30 novembro 2013

E como correu a Black Friday, Anne?

Correu bem, sim senhor. Não consegui comprar nada do que queria na Zara Home porque o raio do site deve ter sofrido uma sobrecarga de visitas, sei lá, e não me aceitava o login nem me enviava uma nova password, uma coisa de loucos. Tentei fazer a encomenda cinco vezes, depois desisti que não tenho vida para isto. É pena, agora só compro quando chegarem os saldos [e é se os descontos forem bons. Zanguei]

Mas em compensação... Aproveitei a recente reunião que tivémos com o contabilista da empresa [onde fiquei a saber que, como somos da área da saúde&bem-estar, não estamos sujeitos a pagar IVA de produtos vindo do estrangeiro da família dos cosméticos e maquilhagem... oi?] e, aliado ao facto de ser Black Friday e as lojas onlines em Espanha estarem com portes gratuitos, lá me fiz à estrada e comprei alguns itens que me faziam mesmo falta: 3 pincéis Real Techniques + 3 paletes de sombras MUA [sim, finalmente encontrei a "Heaven and Earth", a dupe da famosa Naked] + 1 palete de sombras SLEEK + 4 batons MUA + primer de sombras NYX + 2 exemplares do meu batom preferido-de-todo-o-universo [vulgo Thalia, da Nyx]. Tudo isto senhores... por 45€. Viva o acordo intracomunitário entre empresas européias.


Uma das paletes é para oferecer à uma amiga de Natal [já começo a comprar as prendas porque detesto deixar tudo para a última da hora], o restante é mesmo para mim que há alguns meses que não invisto em maquilhagem e sentia falta de alguns produtos para compor o meu kit de essenciais.

A melhor surpresa ficou pelo batom Thalia da Nyx [sou apaixonada por essa cor, fica perfeita no meu tom de pele e não troco esse batom por nenhum outro, parece feito for me], uso esse batom há quase quatro anos mas infelizmente não é vendido cá e sempre o comprei online pela Cherry Culture. O problema é que esta loja online é sediada nos EUA e da última vez tive a encomenda não sei quanto tempo na alfândega à espera que eu lá fosse pagar a bonita taxa de importação. Doeu. Desde então não voltei a encomendar na Cherry e, juro-vos, estava a economizar ao máximo o meu último exemplar para que me durasse até conseguir encontrar o meu batom novamente. No ebay é caso perdido, que essa cor está tão inflacionada que com o valor que pedem dá para comprar quatro batons.

Por isso, quando o vi disponível em Espanha, nem hesitei: mandei vir logo três, que eu sou pessoa que, quando gosta de um produto, quer sempre ter em stock, não vá o coitado ser descontinuado e eu ficar na vontade. A encomenda chega no início da próxima semana, depois mostro-vos e digo se valeu a pena :)

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Das boas descobertas #5

Uma das travessas [?] que mamãe comprou na loja Casa vinha com um defeito e ontem pela manhã fui lá trocar por outra. Assim que olhei para a montra, vi um móvel lindo. Aproximei-me e quando li a etiqueta, julguei que estava errada: 13,99€. Oi?! Não pode ser, pensei.

Há uns dias tinha visto um móvel parecidíssimo na Zara Home por quase 100€, como este poderia custar 13,99€?! Como o móvel tinha uns copos e coisinhas por cima, julguei que o preço era de uma das peças que o enfeitavam e entrei na loja para confirmar. A vendedora, simpática, disse-me: "Não, não... esse é mesmo o preço do móvel, está com 50% de desconto." Não consegui conter um sorrisinho de satisfação e agarrei logo na caixa para o trazer comigo. Já era o último da loja [diz a senhora que voaram como pãezinhos quentes] mas parece que para a semana chegam mais. [a Zara Home tem também este modelo, mas todos são para cima de 80€]

E, modéstia à parte, achei o meu móvel muito mais giro que os vendidos na Zara. Tem um arzinho vintage que amo! As medidas são: 64cm x 50cm x 34cm.

Se gostam deste tipo de móvel de apoio/bandeja para decorar, para servirem chás e afins... corram até a loja Casa mais próxima porque é mesmo de aproveitar! Estou doida para montá-lo mas prometi a mim mesma que não. Só na casa nova. Aiii

P.S: E por falar em Zara Home, alguém conseguiu fazer encomendas online? Desde a meia-noite que tento, vezes e vezes sem conta... e nada. Dá-me sempre que o utilizador e a password são errados [o que é mentira, que eu uso uma senha para tudo e nunca a mudo]. Ainda tentei pedir uma nova pass mas aparece uma mensagem de erro. Alguém passou pelo mesmo?

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28 novembro 2013

New in // golden



Ando completamente apaixonada pelo dourado em alguns apontamentos, seja na decoração, seja nos acessórios pessoais. Não sei se será da época do Natal mas a verdade é que os meus olhos são imediatamente atraídos para tudo o que seja dourado...

1//Porquinho mealheiro: Estava em promoção no supermercado pela metade do preço e não resisti. Como tinha dinheiro no cartão Continente, foi uma maravilha: nem senti que comprei! [Continente // 5€]

2//Oil Miracle da Bonacure: Um óleo de nutrição para os cabelos, em spray. Não fica oleoso, não deixa o cabelo pesado e tem um cheirinho fantástico, para além de deixar o cabelo com um brilho divino. Descobri-o ainda no verão e tornou-se um dos meus melhores amigos. Já vou na segunda embalagem, esta chegou na semana passada e confirma-se: este óleo faz mesmo milagres! [La tienda da Peluqueria // 14€]

3//Jarro dourado: Prenda da mamãe na semana passada. Diz que achou a minha cara e como já era o último da loja, ficou mesmo convencida de que tinha que trazê-lo. E fez bem, que eu amei! [Zara Home // 19€]

4// Pen drive dourada 16GB: Isto de ter um HD externo é muito bonito, sim senhor, mas andar com aquele tijolo todos os dias na mala é coisa que me desagradava. E nem sequer utilizo tanto espaço de armazenamento no dia-a-dia [1 terabyte é muita fruta], daí que a solução foi comprar uma pen drive pequenina e gira, para andar sempre no porta-chaves. E claro, tinha que ser dourada. [Worten//12€]

5//Anéis dourados: Adoro acessórios diferentes e sou fã de anéis. Assim que vi estes, num pack de três anéis, soube que seriam meus. Dão logo um outro toque ao look e cada vez mais acredito que os acessórios fazem toda a diferença! [Primark // 5€]

6//Vela Flor de Laranjeira: Estava na minha wishlist de natal, já que sou fã do cheiro. Ganhei de uma amiga, já como prenda de natal, que ela vai embora para a Noruega e tivémos que "adiantar" as festividades e comemorações. Obrigada, Joaninha! [Zara Home // 15,99€]

7//Moldura Dourada: Como fã de fotografia que sou, é mais que óbvio que adoro seleccionar as melhores e espalhá-las pela casa toda. Esta moldura veio numa das recentes comprinhas que mamãe fez para o enxoval e apesar das linhas simples, adorei-a. É daquele estilo que fica sempre bem em qualquer decoração. [Ruas&Santos Decor - Algés]

8//Lápis da Torre Eiffel: Comprei em Paris e esqueci-me do coitado. Há dias encontrei-o caído por trás da cama e só então lembrei-me que o tinha comprado. Já está no escritório à espera que eu lhe dê uso :)

E vocês, também foram "atacadas" pelo espírito do natal e só enxergam o dourado e o vermelho à frente, como eu? 

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Começar bem o dia :)

Com uma garrafinha de água de coco ao pequeno-almoço. É sentir que, mesmo no frio lisboeta, ainda consigo sentir um bocadinho do calor do meu Rio. E isso aquece-me a alma [e o estômago].


O meu irmão encontrou essas garrafinhas no Supercor, dentro do El Corte Inglés. Cada garrafa de 250ml custa 1,55€ e foi das melhores descobertas deste ano! Já sabia que o Supercor vendia água de coco, mas custavam quase 4€, por isso, fiquei mesmo contente de saber que uma das minhas bebidas preferidas está disponível ao virar da esquina e por míseros 1,50€. Adoro! [obrigada, melhor irmão do mundo]

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27 novembro 2013

Deixem lá que ela é a mãe da noiva... #2

Recuso-me a escrever novamente sobre o tema, recuso-me. Qualquer dia não consigo mais entrar no meu próprio quarto, tamanha a parafernália que se instalou por lá nas últimas semanas. Começo a equacionar a hipótese de arrendar uma garagem/arrecadação só assim naquela de ter espaço para... dormir.

Ok, não posso recriminar mamãe por ter perdido a cabeça nesta loja. Eu própria fiquei com vontade de fazer uma razia naquelas prateleiras... [post em breve!]

 A Casa é outra loja onde facilmente perdemos a cabeça mas desta vez mamãe exagerou. Até uma caixa de costura [fofinha, é verdade] comprou-me e eu mal sei pregar um botão, ou seja, não lhe vou dar uso nenhum... 

 A minha loja de decoração preferida de todos os tempos, em Algés. Há com cada objecto lindo, lindo, a senhora que nos atende é um amor e eu volto lá vezes e vezes sem conta. Adoro. E pelos vistos estavam com promoções porque mamãe apareceu logo com 3 sacos de lá [e não, não são propriamente baratos].

Posto isto, vou só ali montar uma caixa de cartão e enfiar todo o enxoval lá para dentro, só assim naquela de optimizar o [pouco] espaço que me restou no quarto. E pensar que ainda tenho muuuitos meses até a boda... Prevejo um 2014 apinhadinho de tralha no quarto [e eu que estava cheia de planos para tornar-me minimalista, pois sim].

P.S: Ontem fui, pela primeira vez, à uma loja de vestidos de noiva. Estava na hora do almoço, vi um vestido lindo na montra e entrei para saber informações. "Ah, e tal, só atendemos com hora marcada". Oi?! Estavam as duas alminhas na conversa atrás do balcão, não se avistava um único cliente e as senhoras só atendiam com hora marcada. "mas eu só queria uma informação, não é para experimentar nem nada...", responderam-me um "pois, mas só mesmo com hora marcada". Acho bem, claro que sim, estamos numa altura ma-ra-vi-lho-sa para enxotar clientes dispostos a dar uma pequena fortuna por um mísero vestido. Continuem assim, minhas amigas, que vão por um bonito caminho. É daquelas lojas que tão cedo não me volta a ver a fronha, que eu gosto muito pouco de ser mal atendida.

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Uii que mal posso esperar pela sexta...


A Zara Home anda empenhada em destruir a minha carteira, só pode. Junto com a IKEA e com a CASA, é a minha loja de eleição no que toca à coisas fofinhas para o lar. Bandejas, velas, loiças, toalhas, molduras giras... é uma perdição. Não dá para resistir! Principalmente quando temos uma casa para decorar por isso, vemo-nos na sexta, sim?

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26 novembro 2013

new skin routine

Dizia no post anterior que sou muito preguiçosa no que toca à cuidar da pele, tonificar, hidratar, andar sempre com protector solar e afins... ui, isso não era para mim. Mas se é verdade que nunca tive acne na vida, nem pele oleosa, nem problemas em manter o bronze, por exemplo... também é verdade que sofro muito com melasmas, vulgarmente chamado de manchas.

Por isso comecei ontem um tratamento top contra manchas, o famoso Cosmelan da Mesoestetic e estou muito confiante. Para já está a correr muito bem e apesar de ontem ter ficado 10 horas com uma máscara castanha na cara [o que vale é que foi à noite], toda a gente já nota diferenças e estou maravilhada. Com um dia de tratamento já ver resultados, é mesmo ouro sobre o azul.

A parte chata é que o tratamento é muito abrasivo e tenho que mantê-lo por três meses [durante todo o inverno] e controlar a exposição solar, portanto, depois do peeling, só posso sair de casa com protector solar 50 e muuuito hidratante. O objectivo do peeling é provocar uma queimadura controlada no rosto para que a pele descame e nasça outra, mais nova e sem manchas, daí dizermos que os peelings são, também, rejuvenescedores [que o diga a Lili Caneças e companhia]. Para já, os produtos que estou a usar são:


1// Creme Embryolisse: Normalmente quando se faz o peeling Cosmelan só podemos utilizar os produtos da Mesoestetic [para não haver misturas de composição] mas hoje acordei com o rosto muito vermelho e liguei à dermato para saber se podia aplicar o embryolisse e ela deu-me autorização. Estou a aplicar de três em três horas.

2// Discos de algodão e cotonetes: Há alturas em que a pele repuxa mais num sítio e nestas alturas aplico o hidratante apenas nessa zona, com recurso ao cotonete. Dá logo um alívio imediato, não imaginam.

3// Hidra-vital factor K: É o hidratante que vem no kit do Cosmelan, para usarmos em casa após o peeling e é excelente! Super hidratação da pele em menos de nada, adoro-o e vai ser o meu fiel amigo nos próximos meses.

4//Bruma termal da Bioderma: Outro produto que alivia bastante a comichão e disfarça a descamação da pele [não vos disse? A pele descama e cai muito, sinto-me a fazer "a muda", tal e qual como as cobras] e que tenho usado umas vinte vezes por dia. O que vale é que trouxe 4 garrafinhas destas de Paris [3€] então vou usar e abusar muito!

5// Ultimate W da Mesoestetic: Um produto mais potente, que só utilizo em caso de SOS e se a pele me estiver a cair toda ou assim. Até agora ainda não foi preciso usar [e espero bem que não seja preciso].

6// Cosmelan 2: O produto de manutenção que devemos usar em casa após o peeling. Como fiz o peeling ontem, só hoje à noite é que vou experimentar esse produto. Veremos.

Já alguém conhece o Cosmelan? Depois de muito pesquisar, li coisas incríveis sobre ele e a minha dermatologista disse que este produto é o melhor para manchas de sol e hiperpigmentação, então... acabei por ser convencida. Se já tiverem experimentado este peeling, é favor partilharem tu-do nos comentários sim? Resultou? Doeu? Não me escondam nada ;)

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25 novembro 2013

Coisinhas que me fariam feliz neste natal:

Não sei se vocês também sofrem do mesmo problema que eu mas sempre que o natal começa a aproximar-se tenho que ouvir a frase do costume, vinda de amigos e familiares: "não sei o que te oferecer, tens tudo!" e apesar de responder sempre que não preciso de nada [é verdade, precisar não preciso], há sempre coisas que, mesmo que "tenhamos tudo", gostaríamos de receber.

A verdade é que sou uma pessoa fácil de agradar e adoro prendas originais. E como gosto de facilitar a vida às pessoas, cá vai um pequeno resumo de coisinhas que me fariam muito feliz neste natal, já daqui há um mês! [mãe, irmãos, noivo, sogra, amigas do peito e companhia: é favor imprimirem esta lista e andarem com ela para todo o lado, sim?]

1-Vela Diptyque "Figuier"// 45€: Um cheirinho fantástico que tive a oportunidade de comprovar em Paris e que adorava receber neste natal. É a cara do inverno, da lareira e das mantas... Demorei a assumir a minha paixão por estas velas, mas é impossível resistir. Quem experimenta uma vez, quer sempre mais e mais. Um vício!

2- Guarda-jóias em veludo vermelho// 15,95€: É uma edição especial de natal, com o revestimento vermelho [o normal é cinzento] e ficaria perfeito no meu toucador! As gavetinhas oferecem muuita arrumação para quem, como eu, tem sempre anéis, fios e pulseiras espalhados por todo o lado.

3- Meias festivas // 5,95€: Adoro meias e adoro receber meias fofinhas de presente. E sou apaixonada por meias com bonecos, folhos, rendinhas e cores, muitas cores, por isso esta é sempre uma boa aposta de presentes.

4- Cadeira para o quarto // 160€: Ando apaixonada por esta cadeira desde que a vi, há quase um ano, no youtube. Adoro o design de linhas simples, o facto de ser transparente [acho chiquérrimo], a aura clean que transmite... O preço é desanimador mas se não receber neste natal, sou menina para comprá-la num género de "presente de mim para mim".

5- Escova Mason Person "Bristle and Nylon" // 52€: Um objecto de luxo, concordo, mas já que é para sonhar, vamos sonhar alto. São consideradas as melhores escovas de cabelo do mundo e duram uma eternidade. Conferem um brilho incrível ao cabelo [já experimentei na casa de uma amiga e fiquei tipo "wow"]. Quem experimenta só tem elogios a fazer. E eu quero, quero meeesmo uma.

6- Clarisonic Mia 2 // 65€ 105€: [thanks, Nor!] Um aparelho de beleza que tem feito muito sucesso pelo mundo afora, o Clarisonic é um aparelho facial que utiliza ultrasons para uma limpeza de pele em profundidade. Potencializa a absorção de cremes e produtos faciais [uma pele limpa abre caminho para os cremes penetrarem], e com o uso contínuo, deixa a pele muito mais luminosa e limpa. Sei que sou uma preguiçosa no que toca à cuidados faciais [valeu-me a genética] mas estou decidida a investir mais nos cuidados do rosto em 2014. E nada como começar com um aparelho destes :) [Cá em Portugal é vendido com exclusividade na Sephora por 149€ - há em rosa e em branco]

7- Palette Naked 2 // 45€: Já ando de olho neste kit de sombras há algum tempo [e sim, já sei que lançaram a Naked 3 mas sinceramente, de todas as versões, a 2 é a minha preferida - cores neutras e sóbrias, a minha cara]. A verdade é que tenho muuita maquilhagem [especialmente sombras] que vou comprando ao longo do ano [nos saldos então, é ver-me com sombras até mais não] por isso penso sempre se vale a pena comprar esta palete de sombras, já que tenho tantas cores parecidas. Mas com tudo o que já ouvi sobre ela, a vontade aumenta sem parar e ficava mesmo contente se ela viesse cá parar debaixo da minha árvore!

8- Batom MAC "Steady Going"// 17,50€: Sou apaixonada pelos batons matte da MAC, acho que já vos disse. O Ruby Woo é o meu amor eterno, amo o acabamento desse batom e enlouqueci quando ouvi falar sobre a coleção retro matte da MAC, com algumas cores limitadas e outras permanentes. Obviamente que eu tinha que me encantar por uma das cores limitadas e que, como devem saber, esgotaram num piscar de olhos. Então, se alguma alminha quiser procurar por este batom no ebay ou assim, a menina agradece!

9- Luvas em camurça // 10€: Não gosto de luvas, é um facto. Nunca me lembro de comprar este acessório e, consequentemente, tenho sempre as mãozinhas geladas no inverno. Acho pouco prático, nunca consigo chamar o elevador ou enviar sms no telemóvel porque, já se sabe, ecrãs tácteis não combinam com luvas. E por isso, quando vi estas da Primark, adorei! São em camurça, com o pormenor do lacinho ali em cima e baratinhas.

10- Portátil Toshibba // 799€: Este é mesmo um caso de necessidade. Pre-ci-so ganhar vergonha na cara e procurar um novo portátil porque o meu já está com a saúde por um fio. Bateria viciada [só funciona ligado à corrente], uma entrada USB que não funciona, o teclado com duas teclas com problemas, enfim... só o uso em caso de necessidade [no dia-a-dia uso apenas o desktop] mas confesso que me faz falta um portátil para levar para onde me apetecer, sem a preocupação de verificar de antemão se o sítio tem fichas de electricidade porque o coitado não liga sem ser à corrente... enfim, uma canseira. E como estou numa vibe clean&white, gosto muito deste toshiba branquinho, funcional e levíssimo.

11- Vela aromática "Fleur d´Orange" // 15,99€: Um dos meus cheiros preferidos é o aroma de flor de laranjeira, é sabido. Adoro tudo o que tenha cheirinho à laranja e por isso, quando vi esta edição de outono da Zara Home, sabia que mais cedo ou mais tarde esta vela viria morar cá em casa. Adoro o pormenor da tampa dourada também [eu não sei vocês, mas eu reaproveito sempre os copos das velas para decoração...]

12- Vestido Peplum // 49,90€: Se há tendência que verdadeiramente me conquistou este ano, foi a do peplum. Adoro os folhos e, de acordo com o modelo, faz-nos uma cinturinha invejável e destaca o corpo tipo ampulheta. Gosto, gosto muito ;) Achei este vestido lindo e bastante diferente, acho que seremos bons amigos caso ele decida vir viver para o meu closet.

13- Bandeja dourada // 29,99€: Desde que comecei a comprar as coisas para a casa nova, o dourado tem dado as cartas na minha decoração. E como bandejas são muito úteis [para decorar, para servir, para arrumar], esta encaixa-se na perfeição no meu "mood" actual, por isso, venha ela!

E vocês, também costumam apontar as coisinhas que gostariam de ganhar no Natal? Ou preferem receber dinheiro para depois comprar tudo ao vosso gosto? Sou suspeita, detesto receber dinheiro de prenda, acho sempre muito impessoal e parece que a pessoa quis logo "despachar-nos" e não se deu ao trabalho de procurar uma prenda. Também não gosto de cheques-oferta de lojas. Gosto mesmo é de embrulhos giros, com lacinhos, com cartões, com bilhetes... adoro!

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24 novembro 2013

Das coisas que ele diz... #2

Há bocado fomos ao Dolce Vita Tejo trocar um blusão que ele e que ficou pequeno. Aproveitei para espreitar a Tiger, uma das lojas mais fofinhas de lá. Como é de praxe, corri os corredores todos à procura de coisinhas fofas e baratas para a nova casa. De repente vi uma mesinha de apoio linda, linda.

Era uma mesa pequenina, devia ter uns 50cm de altura, e tinha os pés em ferro e o tampo com desenhos em latão, de encaixe [esta]. 15€, uma bagatela. Olhei para ele e exclamei:

- Olha, amor, que linda.
- É gira mas é muito baixa, não achas?
- É um bocadinho baixa, mas vai ficar linda no corredor ou na varanda. Adoro o pormenor do tampo com desenhos e ainda por cima é tão baratinha... Levamos?
- Não sei... acho perigoso.
- Perigoso como?
- Perigoso para as crianças. O tampo é solto, não reparaste? Pode cair-lhes em cima.
.
.
.
- Mas que crianças?!
- As que vamos ter, oras.
- Ai, M., não me assustes. Vamos ter daqui há algum tempo... certo? [já falámos várias vezes sobre o assunto, o homem está com uma pressa do catano].
- Daqui a um ano? - e pisca-me o olho.

Não mereço, pois não? Uma pessoa mal fica noiva, ainda nem tem casa definida nem nada parecido e o raio do homem está sempre a falar de crianças, a olhar embevecido para putos nos carrinhos dos supermercados, a meter-se com bebés na rua... Deve ser da idade, quem já passou dos 30 costuma ter o relógio biológico a dar horas [ele fica furioso quando digo isto], mas eiii, eu acabei de fazer 26. Acalma lá os cavalinhos, sim?

P.S: Não se enganem: eu adoro crianças, quero muito ter filhos [pelo menos dois] mas não é já, não é este ano, nem no próximo. Ainda quero fazer muita coisa antes de poder dedicar-me à uma criança. Gente, eu nem sei fazer um arroz como deve ser, como posso pensar em ter um filho?! Gostava de esperar pelo menos mais uns três anitos. E os países que ainda não visitei? E o novo curso que quero tirar? E os restaurantes que ainda não conheço? E os 6 meses que quero passar noutro país a aprender um idioma novo? E a minha casa, que ainda não construí? Tanta coisa que ainda quero fazer antes de pensar em bebés...

P.S: Fiquei tão atordoada com a conversa que nem quis saber mais da mesa. Agora vou ter que voltar lá de propósito na próxima semana para a buscar. Raio do gajo, só me dá é chatices!

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Status:

... assistindo ao novo filme da Barbie com a minha princesinha deitada ao colo e montes de mantas sobre nós. Adoro, adoro o cheirinho dela, a bochecha macia, os olhos tão redondinhos, aquele ar infantil que ainda ostenta... Hoje só quero a companhia da minha bichinha, tão bom... Hoje estamos assim:


Sim, os gatinhos ilustram na perfeição o tanto que eu estou a beijar e a estrafegar esta miúda!

P.S: Ela saiu do hospital ontem à noite e apesar de não estar totalmente "curada", nada se compara a ter a minha tartaruguinha de volta à casa. A pediatra diz que ela está numa situação de "pré-diabetes" e que toda a confusão emocional dos últimos tempos [a perda do pai, há dois meses] contribuíram para alterar os níveis de glicémia. A verdade é que temos casos de diabetes na família e conhecemos de perto a doença mas estamos confiantes de que é possível reverter a situação. Baby steps.

Obrigada pelos comentários e mails, vocês são as melhores leitoras :)
 
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22 novembro 2013

Dos sustos:

Desde às 20h de ontem que estou aqui, no Hospital da Luz, com a Vi. Chegou do colégio mal disposta, não quis jantar, achei que podia estar a ficar constipada ou com alguma virose. Dali a pouco começa a vomitar. Pensei que podia ter comido algo no colégio que lhe tivesse feito mal. Vomitou uma, vomitou duas, na terceira agarrei nela e vim para o hospital. Mamãe veio de seguida, que estava no escritório.

Ontem fizeram alguns exames mas não foram conclusivos. Sabemos apenas que os níveis de glucose no sangue estão elevados. Dormimos as duas cá, eu e mamãe. Eu no sofá da ala de pediatria, sempre a acordar sobressaltada quando ouvia o barulho da porta do quarto dela abrir - tenho pânico de hospitais, já vos disse? Mamãe ficou lá dentro, no cadeirão do quarto.

A minha bichinha tem o braço cheio de picadelas, está a soro, tem a cara muito pálida e choraminga que lhe dói o estômago.. Estou a tentar levar a coisa na brincadeira, do tipo: ah, ela é criança, deve ser qualquer coisinha que comeu, daqui a nada está boa. 

Mas por dentro... só eu sei. Odeio os olhares que os médicos trocam entre si, odeio o climinha de suspense, odeio a espera por resultados, odeio não saber o que se passa.

P.S: O que vale é que a miúda está a adorar o quarto, cheio de bonecada e com vários canais infantis noutros idiomas (ela adora espanhol, neste momento está aqui a ver a Disney na versão espanhola e a rir como uma maluquinha). Ao menos isso.

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21 novembro 2013

Deixem lá que ela é a mãe da noiva...

Mal entrei em casa vi logo o saco pendurado à porta do meu quarto. Não acreditei. Andava há uns tempos a namorar as velas da Jo Malone, marca inglesa top no que toca à aromas e perfumes, mas sequer sabia que eram vendidas cá. Tinha visto algumas pelo ebay mas quer dizer, 50€ por uma vela é coisa que me ultrapassa, por mais cheirosas e icónicas que sejam.

Mas mamãe, ah... mamãe diz que "só se está verdadeiramente noiva uma vez na vida" e não quer, de maneira alguma, que eu fique "com vontade de comprar alguma coisa". Anda maluca, minha gente, maluca de uma forma que há muito tempo eu não via. Toda ela é sorrisos, toda ela é suspiros, ele é sites de decoração, sites de quintas, revistas vestidos de noiva xpto... cenas assim do outro mundo. Só lhe falta um pin ao peito a dizer: "mãe da noiva". Já até brinquei e disse que ela parece mais feliz que eu. Riu-se. Ou isso ou então dou um trabalhão do caraças e ela já estava doida para me ver pelas costas (é capaz de ser mais isso).

Mas voltando à vela, hoje acendi-a pela primeira vez (sim, era suposto esperar pela casa nova, mas o aroma é tão delicinha que tive que acender só um bocadinho para experimentar). E a verdade, senhores, é que caí de amores pela vela (cheira tããão bem) que até já pondero a hipótese de (glup) assim, na loucura, passar pelo corner da Jo Malone no El Corte Inglés e descobrir os outros aromas. É viciante...


 Recebi ainda a amostra em spray do perfume com o mesmo aroma da vela. Delicioso.

 A embalagem é um luxo: desde os laços em tecido, até o papel de seda e a própria caixa.

 Pomegranate Noir, a escolha dela. (disse que não sabia bem que cheiro escolher e a vendedora sugeriu este, que é o top de vendas da marca - facilmente percebe-se o porquê)

Esta é a versão de 200g da vela e custa 53€. Há ainda a versão de 600g que custa à volta dos 125€. Sim, é preciso gostar muuuuito de velas.

Se as velas são assim, nem quero imaginar a delícia que não devem ser os perfumes da marca... Na próxima visita ao El Corte Ingles vou lá espreitar, assim como quem não quer [não quer mesmo] a coisa. Medo. Oh Senhor, ou me fazes ganhar no euromilhões ou tira-me o bom gosto, sim?

E vocês, já conheciam a marca? E os perfumes, valem mesmo a pena? Contem-me tudo! 

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19 novembro 2013

Insólito:

Tive que sair do escritório a meio da tarde para ir à dermatologista e para poupar tempo (estacionamento, parquímetro...) decidi ir de táxi, era uma distância pequena e compensava. Assim que entro no táxi, o telefone toca. Era a minha avó, cheia de novidades e eu ali, a conversar com ela em carioquês. Mal desligo o telemóvel, o taxista puxa conversa:

- Não tinha reparado que a menina era brasileira... é de onde no Brasil? (mereço?!)
- Sou do Rio de Janeiro
- Ah, a cidade maravilhosa... mas já deve viver cá há muitos anos porque não se nota quase sotaque nenhum.
- Pois, já vivo há alguns anos.
- Eu não sei o que vocês comem lá no Brasil que as mulheres são todas giras e morenaças, deve ser da comida de lá...
- Se calhar... (doida para o homem se calar)
- Sabes (?), tenho um amigo que foi de férias para o Brasil e dois meses depois, voltou casado com uma brasileira, vê lá! Aquilo foi uma coisa explosiva, apaixonaram-se e em um mês estavam casados. Há qualquer coisa em vocês que põe os homens malucos. (a sério, porque será que eu só atraio gente maluquinha e que mete conversa comigo como se eu fosse uma amiga de infância? não é normal...)
- Pois, não sei...

(e o homem lá continuou a falar, a falar e eu sempre a responder em monossílabos que era para ver se a coisa ficava por ali. Nunca gostei tanto de chegar à minha dermato, xiça!)

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Dois lados de uma mesma moeda


Uma parte de mim [a parte sonhadora] quer acreditar na mudança, no arrependimento, na evolução. Quer perdoar, quer procurar por ele, dizer que tem saudades, que por mais afastados que estejamos, sempre seremos importantes um para o outro, é inevitável.

A outra parte [a realista] é desconfiada, já viu esse filme demasiadas vezes, vezes sem conta. Já sofreu, já desistiu, já voltou a insistir só para chegar ao mesmo ponto: o ponto em que nada muda. Essa parte, a realista, diz que não vale a pena ter esperanças, que vai ser pura perda de tempo, que o melhor é deixar para lá.

Mas a parte sonhadora, como sempre, quer acreditar. Diz que já é hora de pôr um fim nesse afastamento, que o que passou, passou... não vale a pena olhar para trás. Essa parte, a sonhadora, diz que o tempo é tão curto, que devemos voltar atrás, insistir, acreditar de novo. Dar uma nova chance.

E eu simplesmente não sei em que parte acreditar. Metade de mim diz que sim, a outra diz que não. Bolas...

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It's Christmas time! ❅

 Em modo Natal: t-shirt de renas + meias com laços tartan + vela aromática de fim-de-ano.


1// T-shirt de rena da Primark [3€] - havia com o Pai Natal e com flocos de neve mas eu amo renas :)
2// Pack com 5 pares de meias, também da Primark [3,50€] - o lacinho em xadrez conquistou-me logo.
3// Vela de 10º aniversário da Zara Home [12,90€] aroma black vanilla - prenda da mana [thanks, Vi]

Eu sou suspeita para falar sobre esta quadra: eu AMO o natal. Adoro tudo o que a data representa, os valores como a união, o amor, a fé em Cristo, a família, os verdadeiros sentimentos... O natal para mim é a melhor época do ano! A cidade toda iluminada, estrelas, renas, neve por todo o lado, as crianças com aquele brilho especial nos olhos, os adultos mais esperançosos... é como se todos os nossos problemas pudessem ser resolvidos no natal, é uma época de renovação, de magia. E de esperança.

Apesar de conhecer uma ou outra pessoa que detesta o natal, acho que é impossível ficarmos indiferentes à esta data. E vocês, também são fãs do Natal?

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15 novembro 2013

"Ai que não encontro trabalho, ai que o país está uma miséria!"

Mas depois, meus amigos, depois é ver esta gente que tanto refila da crise, da falta de oportunidade, do desemprego, do raio que o parta... a fazer figuras tão tristes que facilmente se percebe o porquê de estarem em casa, com o rabo no sofá.  "Ai, Anne, és tão má, dizes isso porque tens emprego, não sabes o difícil que é estar sem trabalho há tanto tempo... " Pois é, realmente não sei, mas digo-vos: nunca na minha vida tinha a lata que esta gente tem paraa enviar currículos destes. A sério, hoje quando vi estas pérolas, só pensava: "nããão, isto não pode ser a sério. É a brincar, não é? Digam que sim".
Duvidam? Ora espreitem:

Isto é real, meus amigos. Há mesmo gente que manda currículos destes, com uma mega fotografia a ocupar toda a primeira página, no género "se calhar tenho a sorte do entrevistador ser um gajo e fico efectiva". Fiquei sem palavras quando abri este currículo. Aliás, é tanta esquisitice que me vêm parar à caixa de entrada que eu já nem me dou ao trabalho de fazer download dos currículos, como podem ver pela imagem, faço apenas "visualizar online" e dali vai direto para o caixote do lixo, que esta empresa não é o Bataclan nem a Casa da Luz Vermelha para eu andar a contratar gajas com as mamas ao léu.


Nem de propósito, uns vinte minutos depois do susto que foi o currículo anterior, lá vou eu, confiante, ler a carta de apresentação de outra candidata. E ia caindo da cadeira. No início da carta a senhora diz que precisa muito de trabalhar, que está desempregada há quase dois anos, que tem um filho pequeno para sustentar, blá blá blá. Mais abaixo, vem o descalabro. "sim, mas só posso trabalhar uma semana das 15h-20h e na semana seguinte só das 9h-12h" Oi? Sequer foi contratada e já está a dar as cartas, que isto agora é assim, as funcionárias é que escolhem as horas em que a empresa vai estar aberta. Apeteceu-me responder: "sim, minha flor, vamos abrir a empresa só nas horas em que a querida pode trabalhar. Numa semana estamos a funcionar de tarde, noutra semana de manhã, para acompanhar o seu ritmo, o que me diz?" [provavelmente esta rapariga tem outro emprego com horários rotativos e quer conciliar ambos mas, caraças, eu fui explícita no anúncio: full time. 8 horas por dia. das 9h às 18h. Enfim...]

A sério, por mais que uma pessoa tente, não dá. Depois a senhora continua, a falar de faltas com aviso prévio, situações de doença e coisas que não lembram a ninguém. Mas quem é que, querendo ser contratado, vai logo falar em faltas para assuntos pessoais e afins? Não percebo.

Juro-vos que, pelo bem da minha sanidade mental, já não recruto ninguém. Vou passar a bola à outra colega porque, está visto, não tenho estofo para lidar com gente assim. E eu gosto de acompanhar tudo ao pormenor e saber que tipo de pessoas estamos a pôr cá dentro, faço questão de conhecer os candidatos e dar a minha opinião sobre eles mas, decididamente, este não é trabalhinho para mim.

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Certezinhas sobre a boda:

- Não quero um vestido de noiva cai-cai [tenho pa-vor deste tipo de vestido], por isso, é certinho e direitinho que vou escolher algo fora do comum [sim, toda a gente casa de cai-cai, seja inverno ou verão - não se percebe]

- Gostava de uma cerimónia íntima, apenas com as pessoas que realmente me dizem muito [odeio convidar gente só para "parecer bem"] mas excelentíssima mamãe já tem planos muito bem definidos e está tão empolgada com o acontecimento que até tenho pena de ser desmancha-prazeres e dizer-lhe que não quero 300 convidados, 3 vestidos, fogos de artifício e outras parafernálias. Comentei com o M. que ela estava a tratar dos detalhes e a fazer as listas todas e ele exclamou: ui, se quando tu fizeste 15 anos a tua mãe organizou aquela festinha, nem quero ver o que ela estará a planear para o teu casamento... [me-do]

- Dê por onde der, o casamento será no Rio [e a festa, idem]. Não caso em Lisboa porque, vejamos: não tenho cá a avó, não tenho o meu pai [que, contrariando todos os pressupostos, quero-o comigo no meu dia], não tenho tias, nem nenhum dos 32 primos, nem madrinha, nem nada... assim de repente, só tenho cá mamãe, o Pê e a Vi =/ E isso é triste.

- Quanto à casa, ele quer que seja na linha de Cascais, eu gostava que fosse mais próximo de Lisboa. Ele não abre mão da praia [e olha que a carioca sou eu, enfim...] e eu detesto imaginar que vou me enfiar na marginal todos os dias para ir para o trabalho. Ainda não chegamos a um consenso. Enquanto as coisas começam a tomar forma na nossa mente, algumas certezas surgem: queremos um T2 [e o meu closet, hã? vai à vida? nãããã], com arrecadação para destralhar a casa e uma cozinha moderna, já com as máquinas todas.

- Quero uma casa com lareira. E isso é inegociável, amo lareiras [e das boas, que eu cá não gosto de lareiras eléctricas, coisinha mais sem graça].

- Ele quer já comprar casa, eu preferia esperar e arrendar [ou, arrendar com compromisso de compra] para ver como as coisas estão daqui a uns dois anos. E se o país ainda piora mais? E se fico desempregada? Por norma não sou nada pessimista mas neste tipo de decisões gosto de pensar muito bem. [e tenho pa-vor de dívidas, uiii]

Todo o resto é uma incógnita. Mas deixa lá, ainda temos onze meses. [que passam num instante, eu seeei]

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14 novembro 2013

Report:

O dia hoje foi um caos, com entrevistas de recrutamento que não deram em nada [ainda estou para perceber se esta gente realmente precisa trabalhar...], um aparelho avariado e o carro na oficina. Caos absoluto. O relógio marca 21:50 e ainda cá estou, a sobrevivente num escritório já todo apagado, só à espera de terminar um ficheiro e rumar para casa.

Entretanto o namorado foi lá para casa [coitado, deve estar tão arrependido...] e há pouco enviou-me um sms a dizer que a pia da cozinha estava entupida e que ele estava a abrir tubagens, mexer em canos e já estava a tratar de tudo.

Ai, gente, desculpa, mas não há nada mais sexy nessa vida. [nem imaginam a imagem mental que eu estou aqui a criar do homem]. Sinto-me pronta para chegar em casa já chutando a porta e com uma rosa vermelha na boca. Sim, eu adoro homens que comportam-se como homens... Digam-me que não sou a única, please.

~ delete ~

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Roteiro de Paris... check!

Vocês pediram, pediram... e finalmente saiu o roteiro de cinco dias "Paris para malucos" [porquê Paris para malucos? Leiam o roteiro e vão perceber]. Se repararem, ali na barrinha do blog já têm algumas viagens, em breve espero poder disponibilizar os restantes roteiros [ainda faltam alguns destinos mas já não tinha espaço para mais - 2014 vai começar com um novo layout para caber tudo e mais alguma coisa]. Prometo que o próximo roteiro será o de Londres, o mais pedido depois de Paris ;)

Podem ler toda a aventura parisiense aqui.
Au revoir :)


Sou uma naba a fazer vídeos, é um facto, mas não resisti a gravar os melhores momentos da viagem. No vídeo, podem ver a Pont Neuf, a missa de domingo na Catedral de Notre-Dame, a subida às torres de Notre Dame, o passeio de bateaux mouche no rio Sena e por fim, a Torre Eiffel toda iluminada e a piscar, à noite [o meu momento-êxtase!]

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13 novembro 2013

Saldo de ontem à noite:


Contrariando todos os pressupostos, o filme foi muito bom! Eu, que não sou nada fã de filmes do género, dei por mim agarrada à cadeira e completamente envolvida. Adorei. Depois do filme é que foi a loucura, comigo a passar em frente à Zara Home e apaixonar-me por um jarro da montra. Um jarro! [estou tão doméstica que nem me reconheço].

Lá tive que entrar e uma vez lá dentro, foi o disparate. Estavam com promoções de 20% nalguns artigos e eu já só pensava que tenho uma casa in-tei-ri-nha para decorar e vá de agarrar em coisas. O M. ainda é pior que eu, agarrava em loiças e dizia: "olha, amor, isto não é a tua cara?". Grande ajuda, obrigadinha. Saímos de lá com loiças, jarros, velas, enfeites... Lindo serviço.

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12 novembro 2013

Há bocado ligou-me para dizer que vamos hoje ao cinema...

Entusiasmada, perguntei-lhe as coisas do costume: "qual o filme?" seguida de "em que shopping vamos?". O filme, bom, o filme é daqueles feitos para gajos, que mete tiros, prisões, provavelmente gajas boazonas e tem como protagonistas... o Arnold Schwarzenegger e o Silvester Stallone. Está tudo dito, não está?


A única compensação é que o shopping é o Vasco da Gama e assim como assim, sempre posso dar uma vista de olhos nas novidades antes de entrar para a sessão-martírio. Sim, é verdade que ele assiste aos meus filmes romantico-melosos no cinema sem piar... mas caramba, tinha mesmo que escolher um filme com o Schwarzenegger e o Stallone?

Ah, espera, diz que o 50cent também está no elenco do filme. [so-cor-ro!]
Mal posso esperar pela noite!

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Simplicidade rima com... felicidade.


São as melhores, as coisas simples da vida. Apanhei-me a olhar para esta foto, da casa da minha avó, onde passei a maior parte da minha infância e onde fico sempre quando vou de férias no Rio. Se há um sítio no mundo que eu considero "a minha casa", é ali, entre aquelas telhas pintadas de vermelho, com um jardim enorme, redes espalhadas por todos os cantos [e o que eu amo dormir numa rede], paredes pintadas em cores alegres, que a minha velhinha gosta é de vivacidade...

Nesta casa não há luxos para ninguém: não há internet wireless, não há empregadas para limpar, não há mordomias mas caramba, ali eu sou mesmo feliz! A felicidade está em cada detalhe: nos móveis simples e ultra confortáveis, na mesa sempre posta com um bolo ou biscoitos, no cheirinho a lavanda, tão a cara da minha avó. E o pão com ovo? Ai, pessoas, a minha avó faz o melhor pão com ovo deste mundo e eu adoro sentar-me nos degraus da varanda, com os dedos todos lambuzados, enquanto fecho os olhos e saboreio o gostinho do pão acabado de fazer.

É incrível como, mesmo cercada de tantas coisas boas e de toda a modernidade, eu continuo a sentir saudade de coisas tão simples e inesquecíveis... Lembro-me sempre de um cantor brasileiro que disse uma frase que é a minha cara: "Eu posso usar Versace, passar férias em Paris mas eu sou mesmo é caipira." 

É, essa sou eu.
(hoje acordei com uma saudade enoooorme. *suspiros*)

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11 novembro 2013

Uma pessoa anuncia que vai casar para o ano...

e a família enlouquece. Ora vejam:

A minha avó anda aos saltos, ainda sem saber bem por onde começar (?). Ontem liguei-lhe e perguntou a cor que estava pensar fazer a cozinha (e eu lá pensei nisso ainda?) porque quer começar a encomendar os tapetes, panos de cozinha bordados, toalhas de linho e mais n detalhes. (me-do!)

A mãe do M. está a organizar uma verdadeira excursão à garagem para trazer bandejas de prata, loiça que trouxeram de Madrid [já vos disse que eles são espanhóis?], faqueiros e montes de parafernália... [se ela soubesse o quanto eu gosto de coisas simples e pratinhos brancos do IKEA, acho que não se dava ao trabalho].

Mamãe, ai mamãe... Anda louca, louca, louca [sim, tipo a Shakira]. Enche-me de perguntas e eu só reviro os olhos: "e a igreja? precisamos ver a igreja, não vá a data que vocês querem já estar escolhida.", "e o apartamento, nesta altura será melhor comprar ou arrendar?" e "fazemos o casamento cá e a festa no Rio? Ou o contrário? Sim, que a tua avó vai ter um ataque se casares sem a presença dela."

Aiiii senhores, estou a enlouquecer. A frase que repito mil vezes por dia é: "não sei, ainda não pensei nisso". Não seeeeeei. Deslarguem-me. Socorro! Isto é normal, pessoas? Vocês, que já casaram, também passaram por essa fase de "sufoco"? Acho que vai me dar uma coisa má.

P.S: Enquanto escrevo este post, oiço mamãe ao telefone na sala, combinando uma viagem qualquer à Madeira e entre frases cortadas, podia jurar que ouvi-a dizer qualquer coisa sobre "jogos de cama e toalhas bordadas com monograma custam 1/3 do valor cobrado em Lisboa."
Monogramas, pessoas... Eu mereço?

P.S2: A futura-sogra ligou-me ontem à tarde para perguntar se podemos almoçar juntas amanhã no El Corte Inglés [espanhola que se preze adora o El Corte Inglés], que quer dar um olhinho às coisas do enxoval e saber ao certo como funciona a lista de casamento. Ai, mãe.

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10 novembro 2013

Roteiro // Paris


Começo este roteiro a dizer que ele é uma espécie de guia "Paris para malucos" ou para corajosos porque montei uma programação bem intensiva para os meus cinco dias [queria ver tanta coisa...] e sei que nem toda a gente é capaz de andar tanto, subir tantas escadas, mudar tantas vezes de linha de metro... Foi cansativo mas adorei cada segundo e viagens para mim, não sendo no verão [que eu quero mais é praia e água fresca], eu ando muito, conheço e exploro toda a região e visito o máximo de coisas que conseguir. Assim sendo... vamos à isso?








Como diria Audrey Hepburn: "Paris is always a good idea!" ;)
Au revoir!

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Informações úteis // Paris


Quando ir: Esta foi a minha segunda viagem à Paris e se na primeira viagem fui em Maio, desta vez fui em Novembro, ou seja, apanhei climas completamente diferentes. Sou suspeita para dizer, porque sou fã do Outono, mas acredito que as melhores estações para visitar Paris sejam a Primavera e o Outono [no verão há demasiados turistas e no inverno, bom, no inverno o frio é tenebroso - fica ao vosso critério].

Onde ficar: Sempre que viajo dou preferência por hotéis baratos [poupo sempre no hotel, afinal, só lá apareço ao final do dia para dormir - acho um desperdício de dinheiro] e que sejam próximos de estações de metro, a forma mais fácil de locomoção nas capitais europeias. Desta vez o hotel escolhido foi um apartamento, com cozinha e todas as comodidades, nos arredores de Paris. [vou fazer um post só sobre o hotel - aguardem]. Se estão com dinheiro de sobra, optem por um hotel mais central, zona 1 ou 2 do metro.

Onde comer: Comer em Paris é caro. Pudera, é a cidade mais visitada do mundo! Tendo isto em mente e como estávamos hospedados num apartamento, tomávamos duas refeições no apartamento [pequeno-almoço e jantar] e apenas almoçávamos na rua. Mesmo assim, só para terem uma idéia, cheguei a pagar 4,20€ por uma lata de coca-cola [e 18€ por dois cachorros-quentes e um ice tea - sim, foi mesmo a doer]. Recomendo vivamente andarem com baguettes [que podem comprar nos supermercados] e garrafinhas de sumo na mochila e só optarem por restaurantes quando a fome realmente apertar.

 No bar da Tour de Montparnasse, os preços também era abusivos. Fiquei-me pela coca-cola...

Aeroportos: O vôo Lisboa-Paris foi operado pela Aigle Azur [foi a minha primeira vez nesta companhia e apesar das cadeiras apertadas, gostei muito] com destino ao aeroporto de Orly. Assim que chegámos, ainda no aeroporto, compramos o passe de metro para cinco dias [Paris Visite] e o passe de dois dias para os museus [Paris Museum Pass]. Como o passe de metro dava para tudo [autocarro, comboios, funicular, comboio], incluindo o Orlyval, o metro do aeroporto, optamos por ir para o hotel de metro. Apanhamos o Orlyval na estação Orly Sud e fomos até Antony, onde havia metropolitano e pudemos trocar de linha para a linha de metro do nosso hotel (linha nº 5 - cor de laranja).


Já o vôo Paris-Lisboa foi da Air France [gosto, gosto muito] e saiu do aeroporto Charles de Gaulle. Mais uma vez, optamos por ir de metro até a estação da Gare du Nord e de lá apanhamos o comboio (RER) com destino ao terminal 2 do Charles de Gaulle. Atenção: o comboio teve duas perturbações durante a viagem e estivemos quase 30 minutos à espera numa estação, o que fez com que quase perdêssemos o vôo, por isso recomendo que contem com uma margem de tempo até o aeroporto, para o caso de algum imprevisto.

 Orlyval, o metro do aeroporto de Orly.

Calçado: Esta dica vai especialmente para as meninas que gostam de andar de saltos. Esqueçam. Em Paris anda-se muito a pé e fazemos vários quilômetros por dia, por isso não arrisquem: escolham os vossos sapatos mais confortáveis, sejam tênis ou botas [sem salto, of course] e não duvidem do que vos digo: ao fim do dia, os nossos pés estão uma lástima [e eu andei sempre com botas rasas...]

Mal aterramos no aeroporto de Orly, fomos ao corner de turismo e compramos os bilhetes de metro [passe ilimitado para 5 dias, todas as zonas - incluindo os aeroportos] e também o passe dos museus [juro-vos, foi o dinheiro mais bem gasto da viagem - acho que poupei umas 20 horas de fila interminável para entrar nas atracções, tudo em Paris tem fila]

Segurança: Posso dizer que conheço já algumas capitais européias e senti-me sempre segura em todas elas... menos em Paris. Não vou dizer que a cidade é perigosa, não chega a tanto. Mas não tem nada a ver com Lisboa, por exemplo. Fui abordada n vezes, sempre por franceses ou africanos, que tentavam aplicar os mais diversos golpes ou vendas agressivas [falarei sobre isso noutro post] por isso, evitar andar sozinha [principalmente à noite], não demonstrar estar com dinheiro/objectos de valor [iphone, câmeras...] e sempre, sempre que for abordada por algum espertinho, dizer em tom firme [e se possível, alto]: "Non, merci!" são dicas preciosas para ir e voltar de Paris em segurança. Não, não estou a exagerar.

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Paris // o apartamento

Esta viagem a Paris foi uma surpresa do M., logo, não pude opinar sobre o hotel/vôos e afins, que ele tratou de tudo e, felizmente, soube escolher um hotel que adorei. Na verdade, era um apart-hotel, ou seja, uma espécie de mini-apartamento onde tínhamos liberdade para cozinhar, coisa que num quarto é impossível.

O hotel chama-se AppartCity Bobigny e fica no número 19 Rue Honoré d'Estienne d'Orves, em Bobigny, arredores de Paris. A estação de metro mais próxima é a Bobigny Pablo-Picasso e apesar da zona envolvente não ser muito turística [este bairro é caracterizado por indianos, árabes e africanos], senti-me sempre segura e mesmo quando cheguei ao hotel as 22h, nunca tive problemas [ao contrário do que acontecia nos pontos turísticos em Paris - e durante o dia].

Ficamos no hotel por 5 noites e só tenho coisas boas a apontar. Este hotel foi construído no início deste ano, logo, era completamente limpo, novo e cheirava a tinta nalgumas divisões. Moderno, com acomodações amplas e bastante perto dos transportes, foi a escolha perfeita tendo em conta o preço/benefício. Por 5 noites, pagamos apenas 150€ pelo apartamento [valor de uma diária num bom hotel no centro de Paris]. Valeu a pena e em Fevereiro, quando retornar a Paris [para o aniversário da Vi, que será na EuroDisney], tornarei a voltar a este hotel.








A cozinha estava equipada com: placa, exaustor, mini frigorífico, microondas e uma máquina de lavar loiça por baixo da pia [dentro do armário].

 Todos os acessórios vinham nos armários: talheres, pratos, jarras... bastou-nos umas compras no supermercado et voilà, comidinha sempre em casa.



 Já no último dia, de saída...


Valeu bem a pena! Como pontos negativos, destaco: o facto de só ter net wireless no lobby do hotel, nos quartos apenas através de cabo [como não levei portátil, tive de me safar com o Ipad]. Como eu sou mega esquistinha com limpezas e não sou capaz de dormir em sítios sem condições, este apartamento foi um bálsamo: limpo, organizado e novo. Ah, e barato.

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Paris // dia 1

Saímos de Lisboa às 10h e aterrámos em Paris às 13h [1 hora a mais de fuso horário]. Como estávamos com as malas, seguimos logo para o hotel para descarregar a bagagem e depois... sair para explorar a cidade!

O nosso hotel ficava na última estação da linha laranja [estação Bobigny Pablo-Picasso] e do centro até lá demoramos cerca de 35 minutos de metro, o que achei bastante rápido. Chegámos ao hotel, fomos até a recepção fazer o check in e... não encontravam as nossas reservas. Pânico. O senhor, simpático, disse que não havia problemas e que deveria ser um erro informático e eu voltei a respirar.

Estivémos uns vinte minutos no lobby do hotel à espera que o homenzinho confirmasse a reserva quando vejo-o a falar com outro senhor, que parecia o chefe, e este abanava a cabeça em negação. Uii, mal sinal. Veio o senhor ter connosco e explicou-nos que a reserva tinha sido cancelada. Como assim, cancelada? Comecei a ver a vida a andar para trás, já estava stressada do vôo [eu odeio voar], cheia de malas, sem almoçar [já eram 15h e tal] e ainda por cima sem apartamento. Chorei. O M., nervoso, mostrava os comprovativos de pagamento ao senhor mas o homem estava irredutível. Até que, ah esperem, afinal a reserva foi feita mas enganaram-se no nome, puseram a reserva no segundo nome do M., daí ninguém ter encontrado. [eu mereço!]. Muitos pedidos de desculpa, eu já com uma dor de cabeça daqui até a lua e fomos finalmente conhecer o apartamento, que era óptimo [post em breve].

Com todo o stress do check in, mais o nervosismo de ter voado de manhã, bom, a minha vontade era deitar-me na cama e só conhecer Paris no dia seguinte mas o homem arrastou-me. E lá fomos nós, em direção à Montmartre!

1// Basílica do Sacré-coeur: Apanhamos o metro e saímos na estação Anvers em direcção ao funicular [espécie de eléctrico] que nos levaria até ao topo da basílica do Sacré-coeur [o Paris Visite dá direito ao funicular]. Chegando lá em cima, a vista é de tirar o fólego! Senti-me a própria Amélie Poulain! Infelizmente não são permitidas fotografias do interior da igreja.

Vista da Basílica do Sacre-Coeur e suas escadinhas.

Turistas, muitos turistas...

Atenção às escadas desta igreja: há muitos africanos que tentam vender pulseirinhas e impingem tudo e mais alguma coisa, numa atitude agressiva [seguraram o meu braço quando eu disse que não queria... teve que vir o M. me libertar do raio do homem]

2// Galeries Lafayette: De seguida apanhamos o metro para a estação Chaussée d´Antin La Fayette em direcção às galerias mais famosas de Paris. É assim uma espécie de El Corte Inglés mas em bom, com marcas incríveis e detalhes arquitetônicos de babar [como o tecto e corredor central]. Para quem adquiriu o passe Paris Visite, tem ainda 10% de desconto em qualquer stand/marca desta galeria. No stand da Pandora, o namorado comprou-me a conta da Torre Eiffel e beneficiou dos tais 10% a menos [basta apresentar o passe].


Detalhe do piso de beleza/cosmética... de chorar!



3// Primtemps: Saímos das Galeries Lafayette e fomos em direcção à outra magazine francesa que também merece respeito. Ambas ficam bem próximas e a caminhada faz-se em cinco minutos. Como já era de noite e ainda não tínhamos jantado, optamos por não entrar nesta loja e ficar apenas a admirar a sua fachada, toda iluminada.


Daí foi apanhar o metro até o hotel, parar no supermercado Auchan para abastecer o frigorífico: frutas, queijos, pão, refeições congeladas, bebidas e muuita água. Cheguei ao hotel morta, o rapaz tratou do jantar enquanto eu navegava na internet e depois fomos descansar e recuperar energias porque no dia seguinte é que a coisa realmente começou a aquecer.

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Paris // dia 2

O segundo dia começou cedo, comigo a saltar da cama as 7h em ponto e a preparar o pequeno-almoço, tipicamente francês: croissants [a minha perdição], queijos e sumo natural. Neste dia estava a chover, o que estragou um bocado o clima do passeio, afinal, ninguém gosta de andar a conhecer uma cidade com chuva a cair no lombo. Eu, então, que odeio andar de chapéu de chuva... e para fotografar? As fotografias saem sempre com aquele fundo acinzentado e a lente da máquina acaba sempre molhada... Mas enfim, já lá estávamos por isso só nos restou aproveitar!

Como era uma sexta-feira [a primeira do mês] e nós sabíamos que dali a dois dias, no domingo, seria o dia em que grande parte dos museus são gratuitos, deixámos para utilizar o Paris Museum Pass [válido por dois dias consecutivos] neste dia e no a seguir, sábado. [e assim ainda teríamos o domingo para conhecer os restantes dos museus à borlix - sim, porque em dois dias é humanamente impossível conhecer os museus mais famosos de Paris].

1// Place de la Concorde: Saímos na estação de metro Concorde e lá vimos a famosa praça, palco das sangrentas mortes na época da Revolução [diz que os condenados eram executados à guilhotina nesta praça]. Chuva, chuva e mais chuva. Era suposto pararmos um bocadinho na praça mas desisti e fui directo para o Jardim das Tuileries, que fica mesmo em frente.


2// Jardim de Tuileries: Um jardim encantador, bem no meio da cidade de Paris. Abriga um museu, que foi a nossa atracção seguinte, e vale muito a pena passear por entre as árvores coloridas do outono e o chão coberto de folhagens. Atenção: Em uma questão de 15 minutos fomos abordados duas vezes neste jardim, com o famoso "golpe do anel" [felizmente tinha lido sobre isso no blog Conexão Paris e deixei o homem a falar sozinho]. Na primeira abordagem, veio um homem até nós, de bom aspecto, baixou-se aos meus pés, disse: "excuse-moi" e estendeu-me um anel dourado. Na mesma hora, agarrei o braço do M. e desatei a andar, largando o homem lá plantado. Contei sobre o golpe ao M. e fomos para um sítio com mais gente, ao pé do lago. Nisto, outro homem vem para a minha beira, baixa-se aos meus pés e levanta-se... com um anel dourado na mão. Já sem paciência, gritei-lhe: "Non!" e fiz a cara mais horrível que consegui. Puxei o M. e começamos a andar em direcção à saída do jardim...




A nossa próxima paragem: Museé de L´Orangerie, que estava com uma exposição fantástica sobre Frida Kahlo, uma das minhas pintoras preferidas ;)

3// Museé de L´Orangerie: Museu de arte impressionista e local onde estão os famosos painéis de Claude Monet, os nenúfares. O museu está localizado na antiga estufa do Jardim das Tuileries e possui obras de Matisse, Renoir, Rousseau e Cézanne, entre outros. 


Apesar da chuva, a fila para entrar no museu era enorme e fiquei mesmo contente por ter adquirido o Paris Museum Pass porque cortei tooda a fila e em cinco minutos estava dentro do museu. Duvido que tivesse paciência para estar duas horas [e à chuva] para entrar num museu... mas isso sou eu, que detesto perder tempo em viagens.

A ala dos nenúfares de Monet, a minha preferida. Fotos não são permitidas, infelizmente. Fiquei maravilhada ao ver de perto aqueles painéis enormes na sala oval e era menina para estar ali uma tarde a divagar.

Alguns dos quadros expostos... [sim, fotos continuam a não ser permitidas - ups!]

Outro momento-êxtase: a exposição de Frida e a sua incrível história de amor com Diego. Imperdível!

4// Museé D´Orsay: Saindo do Museu da Orangerie, atravessamos a ponte até o outro lado do Sena e fomos a pé até o próximo museu. Enquanto caminhávamos pelo Quai d´Orsay, não vão acreditar... uma senhora, já idosa, vem em minha direcção, baixa-se e levanta-se com a porcaria de um anel na mão. Ai, pessoas, ia me dando uma coisinha má. Nem me dei ao trabalho de dizer nada, apenas ignorei-a e continuei a andar [juro-vos que nesta altura, e depois de 3 tentativas de "golpe do anel" no mesmo dia, fiquei a pensar que seria a semana inteira assim: sendo abordada por desconhecidos e obrigada a esquivar-me mas felizmente correu tudo bem]. Chegamos ao Museu e tudo o que eu via era um mar de gente. Filas, filas intermináveis. Lá saquei o passe e, novamente, entrei em poucos minutos. Uma maravilha.







A vista panorâmica do museu, incrível! 

 O incrível café do museu, no piso superior.

A esplanada do café, infelizmente estava fechada por causa da chuva =/

5// Montras fantásticas e lojas incríveis: A caminho de outras atracções, fomos sempre surpreendidos por lojas incríveis, cheias de história, como o caso da casa Annick Goutal ou das velas Diptyque. Em algumas entramos [e compramos] noutras não, porque o tempo não dava para tudo.

Quase em frente ao museu, a incrível Annick Goutal, com perfumes e aromas de babar [e preços de chorar].

No Boulevard Saint-Germain, a loja Shu Uemura e o seu curvex [ou revirador de pestanas] mais famoso do mundo [25€, fui conferir mas não achei nada de especial - ao menos em mim não fez grande diferença].

A mágica Diptyque e suas velas, de que já vos falei aqui.

6// Avenue des Champs Elysées: A avenida mais famosa de Paris mereceu uma visita de uma ponta à outra, que eu cá não sou pessoa de perder nada. Começámos na Concorde e terminámos no Arc du Triomphe. Lojas, muitas lojas icónicas. Turistas, aos montes. E, novamente, tentaram nos aplicar mais um golpe, desta feita foram duas ciganas/romenas, com uns papéis A4 para assinar, sobre uma petição qualquer. Lembrei-me imediatamente do que li no Conexão Paris [thanks, Lina!] e dei o fora.



O namorado fez questão de entrar... homens!

E como temos direitos iguais, fiz questão de entrar nesta... ahahaha [acho que ele saiu a perder mas enfim]

7// Ladureé da Av. Champs Elyseé: Uma maison incrível! Está para os franceses como a Fábrica dos Pastéis de Belém está para os lisboetas. Fila de gente para entrar mas desta vez eu aguardei pacientemente [e eu lá ia perder os melhores macarrons parisienses?]. Trouxemos 12 macarrons [eu escolhi 6 sabores, ele escolheu o restante]. Trouxemos: Morango, Chocolate, Caramelo, Café, Praliné, Pistachio e DuoChocolate. Pagamos 22€ pela caixinha com 12 macarrons de tamanho standart.




E o cheirinho desta loja? Ai, senhores, era agarrar nestas bolinhas coloridas e dar à sola, quero to-das!



8// Megastore Louis Vuitton: Não morro de amores pela marca, confesso. Sequer percebo todo o frissom que há ao redor das malas do senhor e só um modelo me faz suspirar verdadeiramente: as neverfull. De resto, passo. Mas é incrível observar esta loja gigante, com uma montra fora de série e com tanta gente à porta para entrar. Mágico.



9// Arc du Triomphe: A última paragem do dia [sim, que a esta altura eu já nem sentia mais os pés]. É um monumento incrível, principalmente por tudo o que representa para os franceses. Foi emocionante ver de pertinho os nomes dos generais e das batalhas gravados nas paredes. Eu, fã de história, fiquei embasbacada a olhar [sim, tipo um burro a olhar para o palácio]. Mais uma vez, evitamos as filas para subir no monumento, graças ao passe e lá fomos nós, galgar 284 degraus de uma só enfiada. Cheguei lá acima quase a desfalecer, juro-vos. Mas a vista, ah... vale a pena!


 Os nomes gravados nas paredes... história pura!

Ai, que até fico mal disposta de ver esta foto. Cheguei lá acima com os joelhos moles e tive que me sentar por uns minutos, ninguém merece.

Um pedacinho da "Étoile", cada avenida forma um "bracinho" da estrela.



A avenida mais famosa de Paris!

Cansada, com dores nos pés e descabelada mas... feliz!

A Chama Eterna, por cima do túmulo do Soldado Desconhecido, vítima da I Guerra Mundial.

10// Trocadéro: A seguir ao Arco do Triunfo, apanhamos o metro até a estação do Trocadéro, sem dúvida, o melhor local para fotografar a Torre Eiffel no seu melhor ângulo. A chuva insistiu em voltar nesta hora e não consegui tirar muitas fotografias mas é um sítio de visita obrigatória para tirar aquela foto digna de cartão-postal.

Não importa: mesmo com chuva, a dama-de-ferro parisiense é deslumbrante!

Já era perto das 18h e tudo o que queríamos era deitar e esticar as pernas, por isso voltamos para o hotel e ficamos deitados com as pernas para a cima, que a idade não perdoa, enquanto fazíamos planos para o dia a seguir.

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