30 abril 2013

Umectação capilar - um ritual milenar!

Uma das minhas melhores amigas, a Sílvia, tem o cabelo mega encaracolado. Mesmo cheio, tipo árvore. E ela passa a vida a reclamar que o cabelo da raiz até o meio é maravilhoso e hidratado mas do meio até as pontas é uma desgraça de seco e espigado. Ela, que é uma cusca do pior, andou a vasculhar na net dicas caseiras (€) que pudessem ajudar a hidratar as pontas secas do cabelo sem ter que andar com mil e um produtos para obter o efeito desejado.

E aí ela foi ter comigo esses dias e o cabelo era outro! Eu fiquei tipo wtf?, porque sei que ela é uma forreta no que toca à produtinhos de beauté e fiquei curiosa para saber que produto milagroso ela tinha usado. Ela se riu e disse: não sei porque perguntas, nunca vais ter coragem de usar... E, meus amigos, eu não resisto a um bom desafio: "ah, não? Desde que não se trate de cenas nojentas, não vejo porque não teria coragem de usar... Diz lá" e ela acabou por revelar: "usei azeite para nutrir as pontas, azeite mesmo, de cozinha."

Fiz carinha de "blérgh, como tiveste coragem?" mas depois de pesquisar sobre a técnica na internet (e ver que o negócio é bom mesmo), fui perdendo a resistência e pensei: olha, porque não?
Felizmente não tenho o cabelo oleoso (pelo contrário, é seco que dói), logo, mal não faria... e se ficasse uma titica, era só jogar um litro de shampoo em cima e assunto resolvido.

Li umas vinte opiniões sobre o assunto e descobri que a umectação é a salvação das pontas secas e espigadas e pode ser feita com diversos óleos vegetais, sendo o azeite extra-virgem o mais acessível (porque todas nós temos em casa). Como eu sou medrosa, apliquei o produto com pincel, apenas nos últimos dez centímetros de cabelo (nem passei perto da raiz), esperei duas horas e lavei normalmente. O resultado é bombástico mesmo: o cabelo fica tão sedoso e suave, cheio de brilho e as pontas fica muito hidratadas (apesar das minhas ainda não estarem 100%). Fiquei fã da técnica e quero ver se faço duas vezes por mês. Como fiz meio que à experiência (e jurando que daria uma bela merda) nem me preocupei em fotografar bonitinho. Quando percebi que as pontas estavam muito mais bonitas, decidi começar a fotografar por isso só apanhei a parte do "durante" e o "depois". ;)

Se eu não tivesse feito e visto com os meus próprios olhos, era capaz de não acreditar. É que tipo, já fiz váárias hidratações potentes em casa e em cabeleireiros e não obtive o resultado que consegui com o azeite. Chega a ser ridículo que um produto que nem sequer é específico para o cabelo, que é vendido a menos de 2€ no supermercado e que é altamente popular, consiga obter resultados tão surpreendentes.

Único ponto chato: Tive que lavar as pontas do cabelo duas vezes com shampoo até sentir o cabelo leve e soltinho (porque, como podem imaginar, pesei um pouco a mão na quantidade de azeite) por isso quem tem o cabelo oleoso JAMAIS deve tentar isso em casa. Só é recomendado para quem tem cabelos muito secos ou pontas muito espigadas (nesse caso, favor passar o azeite só nas pontinhas). Outro detalhe importante: o azeite tem que estar ligeiramente aquecido para potencializar ainda mais as propriedades nutritivas do óleo (em banho-maria, nunca no microondas)

Alguém já conhecia essa técnica? Li por aí que isso é da época de D. João VI e que não é nenhum segredo de estado (aliás, as indianas até hoje utilizam esse método). Eu aprovei.

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29 abril 2013

CSI mode

Na quinta-feira o M. ligou-me pela manhã a dizer que achava que sabia onde o meu telemóvel poderia estar porque tinha visto um anúncio na net com um telemóvel igual ao meu (mesma operadora, mesmo modelo, mesmo cor, sem riscos, encontrado numa zona perto da minha...) e que estava a trocar sms´s com o "vendedor". O anúncio em questão era este:

Assim que li o anúncio, tive aquela certezinha no fundo da alma: "oh meu Deus, é o meu telemóvel!". Imediatamente liguei para o padrinho do M. (que é comandante da PSP) e perguntei-lhe o que poderíamos fazer caso marcássemos um encontro com o suposto vendedor e se confirmasse que era o meu telemóvel (através do IMEI e de um risquinho característico que ele tem na tampa de trás). O padrinho disse para marcarmos um encontro com o vendedor e que ele tratava do resto.

Fiquei tão nervosa, vocês não imaginam. Só pensava: "se for o meu telemóvel, vou sair distribuindo tabefes no homem até a minha mão cansar... safado!" e o M. lá ia trocando sms´s com o gajo, até conseguir combinar o encontro, na zona de Sintra.

O padrinho do M. ligou para a esquadra de Sintra e contou toda a história, incluindo o número da participação que eu tinha feito sobre a perda do telemóvel e combinámos de passar na esquadra de Sintra meia hora do encontro com o tal vendedor, para irmos acompanhados de dois agentes das brigadas à civil.

A PSP de Sintra foi im-pe-cá-vel. O agente Alves e o seu colega foram extremamente prestativos e trataram de tudo num piscar de olhos. Estavam vestidos à civil, com calças de ganga e blusão de cabedal e foram atrás de nós num punto verde. Fingimos que não nos conhecíamos, eles estacionaram o carro noutro sítio e o M. lá foi encontrar o vendedor. Eu fiquei dentro do carro, cagada de medo do pseudo-vendedor ser um cigano ou estar armado com uma faca (sei lá!) e a certa altura já estava arrependida de todo o CSI armado.

O rapaz que estava a vender o telemóvel não devia ter mais que 20 anos, era português e não tinha nada ar de quem passava necessidades (a julgar pelo carro novo e pelas calças da Salsa). Enquanto conversava com o M. e lhe mostrava as funcionalidades do telemóvel, os dois agentes da PSP apareceram por trás dele (mesmo à filme) e espetaram com a carteira da PSP à frente, enquanto dizia: PSP! O que você está a fazer?

Imaginem um homem borrado de medo. Imaginaram? Agora multipliquem por, vá, uns dez. O vendedor só faltou mijar pelas pernas abaixo. Tentou correr, mas os agentes logo se puseram à frente dele (e eu escolhi essa hora para sair do carro e confirmar se era o meu telemóvel). Azar dos azares, não era e eu fiquei puta da vida. O IMEI era outro e o M. só balançava a cabeça, fodido da vida. Os agentes ainda insistiam: mas tem a certeza que não é o seu telemóvel? e eu lá dizia que não, era impossível. Não tinha o risco atrás, nem o IMEI batia certo (apesar de saber que há vários programas que trocam o IMEI) e fiquei tão constrangida que virei-me para o rapaz a pedir desculpas. Ele disse: "ok, sem problemas, se fosse comigo também faria o mesmo" mas via-se que ele estava a ponto de me dar um par de estalos.

Entretanto os agentes desancam o homem: "então você não sabe que quando se encontra alguma coisa tem logo que entregar à polícia? Se, depois de um tempo, o dono não procurar pelo objecto, então sim, pode ficar como ele como fiel depositário, mas nunca o pode vender..." e eu fui-me embora antes que a coisa desse para o torto. Sei que os agentes ficaram com o telemóvel (contou-me o padrinho do M.) e aposto que o rapaz aprendeu a lição (nunca mais vai querer vender algo que não é dele) mas senti-me duplamente lixada: primeiro por não ter sido o meu telemóvel e segundo por ter envolvido o rapaz na embrulhada (ok, ele estava errado mas...). Bolas!

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♪ Só eu sei porque não fico em casa ♪

Domingo foi dia de ver o Sporting brilhar {cof} contra o Nacional da Madeira, no estádio de Alvalade. É sabido que eu sou tão fã de futebol como de levar injecções na testa mas enfim... o que eu não faço para ver o meu homem feliz? Diz que ele, por ser sócio e ter feito anos na semana passada, ganhou bilhetes à borla e lá andou a insistir para eu lhe fazer companhia. E eu não consegui dizer que não:

De todas as vezes em que fui ver o Sporting no estádio, os leões venceram. Todas. O que levou o M. à ridícula supertição de que eu sou "pé quente" e comigo ao lado, o Sporting acaba por ganhar (ui, quem me dera ter tal poder). Por isso, hoje foi engraçado porque o Sporting começou logo por fazer um golo antes dos dez minutos e o M. arregalou os olhos e disse-me: estás a ver? Eu sabia!

No segundo tempo, o Nacional empata com um golo e o homem lança-me um olhar acusador, como que a dizer: então, pá? Não estás a surtir o efeito desejado. Desato a rir e mando ele parar de parvoíce, que isso era tudo uma grande coincidência. Quase perto de terminar o jogo, lá vai o Sporting e marca. Termina a vencer o Nacional por 2-1 e o M. exclama, convencido: já viste? Agora não podes dizer que foi coincidência porque já foram umas cinco ou seis vezes que vieste ao estádio e nós ganhamos sempre. Para próxima semana queres vir também?

Oh, meu pai. Entre tantos homens na faixa dos trinta, lisboetas e de bom coração... tinha que me calhar um maluquinho? Mereço?

P.S: Fiz uma maluquice caseira (dica de uma amiga) nos cabelos este fim-de-semana, com o objectivo de recuperar as pontas secas e espigadas e estou ma-ra-vi-lha-da com o resultado assim meio que instantâneo. E sabem o melhor? O "tratamento" milagroso é 100% à base de um produto que todas nós temos em casa e que custa menos de 2€. Curiosas?

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28 abril 2013

Random | New Things

Ontem foi dia de organizar a carteira (que de tão gorda, já quase nem fechava). Aquilo é um mundo: talões de compras, 432 cartões de lojas inúteis (que já faliram, que não utilizo, que já não possuem validade), montes de talões de multibanco e mais n porcarias que entretanto vou acumulando. Agora sou clean e minimalista, só ficaram os cartões que realmente utilizo. O resto, lixo.
Ontem também foi dia de organizar o closet (algo parecido à isto - mas ao contrário, ou seja, fui desempacotar os vestidos, as havainas e os biquínis - yeah!) e encontrei o meu vaporizador de perfume que andava à procura há uns mil anos. Trouxe esse vaporizador comigo do Brasil (há quase dez anos, portanto, é um idoso) e nunca mais o tinha encontrado. Já fui várias vezes à procura dele no O Boticário mas não sei porque razão, diz que não é vendido cá em Portugal. E pensar que no Brasil é tão baratinho...
Eu, que sou viciada no meu perfume de sempre, adoro andar com um vaporizador na mala para reaplicar ao fim do dia, por exemplo. O vaporizador é simples: basta abrir o vidrinho, espirrar o perfume lá para dentro, tornar a fechar e colocar dentro da embalagem dourada (que é linda, apesar da minha já ser velhota). E pronto, ando agora sempre com ele na mala (toda a gente acha que é um batom :P)
Finalmente, encontrei as famosas ampolas para pôr na máscara de tratamento capilar. Encontrei-as por acaso quando fui ao Vasco da Gama esses dias e passei por uma loja de produtos brasileiros/africanos que fica mesmo no metro do Oriente (em frente às máquinas onde se carrega/compra o passe). A senhora foi super educada, deixou-me mexer em tudo e acabei por trazes essas três: vitamina A, tonificado mix de vitaminas (A e B) e fluído capilar (vitamina E). Diz o meu cabeleireiro que estas pequenas fazem maravilhas ao cabelo. Vou experimentar e depois conto ;)
Atenciosa como só as boas vendedoras são capazes de ser, a rapariga da loja ainda me ofereceu essa tampinha em silicone para pôr nas ampolas quando estas forem abertas (a grandona, por exemplo, dá para 3 utilizações) e evitar que o produto entre em contacto com ar. Adoro esses miminhos e cheira-me que serei cliente fiel (até porque, ainda não encontrei as ampolas noutro sítio)
Para celebrar a chegada da primavera, uns óculos novos da Chilli Beans, numa armação dourada e leve mesmo a condizer com os dias frescos. E a caixinha branca com flores é um caso de amor à parte.
Já a pensar nos dias de sol, aproveitei as arrumações para ir buscar dois dos meus produtos favoritos: o spray solar da Nivea (que reaplico constantemente, sempre com um protector mais potente por baixo) e que deixa a pele suave e com aquele cheirinho à protector que eu amo. E o Pós-sol gold da Avon, que vovó mandou do Rio para mim e deixa-me com as pernas fantásticas, completamente douradas.
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bye bye, LG!

Contei-vos neste post que perdi o telemóvel há cerca de uma semana. Pois bem, a pessoa que o encontrou quis mesmo ficar com ele porque, apesar de lá ter todos os meus contactos (mail, whatsup, facebook, instagram...) não entrou em contacto comigo para o devolver. E sim, eu sou daquelas que devolve tudo o que encontra e que não me pertença (vá, briguem com a minha mãe que ensinou-me a ser assim) por isso, é natural que tenha esperado por um contacto a dizer "olhe, tenho aqui o seu telemóvel comigo".

O M. chama-me sonhadora, utópica, demasiado boazinha mas a verdade é que desde pequena fui ensinada a não ficar com nada que não fosse meu. Lembro-me de, no primeiro ano, chegar a casa com um lápis novo ou uma caneta e a minha mãe exclamar: "de onde surgiu isso?", eu responder: "ah, foi a professora que ofereceu" e ela ir no dia a seguir confirmar a história com a professora para ver se realmente me tinha sido dado. Mamãe sempre me ensinou que só devemos nos apropriar daquilo que é nosso. Todo o resto, achado ou encontrado, não nos pertence.

Talvez por isso, há uns três anos, quando trabalhava em part-time na Zara (fase-negra-da-minha-vida) e encontrei um iphone nos provadores, nem sequer pestanejei: liguei para o último número discado e informei que o telemóvel estava na Zara e que a pessoa entrasse em contacto com o dono e avisasse. Escusado será dizer que o segurança da Zara ficou possesso comigo porque queria ser ele a "entregar" o iphone e que era minha obrigação, enquanto vendedora da loja, comunicar primeiro à ele e cabia à ele decidir o que fazer (pois...). Passado uns vinte minutos o dono do iphone entrou na Zara, meio esbaforido e a agradecer-me tantas vezes que, juro, fiquei constrangida. A minha atitude não deveria ser uma excepção à regra, deveria ser A regra. Ok, o iphone custava mais que dois meses de ordenado que eu ganhava ali (não gosto nem de lembrar) mas não era meu, não me pertencia. Simples assim.

Hoje as pessoas usam a desculpa da crise para tudo. Ai, pois foi, encontrei o telemóvel mas olha, não tenho dinheiro para comer, por isso fiquei com ele. Isso não é desculpa. A crise não é desculpa para falta de carácter porque, desculpem lá, mas qual é verdadeiramente a diferença entre encontrar um telemóvel na rua e decidir ficar com ele... ou assaltar uma pessoa e ficar à mesma com o telemóvel? O resultado é o mesmo e, aos meus olhos, não há lá tanta diferença.

Tudo isto para dizer que, passado mais de uma semana e depois de ter feito a participação à PSP de extravio do aparelho (e eles terem bloqueado o IMEI), não tenho grandes esperanças de reaver o telemóvel... E eu gostava tanto, mas tanto daquele telemóvel que sou capaz de comprar outro igual (mas em branco). Fiquei triste, até porque não estava nada a contar com essa despesa extra (estou na fase de juntar o máximo possível para levar para o Rio) mas pronto, já passou e não vale a pena andar a pensar toda hora no assunto. Tenho o meu blackberry velhote e será o meu fiel amigo por mais uns tempos, enfim... =/

Esta é a razão pela qual os comentários estavam moderados. Gostava de "monitorá-los" através de uma app android que tinha no outro telemóvel (e que o blackberry não tem) mas tendo em vista que não vou ter o meu LG fofinho de volta... os comentários estão novamente liberados.
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26 abril 2013

Dos casais siameses

Estava no trabalho a conversar com umas colegas quando surgiu a idéia de irmos ao Freeport no sábado para espreitar os descontos para a Primavera. Já estava a fazer mil e um planos quando uma delas quis cortar-se:

- Ah, mas eu tenho que falar com o meu namorado, ainda não sei se dá para ir. Ele não gosta muito de compras, sabes?
Eu (chocada): - Mas ias convidá-lo? Pensava que éramos só nós, o coitado é capaz de ficar um bocado deslocado entre tantas gajas e montes de lojas, não?
- Pois, é isso... É que passamos TODOS os fins de semana juntos, nunca saímos em separado.
Eu: Ah, tá. (cara de choque absoluto)

De verdade que ainda há casais assim? Tipo lapas que não se descolam nem por nada? Ai, minha gente, que enjoo. Não era capaz, a sério. Prezo muito a minha liberdade e o meu poder de decidir para onde vou, com quem vou e quando vou. Namoro há oito anos e se é verdade que no início tivemos alguns atritos com isso (o M. detestava que eu fizesse programas sem incluí-lo), lá conseguimos criar um equilíbrio e não sentimos essa necessidade absurda de estar 24h colada à outra pessoa, sempre com os mesmos amigos em comum, nos mesmos programas de sempre. Que canseira!

Há dias em que quero sair com as minhas amigas naqueles típicos programas de gaja (shopping, cinema, fofoquinhas) e nem me passa pela cabeça levar o M. à tiracolo. Assim como ele tem o futebol todas as quartas e nem sequer tenho vontade de meter-me no meio de vinte engenheiros informáticos com a mania que são os novos Cristianos Ronaldos (Deus me livre!). As pessoas precisam de respirar, de sentirem que podem fazer o que lhes apetecer sem andarem a justificar nada à ninguém.

Não há nada pior que ver aqueles casais no shopping ou no cinema, em que um deles está sempre com cara de enfado e com ar de quem preferia ter ficado em casa em vez de acompanhar o outro. Odeio pessoas contrariadas atrás de mim, por isso, fujo dessa coisa do se-tu-vais-eu-também-vou.

Comigo é mais "se tu fores e eu estiver a fim, vou. Se não estiver, fico em casa a ver séries e tu vais sozinho". Mas esta gente é siamesa ou o quê? Haja pachorra!

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23 abril 2013

It´s all about hair!

Lembram-se deste post? Pois bem, na sexta-feira cheguei do trabalho e tinha essa caixinha à minha espera. E como eu gosto de abrir encomendas e inspecionar se os produtos vieram todos direitinhos, conferir datas de validade (sou uma picuinhas com esses detalhes). Esta já deve ser a minha quarta ou quinta encomenda na Kool Cosméticos e só tenho a elogiar a qualidade. Para já, os preços sao fantásticos (em cada produto, encontrei uma diferença de 3€ ou 4€ em relação às lojas físicas) e como encomendei 6 artigos, compensou muito. [pronto, Eddy, já podes ficar descansado que eu estou a cuidar bem da peruca e a seguir todas as tuas recomendações, sim?]
Veio tudo muito bem embalado, cheio de floquinhos de esferovite e com fita adesiva nas tampas ;)
Máscara de Óleo de Argan da Novex, coloração Richesse da L´oreal, elixir Orofluido, shampoo Orofluido e revelador Diactivateur da L´oreal.
Cores: Clear (transparente - só para intensificar o brilho) e Preto azulado
Amo essa máscara! E como é de cor branca, pode ser utilizada para fazer o banho de brilho (já que, por não ter pigmento, não interfere na cor da coloração).
Revelador (água oxigenada) de 6 volumes. Para quem, como eu, tem o cabelo com progressiva/alisamentos, não é recomendado usar reveladores com mais de 10 volumes (porque abre a cutícula do cabelo e sai todo o produto do alisamento, além de ressecar horrores).
Estava tão curiosa com esse elixir da Orofluido! Já ouvi/li maravilhas sobre ele e fiquei maravilhada com o cheirinho delicioso. Ainda não o usei, mas já ganhou muitos pontos pelo aroma ;)
Estou mortinha para testar tudo e fazer o primeiro banho de brilho caseiro (o último que fiz ainda foi no cabeleireiro) para ver o resultado. Ainda me faltam dois produtos que não encontro de jeito nenhum (nem online, nem em loja físicas) e quando encontro, os preços são absurdos. E produtos de cabelo eu não gosto de comprar no Ebay porque, sei lá, vai que a embalagem diz uma coisa e o produto é outro? Ou que metem uma substância maluca lá para dentro e ainda me cai o cabelo todo? Não, não... então quando vejo que vem de Hong Kong ou da China, ui...é logo para desistir. [a primeira vez que ouvi falar sobre o "banho de brilho" foi neste blog e fiquei impactada com o poder de um cabelo preto azulado brilhante]

Conhecem alguma loja especializada em produtos de cabeleireiros em Lisboa? Já corri a Carlos Santos, Pluricosmética, RR Center... nada. Até fui numa loja de produtos brasileiros e africanos, que há no metro do Colégio Militar (na entrada de quem vai para o Colombo) mas também não havia. Enfim... uma hora hei de encontrar!
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22 abril 2013

A hora da Estrela - Clarice Lispector

Este fim de semana finalmente fui conferir a exposição que assinala os 35 anos da morte de Clarice Lispector, na Gulbenkian. O que dizer? A mulher era incrível! O M. não a conhecia (é um inculto, este homem) mas quis ir comigo e mais duas amigas e acabou por adorar a exposição. Achamos piada ao sotaque da Clarice (uma mistura de russo com sotaque nordestino - ela era ucraniana mas viveu desde bebé no Brasil) e não conseguimos sair a meio do filme que mostrava uma das últimas entrevistas que ela deu para a televisão. Ela tinha um jeito de falar, uma força no olhar que é qualquer coisa de fantástico. Adoramos ;)


No final, paragem obrigatória para passear um pouco pelo jardim e parar na esplanada para beber um sumo e relaxar. Estava um autêntico dia de verão e eu adoro ver as famílias reunidas na relva, os pais a brincarem com os putos, as toalhas no chão... adoro esse clima que anuncia que os dias bons chegaram para ficar ;)

Antes de irmos embora, tive a brilhante idéia de dizer ao M. que achava piada àquelas vídeos onde os casais respondem perguntas um sobre o outro e ele disse que era giro fazermos um também. Aproveitei e fui ao ipad ver as perguntas da tag "Coisas que ele sabe sobre mim", feita entre casais e aquilo foi rir do início ao fim. Eu, que estou mega constipada, apareço no vídeo com voz de Pato Donald. Ele só fala disparates, enfim... Vergonha total! A ver se fazemos o vídeo quando estivermos os dois inspirados :P

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21 abril 2013

Procura-se um amor...

Esses dias estava a passear pelo facebook quando descobri esta página da webdesigner Thaís e fiquei encantada pelas ilustrações que ela faz. Em género de "procura-se", ela cria posters divertidos que eu estou cheia de vontade de imprimir e pespegar no meu board de inspirações.

Durante um tempo eu procurei alguém que gostasse de todas essas coisinhas acima: de bebés, de domingos, de finais felizes, de mordidinhas... e eis que, quando já nada o fazia prever, encontrei-o. O meu amor, o príncipe dos olhos cor de céu (:

Talvez por isso tenha gostado tanto das ilustrações.... Sou capaz de emoldurar meia dúzia delas e pôr na parede no quarto. Não são amorosas?
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20 abril 2013

Lost.

Ontem perdi o meu telemóvel e estou de rastos. Ok, é só um telemóvel mas eu tenho uma boa parte da minha vida ali: contas de mails, mais de 200 contactos, mensagens fofinhas via whatsup, várias fotos, conta do Instagram... e de repente, puft! Tudo desaparece.

Não faço idéia de onde ele pode estar, a última vez que o vi foi perto das 23h, quando estava a chegar a casa (na altura em que postei essa foto via instagram) e depois disso, nada. Já olhei no carro, arranquei os tapetes, levantei bancos... nada. Já fiz todo o caminho a pé desde a rua onde estaciono o carro até casa. Nada também.

Liguei incessantemente para ele até quase as 5h da manhã e esteve sempre a chamar (acho pouco provável que alguém estivesse com ele mas enfim), depois deu-me para a maluquice e desatei a enviar sms a excomungar quem quer que o tivesse apanhado (parvoíce em último grau). Hoje ele já estava desligado e parece-me que não há nada a fazer.

Sinto como se uma parte da minha vida tivesse desaparecido. Já chorei, já esperneei (eu uso o telemóvel para praticamente tudo, sinto-me como se tivesse partido as pernas) e por isso, se a pessoa que estiver com ele ler este post (sim, porque tenho tudo do blog no telemóvel), que ligue para o contacto "mamãe" e entregue-me o telemóvel. Prometo que como recompensa ofereço um tabuleiro de coxinhas e outro de brigadeiros. Combinado?

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19 abril 2013

Das velhas histórias:

Esses dias ouvi, de uma pessoa importante para mim (por mais que eu tente fingir, ele sempre vai ter um grau de importância na minha vida) a seguinte explicação: "desculpa o sumiço, você sabe como é... Tenho trabalhado muito, o tempo voa e quando eu vejo o dia já se foi. A distância atrapalha muito, o fuso horário..." 

Para essa pessoa, todos os motivos são válidos para justificar a ausência na minha vida: excesso de trabalho, fuso horário de quatro horas, milhares de quilômetros de distância, falta de tempo (ou seria de amor?). Eu já aprendi a abstrair e dar-lhe razão, por muito que me doa. Sim, sim, imagino, o tempo voa mesmo... Mas e então, está tudo bem?

A mesma falta de assunto de sempre (logo eu, que tenho sempre tanto que falar), a mesma sensação de esquisitice de sempre, aquela velha sensação de estar a falar com um estranho que nada sabe sobre mim. A mesma merda de sempre. Detesto esse tipo de ligações proforma, para parecer bem perante os outros (estão a ver? estou a ligar para a minha filha, preocupo-me com ela...). Enerva-me o cinismo da coisa. As desculpinhas esfarrapadas.

Oh, pá, mas esta gente acha que eu tenho cinco anos de idade? Como diria a sábia Clarice Lispector (e eu que ainda não fui ver o raio da exposição na Gulbenkian...):

"Não existe falta de tempo, existe falta de interesse. Porque quando a gente quer mesmo, a madrugada vira dia. Quarta-feira vira sábado e um momento vira oportunidade." 

Estou farta que me digam que tenho que ter paciência, que esse é o jeito dele, que foi criado na cultura árabe e por isso demonstra tão pouca consideração com mulheres, que está velho e doente e mais um monte de mimimi. Querem saber? Não tenho que ter paciência, já tive muita (só Deus sabe o quanto). Já rasguei o verbo e  disse-lhe com todas as letras: não quero que me ligues mais, não vale a pena. 

 Mas há um qualquer instinto masoquista em mim que me faz atender o raio do telefone cada vez que vejo o número dele no écrã. Talvez seja a minha veia otimista de sempre, quero acreditar que sim, que um dia vou atender o telefone e vou ouvir a frase que espero há tanto tempo. Não sei. Só sei que esta merda é difícil de aturar.

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18 abril 2013

Isto só a mim... #5

Parei numa daquelas bombas de gasolina que ficam assim a meio da rua e têm um atendente para nos abastecer o carro (muito sinceramente, essas são as minhas preferidas). Abri o vidro e entreguei uma nota de vinte euros para o senhor: "boa tarde, são dez euros, por favor".

Estava distraída a mudar o cd do rádio quando vejo o ponteiro da gasolina a disparar para os onze e tal. Assusto-me e grito: "são só dez euros!" ao que o homem imediatamente pára de abastecer e exclama, meio zangado: ah! Como a menina deu-me uma nota de vinte, pensei que era para abastecer os vinte..."

A sério?! E se lhe desse uma nota de duzentos euros, enchia-me o tanque e colocava o resto da gasolina num jerry can para eu levar pra casa de lembrança?

Como já era um velhote, limitei-me a sorrir e a estender a mão para receber os dez euros de troco mas fiquei a pensar: E se eu não me apercebesse? Aposto que seria uma barraca de todo o tamanho e que o senhor me faria pagar pelos litros a mais de gasolina (e por um erro que é dele). Enfim...


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Das coisas que só uma mulher entende:

Acordar cheia de dores (há dias em que ser mulher é uma bela treta...), enfiar dois Trifenes no bucho e obrigar-se a levantar e tomar um duche. Cara de pouquíssimos amigos e refilona como tudo, tomo o pequeno-almoço enquanto passo uma vista de olhos pelos mails. De repente, plim:
Definitivamente, as compras onlines são uma excelente forma de começar o dia. Ainda mais quando compramos no início da semana e esquecemos da existência da compra... acordar com um mail destes é coisa pra lá de boa! ;)

Eu sei, ando uma paranóica com produtos capilares mas o que posso fazer? O meu novo cabeleireiro é apaixonado por fios hidratados (a hidratação começa de dentro para fora, como ele diz) e me deu uma pequena esculhambação quando soube que eu fazia escova progressiva, pintava o cabelo e não tinha assim grandes cuidados com hidratação, ampolas, banho de brilho e essas coisas todas.

Deu-me uma aula sobre folículos capilares, cutícula, queratina e mais n coisas que eu desconhecia. Ficámos uns bons 40 min a falar sobre o tema e voltei para casa cheia de recomendações.

- Hidratação com creme de reconstrução + ampola de vitamina A + óleo de argão (toda semana)
- Banho de brilho com o famoso clear da Richesse + ampola semí di lino + queratina líquida e creme de reconstrução (de três em três semanas)

E quanto mais ele falava, mais eu eu arregalava os olhos e pensava: pois, deves achar que eu não tenho mais nada na vida que fazer a não ser cuidar do cabelo... E o Eddy (sim, é brasuca. E sim, é gay e cheio de trejeitos a falar) ria-se e dizia que quando eu começar a "alimentar o cabelo como deve ser" nunca mais vou querer saber de outra coisa.

Pois, não sei. O que sei é que andei feita maluca para encontrar todos os produtos que ele me recomendou (e ainda me faltam duas ampolas - não sei onde as hei de arranjar) e quando encontrava um produto numa loja, faltavam os outros vinte. Decidi comprar tudo online (Carlos Santos e Kool Cosmeticos) e agora estou à espera que o senhor dos CTT me bata à porta para dar início à nova saga: Em busca do cabelo perfeito. Aiiiii

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17 abril 2013

Particularidades da minha pátria-amada

Esses dias mandaram-me pelo facebook este artigo, escrito por um francês que mora há uns anos no Brasil e resolveu escrever 65 pontos que chamaram a sua atenção assim que chegou lá. Acho que daqui há um ano é bem capaz de ser o M. a escrever uma listinha dessas (ahaha) mas não pude deixar de me rever em diversas situações citadas pelo francês. É engraçado pensar que vivo em Portugal há quase 10 anos e em determinados aspectos, ainda continuo tão brasileira... Ora vejamos:

- Aqui no Brasil, não se pode tocar a comida com as mãos. No MacDonalds, hamburger se come dentro de um guardanapo. Toda mesa de bar, restaurante ou lanchonete tem um distribuidor de guardanapos e de palitos. [verdade... Não sou capaz de agarrar em nenhum alimento directamente com as mãos, sem ter um guardanapo - ou lenço de papel - pelo meio. Ando sempre com uma caixa de lenços na mala. Esquisitices]

- Aqui no Brasil, os casais sentam um do lado do outro nos bares e restaurantes como se eles estivessem dentro de um carro. [o M. de-tes-ta essa minha mania de sentar lado-a-lado e não de frente para ele. O homem revira os olhos, arfa mas é instinto, quando vejo já estou sentada ao lado dele e ele exclama: porque estás sentada deste lado? ahaha]

- Aqui no Brasil, praias bonitas não faltam. Porem, a maioria dos brasileiros viajam todos para as mesmas praias, Búzios, Porto de Galinhas, Jericoacoara, etc. [lembro-me perfeitamente de perguntar às minhas primas para que praia iríamos no feriado e ouvi-las em coro "Búzios, lógico". Mesmo sabendo que, fatalmente, apanharíamos um trânsito dos infernos e a praia estaria lotada, Búzios já é a nossa tradição. Vai entender...]

-Aqui no Brasil, não se assuste se estiver convidado para uma festa de aniversário de dois anos de uma criança. Vai ter mais adultos do que crianças, e mais cerveja do que suco de laranja. Também não se assuste se parece mais com a coroação de um imperador romano do que como o aniversário de dois anos. E ‘normal’. [eu sei, eu sei... somos uns exagerados do caraças em termos de festas de aniversário e as pessoas preparam tudo com meses de antecedência. Mamãe que o diga!]

-Aqui no Brasil, o Deus esta muito presente… pelo menos na linguagem: ‘vai com o Deus’, ‘se Deus quiser’, ‘Deus me livre’, ‘ai meu Deus’, ‘graças a Deus’, ‘pelo amor de Deus’. Ainda bem que ele é Brasileiro. [confesso! Falo muito algumas destas expressões no meu dia-a-dia, principalmente o "se Deus quiser" e "fica com Deus". Ter sido educada em colégios catolicos também tem destas coisas...]

-Aqui no Brasil, cada vez que ouço a palavra ‘Blitz’, tenho a impressão que a Alemanha vai invadir de novo. Reminiscência da consciência coletiva francesa… [ahahaha não pude deixar de rir. Yap, a blitz é a nossa "operação stop" e eu acho piada quando alguém fala "olha só, não vai por aquela rua ali não porque tem blitz!"]

-Aqui no Brasil, o polegar erguido é sinal pra tudo : “Ta bom?”, “obrigado”, “desculpa”. [fazia muuuito isso, mas depois desacostumei. Qualquer coisinha era motivo para fazer o sinal de "tudo legal?"]

-Aqui no Brasil, de vez em quando no vocabulário aparece uma palavra francesa. Por exemplo ‘petit gâteau’. Mas para ser entendido, tem que falar essas palavras com o sotaque local. Faz sentido mas não deixa de ser esquisito. [é uma verdade: somos terríveis em perceber palavras estrangeiras. Adaptamos tudo ao nosso jeito, ao nosso sotaque... O M., por exemplo, para ser entendido pela minha família do Rio teve que imitar um sotaque brasileiro manhoso caso contrário era ver o povo a reclamar: ai, o que é que ele tá falando mesmo?]

-Aqui no Brasil, os brasileiros se escovam os dentes no escritório depois do almoço.
[Ops! Fui apanhada de novo. Ando sempre com a minha pasta de dentes e escova na mala, sempre. Se faço alguma refeição na rua, é certinho que vou logo a seguir lavar os dentes. Ok, sou mesmo paranóica com isso. Amo dentes branquinhos e adoro o meu sorriso]


-Aqui no Brasil, quando encontrar com uma pessoa, se fala: “Beleza?” e a resposta pode ser “Jóia”. Traduzindo numa outra língua, parece que faz pouco sentido, ou parece um dialogo entre o Dalai-Lama e um discípulo dele. Por exemplo em inglês: “The beauty? – The joy”. Como se fosse um duelo filosófico de conceitos abstratos. [ahahaha este homem é um gênio, o que eu me ri com esta passagem!]

Só quem é brasileiro ou viveu algum tempo no Brasil é que consegue perceber estas pequenas peculiaridades do nosso dia-a-dia ;)

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16 abril 2013

Dica: Onde afiar alicates de cutícula em Lisboa?

Na semana passada recebi um mail a perguntar se eu conhecia algum sítio que afiasse/amolasse os alicates de cutícula em Lisboa. Sendo eu moça que não vive sem ter as unhas sempre feitas (chamem-me neurótica, que eu não ligo), e tendo eu conta que eu sou a minha própria manicure, é claro que já andei a experimentar mil e um sítios para afiar os alicates em Lisboa...

Já experimentei os senhores da BotaMinuto de Miraflores (serviço de porcaria), já tentei com o senhor que tem uma loja na estação CP de Cascais (levou-me 5€, demorou 2 dias e o alicate mastigou toda a pele ao redor dos meus dedos - nunca mais) e finalmente conheci um senhor super atencioso que afia os meus alicates (sim, tenho vários... todos da Mundial e made in Brazil) na perfeição, e olha que eu sou muito exigente com esse tipo de coisa... (ter um alicate bom e afiado é meio caminho andado para ter umas cutículas de sonho, como estas)

O senhor em questão tem um género de loja (é tipo um quiosque) dentro do túnel de Algés (ao lado do Pingo Doce), cobra 3.5€ para afiar os alicates e ainda tenta fazer o serviço na hora (só quando está com muito serviço acumulado é que diz: "oh menina, passe cá daqui há uma horita e já tenho o alicate afiado"). Uma simpatia de homem. Já fiz propaganda dele pra toda a gente porque, olha, serviço bem feito como o dele é difícil de achar... Parece que eu acabei de comprar o alicate no Brasil, de tão afiadinho que vem. Adoro! ;)

Olá, o meu nome é Anne e sou a louca dos alicates, prazer. *todos em coro: olá, Anne!*
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Domingos.

Domingo é dia de preguiçar. De acordar sem pressa e tomar o pequeno-almoço num sítio especial. De vestir a roupa mais confortável possível e experimentar um novo penteado. É dia de estar com as minhas pessoas. De aproveitar o sol maravilhoso que se fez sentir e enfardar gelados num parque... É dia de viver ainda mais intensamente.

Ah, e para quem perguntou, acabei mesmo por voltar ao meu cabelo preto-azulado e até o momento estou satisfeita. Até o momento, porque vocês já sabem... Daqui a nada me dá a maluquice do costume e ainda apareço com madeixas cor-de-rosa. Postei uma foto do novo visual no Instagram (agarotadeipanema) e apesar de toda a vibe Pocahontas que envolve o meu ser... gostei muito do cabelão pretinho ;)
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15 abril 2013

Beauty news!

Na semana passada o meu shampoo de eleição {Midollo da Alfaparf - uso há uns cinco anos e amo!} terminou e liguei para o salão onde compro habitualmente para encomendar mas descobri que o salão fechou no início deste mês =/ Eu não sei que raios se passa com a Alfaparf cá em Lisboa mas é super difícil encontrar os produtos da marca e tenho sempre que comprar online.

Na minha procura incessante por lojas onlines, descobri que a loja Carlos Santos faz vendas onlines e fui logo clicar na aba das "Promoções" para ver as novidades. Descobri que uma das linhas que o meu cabeleireiro ama {L´oreal Professional - linha experts} estava em promoção e trouxe dois shampoos para experimentar.

Escolhi o Absolut Repair porque com tanto processo químico (escova progressiva, coloração, madeixas...) o meu cabelo está sensibilizado e já li tantos reviews sobre esse shampoo que fiquei mesmo tentada. Trouxe a embalagem maior, de 500ml e acho que não me vou arrepender.

Fiquei curiosa a respeito da linha Force Vector e trouxe a garrafinha pequena do shampoo, de 250 ml, para testar. É a linha anti-quebra da L´oreal e eu tenho pa-vor de começar a ver os fios partirem e caírem (e com tanta porcaria que eu já fiz no cabelo, tenho é sorte por ter muuuitos fios para contar história).

Encomendei tudo na quinta-feira e pedi para entregarem na loja do Monumental. O M. foi lá levantar há bocado (porque fica ao lado do escritório dele) e estou maravilhada com o cheirinho dos produtos. Dá vontade de comer! Amanhã vou testar o Absolut Repair e depois venho contar as minhas impressões.

Antes que perguntem, não costumo usar condicionador, utilizo sempre a máscara mega-power da Purah, a marca da minha escova progressiva (ela tem aminoácidos, queratina, vitamina A e E e é muito concentrada), então, habituei-me a utilizá-la após o shampoo (também costumo usar as máscaras da Novex - são excelentes)

Foi a primeira vez que comprei online na loja Carlos Santos mas, se continuarem com promoções destas, é certo e garantido que voltarei mais vezes. Recomendo! Já conheciam estes produtos? Que tal?
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14 abril 2013

Das coisas que só acontecem comigo #7

No domingo passado, enquanto passava por um café, a Vi suspirou: "ah, eu queria um queque de chocolate..". Entrei no café para comprar o queque e disse-lhe, a brincar: e eu, não mereço nem um docinho?

Ela exclamou: "Não, não. Tu gastas todo o dinheiro em roupa, agora paciência... Não há queques para ti."

O homem do café arregalou-me os olhos e desatou a rir-se. Sorri, sem jeito e pedi logo os bolos. A  sério, essa miúda mata-me de vergonha... Estive a um nada para lhe dar um raspanete mas depois lembrei-me daquela frase "quem diz a verdade, não merece castigo" e olha, não há cá raspanete para ninguém. Ups!
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13 abril 2013

Diário capilar, a saga:

No último post falei-vos sobre a minha verdadeira odisséia em busca do cabelo perfeito, do corte que mais combina comigo, da cor ideal... e digo-vos, tenho é história para contar! Desde ter o cabelo pintado de ruivo numa suposta coloração temporária (que me ficou por 4 meses no cabelo) até ter enfiado duas embalagens de tinta preta do supermercado e ter ficado com o cabelo tipo palha, acho que já tentei de tudo. Inclusive uma franja à la Amélie Poulain (é dos meus filmes de sempre, o que querem?) que ficou uma bela merda e me obrigou a andar de bandolete durante todo o semestre da faculdade, a pessoa aqui já inventou até mais não.

E eis que ontem acabei por voltar ao preto-azulado, depois de muito o meu cabeleireiro explicar que o ombré se fosse reforçado começaria a abrir muito a cor agora com os dias de sol e eu depois detestaria o resultado. Pintámos de preto azulado, fizémos o tal corte que mostrei-vos no último post (e eu amei!) e para reforçar o efeito da última progressiva que fiz, optámos por uma blindagem capilar (ou botox capilar, como é conhecido no Brasil) que é uma super hidratação que sela a cutícula do cabelo (daí o nome blindagem) e não permite que a química do alisamento saia com facilidade, para além de também impermeabilizar os fios contra a humidade, a poluição e os agentes externos. E ficou fantástico, pretinho e cheio de brilho como eu gosto! Prometo fotos depois :*
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12 abril 2013

Reinventar-me.

Ando há uns tempos enjoada do meu visual. Quer dizer, para ser sincera, ando é enjoada do meu cabelo. O que até parece uma heresia visto que há menos de dois meses fiz umas suaves madeixas no estilo ombré hair, mas é verdade. Olho-me no espelho e só me lembro de uma palavra: boooring.

E é engraçado porque, por mais que me digam: "ai, o teu cabelo está lindo, adoro-o" ou qualquer elogio do género, continuo a achar que falta qualquer coisa. Não sei se é o corte que me enerva, se é a cor, enfim... Ando ansiosa por mudar. O meu cabelo funciona mais ou menos como um divisor de águas na minha vida, gosto de fechar um ciclo e fazer uma mudança de visual. Gosto de associar determinados cortes e cores de cabelo com uma determinada época da minha vida.

Depois de muuito pensar, repensar e pensar de novo, cheguei parcialmente a um consenso. O corte está escolhido: vou dar adeus ao cabelo cortado à direito e vou meter a tesoura (eu não, o cabeleireiro) com fé para escadear e fazer um franjão. Agora quanto à cor, ai. Não sei se hei de reforçar o ombré para uns dois tons acima ou se volto para o preto azulado que o meu M. adora e toda gente diz que "é a minha cara". Quero sair um pouco da minha confort zone mas não sei. Vou falar primeiro com o cabeleireiro e logo vos dou novidades. Opiniões e conselhos, aceitam-se de bom grado ;)

Aiii, eu e a minha saga capilar... Se vocês soubessem a quantidade de vezes que eu já mudei a peruca! Gosto de inventar moda, mas é! Que indecisão! E já só faltam algumas horinhas para me sentar na cadeira do salão (me-do).

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10 abril 2013

{Um dia, perguntei para o psiquiatra: sou bipolar?
Ele respondeu-me: De bipolar você não tem nada. Você é sincera.
E ele me explicou a origem da palavra "sincera" que vem do latim e significa "sem cera". Antigamente, carpinteiros e escultores usavam a cera para disfarçar os defeitinhos das esculturas e móveis de madeira. Então, eles limavam, passavam o verniz e tudo ficava aparentemente perfeito e em ordem. O aspecto das peças era magnífico. Com o passar do tempo, do frio, calor e uso, a cera desmanchava-se e os defeitos ganhavam vida. Sinceridade é "sem cera", ou seja, sem máscaras, sem retoques, sem querer ser o que não é.
Achei bonita a explicaçao dele. E triste. Dói ser "ser cera".}
— Clarissa Corrêa

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08 abril 2013

Ai primavera, que dás cabo de mim #2

Ando a tentar gastar menos (beeem menos) por isso, a melhor maneira de conseguir controlar os meus gastos impulsivos (do tipo: vi na loja, gostei, comprei) é fazer uma wishlist com coisas que realmente quero/preciso e guiar-me por ela. Para celebrar a chegada da Primavera, estou com estas pecinhas debaixo do olho:

(1) Mala laranja: Desde o ano passado que ando à procura de uma mala com uma cor assim berrante, que seja grande para caber toda a minha tralha e, de preferência, gira. Acho que a encontrei! ;)
(2) Maxi colar branco: Sou uma apaixonada por maxi colares e falta-me um branquinho (e neutro) na colecção. Fiquei apaixonada por esse da Stradivarius e conto sair à procura dele em breve.
(3) Sandálias pretas e rasas: Eu sei que as sandálias altas são infinitamente mais elegantes mas, meus amigos, eu sou pelo conforto. Amo andar com sandálias rasteirinhas e adoro essa da Zara. Dão com tudo!
(4) Mala shopper azul: Nunca tive nenhuma mala nessa cor e, por ter amado o modelo (amei o corte com "orelhinhas") estou numa indecisão sem fim porque, bem, a mala é em azulão e preciso conferir com os meus próprios olhos para decidir se gosto ou não.
(5) Perfume Zara oriental: Sou fã desse cheirinho, admito. Uso os perfumes da Zara como alternativa (porque são baratos e deliciosos) quando estou na rua (levo sempre um na mala ou na gaveta do escritório) porque andar sem perfume não é mesmo comigo. E esse é tão refrescante...
(6) Mala estilo "satchel": Adoro esse modelo e fiquei louca por essa estampa com flores. Achei o preço caro por ser da C&A (é, eu sei, tenho um preconceito enorme com a C&A - preciso remediar isso) mas quem sabe? Quero ver o material primeiro, tocar na mala (devo ter uma costela espanhola - só sei ver com as mãos ahaha) e só depois decidir.

Mas que é linda, lá isso é. E vocês, também costumam fazer wishlist com essenciais para a estação?
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(re)descobrir Lisboa: o Jardim Botânico

Quando saímos do Jardim Botânico, fomos à pé até o Chiado, passeando pela zona do Príncipe Real, Bairro Alto e afins. No Príncipe Real encontrámos uma paragem da Carris com um... sofá!? A paragem chamava atenção de toda a gente e os turistas andavam a fotografar a paragem como maluquinhos. Eu? Ora, eu também fotografei, claro.

No final do passeio, paragem obrigatória para comer uma baguette com saladinha e recarregar as energias. E cada vez mais tenho a certeza: vou ter taaantas saudades de tudo isto! Ai, caraças.


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