14 maio 2012

old pictures.

Visitar a casa da avó {no coração do Rio de Janeiro} também é, entre tantas coisas, passar uma vista de olhos nas imensas fotos antigas que ela tem por lá. Eis as mais especiais:
O P., com 3 anos e eu com 5, na festa junina da escola. (tão bem comportados que nós estávamos... mas só para a fotografia, é claro)
Mamãe pediu um sorriso espontâneo e eu fiz um esforço :P
Oh-meu-Deus-que-coisa-mais-gostosa-e-fofa-de-sua-irmã! Olha-me este queixinho duplo, estas pernocas cheias de refegos e este tom rosadinho... E a inconfundível carinha de bebé tartaruga. Ai, que saudade dela pequenininha assim.
Ela, carioca, 19 anos. Ele, minhoto, 25 anos. Um amor que durou uma vida. E que só terminou quando a vida assim quis. Ela até hoje ainda tem aquele brilho nos olhos quando fala: "ah, o teu avô... homem como ele eu jamais vi!". 
E depois ainda perguntam porque eu sou tão apaixonada pelos meus primos... Eles tornaram a minha infância inesquecível. (sim, eu sou essa poodle de cabelo preto toda escancarada na foto)
Adoro ver fotografias antigas. A minha mente viaja e relembro de tantas situações...Sou capaz de estar horas e horas sentada na varanda da casa da minha avó a examinar tudo com atenção. Gosto de ver aquelas fotografias amareladas e de observar os detalhes daquela época: as roupas, os cortes de cabelo, as feições...

Há dias descobri que a avó da minha avó (ui que isto já vai longe) era índia! Daquelas índias de verdade: vivia em uma tribo e não falava um ai de português. Diz a minha avó que a índia foi laçada {tal e qual os novilhos} pelo futuro marido, numa das muitas viagens que ele, militar, fazia. Romântico, não?
A minha família é uma grande mistura: árabe, portuguesa, indígena, brasileira... É, não somos nada esquisitos.
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