10 novembro 2013

Paris // dia 1

Saímos de Lisboa às 10h e aterrámos em Paris às 13h [1 hora a mais de fuso horário]. Como estávamos com as malas, seguimos logo para o hotel para descarregar a bagagem e depois... sair para explorar a cidade!

O nosso hotel ficava na última estação da linha laranja [estação Bobigny Pablo-Picasso] e do centro até lá demoramos cerca de 35 minutos de metro, o que achei bastante rápido. Chegámos ao hotel, fomos até a recepção fazer o check in e... não encontravam as nossas reservas. Pânico. O senhor, simpático, disse que não havia problemas e que deveria ser um erro informático e eu voltei a respirar.

Estivémos uns vinte minutos no lobby do hotel à espera que o homenzinho confirmasse a reserva quando vejo-o a falar com outro senhor, que parecia o chefe, e este abanava a cabeça em negação. Uii, mal sinal. Veio o senhor ter connosco e explicou-nos que a reserva tinha sido cancelada. Como assim, cancelada? Comecei a ver a vida a andar para trás, já estava stressada do vôo [eu odeio voar], cheia de malas, sem almoçar [já eram 15h e tal] e ainda por cima sem apartamento. Chorei. O M., nervoso, mostrava os comprovativos de pagamento ao senhor mas o homem estava irredutível. Até que, ah esperem, afinal a reserva foi feita mas enganaram-se no nome, puseram a reserva no segundo nome do M., daí ninguém ter encontrado. [eu mereço!]. Muitos pedidos de desculpa, eu já com uma dor de cabeça daqui até a lua e fomos finalmente conhecer o apartamento, que era óptimo [post em breve].

Com todo o stress do check in, mais o nervosismo de ter voado de manhã, bom, a minha vontade era deitar-me na cama e só conhecer Paris no dia seguinte mas o homem arrastou-me. E lá fomos nós, em direção à Montmartre!

1// Basílica do Sacré-coeur: Apanhamos o metro e saímos na estação Anvers em direcção ao funicular [espécie de eléctrico] que nos levaria até ao topo da basílica do Sacré-coeur [o Paris Visite dá direito ao funicular]. Chegando lá em cima, a vista é de tirar o fólego! Senti-me a própria Amélie Poulain! Infelizmente não são permitidas fotografias do interior da igreja.

Vista da Basílica do Sacre-Coeur e suas escadinhas.

Turistas, muitos turistas...

Atenção às escadas desta igreja: há muitos africanos que tentam vender pulseirinhas e impingem tudo e mais alguma coisa, numa atitude agressiva [seguraram o meu braço quando eu disse que não queria... teve que vir o M. me libertar do raio do homem]

2// Galeries Lafayette: De seguida apanhamos o metro para a estação Chaussée d´Antin La Fayette em direcção às galerias mais famosas de Paris. É assim uma espécie de El Corte Inglés mas em bom, com marcas incríveis e detalhes arquitetônicos de babar [como o tecto e corredor central]. Para quem adquiriu o passe Paris Visite, tem ainda 10% de desconto em qualquer stand/marca desta galeria. No stand da Pandora, o namorado comprou-me a conta da Torre Eiffel e beneficiou dos tais 10% a menos [basta apresentar o passe].


Detalhe do piso de beleza/cosmética... de chorar!



3// Primtemps: Saímos das Galeries Lafayette e fomos em direcção à outra magazine francesa que também merece respeito. Ambas ficam bem próximas e a caminhada faz-se em cinco minutos. Como já era de noite e ainda não tínhamos jantado, optamos por não entrar nesta loja e ficar apenas a admirar a sua fachada, toda iluminada.


Daí foi apanhar o metro até o hotel, parar no supermercado Auchan para abastecer o frigorífico: frutas, queijos, pão, refeições congeladas, bebidas e muuita água. Cheguei ao hotel morta, o rapaz tratou do jantar enquanto eu navegava na internet e depois fomos descansar e recuperar energias porque no dia seguinte é que a coisa realmente começou a aquecer.

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