29 outubro 2013

Irmã de peixe, peixinho é:


Ontem saí do trabalho a correr, busquei a Vi no colégio, passei em casa para levar algumas compras para a Claudinha fazer o jantar e, nesse meio tempo, a Vi foi mudar de roupa para eu a levar ao dentista (dizia que nem morta que aparecia no dentista com a farda do colégio - mereço?) e eu cheia de trabalho, que isto de ir de férias é muito bonito mas há que deixar tudo orientado na empresa. [e ainda precisava voltar ao trabalho para terminar de rever algumas coisas]

Enquanto bufava para ela se despachar e exclamava de cinco em cinco minutos: então, já estás pronta? eis que ela surge, qual diva mirim, já vestida e exclama: achas que estas botas condizem com o resto da roupa? Não sei se levo estas ou as pretas.

Ai, senhores. Temos artista. Eu ali, toda apressada e com mais mil coisas para tratar na empresa e a menina preocupada se as botas combinavam com a roupa. Esta nem precisa de DNA nem nada. É mesmo minha irmã, porra.

P.S: E agora deu para reparar em pormenores que mais ninguém se lembra, argumenta tudo e mais alguma coisa, tem opinião sobre tudo, com uma personalidade de mini-adulta que nunca vi. Ah, e já calça o 35 [se for pelo mesmo caminho que eu, daqui a nada já está a calçar o 40]. Glup. Acho que é isto a que chamam crescer. [e ai de mim se ousar chamá-la de "neném da irmã", que a miúda arma umas trombas daqui até a China].

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7 comentários

  1. Mas olha que a miúda veste-se mesmo bem, com a saia aos quadrados da moda e tudo... tão fofa!

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  2. Respostas
    1. Eu achava que rotular as crianças como "beta" e afins era coisa de putos do ciclo. Acho que isso releva muito da idade, seja ela mental ou real, do querido anónimo.

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