30 outubro 2013

Fééérias!


Até daqui a uma semana, pessoas. Sei que já está um frio de rachar em Paris, por isso, é da maneira que já fico mentalizada que o inverno português que vem a caminho. Só desejo que não chova nos próximos dias, que se há coisa que eu detesto é querer explorar uma cidade, tirar fotos, passear ao ar livre... e o raio da chuva ali, sempre a atrapalhar. Ah, e também me dava muito jeito que o avião não caísse, só assim naquela de voltar para Lisboa inteirinha, que eu ainda pretendo viver muitos e bons anos. Não peço muito, pois não? ;) 
Au revoir!

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29 outubro 2013

Irmã de peixe, peixinho é:


Ontem saí do trabalho a correr, busquei a Vi no colégio, passei em casa para levar algumas compras para a Claudinha fazer o jantar e, nesse meio tempo, a Vi foi mudar de roupa para eu a levar ao dentista (dizia que nem morta que aparecia no dentista com a farda do colégio - mereço?) e eu cheia de trabalho, que isto de ir de férias é muito bonito mas há que deixar tudo orientado na empresa. [e ainda precisava voltar ao trabalho para terminar de rever algumas coisas]

Enquanto bufava para ela se despachar e exclamava de cinco em cinco minutos: então, já estás pronta? eis que ela surge, qual diva mirim, já vestida e exclama: achas que estas botas condizem com o resto da roupa? Não sei se levo estas ou as pretas.

Ai, senhores. Temos artista. Eu ali, toda apressada e com mais mil coisas para tratar na empresa e a menina preocupada se as botas combinavam com a roupa. Esta nem precisa de DNA nem nada. É mesmo minha irmã, porra.

P.S: E agora deu para reparar em pormenores que mais ninguém se lembra, argumenta tudo e mais alguma coisa, tem opinião sobre tudo, com uma personalidade de mini-adulta que nunca vi. Ah, e já calça o 35 [se for pelo mesmo caminho que eu, daqui a nada já está a calçar o 40]. Glup. Acho que é isto a que chamam crescer. [e ai de mim se ousar chamá-la de "neném da irmã", que a miúda arma umas trombas daqui até a China].

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26 outubro 2013

Dos momentos que nos tocam a alma

Há dias fui com umas amigas ao Vasco da Gama e na volta uma delas foi apanhar o autocarro e fomos andando por baixo da gare [estava a chover tanto...] enquanto conversámos. Nisto reparei num sem-abrigo, sentado num banco dentro da gare, lá ao fundo, encolhido. O senhor devia ter uns 60 anos, tinha uma barba comprida e olhou directamente para mim... e sorriu. Abriu um sorriso enorme, como se o frio, a chuva e, provavelmente, a fome que sentia, não fossem importantes. Simplesmente, sorriu-me.

Sorri de volta, completamente encantada. As minhas amigas riram-se e uma delas ainda brincou: "vê lá se não está a fazer-se a ti". Perguntei ao segurança que estava na estação se o senhor costumava estar sempre ali e ele confirmou-me. Fui para casa mas o sorriso do velhote não me saía da cabeça. E nestas coisas gosto de seguir os meus impulsos, por mais tolos que pareçam. Senti que podia fazer qualquer coisa por ele. Por isso, quase uma semana depois, voltei à gare do Oriente, desta vez com comida quentinha [sopa, pão e comida de verdade (arroz, bife, batata assada), cobertores, um edredão e uma almofada].

Não sabia bem como havia de abordá-lo para oferecer ajuda, aliás, não sabia sequer se ele estaria lá. Mas estava, sentado no mesmo sítio da outra vez. Sorri-lhe. Sorriu-me de volta. Caminhei até ele, ainda sem saber bem o que diria [e se fica ofendido? E se recusa ajuda?] e assim que me aproximei, disse-me:

- Boa tarde, menina...
- Boa tarde. Olhe, vi-o no outro dia e tomei a liberdade de lhe trazer algumas coisas e uma refeição quentinha. Aceita?
[suspirou, um suspiro profundo... e eu comovi-me.] - Aceito, menina.
- Posso? [fiz sinal para sentar-me ao lado dele].
- Pode.

Comecei a tirar as coisas todas e no final, quando viu a almofada, segurou-a contra o peito, fechou os olhos e exclamou: ah, menina... não imagina há quantos anos eu não deito a cabeça numa almofada como esta!, olhou-me com os olhos cheios de lágrimas, agarrou-me na mão e disse-me apenas: obrigado.

Pisquei para afugentar as lágrimas e sorri-lhe. Despedi-me com um "eu é que agradeço" e caminhei até o carro. Assim que me sentei no carro, fechei a porta e fiquei uns minutos a reflectir. Eu ali, quentinha, protegida, saciada... e tantos, mas tantos, lá fora, à chuva, ao frio, à fome.

Se há uma coisa que me parte o coração, mais do que tudo, é ver um velhote a passar por dificuldades. Fico moída. Porque são mais fracos, são indefesos, muitas vezes abandonados à própria sorte como se de um trapo velho se tratasse, muitas vezes com carradas de filhos e netos que os deixam no abandono. Penso sempre na minha velhinha, minha avó, o amor da minha vida. Faço por eles, mas sinto que estou a fazer por ela. É uma forma de senti-la mais perto de mim. De sentir que fiz a diferença por alguém. Para ele, o sem-abrigo, ontem foi um dia da sorte. Mas a maior sortuda nessa história toda fui eu. Ganhei mais humildade, mais compaixão, mais amor. Ganhei infinitamente mais do que ele e por isso... eu é que agradeço.

P.S: Sei que muitos dizem: De que importa ajudarmos um dia se no dia a seguir ele vai passar novamente fome, frio e sede? mas se todos pensarem assim ninguém lhe estende a mão. Fiz aquilo que pude e espero, sinceramente, que mais pessoas possam fazer o mesmo porque ninguém, numa idade já tão avançada, merece viver nestas condições.

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Podiam vir todos cá para casa:


... os berloques [ou contas] da colecção City by Pandora. Como fã de viagens e de objectos em miniaturas, posso dizer-vos que adorei estas contas! É claro que não quero todas [até porque não conheço Berlim nem NYC - e não faz sentido termos contas de situações que nunca vivenciamos, digo eu] mas tooodos os outros podem vir já parar ao meu pulso.

Bom, poder também não podem, que a minha pulseira já está completa há quase um ano [e desde então nunca mais recebi contas, snif]  mas acho que sou menina para aceitar uma segunda pulseirinha. Ouviste, mon amour? [até falo em francês que é para a coisa ter outro impacto].


Olhem-me esta torre, coisa mais fofinha. De todas as contas que tenho, nunca comprei nenhuma, foram sempre oferecidas por pessoas especiais [mãe, avó, amigos, namorado, irmãos] mas esta torre, ai esta torre... acho que sou menina para comprá-la e oferecê-la a mim própria, do tipo "de mim para mim".

P.S: Eu sei que a Pandora divide opiniões, há quem ache a coisa mais brega e pirosa do mundo, há quem adore e ache super giro o conceito de termos uma pulseira à nossa medida e cheia de momentos especiais. Encaixo-me no segundo grupo mas gostava de saber... e vocês? Gostam? Odeiam de morte? Acham uma bimbalhice?
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24 outubro 2013

dúvidas capilares:


Uma das minhas melhores amigas acabou de me enviar essa fotografia e eu fiquei ma-ra-vi-lha-da com esse ombré super marcado que ela fez. Ai gente, eu quero. E para completar, ela fez a coloração no mesmo sítio onde fiz o meu alisamento progressivo na semana passada [apaixonei-me pela cabeleireira - Rose, Rose, você ganhou meu coração, menina!] por isso, agora estou para aqui a ver ombrés que fiquem bem no meu tom de pele moreno. A Rose diz que as pontinhas puxadas para o vermelho ficam um espanto em morenas/mulatas de maneira que marquei um horário com ela para amanhã. Vou assim meio perdida, sem saber ao que vou porque ainda não decidi: vermelho ou caramelo?

*fotografias retiradas da internet
Só para recordar, o meu cabelo neste momento está assim [pela altura das costas e totalmente preto]. O que hei de fazer, minha gente? Que cor escolher? Ai ai... isto hoje é só dúvidas.

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23 outubro 2013

Do meu lado mesquinho:

Passei pelo Vasco da Gama ontem à noite para deixar um sobretudo na lavandaria [eu não sei vocês mas eu nunca consigo lavar este tipo de peça em casa] e às tantas dei por mim a entrar na bendita loja onde trabalhei [felizmente, só por 3 meses], que será sempre por mim lembrado como "o-pior-emprego-do-mundo" e, adivinhem?

Vi a responsável da loja [que ainda é a mesma do tempo em que lá trabalhei - há muitos anos] a apanhar roupas do chão e a dobrá-las, já eram quase 23h e ela sempre praguejava que detestava trabalhar à noite [a fatídica hora do fecho da caixa].

Eu sei que é feio, eu sei que é mesquinho mas no momento em que a vi e percebi que, sete anos depois, ela continuava na mesma, naquele emprego que tanto criticava e falava mal, a trabalhar nos piores horários possíveis e, provavelmente, a ganhar o mesmo ordenado miserável... senti uma satisfação mesquinha e uma certeza: aqui se faz, aqui se paga. [ou como eu costumo dizer: a justiça divina nunca falha]. E não, não estou orgulhosa de mim mas foi inevitável este sentimentozinho mesquinho. Sou uma má pessoa, está visto.

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22 outubro 2013

Leggings à cavaleiro // perfeitas para o tempo frio

Eu não sei vocês mas eu sempre tive assim uma relação de amor-e-ódio com as leggings de algodão [estas] porque são medonhas e ressaltam o que há de pior numa pessoa: celulite, cuecas marcadas, costuras por todo o lado, transparências, enfim... raras são as pessoas que podem usar esta peça sem preocupações [e não, não sou uma das sortudas]. Detesto este tipo de leggings e não as uso nem que me paguem.

Há três anos descobri as riding leggings [ou, em bom português: leggings à cavaleiro] que são assim a minha peça-chave para o Outono/Inverno e excelentes substitutas para as habituais calças de ganga. Mas o que são estas leggings? - perguntam vocês. Eu explico:

As riding leggings são feitas num tecido mais grosso e elástico, normalmente possuem zíper nos bolsos e uma costura grossa na vertical das pernas [como as calças de equitação]. Por norma são de cintura subida e a corte é quase sempre do tipo "push up" com um elástico grosso na cintura para modelar o corpo.

As primeiras que comprei foram da Primark há quase dois anos [e ainda estão como novas!]. Logo a seguir outras marcas passaram a investir nesta tendência e acabei por apaixonar-me pelo modelo da Zara [tenho em cinco cores e sempre que há uma cor nova, lá tenho que ir comprar]. Nesta estação tenho visto destas leggings um pouco por todo o lado e acho que vieram mesmo para ficar. São confortáveis, quentinhas e giras [há algumas com detalhes em pele, com fechos nas pernas e afins - acho lindo]. O lado chatinho é que, como são quase umas calças, o preço ronda os 17-25€ mas como são resistentes, acabam por durar e a compra compensa.


[pena é que a dona Zara anda a esticar-se nos preços... não acho normal cobrarem 60€ (sessenta euros? A sério?) por umas leggings que são 70% poliéster mas há malucos para tudo e aposto como há gente que compra... Adiante.]

Na semana passada quando estive na C&A do Colombo [e estavam com os 30% de desconto] estive assim a um nada de comprar as leggings cinzentas da foto, fazem um corpo escultural, minha gente. Experimentem e contem-me depois! Ainda estou a pensar nelas [e cinzento ainda não tenho] por isso o mais provável é virem integrar o meu closet em breve. Não resisto às essas calças, está visto.

E vocês, já se renderam à esta tendência? Conhecem outras marcas com este tipo de calças? Informações são sempre bem-vindas :)

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21 outubro 2013

Nem sei que diga.

Mamãe está a fazer um check up de saúde [uma vez por ano é sagrado] e o médico pediu-lhe dois exames. Fui ligar para marcá-los e, surpresa, nenhum é comparticipado pelo estado. Nem a Cintigrafia Renal nem a Ressonância Magnética com contraste. O primeiro sai a 70€, o segundo a 365€. Bonito, não?

Liguei para montes de clínicas [a de santo antónio na Amadora, a das Descobertas, a Cruz Vermelha e mais n sítios] e diz que não, que o estado não comparticipa os exames e quem tiver que fazê-los tem mesmo que desembolsar mais de 400€ para tal. Nem tenho palavras, sinceramente.

Valeu-nos o nosso seguro de saúde, que nunca desilude, e com ele os dois exames saem a 80€. De 400 e tal para 80€ é uma brutal diferença, meus amigos. E ainda há gente que torce o nariz para os seguros de saúde e diz que é uma mariquice, que não serve para nada, que o SNS é uma maravilha... pois.

Infelizmente, a verdade é só uma: ou bem que se tenha dinheiro para arcar com tudo ou bem que se tenha um seguro de saúde. Quem não tem nehum dos dois, lamento, mas fica sem exame. E pode muito bem estar em um estado grave, com suspeitas de mil e uma doenças mas... fica sem exame. Não consigo achar isto normal. O país está mal, é um facto, mas cortar na saúde deveria ser inconstitucional. É vergonhoso que pessoas que sequer recebem este dinheiro de reforma... tenham que pagar tanto por um exame.


É um facto que refilo todos os meses quando aparece o débito do seguro na minha conta (principalmente se naquele mês não tiver dado uso ao cartãozinho) mas a verdade é que este é o dinheiro mais bem pago do mês. Da maneira como as coisas estão, ficar sem seguro é mesmo só para os ricos [que podem pagar exames a 400€ - já viram bem a ironia da coisa?]

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20 outubro 2013

Particularidades do meu sotaque #5

Na sexta fui à festa de anos de uma amiga e o programa era jantar no Bairro Alto e terminar a noite numa disco qualquer. O M., que só conhece a aniversariante de vista, não foi convidado e ficou puto da vida. Armou logo umas trombas daqui até a China, todo ele era chantagens "porque estás a vestir-te? A sério que vais sem mim?" e eu a tentar explicar que, bom, eu já existia antes de namorar com ele e que não somos siameses, logo, não vejo mal algum em sair com as minhas amigas.

Quando percebeu que eu estava mesmo a arranjar-me para sair sem ele (ui, que heresia), até deitava fumo pelas orelhas:

- Quando quiseres vir embora dizes-me onde estás e vou te buscar para não vires a conduzir sozinha de madrugada... E já sabes, aconteça o que acontecer, NÃO FALES COM SOTAQUE BRASILEIRO!
- Ahn? Essa é nova... podes explicar-me a idéia?
- Porque quando estás sozinha é melhor não falares com sotaque, só isso.
- Sim mas... por qual o motivo?
- Porque não gosto que dês nas vistas... Sempre que saímos à noite e falas qualquer coisa em brasileiro há montes de cabeças que se voltam para ouvir de onde vem essa voz doce.
- Hahaha que teoria da treta. Nunca reparei nisso.
- É sério! Fala sem sotaque, ok?
- Sabes que não consigo controlar... tanto fico duas horas a falar sem sotaque como às vezes uso montes de expressões cariocas. Mas vá, vou testar a tua teoria e depois digo-te se estavas certo.

A última frase que ouvi foi um "não testes" mas a verdade é que, a meio da noite e já super descontraída (e não, eu não bebo), dei comigo a dizer qualquer coisa em brasileiro. E o efeito foi instantáneo: pelo menos uns cinco gajos viraram-se para mim e um deles parou mesmo à minha frente, a dançar. Lá desviei e fui dançar para outro lado. Continuei a falar com as minhas amigas e o homem lá a rondar-me. Mas é que não me deslargou a noite toda! Às tantas fui buscar uma bebida e mal encostei-me no balcão, o gajo aproximou-se:

- Posso oferecer-te uma bebida?
- Não, obrigada.
- Então...?
- Não bebo.
- Não acredito! Vá, escolhe a tua bebida preferida.
- Acho que eles não vendem Fanta Uva... e além disso... (balancei a mão direita, para mostrar a aliança gigante que enfeita o meu dedo)
- Oh, não faz mal, não sou nada ciumento.

Aiii, que nervos. Deixei-o a falar sozinho e fui novamente ter com as minhas amigas. Foi a noite toda o homem a fazer-se a mim, um drama. Às tantas fomos para o piso de cima e ele perdeu-nos de vista. Chato como tudo! Entretanto começa a tocar uma música brasileira (foi a primeira vez que ouvi o "show das poderosas" numa disco em Lisboa - e vocês sabem que eu a-do-ro essa música...) e as minhas amigas, em êxtase: "Vai, Anne, é a tua música!". Não deu outra. Quando dei por mim, tinha mais não sei quantos a oharem-me como se eu fosse um vitelo no talho e logo depois, outro maluquinho a perguntar se podíamos dançar.

Pronto, amor, a tua teoria foi testada e confirma-se: não se pode falar "em brasileiro" na noite lisboeta. Ou corremos o risco de ficar sem um braço. Ou uma perna. Que medo!

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19 outubro 2013

Saldo dos últimos dias:

 Uns botins amorosos, com tachas douradas e mega confortáveis. Comprei na sapataria Mirage no Freeport e estavam com 65% de desconto.

 Ainda no Freeport, paragem para comprar uma prenda ao melhor namorado deste mundo: uns novos ténis para o outono, em camurça e numa cor vistosa [já que ele é todo pelas cores discretas, desta vez é para ser diferente].

Um vez que o tartan está em voga... trouxe esta camisa aos quadrados, em cores mais discretas para combinar com ganga. [Primark - 12€]

 Mamãe comprou esta camisa mas ficou-lhe apertada e como é da La Redoute [e é uma chatice para devolver] acabei por ficar com ela. A estampa é a cara do outono e quero conjugá-la com calções castanhos e botas altas *_*

 Dois lencinhos amorosos da Mango [nunca lhes resisto] e num algodão tão macio que só apetece andar com eles enrolados ao pescoço. Também no Freeport [de 12.99€ por 2.99€]

Casaco oversized [andava atrás de um assim] que vou usar até a exaustão com leggings e botins. [Primark - 11€]

Há tempos andava a ponderar a compra de um colete deste género [que acho a cara da riqueza] mas não queria em pêlo verdadeiro [óbvio], muito menos queria os coletes com aqueles pêlos à loja chinesa, que para além de me causar alergia [juro-vos], são feios que dói. Então descobri um leilão no ebay dessa preciosidade e arrematei-o por 9 libras! É da mesma linha especial de designers at Debenhams da capa que comprei há umas semanas. Adoro-o e a qualidade é incrível!

Uma camisola quentinha e gira [tem a parte de trás mais comprida que a frente] e com estas palavras em francês, ficou claro que tinha que comprá-la para desfilar pelo Champs de Mars com ela ;) [19.90€ na C&A + 30% desconto]

Ainda na C&A (e porque eu adoro promoções) aproveitei os 30% de desconto e trouxe esta bandage skirt que já andava de olho há tempos mas por motivos de "rabo de popota" nunca tinha tido coragem para experimentar. Adorei a forma como me ficou, o tecido grosso e bem invernal e a cor assim mesclada. [12€ + 30% desconto]

Este lenço tipo gaze [são os mais confortáveis e macios para mim] veio do Ebay e custou menos de 2€. Só que encomendei em bege e o vendedor enganou-se e enviou o azul, que até nem desgosto mas... quero o bege [e ele já enviou por correio, portanto, acabei por ficar com os dois - há males que vêm para o bem]

Não sou fã deste estilo de calças [largueironas e num tecido tipo fato-de-treino] mas estavam tão baratas que não resisti a experimentá-las. Achei piada à forma como assentam [são do tipo carrot pants] e lembrei-me de ter visto alguns looks de inverno e a coisa até resultava. Pronto, foi o bastante para trazê-las. [14.90€ com 30% desconto na C&A] - sim, isso é para eu não voltar a cuspir para o ar, que ando sempre a dizer que nunca acho nada de jeito na C&A e vai na volta encontro peças que gosto e com descontos....

E a peça-chave da estação: um acessório tartan/aos quadrados/xadrez. Optei por este lenço porque amo lenços e amei o padrão vermelho-vivo, tão scottish. [Parfois reduced, 3€]

E pronto, dito assim até parece muita coisa mas como foi tudo com descontos [o lado menos mal da crise é este: as lojas estão em saldos durante todo o ano] não me desgracei assim tanto e bem vistas as coisas, tenho uma mala de viagem para preparar e sentia falta de umas pecinhas novas para estrear por Parrí [assim como assim, não conto comprar roupa por lá - é caro que se farta - e já tenho a roupa da viagem arrumada].

Agora vou despachar o último dia do roteiro [é só o que nos falta] e começar a separar a roupa para guardar na mala. Ai, adoro essa excitação pré-viagem em que começamos a planear tudo, comprar bilhetes, fazer roteiros, pesquisar dicas de sítios para comer... A viagem começa nestes detalhes ;)

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17 outubro 2013

Não aguento com este homem! #3

Uma pessoa aproveita a hora de almoço para cuidar do corpitcho: esfoliação, envolvimento em algas [o tal detox], manta de sudação e massagem anti-celulítica. Saí dali a sentir-se super leve e ao fim do dia fui ter com o M. para jantar ao Colombo [tinha que ir à Worten comprar uma coisa, assim aproveitei para jantar com ele]. Começamos a andar em direcção ao Vitaminas e o homem de repente pára e fica especado em frente ao La Parrilla. Era o que me faltava!

Na na na na na, meu rapaz. Não me voltas a apanhar noutra. Desatei a andar em passo-rápido-quase-a-correr em direcção ao Vitaminas e ele lá veio atrás, contrariado. Mas alguma vez eu era capaz de dar cabo do meu detox por umas meras carnes argentinas? Acham mesmo? Ainda se fosse o Chimarrão, pronto, uma pessoa não resiste mas carnes vindas da Argentina? Nops.

[sim, os argentinos estão para os brasileiros como os espanhóis estão para os portugueses - mas é só uma rivalidade pequenina (cof)].

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Quem acredita, sempre, sempre alcança ❤


Há dias tão maravilhosos que até parecem de mentirinha. Hoje foi um deles. Sabem aqueles dias absolutamente perfeitos, em que tudo nos corre bem? Então... o dia nem terminou e já tenho tantos motivos para festejar! De manhã fechámos uma parceria in-crí-vel e eu estou de boca aberta até agora. Há bocado recebi o preview de uma matéria nossa que vai sair semana que vem numa revista nacional. Como diria o mestre Renato Russo: "quem acredita, sempre alcança". E foi ao som desta música, que tanto me diz, que reconheci a verdade destas palavras:

(...) Nunca deixe que lhe digam
Que não vale a pena
Acreditar no sonho que se tem
Ou que os seus planos
Nunca vão dar certo
Ou que você nunca
Vai ser alguém. 
Quem acredita
Sempre alcança. (...) 

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16 outubro 2013

Le Pliage // sur mesure by Longchamp









Não é segredo para ninguém que eu sou apaixonada pela Longchamp e pelo seu modelo mais famoso: as Le Pliage. Depois de uma tia ter ganho umas em 1980 e, pasmem, estarem como novas até hoje [mais de vinte anos depois], tive a certeza de que estas malinhas são para a vida. Ganhei uma no Natal do ano passado e ando sempre com ela para todo o lado, ali cabe o mundo e sem pesar [é a mala mais leve que tenho].

Por isso, quando recebi o embrulho da Longchamp no trabalho, fiquei em modo a-louca-das-malas porque estava de olho numa Pliage de alças curtas e tamanho menor [a minha verde é gigante, óptima para o dia-a-dia mas queria um tamanho menor] e sabia que tinha o dedo da minha mãe na história, ela adora fazer das suas ;)

A mala veio muito bem embrulhada, envolta em papel de seda da marca [adoro essas mariquices] e eu quase caí para trás quando vi o meu nome gravado. Nem fazia idéia de que era possível personalizar as malas a este nível. Este tipo de personalização chama-se: "sur mesure" no site em francês e permite que façamos a mala do nosso jeito: podemos escolher entre 4 tamanhos disponíveis [o meu é o 2], escolher a cor principal [no meu caso, branco], a cor da faixa central, a cor do fecho [o meu foi em bronze], o tamanho das alças [entre curta e longa - como já tinha uma mala de alça longa, mamãe optou desta vez pela curta] e, cereja no topo do bolo: podemos gravar o nosso nome na mala.

Pelo que percebi, para a gravação do nome podemos escolher duas formas: bordado no tecido, por baixo da pala de couro ou bordado directamente no couro do elemento central [mamãe escolheu esta forma]. É possível também escolher a fonte da letra [manuscrita ou de impressa], enfim... só falta sermos nós a costurar a mala porque de resto, ela é feita por nós.

Como é customizada, todas as Le Pliage sur mesure são fabricadas em Angers, na França e enviadas a Portugal por correio prioritário [pago à parte]. Mamãe diz que a mala levou duas semanas para chegar cá e considerando que foram fazer a mala de raiz, até achei rápido. Os preços variam entre os 90 e os 140€, consoante as gravações, o tamanho das alças [em pele] e o tamanho da mala em si.

Uma coisa que reparei foi que na minha mala comprada cá em Portugal [na própria Longchamp do Colombo], a etiqueta diz: "Longchamp Paris. Made in China", enquanto que este modelo sur mesure vem com a etiqueta a dizer "Made in France". Eu pouco me importo com o sítio onde as malas são feitas [até porque, no final das contas vem quase tudo da China] mas não posso deixar de reparar que a mala feita em França é indiscutivelmente melhor [noto diferenças no tecido da mala, é muito mais grosso e encorpado em comparação com a outra mala]. Ao ler este post, confirma-se: as Longchamp fabricadas em França são mais resistentes.

Aqui, a diferença de tamanhos entre as malas: a verde é o tamanho 3 de alças longas e fecho em dourado. A bicolor é o tamanho 2 de alças curtas e detalhes em bronze.

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Podia ser minha filha:


Porque ás vezes temos que mandar à sanidade às favas, deixar o "socialmente correcto" de lado e seguir os nossos instintos, o nosso coração. Deu vontade de dançar fora do ritmo? Dance, oras! 

Essa menininha do vídeo demonstrou na perfeição o que eu, tantas vezes, faço: cagar para a sociedade. O M. é todo certinho e politicamente correcto, logo, fica completamente sem jeito com as minhas maluquices mas no final acaba por rir-se. E no final, o que importa é mesmo isso: sermos felizes, à nossa maneira.

Lembro de uma vez, com uns sete anos, querer mascarar-me de "gata borralheira" no carnaval carioca. E a minha mãe deve ter percebido mal a fantasia porque apareceu-me com o fato completo da Cinderela, com direito a coroa, vestidão azul, luvas, sapatinho transparente e tudo. Lá vesti o fato, muito puta da vida e com umas trombas descomunais [queria o fato de andrajos, o maltrapilho...] Mamãe fez o coque da Cinderela, encheu o meu cabelo de gel, não havia um único fio fora do lugar, toda eu estava uma perfeição no papel de princesa. Fiquei assim vestida umas duas horas. 

Às tantas devo ter pensado: puta que pariu este fato comichoso, quero é ser feliz! [não necessariamente com estas palavras] e caguei para a fantasia. Arranquei a coroa, desmoronei o coque, sacudi a cabeça para baixo e para cima várias vezes [resultado: fiquei com o cabelo de um espantalho], tirei as luvas, arranquei as mangas do vestido [que eram em renda e faziam uma comichão do caraças] e, descalça, corri para fazer bolinhos de lama com as minhas amigas [também mascaradas]. Foi dos melhores carnavais de que tenho memória. 

Hoje, quase 20 anos mais velha, ainda mantenho a velha máxima: se algo incomoda ou faz comichão... fora com ele! Quero lá saber o que vão pensar, quero é ser feliz! Por isso, um grande clap clap clap para a miúda do vídeo, que não dançou conforme a música mas foi feliz. E é isso que interessa.

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15 outubro 2013

Oh my God!


Acabou de aterrissar na minha secretária e eu... eu estou apaixonada. Vinha com um bilhete tããão querido da minha mãe que mais um bocado e eu desmanchava-me toda a chorar. [ando numa fase tão sensível que qualquer coisinha me emociona, até comercial da MEO na televisão - diz que é a TPM]

Agora estou aqui cheia de vontade de irromper pela sala dela adentro e estrafegá-la com beijos e abraços. Mas como ela está numa reunião com fornecedores, se calhar não é boa idéia. Acho que consigo esperar pela hora do almoço;) Obrigadaaaaa, mamãe!

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14 outubro 2013

Os estragos do fim-de-semana:



Uma pessoa põe na cabeça que vai fazer uma semana de detox. Avisa a toda a gente [família, namorado, amigos, colegas de trabalho] que não está aceitar convites para cafés, festas de anos, jantares de curso e afins [temporariamente, é claro].

E o que acontece?, perguntam vocês. Namorado faz das suas e diz que "vamos almoçar em um sítio diferente". Arregalo os olhos e digo-lhe que estou a fazer detox, que quero almoçar uma coisa levezinha. "sim, sim", responde-me o estupor.

E leva-me para onde, senhores, para onde? Para o Chimarrão do Parque das Nações. Olha, obrigadinha, sim? Nem acreditei quando cheguei ao pé da churrascaria e ele acenou que era ali. Não há justiça nesse mundo!

Depois ainda teve a lata de dizer-me, com a cara mais cínica do mundo: mas amor, podes pedir só uma saladinha. Eu fico-me pelo rodízio misto. Olhem-me este anormal! É claro que mandei o detox às favas e aproveitei a picanha, a farofinha, o aipim frito [amo!], a linguiça, o cupim...
Aiiiiiiiiiiiiiiii vida.
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Só para aqueles que têm o coração do outro lado do mundo ❤



Ao ver o vídeo, foi impossível não deixar cair uma lágrima. Só quem passa por isso é capaz de entender. A excitação durante todo o vôo, a cabeça já a traçar mil e um planos, o nervoso miudinho. E depois, quando o avião pousa e a porta se abre vem aquela sensação incrível: ah, estou em casa!. O cheiro a casa tão característico. Um cheiro que não se encontra em mais nenhum lugar. 

E depois toda aquela burocracia: mostra passaporte, busca a mala na esteira, passa pela alfãndega, lá vem as perguntas de praxe: "posso ver a sua mala?" e a vontade de responder: Ai senhor, veja tudo o que quiser mas deixe-me passar logo que eu tenho tanta gente para abraçar, para beijar!". Então chega a parte que eu adoro: aquele corredor enorme, eu a empurrar um carrinho atafulhado de malas e os últimos metros já são feitos quase a correr, o coração na garganta. No final do corredor, aquele mar de gente. 

E na primeira fila, os rostos de sempre: os meus amores, ali, à minha espera. Gritos, risadas, lágrimas, é assim um mix de sentimentos. Solto o carrinho e as malas vão à vida, quero lá saber das malas! Agarro-me à minha avó e o suspiro sai do fundo da alma... A tia grita, as primas saltam ao redor e naquele instante, reconheço: metade de mim sempre estará lá, à minha espera.

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13 outubro 2013

Done!



1// Bilhetes para a Torre Eiffel comprados (adeus, fila de 3 horas!) para um horário muito simpático que vai encaixar direitinho com o horário do Bateaux Mouche que vamos apanhar a seguir [mesmo aos pés da torre]. Sou pro em optimizar tempo em viagens [digamos que sou movida por interesses superiores hahaha]

2// E por falar em interesses superiores, já garanti a mala de porão extra porque tenho todo um mundo de Citypharmas, Sephoras, Shu Uemura, MAC pro, Collete e afins para explorar e enfiar tudo isso numa mala de cabine é coisa pra lá de impossível.

Ah, dica das boas: para quem viaja pela AirFrance e tem direito apenas a mala de cabide, não deixem para pagar pela mala extra no aeroporto. A taxa é de 30€ e eu paguei apenas 15€ pela mala, no site da AirFrance.

P.S: Estou a ponderar a compra do bilhete Paris Museum Pass mas como vamos apanhar o primeiro domingo de Novembro (museus gratuitos, incluindo Versailles) não sei se compensa a compra desse passe. Alguém que já o tenha comprado pode deixar aqui a opinião? O meu interesse é cortar o máximo de filas e tempos de espera possíveis [tenho ódio de perder horas e horas de viagem em filas e compro tudo online para fugir de aglomerações]. Anyone?

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11 outubro 2013

Acreditar [sempre]


Já aqui contei, assim muito por alto, que estou a trabalhar num negócio próprio com a minha mãe, certo? Há muito que ela tinha esse sonho, essa vontade, mas a situação económica do país fez com que os planos ficassem guardados numa gaveta [afinal, quem é louco de arriscar sair de um bom emprego para tentar algo incerto?], "um dia... quem sabe?", "quando der..." e lá fomos nós, sempre a adiar e adiar.

Se há pessoa neste mundo com garra e vontade de vencer, essa pessoa é a minha mãe. Uma mulher de armas, uma mulher que, se a ocasião não o permite... cria a ocasião certa e faz. Por isso há seis meses pediu demissão da clínica onde era diretora, deixando quatro anos de casa, rescisão, subsídios e tudo o mais... para encarar um sonho, para muitos uma loucura, "uma irresponsabilidade", logo ela, mãe de três filhos, aventurar-se desta maneira... A minha mãe tinha estabilidade, estava efectiva, tinha carro da empresa, montes de regalias e um ordenado de mais de três mil euros. Sob qualquer prisma, ela era uma maluca por arriscar-se a ficar com uma mão na frente e outra atrás.

Mas arriscou [arriscámos]. Quando o sonho nos consome, quando acreditamos que somos grandes, que podemos voar mais alto... todo o esforço vale a pena. Abrimos a nossa empresa em Junho deste ano. Larguei o meu trabalho e entrei neste projecto com alma, com garra, dei o litro. E, quatro meses depois, só posso agradecer a Deus por fazer a nossa estrelinha brilhar cada vez mais [sem Ele, nada disso seria possível].

Hoje recebemos uma carta de um dos bancos com que trabalhamos [do nosso terminal VISA] a dizer que ultrapassámos o valor estimado/vendido por mês e que fomos automaticamente inseridos noutro escalão. As funcionárias [temos 5 - sem contar comigo e com mamãe] ficam sem perceber como é possível. Como é possível venderem tanto? Riem-se feito parvas. Temos a agenda de Outubro completamente cheia e vagas, só para depois de 10 de Novembro. Os fornecedores ficam surpresos quando preferimos pagar as encomendas a pronto-pagamento e não com cheque para trinta dias [mas abriram há tão pouco tempo...] e dois ou três já vieram perguntar qual o nosso segredo.

A verdade é que não há um segredo. O único segredo, talvez, seja acreditar, acreditar muito. E dar o nosso melhor. Estou feliz, tão feliz... Não vos digo que é fácil, que não é. Há dias em que tenho vontade de cortar os pulsos, em que os fornecedores falham e nós, obviamente, falhamos com os clientes, em que temos uma carrada de euros para pagar de IVA e impostos [que desanimam o mais bravo dos guerreiros]. Mas faz parte e com jogo de cintura [esse, que não nos falta] tudo se resolve. Quero com esta história dizer-vos que não há impossíveis. Que quando a vontade [e a fé] são enormes, quando a força fala mais alto... tudo se compõe e o que antes era um sonho beeem distante, agora é uma realidade. A nossa realidade.

Sei que é difícil sonhar e acreditar quando tudo ao nosso redor diz que não, quando só ouvimos notícias de crise, cortes, desemprego... Mas quero dar-vos a conhecer o outro lado da moeda, que felizmente, existe: é possivel, sim, sonhar numa altura tão complicada. É possível arriscar. Abrir uma empresa. Ter lucro. Vencer. Não é fácil, mas é possível. ❤

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10 outubro 2013

ebay // comprinhas para a Canon #2

Como o prometido é devido, vim mostrar-vos o restante das coisas que encomendei no Ebay para a Canon e que entretanto já chegaram. Nenhum dos acessórios ultrapassou os 4€ [adoro as pechinchas do ebay] e fiquei mesmo satisfeita com as escolhas. Vamos espreitar?


 Comprei estas fitas para pôr a câmera ao pescoço [não é que desgostasse da original, que diz "Canon EOS" mas cá entre nós... essas são muito mais giras]. Já tinha visto algumas lojinhas com páginas de Facebook a vender estas fitas cá mas como sempre os preços eram um abuso (pra cima de 20€) e não estou para isso.

As duas fitas têm o desenho de uma câmera nas extremidades e relativamente ao material/tecido, gostei muito mais da fita às bolinhas. É tão, mas tão bem feita! É em veludo azul escuro, encorpado e super macia ao pescoço. A outra às riscas também é gira mas o tecido é áspero e os acabamentos não são tão bons [ok, considerando que paguei 1,90€, foi uma boa compra].

Este objecto de aparência estranha é o tal Difusor de Flash de que vos falei no outro post. Não dava nada por ele mas fiquei agradavelmente surpresa! É daquelas coisas que faz mesmo diferença quando somos "obrigadas" a tirar fotografias com luz artificial. A peça preta encaixa-se por cima do flash e quando a luz estoira, é espalhada em várias direcções, daí não aparecer aquele "flash" de luz tão intenso nas imagens. Experimentem e digam-me se não faz toda a diferença!


Aqui podem vê-lo encaixado no flash [sim, é certo que a câmera fica com uma aparência um bocado bizarra mas o que nós não fazemos para tirar boas fotografias, não é?]

De todos os acessórios que comprei para a Canon, esse foi aquele que me fez exclamar um sonoro: Ohhh! quando o testei. Um dos meus maiores problemas para tirar fotografias a mim própria é que... não tenho quem o faça. Aliás, tenho uma mini-ajudante de metro e meio mas a coitadinha só sabe tirar fotos desfocadas. E quando vou viajar, pior ainda. O M. detesta pedir a estranhos que nos tirem fotografias [diz que vão sair a correr com a máquina hahaha] e sempre que viajamos as nossas fotos juntos saem com o braço dele esticado e nunca conseguimos apanhar a paisagem à volta. Uma seca.

.
 Por isso, esse comando à distância com infravermelhos foi assim a salvação-da-pátria! Tem alcance para 10 metros e funciona na perfeição. Como foi muito barato [4€] eu jurava que não funcionaria bem mas a coisa é realmente um espanto. Meto a câmera apoiada em algum sítio, meto-me à frente dela, espeto com o comando apontado e carrego na bolinha central. A focagem automática é activada e o obturador dispara! Atrás do comando tem um botão que dá para programar o obturador para só disparar 2 segundos depois, ou então para ser disparo imediato. Escusado dizer que vamos tirar 2359 fotos juntinhos na nossa próxima trip... [já daqui a duas semanas, yey]

E ainda vem com a bolsinha para proteger e que tem dois encaixes atrás para prendermos o comando na fita que levamos ao pescoço. Bom, foi mesmo um divisor de águas na minha vida "fotográfica". Estou louca para tirar muitas e muitas fotos com o meu amor em Paris e desta feita... sem o braço dele a aparecer na fotografia ;)

Nos entretantos também comprei uma bateria extra para a Canon que de nada adianta ter mil e um acessórios e poupar na bateria, não concordam? Esta ainda não chegou mas pelo tempo [mais de vinte dias] deve estar mesmo mesmo a caminho da minha casa.

E vocês? Que tipo de coisas têm comprado no ebay? Contem-me tudo!


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Do tanto que eu te amo:

                                                                                            London Eye - Novembro 2012


♫ Amar alguém
É viajar pra terra onde ninguém vai
Amar alguém
É deixar fluir os sentimentos
Ser capaz de amar
Amar simplesmente ♫


P.S: À propósito da novela "Amor à vida" [viciadíssima, confesso-me], sempre que oiço esta música lembro da nossa história. E sempre que surge o casal "Patrícia&Michel", é impossível não relacionar connosco e pensar que um dia eu também fui como ela: avessa a compromissos, descrente em relacionamentos, com medo de sofrer... e olha bem naquilo em que me transformaste: numa apaixonada. Por ti.

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09 outubro 2013

Será que é muito mal desejar que a chuva dê o ar de sua graça?

É que estou mesmo desejosa de usar as minhas galochas novas [e tão fofinhas] que comprei na Lanidor do Freeport, no último fim-de-semana. Castanhas, clássicas e com aquele imitar de matelassê [à la malinha da Chanel] que é irresistível. E eu que nem sou pessoa de chuva [mas alguém é?] confesso-vos que desta vez... ah, desta vez eu queria só um diazinho para matar a vontade.


Galochas by Lanidor Outlet [de 39.99€ por 7.95€] e ainda havia em preto e azul-escuro ;) Gostei especialmente do pormenor de serem totalmente acolchoadas [normalmente possuem o interior em borracha e acabo por ficar com os pés frios], por isso fiquei fã desse modelo totalmente forrado e quentinho ;)

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Mas está tudo louco?!

Estou há uma semana à procura de um centro de explicações para a Vi [que não atina com os números e a matemática é tipo o apocalipse para ela] e não fazia idéia de que as coisas estavam tão complicadas assim... Ou eu ando muito desatualizada ou então os senhores das explicações estão todos malucos porque vejam:

- O primeiro centro de estudos para onde liguei cobrava 16€/hora para dar explicações. E eu frisei que a miúda precisaria de 4 horas de explicações por semana (2h na terça, 2h na quinta) e que preferia pagar mensalmente, se faziam algum pacote/desconto por ser em regime de continuidade. Que nada. 16€ por hora e já gozas. [meus amigos, nem na altura em que estava a tirar a licenciatura - e era uma naba nas estatísticas - paguei esse valor por explicações a nível universitário, não me lixem]

- O segundo sítio cobrava 11€/hora mas já fazia um pacote mensal [150€ por mês para 2x na semana] só que... cobrava uma taxa de inscrição de 85€ + 40€ de seguro de responsabilidade civil.... Oi?!

E eu não sei, juro que não sei o que fazer. Na minha época era tudo tão simples [e muito mais barato], não havia taxas disto, nem seguros, nem mariquice nenhuma. Pagava um valor fixo ao mês e já estava. Depois queixam-se que a crise isto, que a crise aquilo, que os pais estão a cortar nas actividades extras dos miúdos e mais não sei quê. Olha, com preços destes... o que é que querem?

Ai, que canseira. Agora vou tentar as explicações privadas porque já que é para arrancarem o couro a uma pessoa, ao menos que venham cá a casa dar aulas à miúda. E já agora, que me deixem o jantar pronto e a roupa passada porque por esse preço... não espero menos.

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08 outubro 2013

A minha vida nunca mais será a mesma... [post altamente fútil]

... agora que acabei de descobrir que existe uma base de acrílico para colocarmos dentro das malas Le Pliage, da Longchamp [sou apaixonada por elas], de forma a evitar que fiquem molengas e sem forma... As coisas que uma pessoa descobre, senhores!

Ganhei a minha mala no Natal do ano passado [para quem perguntou, o meu tamanho é o 3] e é das minhas malas preferidas de todos os tempos. É incrível como uma mala de lona e pele consegue ser tão versátil, leve, impermeável e moderna ao mesmo tempo! Já ando a pensar na próxima, assim numa cor fora do comum e desta vez, com alças curtas para experimentar.

Tudo isto para dizer que sempre detestei a aparência da mala quando está cheia de tralha [a.k.a todos os dias], porque o fundo fica sem forma, mole demais... Por isso fiquei super curiosa quando descobri a existência desse acessório que dá forma à mala e deixa o fundo encorpado.

Como só vi à venda no ebay americano [e por 12€ +15€ de portes - roubo!], decidi pedir a uma fábrica de acrílicos para me fazer o fundo transparente. Inacreditável como uma coisa tão simples consegue dar um jeitaço na mala! [e vale para tooodas as malas com fundo sem forma, tipo as da Louis Vuitton e afins]

A descoberta fez o meu dia! Quem também é fã das malas da Longchamp põe o dedo no ar!

A quem interessar possa, fiz a minha "base shaper" na loja Mundicril, no Entrecampos [fazem na hora e são mega baratos]. O meu acrílico é o cristal, a espessura é 0,5cm e custou 3€ e pouco. O serviço foi muito rápido, demoraram cerca de 10 minutos até cortarem a placa e limarem as laterais. Recomendo!
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07 outubro 2013

E dicas, pessoas?


Precisava de dicas e sugestões de Paris. Só lá estive uma vez, de passagem para outro país [só lá fiquei um dia] mas do pouco que vi fiquei mesmo encantada. Desta vez vamos apanhar um bocadinho de cada mês: vamos no final deste mês e regressamos no dia 5 de Novembro. Ainda por cima calhou apanharmos o primeiro domingo de Novembro, quando a maior parte dos museus são gratuitos [e eu, a louca-dos-museus, vou estar no paraíso]. Mal posso esperar para ver Paris com todas aquelas folhas de Outono pelo chão, ai ai...

E dicas, daquelas mesmo boas: desde restaurantes, feiras e mercados, exposições e claro, lojas imperdíveis? Agradecida :)

P.S: Estou a montar um roteiro para cinco dias [mais um dia livre para andarmos sem pressa e voltar aos melhores sítios] e surgiu uma dúvida: vale a pena visitar o Palácio de Versalhes? Duas amigas que já lá foram disseram que a parte gira é, basicamente, o aposento de Maria Antonieta e que ficaram 3 horas na fila para entrar, andaram feito mulas e que não compensou. Eu acho que deve ser uma visita fantástica mas a idéia de perder um dia inteirinho fora do centro de Paris é coisa para me desanimar. Por isso não sei: vale a pena a visita?

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06 outubro 2013

Ponto da situação:

Uma pessoa marca consulta na dentista. A dentista fica no Montijo [é só a profissional mais incrível que conheço e por ela vale a pena encarar a ponte Vasco da Gama]. O namorado da pessoa vai junto, que também quer fazer uma limpeza dentária. A pessoa pensa que se calhar até dá tempo de dar uma passadinha ao Freeport que é já ali ao lado. Namorado torce o nariz e diz que a pessoa vai se desgraçar. Pessoa faz ouvidos moucos e dá nisto:




Namorado, no auge do tédio, depois de já ter experimentado todos os bancos do Freeport enquanto eu percorria loja atrás de loja, soltou a bomba: desse jeito não vai te sobrar nem dez euros para gastares em Paris.

Oi?! Eu ouvi a palavra... Paris?! Portanto, senhores, comunicado oficial: a partir de agora serei a pessoa mais poupada à face da terra. Acabaram-se as compras no ebay, os cafés ao fim da tarde, cineminhas, jantares, compras de roupa... agora a ordem é: poupar ao máximo [que é para estourar tudo na semana em que estiver em Paris ahahaha]. Vocês batam-me se eu voltar a comprar um grampo que seja até o final deste mês, sim? Agradecida.

P.S: Para quem está a pensar comprar roupa/calçado, digo-vos: o Freeport é mesmo "o" sítio. Sim, a Lefties continua em obras [remodelação ou lá o que é], mas a Mango, a Lanidor, a Parfois [cheeeia de malas a 14€ e giras giras], a Modalfa para os básicos [a 2€] e a Calzedonia para os collants e meias compridas...são a perdição. Compra-se muito, com qualidade...e por preços fantásticos. Adoro!

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