30 novembro 2012

Ai o que eu fui descobrir!

Meus amigos, isto é o mais perto do paraíso que já estive. Descobri esta delícia há poucos dias e tenho estado a controlar-me para não enfardar uma embalagem {com três trufas} por dia... São tão gostosas que uma pessoa perde o controlo.

O preço chega a ser ridículo {de tão barato}: a embalagem custa só 1€. E quer dizer, eu olho ali para as moedinhas de 1€ tão abandonadas na carteira e o meu pensamento viaja: e se cada moeda fosse transformada em uma pequena embalagenzinha? Ai vida!

Hoje experimentei colocá-las no frigorífico e ficaram ainda melhor: o chocolate ficou mais durinho e formou tipo uma casca por cima...e o recheio tão geladinho, aiiiiii. Uma perdição.

E para piorar o quadro, o único sítio onde sei que elas são vendidas é no minimercado na rua de casa. Sim, leram bem, na rua da minha casa. Avizinham-se tempos muuuuito difíceis, é o que é.
 
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Qual foi a parte do "eu não quero saber" que tu não percebeste?!

Dizem que quem é vivo sempre aparece. E ontem, do nada, recebi uma chamada com o habitual prefixo: 005521 {Rio de Janeiro}. Como não reconheci o número {e eu tenho todos os números importantes do Brasil - até do cardiologista da minha avó, para terem uma noção} soube instantaneamente que vinha de lá alguma bomba.

Atendi. E era ele.
A minha reacção? Foi simples: desliguei o telemóvel e bloqueei o número {há uma aplicação óptima que me permite pôr uma lista de números que são automaticamente rejeitados quando ligam para o meu telemóvel}.

Se senti alguma coisa? Nada. Até eu fiquei surpresa. Achei que a primeira vez que ele entrasse em contacto comigo eu teria um ataque de fúria, partiria a loiça toda e me mandaria para o chão, esperneando de ódio. Mas não. Eu estava serena como um monge budista e isso só pode significar uma coisa: página virada. Acabou.

Não quero saber. Não quero saber se acorda. Se dorme. Se o rim esquerdo voltou a funcionar. Se a tensão está controlada. Se sente a minha falta. Não quero saber de nada, rigorosamente nada.

Às vezes precisamos criar uma armadura, assim uma espécie de couraça ao nosso redor, para nos protegermos. Eu não gosto de ser assim, fria e indiferente. Chega a ser contra a minha natureza. Mas foi preciso.

Neeeext!

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29 novembro 2012

Além de haters, ainda conseguem ser burros como uma porta:

Então não é que eu recebi um comentário insultuoso com o login de um blog bastante conhecido por essa blogosfera afora...e no final do mesmo, um link para redireccionar para um hate-blog?!

A sério que essa pessoa tem "dupla personalidade" e de manhã é fofinha, fashion e muito amiguinha mas à noite já assume outro pseudónimo e vá de falar mal de toda a gente? Não te trates não, que não é preciso...

É que, assim de repente, apetece-me espetar com o comentário aqui e explanar aos sete ventos a grande besta que és mas pronto, vou guardar este pequeno e ardiloso segredinho {por enquanto... atenção}

Nestas coisas o meu feeling é do caraças... não se engana. Nunca fui com o blog da criatura {apesar do link estar aqui associado na barra de blogs} gostava de ler porque dava-me para rir {sim, eu tenho um lado masoquista}. Que nojo de gente, porra!

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28 novembro 2012

Eu bem sei que ainda falta um bocadinho para o Natal mas...

... acabei de receber a prenda deste natal. E estou aqui, feita pateta, com um sorriso besta nos lábios e a certeza absoluta de que Deus sempre me pisca um olhinho e me surpreende. Feliiiiiz até explodir, é como me sinto!

Thanks, God!

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27 novembro 2012

Vendetta.

O tempo frio e o vento gelado fizeram com que eu estivesse sem inspiração para arranjar as unhas. Não fazia idéia de que cor escolher até que lembrei-me deste verniz perdido há uns bons meses nas minhas coisas. E eu, que sou menina de cores vivas e alegres, dei logo um pouco de cor a esse dia cinzento.

Não consegui tirar fotos com ele nas unhas {com flash e à noite... não vale} mas a cor é um espanto! E o brilho é assim uma coisa incomparável. Aliás, essa é a característica que eu mais gosto dos vernizes da Chanel: o brilho espelhado incrível que eles deixam nas unhas {a que menos gosto é, obviamente, o preço}.
E agora vou ali devorar um livrinho daqueles mesmo bons porque ando aflitíssima para terminá-lo {quando o livro é bom, morro de ansiedade e quero logo chegar ao final para desvender os segredos todos}

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O filme do fim-de-semana:

Eu sei que não é nenhum lançamento mas ainda não o tínhamos visto de maneira que aproveitámos o domingo para voltarmos a ter dez anos de idade {eu e o M.} e chorámos a rir com este filme. A Vi a certa altura até achou graça porque ela dava um risinho controlado quando aparecia alguma cena engraçada e quando olhava para nós, eu e o M. estávamos a ter um verdadeiro ataque de gargalhadas. Acho que curtimos o filme mais do que ela ahahah. A sério, assistam... Está brutal!
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25 novembro 2012

Dormi e acordei dez anos depois?

Estava eu no quarto, terminando de me arranjar para sair quando a Vi entra, tipo furacão e dispara:
- Mana, podes emprestar-me o teu pó? Estou cheia de olheiras...
- Oi?! Que história é essa de olheiras?
- São essas manchinhas que eu tenho debaixo dos olhos...
- Vi, isso são sardas, não olheiras. E são giras! Tu não tens idade para maquilhagem. E já agora, porque é que estás toda arrumada?
- Ah, vou sair.
- Oi?! Vais sair pra onde? (já em estado catatónico)
- Tenho uma festa de aniversário, da minha amiga Inês.
- Sim mas... tu falaste com quem?
- Com o mano. Ele vai me levar. 
- Ah, ok... Tu é que escolheste a roupa sozinha?
- Sim. Fiquei gira?
- Muito... estás linda.

Pede-me para tirar umas fotografias para mais tarde enviar por mail à mamãe {que adora acompanhar cada detalhe, mesmo quando viaja}. Entretanto o P. buzina com o carro e ela diz, muito despachada:

- Então vou andando, mana. Estou com o telemóvel, quando acabar eu ligo-te para me ires buscar. Tchau.
- errrr... ok. Tchau

Assim, senhores. Nem um beijinho, nem nada. De maneiras que aqui estou, em estado de choque. O que é isto, meu Deus? Que metamorfose foi essa, assim do dia para a noite? Ainda ontem ela usava laços de cetim e vestidos de xadrez. Agora já quer coletes de pêlo e botas de cano alto. Estou abismada, essa é que é. Quando ela disse-me: "então vou andando..." só me apetecia dizer em alto e bom som: "volta já pro berço!". 

Quando ela chegar vamos ter uma conversinha. Ui ui isto vai ser bonito.

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Domingo delícia: salpicão!

Andava há que tempos com vontade de comer salpicão mas sempre surgia alguma coisa e eu acaba por deixar pra lá. Hoje acordei decidida a fazer este prato para o almoço e fui ao mercado comprar os ingredientes que faltavam.

Como esta foi a primeira vez que fiz essa comida {e sendo eu uma naba na cozinha} tive que ligar para a minha avó e chateá-la com indicações. Como estamos ligeiramente longe uma da outra, a solução foi cozinhar com o portátil na cozinha e a webcam ligada. Bastava eu ir à casa de banho ou ao quarto fazer qualquer coisa e ouvia-se a minha avó na câmera aos gritos: "olha o frango... vai queimar!". Foi hilário!

A verdade é que o salpicão ficou delicioso e não sobrou nem farelo para a posterioridade. O M., que não conhecia o prato, arregalou logo os olhos quando eu disse o nome "salpi quê?", disse ele. Quando provou uma garfada, fez logo um prato de trabalhador das obras e comeu que se fartou. E eu, que sou uma pequena lontra, comi e comi e comi.

Para acompanhar, apenas um arroz branco acabadinho de fazer {sou viciada em arroz branco, como boa brasileira que sou} e a minha bebida preferida em todo o mundo:

Para fazer o salpicão, utilizei:

- 1kg de peito de frango cozido e desfiado;
- 1 cebola grande picada aos quadradinhos (e depois passada na varinha mágica, para ficar desfeita}
- Cubinhos de fiambre;
- 1 lata de milho;
- Salsa e cebolinho;
- Cenoura ralada;
- Batara palha;
- Sal e alho;
- Maionese

É servido frio, tipo uma salada russa e geralmente é acompanhado com arroz branco e salada de alface. Simples, rápido e baratinho. É basicamente juntar frango, batata palha e vários ingredientes gostosos... E já está. Há montes de receitas na internet, para quem quiser tentar. Fica super delicioso e foi aprovado por todos cá em casa ;)

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24 novembro 2012

ai, vida!

Estávamos cheios de planos para o fim-de-semana, que incluíam uma saída à noite, uma ida ao teatro e montes de filmes e séries no sofá. Qual quê! De tarde o rapaz recebeu um sms do chefe, em tom alarmista, a dizer que o software não-sei-das-quantas tinha vários bugs reportados e se o M. poderia dar um olhinho na coisa. {mas esta gente não tem família, caraças? Incomodar uma pessoa ao sábado é dose!}

Escusado será dizer que o olhinho já dura há mais de quatro (!) horas e estragou-nos o esquema todo. Entretanto lembrei-me de ir para a beira dele, dar apoio moral (ahahaha) e... adormeci ao fim de quinze segundos. Aquilo é uma seeeeca descomunal, senhores. É só códigos e tretas que dão vontade de correr do computador a sete pés. Como até sou querida, lá adormeci no ombro dele, com a manta mais quentinha do mundo e a lareira acesa. {e sim, foi ele o autor da fotografia}

Acordei há coisa de minutos e duvido que terei paciência para ir aonde quer que seja. Vou sacar uns filmes e aproveitar o restinho do sábado com o meu amor. Amanhã não quero saber: vamos ao teatro, jantar fora e todas aquelas coisinhas que tínhamos combinado. Nem que seja preciso trancar o computador dele na arrecadação ahaha.

Conselho de amiga: nunca se apaixone por um engenheiro informáticos. Eles são seres estranhos... muito estranhos!
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Bom dia, minha gente!

Eu não sei quanto à vocês mas eu não pretendo fazer grande coisa hoje. Vou alapar o meu real {e grandessíssimo} rabo no sofá a devorar séries e filmes enquanto o meu amorzinho trata do almoço {que é só pôr no forno} e de tarde vamos jantar fora e namorar num sítio especial {com direito a bolinha vermelha}. Este é, oficialmente, o sábado da ronha :P

Agora estamos os três {eu, ele e a pequena princesa} enfiados no quentinho da minha cama enquanto ela fala pelos cotovelos e conta mil histórias do colégio e das freiras e mais não sei o quê. Esta miúda deixa qualquer um derretido, é tão fofinha a falar e a fazer mil caretas. Apetece agarrar bem forte e nunca soltar.

Nota-se muito que eu sou uma irmã extremamente babada? Não, pois não?
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23 novembro 2012

eu acredito.

Descobri esse vídeo incrível há poucos dias no Facebook e não pude deixar de partilhar com vocês. Não sei se isto acontece só a mim mas estou tão farta de ouvir os telejornais a alardearem sempre o mesmo: "blá blá blá estamos em crise profunda...", "...blá blá blá isto só tende a piorar e no próximo ano o cenário será ainda mais negro..." e Troika pra aqui e desemprego pra ali. Fartinha que eu estou disto.

Já desisti de assistir aos jornais {chamem-me alienada} e desengane-se quem pensa que eu estou tal e qual avestruz, com a cabeça enterrada na areia e sem querer enxergar a puta da crise. Não, senhores. Eu sei que a crise existe e que nos consome um bocadinho a todos. Mas é mesmo necessário falar desse assunto 24h por dia? É mesmo preciso continuar a bater no ceguinho?

E falar das coisas boas que nós temos, isso ninguém fala? Somos grandes, senhores! Somos uma grande nação, já fizémos tantas coisas, tantos feitos... Coisas que ninguém julgava possível na altura. Será uma crise económica capaz de fazer-nos perder a fé no país? Eu acredito que daremos a volta.
Eu acredito em Portugal. Sempre.

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22 novembro 2012

é sempre mais do que eu te sei dizer ❤

É impossível ouvir esta música e não relacioná-la à ti:

É que eu quero-te tanto
Não saberia não te ter
É que eu quero-te tanto
É sempre mais do que eu te sei dizer
Mil vezes mais do que eu te sei dizer


Eu sei que há dias em que eu estou chata, mimada, irritante... Quem, melhor do que tu, para conhecer os meus defeitos todos? E, mesmo com toda essa tpm filha da puta que assola o meu ser {e transforma-me numa ogra - palavras tuas} estás sempre ao meu lado. É certo que refilas um bocadinho {que tu de santo tens pouco} mas tens uma paciência infinita comigo...

Te amo, meu bem. Mil vezes mais do que eu te sei dizer. 

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20 novembro 2012

Depressão pré-Natal

Falei há bocado com o senhor simpático e querido da agências de viagens e estou ligeiramente assombrada. Tinha planos de passar o Natal e o Reveillon no Rio de Janeiro mas não estou a imaginar-me a pagar 1750€ por um bilhete de avião {neste caso dois, um de ida e um de volta}.
Mil setecentos e cinquenta euros por uma merda de bilhete? Só podem estar a gozar!

É obsceno! É ultrajante! Ou então sou eu que sou uma pobretanas mas posso jurar que na Páscoa, quando fui de férias para lá {há sete meses, portanto} paguei quase 1/3 desse valor. Estou completamente lixada porque, apesar de já estar mentalizada que os preços estavam altos, jamais pensei que pudessem estar tão absurdos... Olha, é da maneira que só vou ao Rio em 2013, porra.

Entretanto a minha mãe e a Vi já compraram as passagens há mais de um mês {eu fiquei de comprar por último por causa das férias no trabalho e olha, lixei-me}. Ma-ra-vi-lha. Estou a ter um pequeno fanico em pensar que vou passar o natal longe da minha mãe, da minha irmã e da minha avó. Isto de ser pobre é uma bela merda, é o que vos digo. {ou, como diz o meu namorado: isto de ter nascido numa cidade toda "in" e para onde meio mundo quer ir na altura do natal não está com nada!}

Mamãe e o M. já se disponibilizaram para pagar a minha passagem {como se alguma vez fosse aceitar ir de férias com o dinheiro deles} e o que ambos não percebem é que eu posso pagar pelo bilhete mas simplesmente não tenho coragem! Porra, é muito money, minha gente. Não rola.

Preciso pensar em uma solução rápida... ou corro o sério risco de atirar-me para a linha do comboio em profunda depressão {pessoas, em vinte e cinco anos de vida eu jamais passei um único natal que fosse sem a minha mãe, chamem-me infantil mas acho que vai me dar uma coisinha má, ai vai vai}. Oh, céus!

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18 novembro 2012

good hair day.

E eis que hoje mamãe pediu-me para experimentar as maravilhas da GHD no cabelo {enooorme} dela. O cabelo dela é lisinho e, tal como a maioria das mulheres {que nunca estão satisfeitas com o que têm}, ela é louca por caracóis. Em exactos dez minutos terminei a "obra prima". Ora vejam:

Para fazer os caracóis usei esta técnica {o vídeo está em alemão mas percebe-se a idéia} e é como costumo fazer nas pontinhas do meu. A diferença é que no final eu despenteio o meu o cabelo todo para dar aquele arzinho selvagem, já mamãe gosta dos caracóis assim, todos direitinhos.

Antes de usar a prancha, apliquei o protector de calor {sempre!} que trouxe de Londres {este} e no final, um spray para fixar os caracóis {uso o da marca branca do Pingo Doce, o Essentya ou lá como se chama. Uma maravilha e não chega aos dois euros!}. E pronto, dez minutos depois... habemus sereia!

E sim, a minha mãe é gatíssima, novinha, "parece tua irmã" e todas aquelas coisas que eu oiço tipo umas vinte vezes por dia... e adoro! ;)
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London#5 {coisas que dão sempre jeito saber}

Um pouco espalhadas por toda a cidade, há centenas de Poundlands {lojas que vendem tudo a 1£} bem ao estilo "loja dos trezentos" mas com muitas marcas famosas. Há de tudo: chocolates {M&Ms, Maltesers, Toblerone e afins}, cosméticos {Fructis, Dove, Nívea...}, remédios {ben-u-ron, cegripe, neosaldina etc}... Todos os chocolates que comprei foram de lá e estou ligeiramente arrependida de não ter trazido mais!

Londres é, oficialmente, um paraíso para quem gosta de compras. Acho que só perde mesmo para NYC. La havia lojas de tudo o que se pode imaginar {desde uma loja especializada em fazer botas de cano alto para gordinhas, com vários tamanhos da zona dos "gêmeos" até uma loja especializada em fazer perfumes de acordo com a personalidade da pessoa}. A farmácia Boots tem promoções inacreditáveis {do tipo pague 2 leve 3} e vende desde os famosos lip balms da Carmex até packs de baguetes+bebida por 3£. Eu queria tanto uma coisinha do género cá em Lisboa... =/


Outra coisa genial é o mercado low cost Tesco, assim tipo um Lidl mas visualmente apelativo {sem as paletes todas umas por cima das outras, por exemplo}. No Tesco há produtos maravilhosos por preços ridículos, como essas saladinhas prontas por apenas 2£. Há de vários sabores {experimentei esses 4} e todas trazem massa, legumes e pedacinhos de carne {peito de peru, frango ou carne assada}. Trazem o próprio garfo e é do mais prático que há! Se morasse em Londres, era menina para comer uma embalagem dessas por dia...

O metro de Londres é assim uma coisa pra lá de fantástica. Estivémos cinco dias na cidade e em todos os dias andamos de metro. Tudo funciona na perfeição e a maioria das estações {zona 1 e 2} têm metros de três em três minutos. A parte chata é que muitas estações são antigas e não possuem elevador ou escadas rolantes . De resto, há uma voz do além que está constantemente a repetir: "miiind the gap, please! mind the gap, please!" para alertar as pessoas do buraco entre a plataforma e o metro. De resto, adorei tudo! ;)
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16 novembro 2012

Das relações que não passam de "tapa-buracos"

Sempre torci o nariz àquelas pessoas que sujeitam-se a qualquer tipo de relacionamento só para estarem acompanhadas... Sempre achei que eram pessoas fracas, com pouca {diria mesmo nenhuma} auto-estima e que, por não terem lá grandes atractivos {físicos ou mentais} acabavam por ter que papar o que lhes caísse em cima.

Acontece que vivencio, ainda que em segundo plano, uma situação parecida, com uma amiga minha. E todas as minhas idéias pré-concebidas sobre o assunto caíram por terra. A minha amiga não é fraca, tem imensa auto-estima, é gira que se farta, inteligente que chegue e, sabe-se Deus porquê, continua amarrada à um idiota.

E digo-o com todas as letras: ele é um idiota. Vou resumir a história: conheceram-se quando ela estava a tirar o curso, andaram um ano e tal, ele fartou-se e foi para Erasmus comer umas quantas alemãs. Entretanto, ela continou o curso cá e não esteve envolvida com mais ninguém. Um ano {vejam bem, um ano!} depois o moço volta e decide que afinal, ela é a mulher da vida dele e os dois voltam a curtir. Ficam assim por uns meses até que uma ex namorada dele surge do além e ele descobre que, afinal, gosta é da ex e vá de dar com os pés à minha amiga {que, como devem calcular, sofreu o pão que o diabo amassou com o rabo}.

Não contente com a palhaçada, o moleque {sim, que eu recuso-me a chamar isso de homem} assim que leva com os pés da namorada... adivinhem? Descobre, mais uma vez, que está super-mega-apaixonado pela minha amiga e vá de começar a enviar sms melosas e a trouxa o que faz? Volta a curtir com ele!

Estou indignada! Possessa! E sim, nada tenho a ver com a história, mas caramba! O que é esta merda? Andamos todos a brincar uns com os outros? Ela está nas nuvens e diz que agora é que é! E eu estou aqui, cheia de pena e torcendo para que ela tenha razão {mas sem querer ser pessimista, duvido}.

O que acontece é muito simples mas parece que ela não enxerga: ele sabe que a tem disponível e, mal fica sozinho, entra logo em contacto com a trouxa, só para ir comendo alguém de vez em quando. Até que alguém melhor {ou mais gostosa, sabe-se lá} apareça e então... dá-lhe com os pés e diz que "precisa de espaço". {precisa de espaço? compra um T4, caraças!}

E não estamos a falar de um puto recém-saído da adolescência, não senhor... Estamos a falar de um homem de quase trinta anos na cara e que já tem idade para ter juízo. Vou aqui usar uma expressão bem tipica da minha terra, para ver se nos entendemos: "meu amigo, ou fode ou sai de cima..." Bolas que eu não tenho paciência nenhuma para essas merdas. Deus foi sábio e deu-me um gentleman como namorado porque caso contrário, era patins em linha e ala que se faz tarde!

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15 novembro 2012

Shopping in London!

Que Londres é o paraíso para fazer compras, isso já toda a gente sabe. Mas nunca esperei encontrar tanta coisa gira por lá! O M. quase precisou me amordaçar porque eu queria comprar tu-do o que via, foi a loucura. Para aliviar a consciência {pesada}, eu dizia: "ah, mas espera lá... estou a comprar já as prendas para o Natal, depois já não compro nada..." numa vã tentativa de não parecer "a-louca-das-compras" aos olhos do meu namorado e ele só se ria e dizia: "como se eu não te conhecesse, menina...". Ups!

Comprei os famosos lip balms da Carmex e confirma-se: eles são maravilhosos, tanto que fiquei ligeiramente arrependida de não ter comprado mais {2.85£ cada - Farmácia Boots}
Os perfumes estavam em promoção e é claro que não resisti a trazer o meu amado NOA e o Burberry para oferecer ao mano. {17£ o NOA e 12£ o Burberry - Farmácia Boots}
Achei essa prancha tão fofa para esticar a franja... Como é pequenina, alcança os sítios mais escondidos e é óptima! Eu queria em cor de rosa mas estava esgotada por isso lá veio a roxinha. {9.95£ - John Lewis}
Eu queria MUITO uma escova rotativa de ar quente e ouvi maravilhas sobre essa Big Hair da Babyliss. Como estava em promoção no stand da marca, aproveitei e comprei! {40£ - John Lewis}
A parte chata de comprar electrónicos no Reino Unido é a tal ficha da electricidade. Eles utilizam essa de três pontos e o único jeito é comprar um adaptador para as fichas européias... chatice!
Esse adaptador universal foi comprado no Jumbo de Cascais e dá para as fichas de qualquer país {tem várias entradas e saídas malucas}. Custou à volta de 8€.
Há que tempos que eu ando atrás de uma Cambridge Satchel e achei essa seria a oportunidade perfeita para comprá-la. Assim que cheguei na loja e as vi, todas enfileiradas por cores, o meu coração ia dando um salto. Só que eu queria a opção personalizada, ou seja, com o monograma do meu nome e neste caso a mala só ficaria pronta em duas semanas. Fiquei arrasada e para compensar, trouxe essa fake da Primark por 3£, só para aliviar a vontade. Quanto à outra mala, vou ter mesmo que encomendar no site e esperar séculos até que esteja pronta e enviem para Portugal. Vai ser a minha prenda de natal... para mim própria ;)
Estava mortinha para experimentar o protector de calor da GHD e esse produto é incrível! {9.95£ - Selfridges&Co}
Sabiam que o nome da marca, GHD, significa: good hair day?
Estou simplesmente apaixonada por essa prancha. Valeu cada pound que eu paguei por ela porque, meus amigos, o cabelo fica fantástico! Em apenas uma passada na mecha, já fica lisinho e brilhante {as placas desta chapinha selam a cutícula do cabelo e evitam que ele perca água - resultado: cabelo hiper mega hidratado}. Não é à toa que é a melhor do mundo e foi considerada pelos ingleses como uma das dez melhores invenções de sempre. Estou ligueiramente assombrada com o poder dessa chapinha, relevem o meu entusiasmo.
Na Replay da Carnaby Street havia uma promoção maravilhosa de botas femininas {todas em pele} e eu fiquei louca por essas botas. São em pele de camurça, numa cor que eu precisava {cof} e pela metade do preço {cá em Portugal os preços são proibitivos}. Agarrei-me logo a elas e corri para a caixa ;)
Desde o ano passado {quando o cunhado trouxe-me um destes de Londres} que sou fã incondicional dos "bubble umbrella". Porque protegem muito mais a cabeça/cabelo/ombros, porque são giros e diferentes, enfim... A Vi queria porque queria um pra ela e trouxe-o {não em cor de rosa, como ela queria, mas em azul bebé}. Comprei-o em Notthing Hill por 6£.
O M. queria comprar uns sapatos específicos {é cheio de manias, este homem} e entrámos numa sapataria à procura. Bom, digamos que fiquei logo especada a olhar para esta menina na montra e vá de experimentar a dita. São daquele estilo étnico de que já vos falei aqui e já não fui capaz de tirá-la do pé. {59£ - Schuh da Oxford Street}

Ufa! E foram estas as comprinhas em Londres. Quer dizer, ainda comprei montes de chocolates diferentes {como Kit Kat de laranja!} para a minha princesa, comprei prendas para o resto da família e bonecada para a Vi mas algumas coisas só vou oferecer mais tarde e por isso não vou publicar fotos {senão perde a piada}. 

Acho que, considerando o número incrível de tentações ao virar da esquina, até não me desgracei de todo. Poderia ter comprado umas UGG à metade do preço, na Regents Street, ou umas Hunter lindas de morte que estavam com 30% de desconto... Mas não, fui firme. Palmas para mim {clap clap clap} :P

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A experiência mais assustadora de Londres:

Nos cinco dias em que estivémos em Londres andamos quase sempre de metro. O nosso passe dava-nos quantas viagens de metros quiséssemos, por um valor fixo diário, de modo que andávamos praí umas seis/sete vezes de metro por dia.

No dia em que fomos visitar o British Museum ficámos tão empolgados que fomos os últimos a sair, quando o museu já estava a fechar. Paramos para jantar num restaurante lá perto e quando decidimos ir para o hotel já passavam das 22h. Virei-me para o M. e disse que era melhor irmos de táxi porque eu não gostava muito da idéia de andar de metro àquela hora da noite, numa cidade estranha.

"Ah, não sejas mariquinhas, o metro é super seguro, a estação de Tottenham Court Road {nunca mais me vou esquecer desse nome e já vão perceber o porquê} fica já aqui ao lado..." e lá fui convencida. Andámos até a estação e assim que entramos reparei que éramos os únicos que lá estavam. Aquele silêncio intimidante e eu ca-ga-da de medo.

Continuamos a andar pelos corredores, sempre seguindo as placas que indicavam a nossa plataforma e nada de chegar na bendita. O cenário cada vez mais sombrio, a estação toda suja, cheia de teias de aranha no tecto e eu juro-vos, pensei que estávamos num lugar errado {na minha cabeça, era impossível aquilo ser o caminho habitual para apanhar o metro, era impróprio!}.

Sem exagero, nós andámos quase cinco minutos por corredores nojentos, desertos e sempre com uma sensação estranha {eu virava-me para trás o tempo todo, foi assustador}. A meio do caminho quis voltar para trás porque, na minha cabeça, era impossível que aquele sítio fosse o metro. Quer dizer, nem o metro do Zimbábue é tão nojento e sem condições como esse:

Entretanto chegámos a esse cruzamento da imagem, todo depredado e com instruções para descermos pelas escadas. Eu já nem me atrevia a respirar, só pensava que nesses corredores nojentos estaria um maluco qualquer com uma faca ou coisa pior, à nossa espera. Eis que começamos a descer os degraus e... eles nunca mais acabavam. Foram, sem dúvida, mais de 100 degraus. Desci tantos degraus que mais um bocado e chegava ao núcleo da terra.

A escada em espiral era enorme e descemos os degraus quase a correr. Eu só pensava no que encontraria lá embaixo, se haveria metro, se não... Sim, porque uma coisa é descer duzentos degraus a correr, outra coisa é ter que subi-los sempre a abrir.

Para nossa sorte, chegamos lá embaixo e sim, havia um metro. Deserto, é óbvio, mas havia. Entrámos a correr dentro dele e lá ficámos, com o coração a bater na garganta e com a certeza de que nunca mais voltaremos a pisar em Tottenham Court Road. 

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13 novembro 2012

E foi uma festa...

Acabei de chegar a Lisboa e estou feita num oito. Andei que me fartei em Londres {os dias começavam sempre as sete da manhã e terminavam lá pras 23h} pelo que neste momento acho que preciso de férias... para descansar das férias.

O M. diz que eu comprei metade de Londres {é um exagerado esse homem} e fartou-se de gozar comigo porque no último dia precisei comprar uma mala extra para guardar as compras todas {o que vale é que ele sempre viaja só com malinha de mão, portanto, despachei esse volume extra como sendo a mala de porão dele ehehe}.

O que posso dizer? Londres continua amazing e eu tive muita pena de já ter que voltar, essa é que é. Sou mesmo fã da cidade, nada a fazer. Agora vou terminar de desfazer as malas e esvaziar os três {!} cartões de memória que estão recheados de momentos felizes ;)
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07 novembro 2012

Féééérias!

Vejo-vos daqui há uma semaninha, sim? 
Até lá pretendo desfrutar de cada milissegundo com o meu amor, num friozinho gostoso e naquela que é uma das minhas {nossas} cidades preferidas.
see ya!

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Poucas pessoas são capazes de entender...

... o prazer enorme que me dá quando eu volto a encontrar uma das minhas grandes amigas! Estive com a Bia em Abril, no Rio de Janeiro. E ontem voltei a estar com ela, em Lisboa. E não, esta Bia não é esta {o que hei de fazer se as minhas duas melhores amigas chamam-se Beatriz?!}.

A Bia do post de hoje estudou comigo por três looongos anos {os do secundário} nos Salesianos do Rio. Era o meu primeiro ano nesse colégio e eu não conhecia nada nem ninguém. Lembro-me de sentar no fundo da sala e ficar ali, cheia de vergonha de falar com alguém {eu sei que não parece, mas sou uma pessoa tímida quando não conheço o ambiente}. E ela chegou. Barulhenta e animada. Puxou logo conversa e tornamo-nos inseparáveis. Os pais dela tornaram-se meus "tios" e nós vivíamos enfiadas uma na casa da outra.

Nunca perdemos o contacto e seja através de Facebook, Whatsup ou mails, estamos sempre a par da vida uma da outra. E, para minha felicidade, no início de Outubro a Bia disse-me que faria um tour pela Europa com os pais. Ontem de manhã ela estava em Paris e supostamente só chegaria a Lisboa hoje.

Mas não, chegou ontem à noite. E ligou-me às 21h para dizer: "acabei de chegar em Portugal. Tô indo pro Ibis, você vem me ver amanhã, perua? Hoje já tá tarde, né?". E eu, que nestas coisas sou uma impulsiva do caraças, não aguentei: "A Bia que eu conhecia só se deitava lá pra 1h da manhã... Tá ficando velha, hein?" e lá agarrei no carro e fui ter com ela.

Fomos aos Armazéns do Chiado, ela perdeu-se de amores pelas maquilhagens da KIKO {comprou metade da loja, ainda é pior que eu ahaha}, rimos muito, conversamos muito e eu adorei cada segundo.  Acho que ela também ;)

E quinta feira vamos passear por Cascais e à noite vamos cair na night... Ah, como eu gosto dela! Como é difícil encontrar uma amiga assim, que te entende nas pequenas coisas e que, por mais anos que passem, sempre está lá para ti. ❤
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06 novembro 2012

Preciso de uma ajudinha, blogosfera#3

Pessoal que conhece Londres como a palma da mão, digam com sinceridade:
Vale a pena apanhar o barco que sai de Westminster até Greenwich? É um passeio giro? Há coisas diferentes para ver em Greenwich sem ser o famoso meridiano?

É que estamos numa indecisão sem tamanho. Já temos o roteiro pronto e só nos falta preencher uma tarde. Ele quer ir a Greenwich, eu prefiro patinar no gelo e fazer compras na Boots {ahahaha}. Mas pronto, vou dar o benefício da dúvida. Se realmente valer a pena o passeio de barco {tenho um ligeiro trauma à barcos...}, sou capaz de mudar de planos e fazer uma concessão.

O M. fez o roteiro, com todas as coisas giras que deixámos penduradas da última vez em que lá fomos. Já eu tenho um roteiro alternativo que mete quinhentas lojas, Oxford Street e Piccadily Circus pelo meio. Estamos naquela fase de negociação em que eu tento encaixar as minhas visitinhas às lojas entre um museu e outro e ele, muito espantado, pergunta: "mas olha lá, porque reservaste uma tarde inteira na Oxford Street? Há assim tanto para ver?" Uiii, se ele soubesse...
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Das maravilhas da modernidade

Sou cliente da Zon há mais de três anos e, apesar de ouvir muita a gente criticar o serviço, posso dizer que estou muito bem servida. Tenho o cartãozinho para ganhar outro bilhete à borla nos cinemas Lusomundo, tenho dois canais que supostamente seriam pagos mas cuja mensalidade eles ofereceram {Globo, of course! E o Disney Channel para a princesa}, tenho wireless nos dois andares de casa, tráfegos ilimitados de download, chamadas para fixos também ilimitadas e gratuitas, enfim... Sou mesmo fã da Zon.

E chamem-me atrasadinha mental {que eu bem mereço} porque, pasmem-se, desconhecia completamente o serviço da Zon Fon. Já tinha ouvido falar mas pensei que era mais uma mariquice qualquer para nos empatar dinheiro e nunca demonstrei grande interesse.

Até que, ontem, estava a comentar com uma amiga que muito provavelmente teria que pagar o roaming da Vodafone {3€/dia} para continuar a ter internet no smartphone quando estivesse em Londres {sim, que viajar e não ter internet para postar fotos in real time no Instagram é uma tortura! Meus dedinhos coçam ahaha}. Bom, já estava a ver que teria que deixar uns bons 20€ na Vodafone quando a minha amiga dispara: "não sejas parvas... Usas a net da FON em Londres, é a cidade européia que tem a melhor cobertura e tem hotspots (?!) espalhados por todo o lado..." e eis que entrei num novo mundo.

Fiz o registo no site, saquei o aplicativo que nos permite estar sempre conectada via wireless e cá estou eu a pensar porque raios não soube disso antes. É que dá mesmo jeito!

Ah, lá pelo meio tive um pequeno probleminha em fazer o registo {naba!} e liguei para a linha de apoio para resolver a situação. Pois bem, não só resolveram a pendência do registo como comunicaram-me que há um novo serviço {gratuito} em que podemos, basicamente, fazer chamadas no telemóvel como se estivessemos no fixo de casa {ou seja, chamadas ilimitadas para 21´s}. Perguntei, assim só para desencargo de consciência, se isto funcionava noutros países {como Inglaterra} e, pasmem-se: funciona e ligo de qualquer parte do mundo como se estivesse no meu fixo de casa {nada de roaming!}. Opá, estou maravilhada. Era mesmo só isso. {é como diz o anúncio: Se eu podia viver sem zon? Podia, mas não era a mesma coisa...}

E não, a  Zon não me pagou por este post {mas deveria ahaha}. A questão é que fiquei tão satisfeita com estas pequenas maravilhas que tive que vos dar a conhecer, caso sejam tão nabos como eu :P
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05 novembro 2012

counting down...

  • Roteiro para cinco dias ✔ check
  • Trocar os euros em libras ✔ check
  • Verificar o tarifário em roaming da Vodafone {mamãe dá um ataque se eu ficar incomunicável} ✔ check
  • Encontrar o Oyster card perdido desde a última visitinha à Londres ✔ check
  • Lembrar o namorado de levar o adaptador universal para as fichas de electricidade ✔ check
E pronto, assim de repente parece-me que está tudo à postos. Notícias boas:

  • O nosso hotel fica a 200m de uma estação de metro {linha 2} e em 15 min estamos na city
  •  Na rua do hotel há um Tesco e um Lidl {pronto, já não morremos à fome};
  •  Conseguimos um pack promocional para o London Eye, Madame Tussauds e Sea Life por 48£ {e com acesso prioritário - adeus filas!} e já temos os bilhetes!
  •  E, importantíssimo: na rua do nosso hotel à uma Poundland {loja que vende tudo por 1£} e que tem milhares de souvenirs ao preço da chuva. 
  •  Ahh e acabei de ser informada que também há uma Boots na esquina do hotel. Estou perdida...
Se mais alguém tiver assim alguma dica fantástica e quiser partilhar... aceito de bom grado ;)
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    03 novembro 2012

    random#4

    1) Um dia lindo de Outono...
    2) A minha camisa preferida {da Lanidor} e o meu inseparável fio do Cristo Redentor;
    3) Sim, eu sou daquelas pessoas egoístas que vão sempre sentadas nos bancos individuais do comboio. De-tes-to sentar-me ao lado de pessoas mal cheirosas logo pela manhã, ecat!
    4) Um presente que é a cara dele!
    5) Um trio infalível contra a má digestão e a retenção de líquidos. Agora é que é!
    6) Para uma maníaca por unhas bem feitas, a felicidade resume-se em: ter todos os teus alicates afiadinhos e prontos para exterminar qualquer cutícula malvada! :P
    7) A foto mais amorosa da semana. Amo tanto esses dois...
    8) Calma, calma... este blog ainda não baixou o nível {ainda!}. Mas fiquei tão, tão feliz de ter conseguido entrar {ainda que a muito custo, como devem notar pela foto} numas calças antiiiigas e dois números abaixo, que tive que eternizar o momento!
    9) Uma reunião em Almada e, finalmente, pude conhecer o famoso metro de superfície. Sinceramente? Não achei nada de especial. É um eléctrico 15 mas sem a turistada toda, basicamente.

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    02 novembro 2012

    o meu namorado não é uma pessoa normal #3

    Ontem eu dormi em casa do M. {o afilhado dele, de quatro anos, foi passar a noite lá e o M. precisou de reforços} e hoje de manhã, ainda antes das sete, saímos os três para ir pôr gasolina no carro e depois pôr o miúdo na creche {os papás dele estão numa espécie de segunda lua de mel}.

    Estava um frio de rachar e eu e o Gonçalo ficámos no carro enquanto o M. abastecia. Dali a pouco ele volta e exclama: ahh, adoro encher o depósito quando está frio porque sempre acabamos por ficar com mais gasolina.

    O puto vira-se, sem perceber nada e exclama: Porquê ficamos com mais gasolina?

    E o M. responde, muito espontâneo: ó Gonçalo, sabes quando está frio e vais tomar banho? A tua pilinha fica pequena com o frio, certo? Mas depois volta ao normal e fica grande, não é? Então... é a mesma coisa!

    E o Goncas, muito divertido: ééé! a gasolina é igual a pilinha! a gasolina é igual a pilinha! assim em modo "non stop". E o M. ainda o apoiava: essa é a idéia, Goncas! 
    Ai estes meninos!

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    01 novembro 2012

    Ai a Zara, sempre a Zara...

    Não sou fã de calças muito largas {porque tenho ancas e rabo e tudo e tudo} e quando as visto o resultado é de fugir a sete pés. Entretanto, mal vesti estas meninas e soube logo que tinha de as comprar. Vestem ma-ra-vi-lho-sa-men-te bem e são, oficialmente, o meu novo xodó.

    O M. teve um pequeno fanico quando viu o quão transparente é este top {ahaha... gajos!} e não se convenceu quando eu mostrei-lhe o detalhe intrincado dos bordados. Eu andava há séculos atrás de um top neste estilo para saídas à noite e nada... Finalmente encontrei-o!

    Sou louca por leggings, é oficial. No Outono e no Inverno uso e abuso destas calças. Adorei o detalhe dos fechos dourados e essa faixa preta na cintura é um truque: faz-nos uma cinturinha de vespa. Não resisti e comprei em azul escuro e verde-tropa {a minha mais recente paixão}

    Essa t-shirt é tão a minha cara que parecia gritar por mim na loja... Comprei o tamanho L porque ela tem um corte mais fluido, assim meio baggy, e eu queria que ficasse bem largueirona ;)

    Ok, eu assumo: detesto padrão camuflagem {tipo tropa} e detesto dourado. Então porquê raios comprei esse sapato? A verdade é que achei a combinação de cores tão inusitada que acabei por gostar {vai entender...}. E, para minha felicidade, havia o meu númerozinho delicado {cof}. Pronto, trouxe-o comigo.

    E agora não posso andar a esticar a corda {que é como quem diz: estou proibida de ir às lojas} sob pena de chegar a Londres sem um mísero pound no bolso. E Deus sabe que a minha listinha de coisas para trazer de lá não é nada pequena {glup!}.
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