 32GB wi-fi em branco por essa linda Lisboa, é favor entrar em contacto com a minha pessoa, sim? Prometo que ofereço um parzinho de havaianas como recompensa. Boa?!
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27 março 2012

Ai Primavera, que dás cabo de mim!

Hoje foi o meu primeiro dia de férias. Só tive aulas pela manhã e cheguei em casa de tardinha, fresca como uma alface. Há tanto tempo que não tinha uma tarde minha, sem nada para fazer... Soube-me pela vida!
Marquei hora na esteticista e lá fui eu tratar daquelas chatices todas: depilação, máscara nos cabelos, gelinho nos pés {sim, rendi-me} e aquela mariquice toda.

Na volta para casa tive que passar no Vasco da Gama para buscar dois vestidos na lavandaria {já só faltavam eles para fechar a malinha}. Na saída acabei por passar na Zara assim só para espreitar as news. E apaixonei-me por essa mala, nada a fazer. É encorpada, é grandona e cabe toda a minha tralha. Um amor. Sinto informar que comprei a última camel da loja mas deixei duas em preto para vocês {quem é amiga, quem é?}.

Depois fiz o tour H&M-Promod-Stradivarius e o resultado está à vista: um vestido, duas camisas, uma mala e umas calças {que não estão na fotografia}. A minha idéia era sair a voar da Zara e enfiar-me no carro mas lembrei-me de uma frase que o meu irmão está sempre a dizer e que condiz com a ocasião. Ora cá vai: o que é um peido para quem está cagado?. Ou na versão portuguesa: perdida por cem, perdida por mil. {confesso que gosto mais da versão carioca ahaha}

E pronto, agora só volto a comprar o que quer que seja quando estiver no Brasil. Que é daqui a precisamente quatro dias. Yey! ;)
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[ TESTEI ] Creme de Cutícula da Mavala

Hoje à hora do almoço passei na Perfumes & Cia para comprar mais uma embalagem do meu creme preferido, o creme de cutículas da Mavala. Conheci este produto há cerca de três anos e desde então nunca mais deixei de usar. Uma embalagem dá para uns dois meses {depende da utilização, claro}, possui 15 ml e custa à volta dos 10€. Eu costumo usar sempre antes de dormir porque posso deixar o creme actuar durante toda a noite e de manhã quando acordo as unhas estão fabulosas.

A verdade é que eu já tinha experimentado muita coisa para hidratar a região das cutículas {as minhas são muito ressequidas porque desde os 12 anos que vou à manicure e sempre cortei as cutículas com alicate... grande erro!} e nunca tinha encontrado algo que realmente funcionasse e cujo preço não fosse proibitivo.

O creme vem numa bisnaguinha de plástico {ideal para andar na mala, por exemplo} e traz ainda um palito de madeira para ajudar a espalhar o creme e contornar a cutícula {esse palito ajuda muito}. Sempre que vou arranjar as unhas a primeira coisa que faço é aplicar este creme nas cutículas, fazer o contorno com o palito e depois massagear com os dedos. Espero uns minutinhos {para o creme ser absorvido} e lavo as mãos com sabonete. Depois disso é que começo a pintar as unhas {base, verniz, etc..}.

Para quem tem o mesmo problema que eu {peles secas ao redor da unha} recomendo sempre o uso do creme da Mavala. E depois com o uso intensivo já não precisamos de usá-lo todos os dias {porque a pele torna-se, gradualmente, mais hidratada e elástica}. Neste momento uso o creme de três em três dias e os resultados são excelentes. É daqueles produtos que recomendo de olhos fechados e com a certeza de que fará efeito ;)

Cinco estrelinhas com louvor! Produto maravilhoso, cheiro óptimo, preço acessível e resultados incríveis. O que mais poderia pedir? ;)
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26 março 2012

Humor negro.

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Dos casais que vivem juntos para dividir as despesas.

Esses dias estava a conversar com uma amiga e ela disse-me que o namorado queria que fossem viver juntos mas que ela ainda não tinha bem a certeza se era isso que queria [visto que saiu de um divórcio há pouco tempo...]. Pediu a minha opinião e eu disse que achava prematuro porque ela namora o rapaz há cerca de 5 meses e com este tempo tão curto ninguém é capaz de conhecer uma pessoa a ponto de ir viver com ela [às vezes nem com anos de casamento se conhece uma pessoa, quanto mais com 5 meses...] mas que ela fizesse o que o coração mandasse.

Neste momento ela vive em um apartamento, sozinha e parece-me que está a gostar de ser livre. Conversámos muito, rimos, falamos besteira e no final ela disse: tens razão, eu nem mesmo sei se estou apaixonada por ele... Um dia que tenha certeza, ai sim vamos viver juntos. 

Hoje, quase uma semana depois dessa conversa, ela ligou-me, toda chateada porque a empresa onde está a trabalhar não lhe vai renovar o contrato. Ou seja, daqui a 15 dias, mais coisa menos coisa, estará desempregada. Disse-lhe para não desanimar, indiquei alguns sítios onde já trabalhei e que poderiam estar a precisar de pessoal e perguntei se ela queria vir jantar cá em casa para a gente conversar.

Eis a resposta: "não vai dar porque estou a levar as coisas para a casa do João. Vamos viver juntos." e eu fiquei sem reacção. Perguntei se ela tinha mesmo a certeza e ela disse-me: "Certeza nunca temos, não é? Mas agora sem trabalho vai ser difícil manter uma casa sozinha e voltar para a casa dos meus pais é que não. Ao menos com o João divido a renda, as despesas... é mais fácil assim". 

A sério, eu esperava ouvir qualquer coisa, menos isso. Com que então uma pessoa vai morar com o namorado porque não quer viver em casa dos país mas também sozinha não consegue arcar com tudo e então, bora lá dividar as despesas com o gajo? Isso não entra na cabeça de ninguém...

O triste é que já não é a primeira nem a segunda que me diz que foi viver com o namorado porque não se dava com os pais [?] e como não tinha maneira de sustentar uma casa sozinha, foi viver com o primeiro que apareceu. Isso é coisa para me causar comichão. Talvez eu seja demasiado utópica e romântica mas acho que um casal só deve viver junto porque se ama, porque não se consegue estar afastado do outro, porque estão absurdamente apaixonados. Acho que esta é a única fórmula para que dê certo.

Há uns três anos o M. veio com a conversa de morarmos juntos. E ouviu um redondo não. Por diversos motivos mas talvez o mais importante seja mesmo este: Não quero sair da casa da minha mãe sem estar casada. Chamem-me tradicional, antiquada, o que for... mas fui educada desta forma e certas idéias são demasiado enraizadas em mim. Para além disso, a minha família é completamente contra [o lado paterno, árabe, acho que nunca mais me falava se eu fosse viver junto sem ser casada] e eu, por diversos motivos, não acho bonito {nem tenho nenhum casal a viver junto na minha família. Ou são namorados ou são casados} Não tenho nada contra quem vive junto, cada um sabe de si,  mas não é o que eu quero para mim.

E poderia citar uma infinidade de motivos mas este post já está enorme e eu não quero cansar-vos. Sei é que fiquei em choque com o facto da minha amiga ir viver com o namorado só porque ficou desempregada e é mais conveniente assim. Sempre ouvi dizer que o caminho mais fácil nem sempre é o certo. E a cada dia acredito mais nisso.
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25 março 2012

A difícil tentativa de fazer uma mala para vinte dias {ou de como eu quero levar a casa toda nas costas}

Falta menos de uma semana para eu adentrar no aviãozinho da TAP rumo ao Rio de Janeiro. E diz que por lá está um calor de fritar ovo na calçada, como diz a minha avó, mas que de tarde ainda cai aquela chuvinha tropical. E eu não sei bem o que levar na mala. Levo só dois parzinhos de havaianas {o resto quero comprar lá} e três biquínis {idem idem aspas aspas}, muitas saias, calções minúsculos, vestididinhos e pouco mais. Talvez leve um par de calças de ganga assim só por desencargo de consciência {odeio a sensação das calças coladas à pele suada...ecat!} e dois cardigans fininhos para driblar as tais chuvinhas.

Assim de repente parece que não levo quase nada e estou com medo de passar frio, de chegar lá e de repente começar a trovejar e a chover {e eu só com biquinis e afins na mala}, enfim... uma indecisão só. Não quero ocupar muito a mala porque pretendo trazer alguns souvenirs e não me apetece andar a pagar taxas de excesso de peso =/

Em relação à maquilhagem, a dúvida é grande porque detesto andar maquilhada no calor {e a sensação da base a derrerter do rosto? ui} e graças a Deus tenho uma pele bonita e luminosa {vivam os cremes e tónicos e gel de todos os tipos} por isso não devo levar assim grande coisa. Mas depois multiplicam-se os convites para ir dar uma voltinha pela Lapa ou ir na nova discoteca/barzinho que abriu e pimbas!, vou querer estar maquilhada, é claro.

Assisti o vídeo abaixo {acho a Paola divertidíssima!} e estou pra aqui a tentar reduzir a tralha toda que já tenho arrumada na mala mas... o processo está difícil! Ai, vida!


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24 março 2012

Status:

Tempo? Não, não tenho... 
Estou tãão cansada que tornei-me numa daquelas pessoas que adormece nos autocarros, no metro, na fila do supermercado... E vou trabalhar o fim-de-semana tooodo, oh vida! O que me consola é que este é o último fim-de-semana antes das {sonhadas} fériiias, YEY! ;)
Aproveitem o fim-de-semana e divirtam-se, pessoas!
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23 março 2012

Entre dois mundos.

Estou a ler o "Albatroz Azul" de João Ubaldo Ribeiro e hoje, a meio da leitura, me deparei com um trecho engraçado {e um pouco verdadeiro} sobre a diferença de sotaques. O personagem do livro é um português, natural da Beira Alta {Viseu}, que está a viver no Brasil e de repente decide retornar a Portugal e levar com ele o filho, Juvenal, já brasileiro. Eis o trecho:

 “O menino, que na fala nada tinha de português, muito menos de beirão, perderia o brasileiro e jamais ganharia o lusitano, vivendo para sempre num limbo de nefastos efeitos em todos os sentidos. Com a fala deturpada pelo resto da existência, o ingresso irrestrito em certos círculos, natural para alguém de elevada posição financial, podia tornar-se muito difícil, senão impossível”.

Achei interessantíssimo esse trecho porque é como, muitas vezes, eu me sinto. Num fogo-cruzado, dividida entre dois países, dois sotaques, duas culturas. Para a minha família no Brasil, sou completamente portuguesa e falo como uma lusitana. Para os portugueses, serei sempre brasileira... É engraçada essa coisa dos sotaques, não acham?
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Já não posso com este anúncio...

Quando ouço o início deste anúncio mudo logo de canal. Que coisa tão parva, valha-me Deus. E o pior é que tornou-se tão repetitivo {duas vezes num período de cinco minutos é para dar cabo do juízo das pessoas} que eu já não o suporto. Argh!
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22 março 2012

new things.

{Primark | 3€}
Há tanto tempo que eu procurava uma jaqueta de ganga... Gostei dessa e vestiu tão bem que não resisti! {Primark | 17€}
Encontrei esta t-shirt na loja mais improvável de todas... {C&A | 12€}
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Já está!

E pronto, o assunto está arrumado. Ontem saí do lab e visitei três chineses ali ao pé. No primeiro chinês as malas eram péssimas, o fecho estava com as costuras rebentadas, o sítio da pega estava a descolar, enfim... Sem chances.

No segundo chinês as malas pareciam resistentes mas achei o preço caro {45€ por uma mala chinoca...epá, não} de maneira que fui ao terceiro chinês e lá sim, havia malas de todos os tamanhos, cores e tudo {aparentemente} com uma qualidade razoável.

Pedi à chinesa para testar a mala e lá fui eu, armada em fiscal da ASAE, abrir todos os fechos, puxar a mala de um lado para o outro, girá-la em várias direcções, inspeccionar as rodinhas... A chinesa já me olhava como que a dizer: "se partires a mala vais levá-la à mesma, ó croma!" mas a mala lá acabou por passar na inspecção e veio comigo para casa.

Ela é do tipo semi-rígida {a parte de trás e a lateral são num material duro mas a parte frontal é mais maleável}, tem 85cmx55cmx23cm, ou seja, é enorme! Tem as rodinhas aparafusadas na parte de dentro da mala, vêm com cadeado de código {mas como não confio nestas coisas, vou colocar outro para garantir} e, muito importante, é extensível. Ainda posso aumentá-la em mais 5 cm de largura {para guardar as coisinhas que vou trazer do Rio}. A mala custou 30€ e pelo tamanhão dela, não achei caro. Havia noutros tamanhos {e outros preços} mas optei por trazer o maior tamanho porque o preço compensava mais.

Havia em n cores {padrão com riscas, com flores, lisas...} mas escolhi a rosa porque é fácil de identificar na esteira rolante {no meio de tantas malas azuis e pretas...} e porque é uma cor que eu adoro. Claro que vou plastificá-la no aeroporto {mais vale prevenir do que remediar} com o Protect Bag mas acho que ela vai se portar lindamente. Esperemos.

O meu trio-maravilha!
Obrigada a todas as leitoras queridas que deram sugestões e dicas no post anterior. As opiniões que li foram decisivas para que eu escolhesse a mala e por isso aqui fica o meu agradecimento ;)
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21 março 2012

Preciso de uma ajudinha, blogosfera:

Estou num dilema: Normalmente costumo viajar/ir de férias por poucos dias {no máximo uns dez} porque gosto de dividir as férias em duas ou três épocas. Vai daí, tenho uma mala de viagens de tamanho médio/grande que comporta todos os meus trapos para no máximo dez dias de férias.

Acontece que daqui a uma semana, mais coisa menos coisa, vou estar no Rio de Janeiro. E ficarei por lá mais de vinte dias, de maneira que preciso de mais uma malinha para comportar bem as coisas. E a questão que se coloca é: onde posso arranjar uma mala grande, com rodinhas {preferencialmente gira} e que não me dê cabo do orçamento? Idéias, senhores, preciso de idéias.

Eu bem sei que, provavelmente, só levarei na mala biquinis, vestidos, calções e tops {e isso ocupa pouquíssimo espaço} mas tenho prendas para a família toda e não cabe nem metada na minha mala velha-de-guerra. E irrita-me pensar que vou agora dar 100/200€ por uma mala gigantesca que dificilmente voltarei a usar, já que é raro ficar tantos dias fora de casa. A minha mala inseparável é esta, da Roxy, que comprei no final de 2007 e paguei cerca de 200€ {mala e necessáire}. Ela é muito boa, leve, fácil de transportar e viaja sempre comigo. Mas torna-se pequena para a quantidade de dias que vou passar no Brasil, por isso, preciso de lojas/marcas que vendam malas grandalhonas e baratas {nada de Samsonites e afins, que eu não pretendo gastar tanto com malas de marca}.

Uma amiga sugeriu-me comprar a mala nos chineses mas eu estou tão reticente... Não é que seja precoceituosa com lojas chinesas, que não sou {e até compro coisinhas por lá} mas é que a mala de viagem é chacoalhada em todas as direcções nos aeroportos, é jogada de um lado para o outro, enfim... tenho medo dela não aguentar a pressão e rebentar no meio da viagem {até tenho pesadelos com as minhas cuecas soltas na esteira, enquanto a mala chinoca vem atrás, toda partida... aiii}.

Ainda por cima falei há bocado com a  TAP e disseram-me que posso levar duas malinhas de 23 kg cada e ainda uma mala de mão com até 8kg. Vai ser uma festa... A minha mãe está empolgada e já comprou uns 3 litros de azeite para levar para não-sei-quem e vinhos do Porto para fulana de tal, de maneira que realmente PRECISO de uma mala em condições.

Hoje vou espreitar os chineses da minha zona, assim para sondar a qualidade das malas {que deve ser pouca ou nenhuma...}, observar os fechos, a estrutura... Alguém já viajou com uma mala baratinha? Deu certo? Ou ela rebentou a meio da viagem? Ajudem esta pobre alminha, sim? Agradecida ;)
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20 março 2012

Frase do dia #17

Gastei minha última ampola de Kerastase para ir jantar com os cabelos de diva e o homem liga avisando que vai ficar no escritório até tarde por causa de uma reunião. E a minha indemnização, cadê? 
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Já é Primavera!

Aprendi com a Primavera a deixar-me cortar e a voltar sempre inteira. {Cecília Meireles}
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A pedidos: os produtos que utilizo na manicure caseira!

(1) Alicate para cutícula: Item essencial para removermos aquelas peles chatas que insistem em levantar de vez em quando. Prefiro sempre hidratar a cutícula do que estar constantemente a removê-la com o alicate {diz que é mais saudável assim} mas às vezes ter um alicate dá sempre jeito. Utilizo o inoxidável da marca Mundial {comprei no RJ}. Em Lisboa afio os alicates num senhor que tem um quiosque em Algés {no túnel do Pingo Doce} e o serviço é impecável. Ele cobra 3.5€ para afiar e o alicate fica pronto em meia hora.

(2) Top Coat: Ajuda a secar o verniz mais rápido, dá um brilho maravilhoso e evita que o verniz descasque com muita facilidade {forma uma espécie de "filme" por cima da unha e faz com que a cor dure mais tempo}. Uso imensos e tenho dois queridinhos: A cobertura intensficadora da cor, da marca Colorama {brasileira} e o RapiDry da OPI {vende na Perfumes&Cia}.

(3) Hidratante para as cutículas: Talvez o item mais importante desta lista. Usar um produto que hidrate as cutículas é fundamental se queremos ter um acabamento perfeito na hora de limpar o excesso de verniz. Não adianta usar um verniz caro {Chanel ou OPI} se tivermos cutículas ressequidas e peles soltas. Vai ficar uma porcaria, acreditem que eu já passei por essa fase de negação {o quê? gastar dinheiro com creme para cutículas? Era o que mais faltava!}. Só consegui ter as unhas bem pintadas depois de ter as cutículas hidratadas e macias. E para isso contei com duas ajudas preciosas: O creme de cutículas da Mavala {vende em qualquer perfumaria} e o Óleo Avoplex da OPI. Eles são maravilhosos e em uma semana deixam as cutículas lisinhas e perfeitas. Vale a pena o investimento ;)

(4) Óleo secante: Não, não é a mesma coisa que o top coat. O óleo secante é um produtinho que tem duas funções: fazer com que o verniz seque mais rápido {e assim evitar os borrões e as "amassadelas" que damos nas unhas} e ainda hidratar a pele ao redor da unha {que fica bastante ressequida quando limpamos os borrados com o removedor de verniz}. Uso sempre o da marca Risqué e acho que ele cumpre muito bem a função {e é baratinho, custa cerca de 2/3€}.

(5) Pomada Bepanthene: Originalmente usada como pomada cicatrizante {em assaduras, cicatrizes e tatuagens}, descobri a pomada Bepanthene com uma amiga que usava essa pomada nos lábios quando estavam gretados. Achei um disparate mas depois vi que fazia mesmo efeito e decidi experimentar também. Antes de dormir dou um "beijinho" na pomada e durmo com os lábios brancos e peganhentos {so sexy!}. Acordo com um bocão hidratado e sem uma pele solta. Li que muitas pessoas também usavam essa pomada nas cutículas e que o efeito de hidratação era maravilhoso. Experimentei e confirma-se! O Bepanthene serve para tudo: lábios, unhas, corpo... É vendido em qualquer farmácia e existe também na versão líquida.

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19 março 2012

Diário de uma vendedora em part-time {4}

Hoje estive a trabalhar na loja no horário da manhã {das 10h às 19h} e quando já passava uns vinte minutos da minha hora do almoço a gerente pergunta: "olha lá, e tu, não almoças?". Respondi-lhe que ainda não podia ir almoçar porque estava à espera da colega que entrava às 14h {e só depois dela chegar é que eu posso ir almoçar, de maneira a continuar com o mesmo número de pessoas na loja}. Ela olha, surpresa, para o relógio e exclama: "Ah ela está novamente atrasada! Assim que ela chegar vai logo comer que eu não quero que caias para o lado, ok?". Aceno com a cabeça e continuo a atender os clientes na caixa.

Passado uns minutos chega {pela porta da frente} a colega atrasada. Diz um "boa tarde" e fala: "olha, vou só beber um cafézinho e já venho para tu ires almoçar, ok? Desculpa lá..." e segue para a zona de refeições. Fiquei zangada, é claro. Não tanto pela meia hora de atraso, que isso para mim é irrelevante {almoçar às 14h ou às 14h30 dá-me igual} mas fiquei lixada porque tinha combinado de ir almoçar com uma amiga e já estava meia hora atrasada {e o que odeio atrasar a vida dos outros!}. Respirei fundo e tentei pensar nas outras colegas maravilhosas que por lá existem, na gerente querida que tenho, que daqui a nada vou de férias e pronto... abstraí.

Mais dez minutos se passam e eu a pensar que se calhar ela tinha ido à Itália buscar as cápsulas do café porque já passava {e muito} da minha hora de almoço... Pedi a uma colega para substituir-me na caixa e fui para a zona de refeições ver se avistava a tal colega atrasada. Surpresa das surpresas, ela estava sentada a bebericar uma chávena de café, muito descansadinha da vida. Quando me viu a entrar na copa levantou-se logo e exclamou: "já estou a ir, vou só fumar ali à porta e já entro. Podes ir almoçar, se quiseres". A sério, não acho isto normal.

A loja estava a abarrotar de gente, havia imensa roupa para repor, provadores atulhados de roupa, filas nas caixas...e a gaja manda-me ir almoçar enquanto fuma, mesmo depois de chegar mais de meia hora atrasada e sabendo que a equipa não podia se dar ao luxo de ficar com menos uma vendedora em loja.

Não acho normal este tipo de comportamento. Uma pessoa chegar atrasada um dia ou outro, é normal, acontece a todos. Mas chegar atrasada e agir como se nada fosse é que me dá cabo do juízo. Ela sabia que eu só poderia ir almoçar depois que a madame chegasse, sabia que eu estava na loja desde as 9h30 e já eram 14h40, enfim... Achei um abuso. Eram quase três da tarde e eu ainda estava à espera que a madame vestisse a farda, fumasse o cigarrinho, bebesse outro café porque entretanto já era quase hora do lanche, lesse as notícias no Correio da Manhã... não há pachorra.

Há gente que não merece estar a trabalhar enquanto tanta gente esforçada está no desemprego... Acho injusto, pronto. Não percebo a necessidade que as pessoas têm de, mal chegam aos empregos, irem beber café, fumar, enviar sms´s, atender telemóveis, espreitar sites/blogues... É do mais anti-profissional que há. É isso e fazerem, ao longo do dia, quinze pausas para irem fumar. Enerva-me, pronto. Havia de ser eu a patroa e corria esta gente toda a pontapés. Que nojo de pessoas.
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18 março 2012

Frase do dia #18

"Diminuí mais um número de calças. Nunca mais vou comer carboidratos na vida. Dane-se o bom humor. Eu quero é ser gostosa." by Bia
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Lugares a visitar no Rio {os pontos turísticos}

E depois há aqueles lugares que eu não consigo deixar de visitar. Já fui n vezes ao Cristo Redentor, já vi o pôr do sol no Jardim Botânico, corri ao redor da Lagoa Rodrigo de Freitas, já dei comida aos saguis do Corcovado, andei de bondinho na Lapa, enfim... já fiz todos os típicos passeios de turistas, pois claro. Mas desta vez tudo é diferente, as coisas têm outro sabor.

Porque desta vez eu vou apresentar o Rio ao meu homem. Ao homem que já atura o meu feitiozinho há 7 longos anos e que morre de vontade de conhecer o Rio de que eu tanto falo. Desta vez eu quero ver o Rio com os olhos do M., eu quero visitar cada lugar como se fosse a primeira vez, eu quero me deslumbrar com cada detalhe como se nunca tivesse visto nada igual.

Desta vez quero eu quero ser turista. Na minha própria cidade. E com a companhia mais apaixonante de todas.
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17 março 2012

A razão pela qual eu detesto cozinhar com ele ao lado:

Tal e qual. Eu começo a cozinhar e de repente ele surge, tal qual Master Chef, olhos esbugalhados e exclama: "porque estás a pôr cebola no molho da massa?! Não fica bom...", "xiiça, é preciso tanto sal no arroz? Vai ficar intragável." ou aquela que me dá cabo dos nervos: "olha que a minha mãe não faz isso assim... Ela costuma usar manteiga e blá blá blá". Salta-me logo a tampa.

Da última vez em que veio com esses palpites eu não me fiz de rogada:  retirei-me da cozinha e larguei tudo a meio para ele terminar {frango no forno, batatas a cozer e o arroz a secar}. Fui para o quarto e ele foi atrás, como um cão de guarda. "Oh amor, ficaste ofendida? Não falei por mal, sabes que adoro a tua comida...". Fiz-me de surda e continuei com a Lei do Silêncio {a melhor maneira de acabar com a paciência de um gajo}. E ele atrás, à espera de que eu voltasse para a cozinha.

As tantas enerva-se a diz: "E a comida no fogo, não vais ver?"
"Oh tu estavas a dar palpites com tanto à vontade que achei melhor seres tu a acabar de fazer o jantar. Agora vou tomar um banho, tá? Não esquece de ver o franguinho no forno." Pimbas, levou com a porta da casa de banho no focinho.

Demorei imenso tempo na casa de banho {lavei os cabelos, enchi a banheira, liguei a hidro...} e só sai de lá quando ouvi a batida na porta e ele a resmungar: "já podes sair, o jantar está pronto". E é assim que se educa um homem, com tratamentos de choque. Foi remédio santo... nunca mais deu palpites na cozinha.
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16 março 2012

Há quem diga que é exagero...

... mas eu cá gosto de pensar que é tudo uma questão de cuidado.

Adoro cremes e tenho uma infinidade espalhada pela casa, vício que apanhei da minha mãe que desde que me lembro usa cremes para os olhos, para a testa, para a maçã do rosto, enfim... É um creme para cada secção da cara e eu, que sempre gozei com ela por causa disso, acabei por tornar-me uma igual.

As minhas grandes pancas são com cremes para o cabelo {máscaras, óleos, sérum, spray e uma infinidade de coisas} e para as mãos. Então com as mãos... ui.  Adoro ter as mãos arranjadas e sou maníaca por unhas perfeitas. Vai daí, estou sempre em busca dos melhores produtos, daqueles com efeito imediato, com melhor custo/benefício, enfim... Sou perdida por esses creminhos. É uma frase clichê mas... as mãos são mesmo o nosso cartão-de-visita e para mim é essencial tê-las sempre impecáveis.

O namorado farta-se de gozar com a minha estranha mania e quando me vê a pôr cremes diz no gozo: "ó cremosa, deixa-te de cenas!". A sério, os homens não são normais. Será que eles acham mesmo que nós, mulheres, já nascemos assim lisinhas, macias e hidratadas? Sim, porque o meu parece achar que eu já nasci sem pêlos, com os cabelos hidratados... sem precisar mexer uma palha.  Era bom, era.
Gajos... hunf!
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Isso quando crescer vai ser tão pirosa... {4}

Vestido {ZARA KIDS}
Casaquinho {H&M}
Collants {CALZEDÓNIA FREEPORT}
 Botas {ZARA KIDS}
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15 março 2012

Dos fantasmas do passado

Hoje tive um género de encontro com um fantasma do meu passado. Um fantasma que assombrou-me durante mais de dois anos. Hoje ao abrir o facebook {esse antro de reencontros} recebo uma mensagem vinda directamente do além. Era ele, o homem que me fez descer ao inferno. Depois de seis anos em que não soube se estava vivo ou morto, eis que a criatura encontra-me no facebook {estou a pensar seriamente em mudar de nome... é que com o meu nome invulgar e um apelido árabe, sou extremamente fácil de ser encontrada} e não só tem a lata de me adicionar como ainda envia-me mensagem inbox.

Ainda pensei em apagar a mensagem sem a ler mas a minha veia cusca {e masoquista} falou mais alto e lá fui eu desvendar o mistério. As frases clichês de sempre: "Andei tanto tempo à tua procura...", "sabes, conheci algumas pessoas depois de ti mas nada foi igual e hoje tenho a certeza de que és a pessoa que eu tanto procurei", "achas que podemos ter outra chance de consertar tudo?" e claro, a tradicional "continuas tão linda...". E termina com a cereja no topo do bolo: "eu vi no teu mural que vens agora ao Rio em Abril, vais ficar em casa da tua avó?" 

O meu primeiro pensamento foi: "amigo, estás pelo menos seis anos atrasado". E se há coisa que não volta atrás nessa vida, é o tempo. Só Deus sabe o quanto eu sofri pela criatura, o tanto de noites que passei a chorar como uma condenada, as vezes em que ia para o colégio com a cara inchada e os olhos vermelhos. Naquela época, com a parvoíce típica dos adolescentes, eu perdi completamente o amor-próprio. Eu me rebaixei, me humilhei, eu aceitei ser uma entre muitas. Eu achava, na minha ingenuidade, que por mim ele mudaria. Que parva! Estive quatro meses num limbo, a oscilar entre momentos de felicidade instantânea {quando estávamos juntos} e momentos de puro desespero {quando o via com outras}.

Até que um dia ele veio com a conversa habitual {sobre darmos aquele passo} e eu disse que não. Que não era a hora, que ainda não tínhamos o tipo de relação que eu queria e que eu tinha esperado tanto por aquele momento que não aceitaria nada pela metade {aleluia!}. Pronto, o gajo passou-se. Tivemos uma discussão horrível, eu cheguei a casa de rastos e dei o grito do Ipiranga.

Sentei na varanda e chorei como se estivesse a ser mutilada. Quis pôr tudo para fora, quis fazer enterrar aquele sentimento para sempre. Foi uma dor horrível, eu sentia como se me esmagassem por dentro, nunca antes tinha sentido tal coisa {e felizmente nunca mais voltei a sentir} mas foi necessário. Eu pensava: Meu Deus, como é possível que eu esteja a passar por isso? Sou inteligente, bonita, tenho uma vida pela frente, porque estou presa à uma pessoa assim? Chega. Acabou. Hoje vai ser o último dia em que choro por ele. 

E assim foi. Lembro-me que faltava uma semana para as férias de Dezembro e, como eu já tinha feito todos os testes, nem sequer fui mais às aulas. Uns dias depois a minha mãe foi ao colégio buscar o meu diploma do secundário e eu nunca mais voltei a meter lá os pés {razão pela qual não tive festa de formatura, viagem de finalistas, nada.}.

Passei o mês de dezembro em Búzios, na casa de praia de uma tia. Só eu e ela. Todos os dias ia caminhar pela praia, sozinha, e lembro-me de dois rapazes que entretanto vieram meter conversa comigo {eram giros, giros} e eu simplesmente não me interessei. Não estava mais praí virada, sabem? Nunca acreditei que se esquece um amor com um novo amor. Tretas.

Depois de uns meses viemos para Portugal {não, não teve nada a ver com o meu "chute no rabo"} e dois meses depois conheci o M. E por causa dessa história toda é que não queria nada com o meu príncipe. Morria de medo de voltar a acontecer tudo novamente. E por isso hoje digo-o com todas as letras: não há gajo como o meu. Não há nada que se compare àquilo que ele me faz sentir todos os dias.

Portanto, ó fantasma, volta para o sítio de onde saíste e não me chateies mais. A sério, poupa-me. Poupa-me dessas frasezinhas clichés, da tua conversa de chacha, das tretas do costume, sim? Não subestimes a minha inteligência com este tipo de coisas. Eu já não perco o meu tempo com merdas.
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chuvinha.

A julgar pelos trovões que se ouvem, daqui a nada vai cair uma chuvinha boa. E eu, que normalmente não sou fã de aguaceiros, estou aqui a cruzar os dedinhos para que chova! Sim, eu bem sei que os agricultores precisam da chuva mas o meu interesse é um bocadinho mais egoísta: é que tenho isto para usar e estou morta por estreá-las {já falei aqui sobre as galochas Tom Joules.}. Vá lá, São Pedro, só desta vez sim?
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Frase do dia #16

Pronto, confesso: não sei lidar com gente formal. Gente comichosa, com muito nhénhénhé, não dá. Dou logo um "vem cá, minha nega" e arrumo o assunto.
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Lugares a visitar no Rio {as praias!}

E agora que já fiz a listinha de tudo aquilo que quero comprar no Rio {Vernizes, Havaianas, Biquínis, Melissas, docinhos e afins}, passo à segunda parte da lista que consiste em planear {e bem} os sítios que quero visitar de modo a não falhar nada. E hoje fiz a minha selecção de praias {sim, o Rio tem n praias mas muitas são uma porcaria; seja pela temperatura da água (friiia), seja pelos bairros adjacentes (perigo!) ou pela areia (com pedras)}. De maneira que, depois de 17 anos como frequentadora oficial das praias cariocas, eis a minha humilde lista de praias a visitar:
Há aquelas mais badaladas {Ipanema, Leblon...}, há as que ficam mais distantes do centro do Rio {Angra dos Reis, Búzios, Ilha Grande...}, há aquelas que basta através a ponte Rio-Niterói e já está {Itacoatiara, por exemplo}, há praias para todos os gostos.

E eu morro de saudade do "clima" das praias cariocas... Do colorido das cangas espalhadas pela areia, do moço que passa gritando "olha o biscoito Globo...é um real... olha o biscoitoo!", dos muitos quiosques espalhados pela orla que servem petiscos deliciosos {pedacinhos de frango com molho de alho e batatas fritas, por exemplo ou o tradicional peixe frito com limão...}, do vendedor de picolé, de procurar "tatuí" {um bichinho que se esconde na areia}, do pessoal jogando futvôlei... É um clima de descontracção que eu não encontro em mais nenhuma parte do globo.

Já estive em alguns sítios europeus durante o verão {Barcelona, Marbella, Sevilla, Algarve} mas não é a mesma coisa. Talvez eu esteja a puxar a brasa à minha sardinha, mas a verdade é que essa tal atmosfera de que "tudo gira à volta da praia" só existe no Rio. E eu estou desejosa de me enfiar nessa muvuca tradicional da minha cidade!
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14 março 2012

Desencontros climáticos.

Há bocado liguei para o Rio para falar com a avó. A meio da conversa {e depois dela passar o telefone para toda a gente que estava em casa}, pergunta:
- E então? Como estão os preparativos para a viagem? Já arrumaste a mala?
- Calma avó, ainda faltam duas semanas... Tenho tempo, relaxa. Olha, sabes aquele fato de treino que comprámos no ano passado, na H&M e que tu não querias mais tirar do corpo? Comprei-te outro, num tom de azul lindo. 
- Oh encontraste? Mas espera... ele é no mesmo tecido do outro?
- Sim, é em veludo. Daqui a menos de duas semanas já é outono aí no Rio e já começa a ficar mais fresquinho...
{silêncio do outro lado}
-Humm... duvido.

Não percebi bem a resposta da minha avó. Até há alguns minutos, quando a minha prima publicou esta imagem no Facebook acompanhada da seguinte legenda: "No Rio de Janeiro nós não temos verão. Temos amostra grátis do inferno. Porra, que calor!"
Quer me parecer que o fato de veludo ainda vai ficar uns bons meses no armário à espera de frio... E eu a pensar que em Abril as temperaturas estariam mais amenas! Confesso que estou com um bocadinho de pena de levar o meu homem para esta sauna. Ele, que já começa a hiperventilar quando estão 35ºC na sombra... não sei como vai ser. Agora vou só ali à Sephora comprar o protector solar mais potente do mercado, sim? Hasta luego ;)
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Depois quando eu ficar mimada e insuportável, não te queixes... {2}

Tagliatelli, cubinhos de carne, cenoura às rodelas, ovo cozido, cebola frita, um fio de azeite e oréganos. Feito pela melhor cozinheira de Lisboa e arredores. 

Ontem durante a tarde liguei para casa e disse à Claudinha que estava cheia de vontade de comer tagliatelli com legumes e perguntei-lhe se havia os ingredientes... Quando cheguei a casa ela estava a acabar de preparar o molho da massa e já tinha tudo pronto. Dei-lhe beijinhos e disse que ela é a melhor "ajudante do lar" {dizer empregada soa muito... snob} do mundo! O jantar estava delicioso... como tudo o que ela prepara com aquelas mãos de fada. A verdade é que já tivemos três empregadas ao longo destes cinco anos mas sinceramente? Nenhuma era como a Claudia. Ela nunca está mal disposta, trabalha a cantar, conta piadas parvas, adora tratar da Vi (que é como quem diz, levá-la às actividades extracurriculares}, cozinha como uma fada e é um amor de pessoa. Adoro-a, de verdade.
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Isto de almoçar em centros comerciais não está com nada...

... É que o piso da restauração é, quase sempre, o último e isso obriga-nos a passar por tooodas aquelas lojas tentadoras até chegarmos ao nosso restaurante. Hoje não foi excepção e é claro que eu fiquei perdida a meio do caminho. H&M do Colombo. Pronto, está tudo dito, não é? Vi esta nécessaire e não aguentei: tenho uma paixão assolapada por laços. E pelo turquesa.

O que vale é que ela foi baratinha e não me desgraçou o orçamento. Estou a adorar esta coisa de ter "dois ordenados", o do estágio e o do part-time. É que um entra na conta a dia 10 e outro dia 25, de maneiras que nunca estou "lisa". Descobri que assim faço melhor a gestão do meu orçamento [cof cof] e a coisa tem corrido bem ;)
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13 março 2012

Laços e rendas.

Há uns dias fui à Primark e fiquei apaixonada por estas sabrinas com laços e acreditem, não sou nada fã de sabrinas {tenho umas três e só} mas quando vi este modelo lá tive que experimentar. E é do mais confortável que há, logo, acabou por vir comigo para casa {custou 8€ e também havia em preto}.

Depois foi a vez do cinto com lacinho menta, que achei tão amoroso e suave! Para usar com vestidos e túnicas, fica perfeito! Há em dois tamanhos {S/M e M/L} e também está disponível na cor laranja {custou 3€}.

E por fim as cuequinhas de renda {material que adoro} e que estavam numa promoção por 0.50€ cada. Aproveitei o embalo e trouxe várias em cores fresquinhas para usar nos dias mais quentes. Adoro este modelo de cuecas, que não marcam na roupa e são ultra confortáveis.

E agora começa a {árdua} tarefa de separar a roupa toda que vou levar para o Rio, ver se falta comprar mais alguma coisa {tipo um protector solar factor 175 para o M. ahaha}, comprar mais uma mala {porque vou levar duas de porão e uma de mão.. uy}, ver os presentes de última hora {a minha velha faz 78 anos daqui há uns dias e não faço idéia do que vou comprar}, enfim...

Pelo meio ainda tenho que deixar as coisas da faculdade adiantadas {visto que vou perder uma semana de aulas}, ler uns vinte papers sobre teratomas {um tipo de cancro que até mete medo e que eu estou agora a estudar no lab} e deixar dois seminários engatilhados para quando eu voltar. Só coisinhas boas, portanto.
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12 março 2012

Sim, eu sou carioca.










Hoje descobri a página do Facebook "Sim, Eu sou Carioca" e achei imensa piada... Já fiz/pensei/falei todas as coisas acima, principalmente o "dá uma olhadinha pra eu mergulhar?" [quando estamos sozinhas na praia e queremos dar um mergulho... e não tem quem olhe as nossas coisas na areia].
Lembrei-me deste post e fiquei com ligeiro deja vù. De qualquer forma, gosto muito da idéia ;)
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Como enlouquecer um namorado {1}

Sábado à noite, ele no sofá a ver uma série e eu na cozinha a fazer o jantar. A certa altura, resmungo um "ai que chatice ter que cozinhar sozinha e ainda por cima NINGUÉM {em voz alta para reforçar a idéia} aparece para ajudar..." Nada. Nem um suspiro vindo da sala.

Continuei. "Esta gente deve achar que por eu ser preta sou a nova escrava Isaura... {toca a fazer barulho de tampas e tachos}. Quer dizer, anda aqui uma pessoa a cozinhar enquanto outras ficam com a BUNDA {dito em voz altíssima} alapada no sofá."

Dois segundos depois e ele aparece à porta da cozinha:
- Então? O que é que estás praí a resmungar?
- Achas normal eu estar aqui a cozinhar sozinha enquanto tu vês tv e nem sequer perguntas se eu preciso de ajuda? Eu não acho... {beicinho}
- Ohh {ele nunca resiste à técnica do beicinho} anda cá. {beijinhos, beijinhos}. Pronto, pronto, agora sim: precisas de ajuda?
- Não.
- Então porque é que me fizeste vir até aqui, croma?
- Para que tu me perguntasses se eu precisava de ajuda, oras.
- Porra, eu vou viver cem anos e nunca vou entender as mulheres... {volta, resignado, para o sofá}
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Coisinhas que quero trazer do Rio {Snacks!}

É sabido que o Brasil é o paraíso dos doces, salgadinhos, biscoitos e uma infinidade de coisas gostosas que eu não consigo resistir. E para piorar a situação, vou estar no Rio na altura da Páscoa, logo, já começo a imaginar toda aquela variedade de ovos de chocolate e {ai meu Deus!} em todos os parentes que não vejo há dois anos e que oferecem sempre carradas e carradas de chocolate. Vou voltar uma bolinha, isso sim.

Tenho tanta saudade de comer certas coisas que comia em criança! O picolé de uva da Kibom {A Olá brasileira}, a pastilha de Hortelã da Garoto, o prazer de furar com os dentes a embalagem da água mineral de copinho, o chá matte leão. Vou enfardar mesmo à grande e, arrisco dizer, sem culpa nenhuma. Na minha terra eu quero é aproveitar como se não houvesse amanhã! :)
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11 março 2012

Ontem comemos crepes ao jantar...

E o guloso do meu namorado comeu logo quatro [!!] de uma só vez. O futuro deste homem vai ser num qualquer programa à la Biggest Loser a ver se deixa de ser um obeso mórbido, de tanto que a criatura enfarda e enfarda. Resultado? Passou a noite a chatear-me que a barriga doía, que sentia-se pesado, que não conseguia adormecer... É bem feita, para deixar de ser tão olhudo.  Aqui a menina ficou até as tantas acordada até que o senhor M. conseguisse fechar os olhinhos. E vou trabalhar daqui a uma hora com essa cara de pão-mal-dormido. Que beleza.
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10 março 2012

Por aqui já é {quase} primavera...

... E por aí?
Não, {ainda} não saí à rua de sandálias. Comprei-as hoje e são tão fofinhas que estou desejosa de as usar! Fiquei indecisa entre duas cores {esta e em camel} mas acabei por escolher este rosa suave, que tanto condiz com a primavera...
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Hoje passámos a manhã a fazer isto:

Uma boneca em plasticina, linda que só ela. A Vi chamou-a de Maria Clara {sabe-se lá porquê, que a boneca de clara não tem nada...} e está cheia de pena de ter que desmanchá-la. Tentei colocá-la dentro de uma moldura e pôr o vidro por cima, de forma a guardá-la mas o resultado não foi lá muito bom. Por enquanto ela está em cima do tabuleiro de bolo da minha mãe {ahahaha} à espera de pouso. Ai o que eu fui inventar! Ser irmã mais velha tem dessas coisas...
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