30 dezembro 2014

Dos melhores presentes deste Natal #2

Receber tooodas as fotos do nosso casamento em alta definição e sem marca d´água! São quase 3000 fotos do nosso dia e ainda não sabemos muito bem para onde nos virar. Já escolhemos as que irão constar nos álbuns (foi uma luta, mas lá conseguimos) e agora estamos a rever todas e escolher umas quantas para espalhar pela casa. Foi uma delícia rever cada fotografia, lembrar de cada momento, das emoções à flor da pele, dos gestos e olhares... Adoro estar casada, se soubesse que era tão bom tinha casado aos 18 anos ahahaha. A verdade é que adoro acordar todos os dias ao lado do meu amor, adoro a nossa 'rotina' (que não é bem rotina, porque estamos sempre a inventar cenas, mas pronto, é aquela certeza de que ao fim do dia estaremos juntinhos), até das nossas briguinhas bobas eu gosto, o ar dele todo zangado "ai que me dás cabo do juízo, miúda", as asneiras que diz a ver futebol (então quando usa expressões em espanhol, é mesmo de fazer uma pessoa passar mal de rir). Adoro-o. Não sei se será sempre assim entre nós, se é só efeito dos primeiros tempos ou outra coisa qualquer mas Deus queira que continuemos sempre assim: apaixonados e maluquinhos um pelo outro.

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29 dezembro 2014

Então e essas férias, Anne? #3

Vão bem, sim senhor. Para mim não são bem férias, que estou farta de fazer coisas em casa e descanso que é bom, nicles, mas pronto, precisava destes dias para terminar de decorar a nossa casa, aproveitar os saldos, curtir a família e coisas assim. O M. está a trabalhar em casa esta semana e já jurou que é a última vez que o faz, que eu o distraio o tempo inteiro, sempre a inventar coisas, sempre a chamá-lo ("amooor, ajudas-me aqui na cozinha?", "olha, podes ir à arrecadação buscar mais lenha?", "olha, vou dar banho ao Rio, ajudas-me?") enfim, o pobre homem lá resmunga um "eu sei que não parece mas eu estou a trabalhar, caraças!" ahahah coitado, mas lá ajuda-me sempre, um querido.

Para completar, no sábado recebi um mail com as promoções da IKEA (a minha meca, adoro!) e por acaso tinha lá um móvel que, não sendo propriamente para o efeito, faria um aparador bem giro por um precinho supimpa. O aparador foi dos móveis que mais demoramos a comprar porque são caros como o raio! Todos os que vi (e gostei) andavam ali nos 350-500€  e eu não estava com vontade de gastar tanto num móvel. Depois tínhamos o segundo problema: é que a nossa sala tem um tamanho mediano (35 metros) e uma lareira que rouba algum espaço, mais um sofá gigante com chaiselong que também ocupa um lugar considerável e uma mesa de jantar grandota, enfim... espaço é coisa escassa para aquelas bandas e o nosso aparador não poderia ter mais que 1,20m contadinhos.

Como tenho muita loiça (e faqueiros e cálices e outras mariquices), pensei em comprar dois módulos da IKEA de 1,20 e dispor um por cima do outro (por exemplo, um da gama BESTA). Mas quando vi o STOLMEN em promoção (de 79€ por 45€) não pensei duas vezes e decidi comprar duas unidades e adaptar para aquilo que pretendemos (colocar uns pés giros que vi no Leroy, por exemplo) e já está: aparador giro, com portas deslizantes de vidro e prateleiras internas também de vidro, com 1,10m de comprimento e 90cm de altura... por míseros 90€. Uma pechincha considerando-se o valor que estávamos dispostos a pagar por um móvel praticamente igual.

Escusado será dizer que no dia anterior aos saldos fui ver a disponibilidade deste artigo na loja de Alfragide e já só tinham 4 em stock. Resultado? Obriguei o homem a acordar as 8h30 de domingo (o 1º dia dos saldos) para sermos os primeiros a chegar e alancarmos logo com o móvel. Chegámos ao IKEA as 9h50 e já havia uma fila do caraças, parecia que estavam a dar doces ou lá o que é. Muita gente, tudo ali à espera que a loja abrisse, o segurança à porta a controlar que as pessoas só entrassem mesmo as 10h, foi a loucura. Lá conseguimos trazer os dois móveis, ainda tomamos um delicioso pequeno-almoço sueco e de seguida... rumamos à Feira do Relógio, em Marvila, que eu estava mortinha para comer um pastel de vento feito na hora.

Chegando na feira, mooontes de coisas giras para a casa, a preços da uva mijona. Não me fiz de rogada: voltei ao carro, abri a mala do carro e saquei de lá uma bolsa daquelas grandes que o Pingo Doce vende a 0,50€ e fui enfeirar à grande. Adoro feiras, adoro regatear preços (e por acaso, acho que sou bastante boa no assunto), adoro fazer compras à antiga, é que adoro mesmo.

O saldo: 
  • 12 pares de meias coloridas por 5€; 
  • 2 lençóis de elástico 100% algodão, num tecido maravilhoso, por 6€ cada (na medida 1,60x2m); 
  •  Um conjunto de lençol de baixo, lençol de cima e duas fronhas de almofada, tudo em flanela (sou friorenta e adoro lençóis térmicos no inverno) por 5€.
  • 2 dúzias de ovos XXL (com gema dupla, garantiu-me o vendedor) por 2€
  • 12 taças em cristal de uma colecção desenhada pela Fátima Lopes (estas) por 15€ (o vendedor queria a todo custo vender-me a 25€ 'ai menina, mas olhe que isto é cristal, vale dinheiro' mas bati o pé e fui firme. E ele lá cedeu)
  • Pão alentejano cortado em fatias grossas para torrada (fresquinho que só) por 1€
  • 1 jarra com um design lindo por 3€ e mais duas simples, brancas, para pôr flores, por 5€ as duas.
  • Um chapéu de inverno bordeaux, em 100% lã, quentinho e de qualidade irreprensível, por 5€ (custava o dobro mas...)
  • 5 pastéis de vento com frango e catupiry (o M. sozinho comeu 3, acham isto normal? Eu comi um e meio, a outra metade guardei para depois ahaha)
Ou seja: descobri que vale muito a pena comprar em feiras, apesar dos olhares chocados do marido (principalmente ao ver as taças em cristal, só dizia: isto é tudo roubado, só pode...) e eu a ralhar com ele e a dizer-lhe para não ser tão preconceituoso, enfim... Acho que vale a pena porque fazem-se grandes achados e os vendedores estão quase sempre acessíveis para negociar o preço.

Quanto à segurança, não me senti minimamente assustada ou insegura (mas lembrem-se: eu venho do Rio de Janeiro, por isso, para ficar realmente assustada com algo, é preciso ser mesmo hardcore). De resto, a feira esteve sempre policiada, não vi nenhum assalto nem levei uma facada, por isso, voltarei lá mais vezes, com certeza.

[sim, confirma-se que há lá um pessoal mais 'estranho', como o rapaz que nos abordou com um iphone 6 novinho em folha, a perguntar se queríamos comprar. Isto sim, acredito que seja mesmo roubado. E a polícia a fingir que não via nada, a assobiar para o lado. Lindo.]

E vocês, também costumam ir em feiras? Disseram-me que a melhor feira para comprar artigos para a casa é a Feira da Ladra mas só lá fui uma vez, há muitos anos e nem me lembro direito. É assim tão boa? Que feiras costumam visitar?

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26 dezembro 2014

Destes dias tão bons...

A nossa noite de Natal foi fantástica: passada cá em casa, família toda reunida, comida boa, brincadeiras, risadas, webcam em directo com o restante da família no Rio, prendinhas boas e agora, uns diazinhos de férias para descansar bastante, curtir os meus amores e carregar baterias para a chegada de um novo ano. Adoro esses dias entre o natal e o ano novo, depois faço anos logo na 1ª semana de Janeiro e parece que só depois disto tudo é que o ano realmente começa para mim.

Tirei estes dias de férias, só regresso ao trabalho dia 7 de Janeiro e está a saber-me pela vida esses dias de ronha, muito sofá, séries e filmes, o meu marido a trabalhar a partir de casa esta semana e nós sempre juntinhos, adoro!


E é isto, vou estar um bocadinho ausente porque quero dedicar-me totalmente à minha familia e à minha casa (ainda temos uns móveis para comprar e vamos aproveitar agora o início dos saldos para arrumarmos o assunto), quero curtir a minha avó e passear bastante antes dela se enfiar no aviãozinho e voar para longe de mim (ai, até me custa pensar) e claro, estar ao lado do meu amor e fazer toodos aqueles programas giros que adoramos :) Vou ali ser feliz e já venho.

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24 dezembro 2014

Diz que é natal...

Estou deitada no sofá da sala, a escrever no portátil, sem sono. O relógio marca 2:42 da manhã. Ao pé da janela tenho a nossa árvore de natal iluminada a piscar, carregadinha de prendas. No nosso quarto, o marido já dorme. No outro quarto, a minha avó dorme descansada, depois de um dia intenso de ajudas e dicas na cozinha, com muitos doces pelo meio.

Só consigo sentir-me abençoada e tão, tão feliz neste momento. Tenho a minha casa linda e toda enfeitada para receber os meus amores, amanhã. Na cozinha, o bacalhau está de molho, o peru recheado já foi temperado, o frigorífico abarrota dos meus doces preferidos. Hoje falei com o meu pai pelo skype e foi tão, mas tão bom! Daquelas conversas que nos deixam de sorriso nos lábios durante horas. Acho que finalmente os nossos ponteiros estão a ficar lado a lado.

Na semana passada a minha mãe e o meu marido fartaram-se de perguntar: mas o que é tu queres receber no Natal?! E, ao contrário dos anos anteriores, em que tinha sempre uma resposta na ponta da língua (um gadget, uma mala cara, umas botas xpto, um novo portátil...) desta feita fiquei sem articular resposta nenhuma. Não preciso de nada material, não há nada que efectivamente eu queira que já não tenha comprado ou encomendado. Roupas, botas e malas, pufff, tenho uma divisão da casa, um quarto inteirinho com estas coisas, portanto, não quero nada (estou a guardar-me para os saldos, não pensem que estou tão altruísta assim) mas bem, dizia que não há nada que eu queira de verdade e deixei a minha família em choque por eu 'não ter pedido nada'.

Sinto que este ano tenho muito mais a agradecer do que a pedir. Todos os dias Deus dá-me muito mais do que eu mereço. E este ano, aquilo que eu realmente quero, de todo o meu coração, só Ele pode me dar. Por isso, esse ano não há cá Iphones, Ipads e outros que tais. Este ano há Ilove. Amor, simplesmente amor.  Neste natal quero amar sem medidas, não desperdiçar momentos, expressar tudo aquilo que sinto pelos meus, ser grata por ter uma família tão maravilhosa e, sobretudo, disfrutar. Este Natal é especial e eu quero vivê-lo em pleno com as minhas pessoas!


Um feliz natal, pessoas! Que vocês aproveitem muito para estarem com aqueles que amam, para descansarem, comerem coisinhas deliciosas e agradecerem a Deus por tudo aquilo que têm: uma casa quentinha, uma família que vos ama e uma mesa repleta. Se aprendermos a valorizar as pequenas coisas, temos tudo para viver em pleno esse 2015 incrível que está por vir. Beijo!

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22 dezembro 2014

Só porque o ano chega ao fim...

... resolvi actualizar a informação na secção 'Autora', que aquilo já tinha pó e ao ler, já não me identificava com nada do que estava para ali. Sem contar que escrever em 3ª pessoa é só das coisas mais esquisitas de sempre (não, não sou jogadora de futebol para fazê-lo), por isso, cá vai a versão nova do meu 'eu', sem firulas, sem terceiras pessoas, só eu, simplesmente.

[e já agora pode ser que o Pai Natal também traga um layout novo aqui para o estaminé que eu estou fartinha deste header e destas cores, apetece-me mudar tudo. Arre, que isto de ser mulher é tramado. Acho que vou ao cabeleireiro, novamente.] 

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21 dezembro 2014

Os preparativos para a noite mais linda do ano:

Acho que ontem fomos as últimas pessoas a sair do Colombo... Viemos embora quando já passava da meia-noite, andamos ali horas a ver as coisas, depois fomos jantar, a minha avó a querer comprar meio mundo e o outro ("ah, mas isto aqui custa uma fortuna no Brasil e aqui está tão barato. Vou levar um pra oferecer pra fulana, outro pra beltrana..." - medo!). Às tantas fartei-me de alancar com os sacos e agarrei num carrinho do Continente e vá de mandar tudo lá para dentro, que eu não sou parva.

Fui com mamãe à Parfois e comprámos montes de ganchinhos de cabelo e acessórios para ela variar no penteado, definitivamente, gosto muito mais dela com o cabelo curtinho. Ela, empolgada, ainda comprou um vestido lindo de morte para usar na noite de natal e adorei saber que a minha mãe está 'de volta', entusiasmada e a fazer montes de planos... Pelo meio descobrimos que a Vi já veste o S da Berskha (mas não era ontem que ela usava cueiros? Valha-me Deus que este tempo não anda, voa!) e eu descobri que já só enxergo à frente coisas para a casa. Qual roupa, qual sapatos! Toda eu estava virada para a Area, a Zara Home, a Vista Alegre... Oh, céus! Enquanto não me passar o 'mood' dona-de-casa, é o que temos.

 Uma prendinha da minha mãe, que aproveitou enquanto eu estava no Continente (a comprar faqueiros, acham isto normal?) e comprou-me os copos dos bicos em branco, para combinar com os vermelhos que comprei na semana passada. 

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20 dezembro 2014

Manter o jogo de cintura...

... e não deixar a 'peteca' cair, é o meu lema destes dias. Há dias em que só quero estar sossegada no meu canto, sem grandes conversas, só eu ali a pensar. O M. tem sido o meu maior pilar nesta altura, meu companheiro, aquele que me percebe sem eu precisar abrir a boca. Às vezes chego a casa cansada e sem paciência e tenho a certeza que ele é um homem especial: está à minha espera com a mesa posta, o jantar feito, a minha sobremesa preferida no frigorífico . São pequenas coisas, mas que me transmitem um novo ânimo. Ele, mais do que ninguém, sabe o quanto eu preciso demonstrar força neste momento.

Pelos meus irmãos mais novos, pela minha avó que está de férias cá e foi apanhada no olho do furação. O meu irmão está de tal forma 'mexido' com a doença da mãe que precisou afastar-se desse ambiente de hospitais, IPO e cirurgias, e está fora do país, só chega pra semana. O Pê sempre foi assim, sempre sofreu sozinho, em silêncio, sem ninguém para o consolar, desde pequeno que ele 'se isola' para lamber as feridas. A Vi não sabe da missa a metade, que ela é demasiado pequena para tanto. Só sabe que a mãe tem umas 'coisinhas na barriga' e que está a fazer tratamento. Não quero ter que lhe dizer a palavra 'cancro'. É demasiado pesado para uma miúdinha da idade dela.

A minha avó, surpreendentemente, foi aquela que reagiu melhor. Assim que soube da notícia, suspirou: "Graças a Deus que eu estou cá com vocês, se estivesse no Rio acho que tinha caído para o lado". Pensei em poupá-la dos detalhes mas esta velha de 81 anos parece que sabe de tudo o que se passa, tem um radar especial. Talvez por a minha avó ter tido tantos problemas de saúde (um derrame, dois AVCs, um cateterismo e uma cirurgia ao coração para pôr bypass e fazer ponte de safena) e ter saído 'quase' ilesa de todos eles, ela tem a certeza (a mesma que eu tenho) de que estamos no caminho certo para a cura e que mamãe vai ultrapassar essa fase.

Para mim tem sido difícil porque tanto eu como os meus irmãos, principalmente o Pê, sempre  vimos a minha mãe como uma rocha inabalável, uma mulher que nunca se curvou a nada nem a ninguém, que nos criou sozinha, sem apoio do nosso pai, que chegou a ter três empregos para nos conseguir pôr nos melhores colégios, uma mulher que sempre se pôs à margem para que nós vencêssemos, que sempre pensou: 'primeiro eles, depois eu', uma mãe maravilhosa... Sempre a vimos como uma guerreira e por isso, temos a certeza que esta batalha (que, afinal, é só mais uma) já está vencida.
(mas não posso dizer que está a ser fácil, não senhora).

[e para dissipar um bocadinho a névoa escura em que acordei hoje, vamos todos para o Colombo passar a tarde a passear e fazer compras, que é disto que esta família precisa. Vá, talvez não seja bem isso que precisamos mas para já, é um bom começo. Até a minha avó, que odeia centros comerciais, alinhou no passeio. Isto hoje promete!]

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13 dezembro 2014

Vermelho!

Hoje fomos ao Freeport despachar os últimos presentes da nossa lista (pela primeira vez em não sei quantos anos, já tenho tudo comprado, embrulhado e prontinho para a grande noite, com muuuita antecedência) e não resisti em passar pela Vista Alegre para espreitar os copos de bicos. Os meus olhos foram automaticamente atraídos pelos vermelhos, nada a fazer. Havia em montes de cores e fiquei ali um instante indecisa entre o verde e o vermelho mas, caramba, é natal! E natal que é natal... pede muitos apontamentos em vermelho. E assim vieram os copos, baratíssimos que só (isto de irmos a uma loja 'de fábrica' é um pequeno perigo, queria trazer tudo atrás). Ah, e com a vantagem de poder trazer os copos à unidade, que era mesmo o que eu queria. Tão bom!

Sim, trouxe-os por 3,30€ cada! Um achado, eu sei... Nas lojas normais da VA a caixa com 4 copos de vinho (cor vermelha) fica por 36€, o que significa que cada copo sai a 9€. Logo, comprar o mesmíssimo copo por 1/3 do preço tem todo um outro sabor :)

Entretanto deixei encomendado o jarro de água (por míseros 12€) e também a fruteira, tudo em vermelho. Costumava comprar estes artigos sempre na loja do Vasco da Gama mas já percebi que compensa (e bem) cruzar a ponte e dar um saltinho ao Freeport. Só é pena não terem todos os artigos disponíveis (há muitas coisas que não vão para outlet, principalmente as novas cores), mas os artigos mais tradicionais e clássicos estão sempre por lá. Eu adorei a descoberta!

E, entre a compra dos últimos presentes, lá acabei por perder a cabeça com umas botas da Mango, pretas e em pele, um clássico para o inverno. Pronto, foi uma assim uma pequena loucurinha. E já no último corredor, prestes a ir para o parque de estacionamento... dei um saltinho à SPAL e trouxe uns pratos de sobremesa por preços ridículos (eu fico ma-lu-ca com promoções, não lhes resisto), da coleção Gold & Diamond by Fatima Lopes, com detalhes em dourado para juntar ao serviço de jantar dourado que comprei no início deste mês.

E é oficial: estou proibida de pisar no Freeport até o ano que vem (que, assim como assim, é já daqui a duas semanas). E vocês, já têm as prendinhas todas compradas?

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03 dezembro 2014

Ai La Redoute... assim você me mata!

Há uns dias recebi um mail da La Redoute em que diziam estar com descontos de 80%, portes grátis, oferta disto, oferta daquilo... Como eu sou pessoa desconfiada, lá arrisquei uma encomendazinha, em artigos que estavam mesmo irresistíveis. Ontem fui levantar a encomenda nos CTT e, espanto, os artigos são óptimos, de excelente qualidade e caimentos perfeitos. Estava com medo dos casacos ficarem-me grandes, já que só havia disponível o 42 (e eu normalmente visto o 40) e depois eram todos tamanhos muito grandes mas, ficou tudo impecável e eu recomendo de olhos fechados!

 [de 149,99€ por 31.99€]
Sobretudo em lã (70%), cintado e com dupla fileira de botões (os meus preferidos). Adoro casacos com este tipo de corte, acho que nos dá uma elegância imediata, para além de serem muito quentes.



 [de 129,99€ por 54,99€]
Botas rasas, em pele, feitas em Portugal. Três motivos para me fazer querê-las de imediato. O preço inicial desanimava um bocado mas em saldos, nem pensei duas vezes. Adoro o detalhe atrás, com atilhos.


 [de 139,99€ por 29,99€]
Sobretudo em lã (40%), com drapeado à frente e cinto de atar (que não aparece na foto). Comprei nesta cor, em vermelho, mas ainda havia em azul escuro e preto. Gosto mais da versão sem cinto, têm um cair fabuloso e nem acredito no preço que me custou. 
 
Os portes foram oferecidos e ainda trouxe mais umas coisinhas para casa, a precinhos irrisórios (as capas de edredão em cetim são uma perdição e estavam com 60% de desconto). Ai ai anda uma pessoa a evitar pisar em centros comerciais para isto... O que vale é que nem me desgracei assim tanto e estava tudo com preços fantásticos. 

E vocês, costumam perder a cabeça nas compras online?

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27 novembro 2014

E por falar em Natal...

... aqui a maluquinha já está a pensar na decoração da mesa porque já se sabe que as decorações giras esgotam num tirinho e eu prefiro comprar sempre com antecedência para aproveitar boas oportunidades. Este será o primeiro natal cá em casa e quero reunir todos [incluindo a minha avó, que hoje fez-me a vontade e adiou a passagem de volta para o Rio para fevereiro - yey!]. Como não tenho experiência nenhuma nisto de preparar jantares, pôr a mesa e tratar destas coisas todas... andei a fazer uns testes e percebi que para aquilo que quero [caprichar nos detalhes e abusar do vermelho e dourado], precisava de um serviço de jantar básico, branco ou na loucura, com um filete dourado para dar alguma graça.

E aqui preciso confessar: eu amo loiças! Adoro-as de paixão mas reparei que não tinha um único serviço assim mais 'básico', branquinho, para o dia-a-dia. Fiquei a pensar no assunto até que fui ao Continente fazer compras no início da semana e... dei de caras com o serviço de jantar "Fio Dourado" com 50% de desconto em cartão. Nem pensei duas vezes:


É do mais básico que há, com o filete detalhe dourado torna-se ainda mais elegante. Comprei dois serviços porque o serviço é para apenas 6 pessoas e no Natal é impossível sermos menos de 15, portanto... Lá vieram os dois serviços, ao preço de 39,90€ cada. Acumulei 40€ no cartão continente, que já têm destino certo, no fim-de-semana: estes copos, para montar a mesa em condições. Não sei até quando estará este serviço de jantar em promoção mas é aproveitar, minhas amigas, que isto encaixa como uma luva no jantar de natal [e não só, obviamente].

Entretanto empolguei-me e trouxe também os pratos marcadores em vermelho [este ano quero tu-do em vermelho] e custaram 2€ cada. E depois lembrei-me dos adornos para guardanapos e lá desencantei uns raminhos com azevinho e pinhas [1,25€ cada] que ainda não sei muito bem como hei de pôr em cada prato, mas tenho tempo, logo se vê.

(entretanto reparei que sou uma naba na arte de dobrar os guardanapos de tecidos e vá de assistir tutoriais no Youtube. Adorei esse modelo que divide os talheres numa espécie de 'bolsinha')

pratos marcadores = aqui // serviço de jantar = aqui // talheres (trazidos de Barcelona) // raminho com pinha = chinês de Oeiras // toalha de mesa e guardanapos = trazidos do Rio pela avó // fitas em tecido = Lidl // manta aos quadrados = tapeçarias Lleida do Colombo (nos saldos do ano passado, por míseros 3€)

Não se nota nada que sou fanática pelo natal, pois não? E ainda mais quando posso ter o privilégio [é que é mesmo] de ter toooda a gente que amo, família completinha, ao pé de mim. Adoro!

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24 novembro 2014

adoro ❤


[vaso dourado = Zara Home (similar) | flor vermelha 'poisettia' = chinês de Oeiras | árvore de natal = AKI [esta] | decorações e bolas = Lidl & loja Espaço Casa]

E eis que hoje, a um mês do Natal, terminamos de montar a nossa 1ª árvore 'em comum'. E se eu já sou uma pessoa apaixonada por essa época [adoro, amo o natal], estou ainda mais empolgada agora que tenho a nossa casinha para decorar, enfeitar e tratar de pôr tudo a postos para a noite mais mágica do ano!

Quando era pequena sonhava com uma árvore de natal enorme, quase a tocar o tecto, apinhada de bolas vermelhas [adoro esta cor no Natal]. Infelizmente, foi durante a minha infância que passamos mais dificuldades financeiras e o dinheiro não abundava, razão pela qual a nossa árvore era sempre pequenita e fininha, com enfeites feitos por mim e pelo meu irmão, numa confusão de cores. Por isso, nada me meu mais gozo que comprar uma árvore de quase dois metros de altura e enchê-las de bolas e laços vermelhos, como sempre quis. É tão bom poder, em adulta, fazer algo que em criança prometemos a nós que um dia faríamos... Uma sensação fantástica mesmo!

Muita gente diz que o natal é uma época de hipocrisias, que só nos lembramos de determinadas pessoas nesta altura do ano, que é puramente uma época comercial e só se fala em prendas... Não posso deixar de concordar com algumas dessas afirmações mas, para mim, o natal sempre será uma altura de expressar amor, de estar ainda mais agarrada à minha família, de perceber e dar valor àquilo que realmente é importante. Natal = casa linda e enfeitada + família juntinha. Haverá combinação melhor que esta?
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20 novembro 2014

Para os apaixonados por massas...

... experimentem as da linha Deluxe do Lidl, são uma perdição! Fui ao Lidl no fim-de-semana comprar chocolates e alguns produtos que só encontro por lá e passeando pelos corredores, encontrei essa marca, que eu penso ser uma versão mais 'gourmet' da marca própria do Lidl.

E a italiana que há em mim deu logo o alerta ao ver essas massas, todas a 0,99€ cada saco de 500g, por isso trouxe essas duas para experimentar. Já fiz os fusillonis e são uma delícia! Ontem voltei lá e comprei o tagliatelli, que é a minha massa preferida. Ai as coisas que uma pessoa descobre!


E o ar vintage das embalagens? Adoro! Perguntei ao funcionário do Lidl se essas massas são para manter e o rapaz respondeu-me que são artigos sazonais, snif snif...

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09 novembro 2014

A dona de casa perfeita #3

Acho que nunca na vida pensei vir a proferir esta frase mas a verdade é que... estou a adorar essa coisa de 'dona do lar'. Eu, pessoa que até meia dúzia de dias não sabia fazer um assado [bolos, então, é para esquecer]. Eu, que sempre tive empregadas para tudo [eu não, mamãe - mas dava ao mesmo], que tratavam das coisas e me faziam pensar que a roupa se lavava e passava sozinha...

A primeira mudança passou por comprar um daqueles carrinhos de compras avózinha style, que eu sempre achei horroroso mas que dá cá um jeito daqueles. Tendo eu um Pingo Doce (não é publicidade, sou mesmo fã deste sítio) quase na rua de casa, precisava encontrar uma solução para trazer os sacos de compras sem precisar tirar o carro da garagem (preguiçaaa): um carrinho de compras, é claro! Facilita imenso para ir ao supermercado, vou à pé e ainda passo na florista, que é mesmo ao lado, para abastecer a casa de flores frescas [um vício que amo]. Ainda fui ao chinês para ver se encontrava um carrinho giro e resistente, mas só vi por lá umas pirosadas com flores e corações, por isso, fui ao Continente (já perceberam que não sou esquisita com supermercados? Marcha tudo!) e comprei este modelo, super resistente, fácil de manobrar e num tecido grosso e impermeável que eu sou suspeita, já que amo: riscas azuis! Mais navy, impossível!


Um almocinho simples [que eu ainda não me arrisco em muitas aventuras]: esparguete à bolanhesa com rodelinhas de queijo e ovo cozido (ainda foi ao forno depois, para gratinar o queijo) e a boa e velha farofa (viciada, assumo) de bacon com oregãos - que o marido agora não dispensa, deve achar que é mais brasuca do que eu :P

Hoje foi só cuidar da nossa casinha, acabar de pôr molduras na parede, os varões dos cortinados e outros pequenos detalhes decorativos que fazem toda a diferença. Agora para terminar a noite vamos alapar o rabo no sofá e ver as nossas séries do coração. Tão bom!

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08 novembro 2014

2 meses...

...E ainda não tive vontade de o devolver para a casa da sua santa mãezinha, o que é um feito histórico visto que o homem é um baguceiro do pior (e eu de.tes.to coisas fora do lugar), não sabe encontrar nada sozinho mesmo quando as coisas estão ali ao lado, nunca me volta a encher as formas de gelo (e eu que não sei beber nada sem gelo, fico furiosa quando vejo as forminhas vazias), a tampa da sanita? Seeempre aberta. É mesmo 'à gajo', nada a fazer. Como eu costumo dizer: "enquanto puderes pagar pela nossa empregada e ela manter a tua bagunça sob controlo, é na boa. No dia em que estiveres falido... vais tu tratar da casa"

Brincadeiras à parte, a verdade é que adoro-o, amo-o de paixão, é o meu apoio em tudo, meu melhor amigo, meu cúmplice. A pessoa que eu sei que está comigo para o que der e vier (principalmente nos últimos dias, deu provas de um amor inabalável), é o meu pilar, aquele que, se eu matar, ajuda-me a esconder o corpo (calma, pessoas, é uma metáfora, sim?).

Que venham muitos mais meses, mais anos, mais décadas. E mooontes de bebés para termos a casa cheia de crianças, de risadas, de traquinices, como sempre sonhamos. É tão bom fazer planos com quem amamos...

a surpresinha que o hotel RIU nos fez quando completamos 1 semana de casados no México. (a vela do bolo é um bocado 'suspeita', eu sei ahaha)

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05 novembro 2014

Ás vezes pergunto-me se vale a pena ter um seguro de saúde neste país...

Recebemos hoje uma carta muito simpática da Tranquilidade Seguros a dizer, em suma, que a doença da minha já era pré-existente na altura em que ela fez o seguro. Para azar nosso, este seguro é novo, tem 11 meses que a minha mãe o tem - trocou a Médis pela Generalli a pensar que tinha feito um bom negócio e agora isto.

Há oito meses a minha mãe fez uma ecografia e não tinha rigorosamente nada no útero, logo, como podem dizer que há 11 meses (altura em que celebrou o novo seguro) ela já sabia que tinha cancro? A sério, choca-me que estas empresas possam agir assim. Furibunda com esta situação, enviei um mail para eles, com a ecografia que a minha mãe fez há poucos meses e que não acusava tumor nenhum, com a data impressa no exame, para ver se continuam a ter lata de dizer que a porra da doença é pré-existente.

Até agora, nenhuma resposta. Felizmente, o tumor regrediu de tamanho e estamos só à espera desta autorização do seguro de saúde para avançarmos com a histerectomia total e começarmos o tratamento do cancro. E eu odeio pensar que estamos aqui a perder tempo precioso (quando já poderíamos ter retirado o bicharoco) enquanto o seguro decide se vai ou não comparticipar a cirurgia.

E pensar que todos os meses pago um balúrdio de seguro de saúde (quase cem euros - e sim, acho caríssimo para a utilização que lhe dou, que é qualquer coisa como duas consultas de seis em seis meses) mas enfim, se quero ter filhos (e queremos tanto!), preciso investir num seguro de qualidade por que, maricas como eu sou, jamais teria coragem de ter um filho num hospital público (por várias razões) então... só me resta pagar e calar!

[e só Deus sabe como é difícil 'calar' perante situações destas, tão injustas... Vamos esperar até a próxima semana pela resposta do seguro. Se não comparticiparem a cirurgia, são 'só' 12 mil euros a suportar mas quando a saúde da pessoa que mais amamos está em risco, o dinheiro perde totalmente o valor e só queremos é que tudo dê certo. Dê por onde der.]

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02 novembro 2014

Foi há um ano...

... numa noite gélida, em Paris, que eu vivi um dos momentos mais fantásticos e memoráveis da minha vida. Um pedido. Uma cidade que eu amo e que tanto me diz. A minha estação do ano preferida. Um homem que me compreende como ninguém (e, surpreendentemente, ainda consegue ser apaixonado por mim)

E de repente, eu que nunca tinha sonhado com vestidos, véus e sinos a tocar, passei a desejar que 2014 passasse num tirinho, só para poder estar unida, para sempre, ao amor da minha vida. Foram 10 meses de noivado, de preparativos para a nossa casinha, de pintar paredes, de pensar nos detalhes da nossa festa, de planear tudo, gerir orçamentos (tarefa que não foi efectuada com grande sucesso, assumo), foram 10 meses de 'estar noiva', daquela ansiedade, dos pensamentos malucos "ai meu Deus, onde é que me estou a meter? Eu, que nunca morei longe da minha mãe e que mal sei fritar um ovo, como vou casar?!" mas ultrapassamos os probleminhas técnicos e posso dizer que foi o meu melhor investimento.

Investir no amor, numa relação que é vivida a 100%, na partilha e sinceridade acima de tudo... só pode ser um bom investimento. Daqueles a longo [beeem longo] prazo.

Os nossos anéis, símbolo de tudo aquilo que nos une. Jóias clássicas, como nós gostamos. Simples, mas cheias de significado. Te amo, meu amor. Tanto, tanto...

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01 novembro 2014

A dona de casa perfeita #2

Finalmente temos sofá! Depois de quase quatro meses à procura do 'nosso' sofá, encontramos o dito cujo na Lourini e é só a coisinha mais confortável em que eu já alapei o rabo, dá vontade de nunca mais levantar de lá. Adorei-o de paixão e a paixão foi tanta que esqueci-me de um pequeno pormenor... o tamanho. Como é um modelo com chaise-longue, não contei com o tanto de comprimento que isso roubaria à sala. Enfim... tudo isto para dizer que vou ter que trocar de mesa de centro [sim, que trocar de sofá não me passa pela cabeça].

E é este o meu problema. Apaixono-me por uma coisa, cismo que tenho que tê-la e que 'depois vê-se', 'damos um jeito', só que neste caso... para a nossa sala continuar ampla, preciso mesmo trocar a mesa de centro - que tem 1,35m de comprimento - por outra mais estreita.

E como pessoa de paixões arrebatadoras que eu sou... estou de olho neste modelo: em vidro, clean e minimalista, que condiz com tudo o que temos na sala. A questão que se coloca é... onde encontro mesas de centro destas? [as imagens são do Google].



Quero taaanto uma mesa assim! Se alguém soube onde encontrar algo parecido, que se chegue à frente, sim? Obrigadaaa.

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13 outubro 2014

Pra encerrar o assunto de uma vez por todas:

Posso dizer-vos que, sem exagero, todas as semanas recebo comentários anónimos (seeempre eles) sobre um post que escrevi exactamente há um ano, a contar do mau atendimento prestado num cabeleireiro de Lisboa. Como eu não sou pessoa de meias medidas e acho que, assim como o bom atendimento merece todas as honras, um mau atendimento é coisa que partilho com Deus e o mundo porque quero, a todo custo, evitar que mais pessoas passem pelo mesmo.

E por isso escrevi sobre a TA Cabeleireiros & Estética, porque nunca nos meus vinte e sete anos de vida fui tão mau atendida como neste sítio. Um horror autêntico, que eu não desejo a ninguém. E acho que se tenho um blog com algum poder de visualização (nada de especial, cerca de 80 mil visitas mensais), por quê não falar sobre tal assunto?

A verdade é que desde que o fiz, já recebi quatro mails a pedir que retire o post do ar porque 'corro o risco de ser processada' (processada por dizer a verdade e relatar uma situação da qual tenho todos os comprovativos da reclamação?!), já perdi a conta dos comentários que recebo (só hoje foram três) a dizer que tenho um cabeleireiro na zona e por isso estou a fazer 'má publicidade' ao espaço concorrente, que sou uma pessoa má que anda a difamá-los, que isto, que aquilo.

Só posso lamentar. Lamento por precisarem ameaçar pessoas com processos ridículos para que retirem o post do ar, lamento que ao pesquisarem pelo nome do espaço no google, o segundo link que apareça seja logo o do meu post, lamento pela péssima postura que continuam a ter, com comentários anónimos a auto elogiarem-se no post em questão. Só lamento, como se diz na minha terra.

Se fossem honestos e enviassem um mail com educação, a pedir para que eu retirasse o post por estarem prejudicados, se mostrassem que mudaram a forma de trabalhar e de lidar com o cliente, então sim, era menina para retirar o post do ar. Mas agir assim? Nem pensar. Não retiro o post e ainda pior, destaco-o. Continuem assim e vão ver se não espeto com uma imagem bem grande na barra lateral a dizer 'click me' e a redirecionar para o dito post. A escolha é vossa. (ameaça por ameaça, tomem lá com esta).

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10 outubro 2014

Isla Contoy, México // um paraíso na terra

Faz hoje duas semanas que viemos do México (snif, snif) e quero partilhar com vocês um dos lugares mais lindos em que já estive: a Ilha Contoy! Durante a nossa lua-de-mel visitámos as três ilhas da Riviera Maya: Cozumel, Isla Mujeres e Isla Contoy e não posso negar que adorei conhecer todas elas mas quando o nosso barco chegou pertinho da Ilha Contoy, não consegui conter um "uau". É muita beleza natural! Uma perfeita ilha das Caraíbas, com mar quentinho (quente até demais, parecia uma sopa), águas turquesas, areia branca, vida selvagem ao redor...

Não, eu juro que não é photoshop, a cor da água é mesmo assim: até encadeia os olhos.

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09 outubro 2014

É o que dá casar com uma brasuca...

Desde que voltei de lua-de-mel que tenho estado a trabalhar doze horas por dia, uma loucura, o que me obriga a chegar na empresa pelas 8h30h e sair já depois das 21h (sim, que isto de passar duas semanas nas Caraíbas a torrar ao sol tem o seu preço, pois tem). É claro que estou sem tempo para nada e por isso ontem deixei uma listinha de compras na bancada da cozinha, para o M. ir ao Pingo Doce quando chegasse do trabalho. A lista era simples: "Comprar: pão de forma, ovos, queijo-daquele-que-eu-gosto, bombril e farinha de farofa."
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À noite:

- e então, amor, conseguiste comprar as coisas?
- Só comprei os ovos e o queijo curado. Não percebi metade da tua lista, só brasileirada. Para a próxima tens que escrever em português, já sabes...

Tecla SAP, precisa-se.
Só para constar: pão de forma = panrico ou lá como se chama; bombril = palha de aço; farinha de farofa = farinha de mandioca, na secção de 'produtos exóticos' do Pingo Doce. Vá lá, pessoas, não é assim muito difícil...

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07 outubro 2014

Foi há um mês...


... que eu disse o 'sim' mais importante da minha vida. E ainda parece que foi ontem que eu estava tão nervosa, à porta da nossa Quinta, respirando fundo mil vezes até ver o meu pai, cara lavada em lágrimas [nunca pensei ver o meu pai tão emocionado] e caminhar com ele até o altar, ao encontro do meu amor.

Nesses 30 dias de casada só posso dizer que é maravilhoso dormir e acordar ao lado da pessoa que amamos todos os dias. Olhar para a mão esquerda e ver ali a nossa aliança, sentir o 'peso' de estar casada [e é tão bom!] e ter a certeza de que demos o passo certo, é das coisas mais incríveis de sempre. Adoro dizer 'tenho que ir para casa que o meu marido está à minha espera'. Encho a boca mesmo, morro de orgulho do meu marido, da pessoa que ele é, admiro-o imenso, é aquele que apoia todas as minhas loucuras, que me vê acordar todos os dias com a cara inchada e o cabelo numa lástima e ainda me diz que sou a coisa mais linda que ele já viu.

Namorar é óptimo, noivar é mágico mas estar casada... superou as minhas expectativas! Te amo, marido! Que esse 1º mês seja só o princípio da nossa longa caminhada pela vida, que sejamos sempre companheiros, cúmplices, amantes e amigos, por todos os dias das nossas vidas :)


Hoje também foi dia de guardar finalmente (snif, snif) o vestido de noiva que ainda estava pendurado no escritório (adiei até ao último momento) e de espreitar como tinha ficado o meu ramo, que deixei a secar por baixo da janela. Ai que saudade...

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05 outubro 2014

Em modo inverno...


Sim, já estou em modo inverno. Já só penso em roupa quentinha e gira para a nova estação. Adoro o Outono, mas gosto ainda mais do Inverno. Adoro as sobreposições de roupas, as botas de todos os tipos, amo andar de chapéu e lenço ao pescoço... Acho que ficamos muito mais elegantes no inverno, não há dúvidas. E por isso, mal aterrei em Lisboa e fui logo ao Freeport abastecer-me de coisinhas para o tempo mais frio. Comprei algumas peças-chave para a nova estação: uma capa, um chapéu e duas botas. Hoje mostro-vos a minha preferida, o modelo McCarthy da Aldo. Giro e mega confortável para os fins-de-semana.

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03 outubro 2014

Viva México!

De todas as coisas boas que o casamento me trouxe (e foram tantas!), só lamento um facto: não morar mais na mesma casa que a minha mãe e os meus irmãos. Morro de saudade deles, essa é que é. Especialmente da minha tartaruguinha. Ontem no final do dia fui buscá-la em casa da minha mãe para ir jantar comigo (e comemorar o facto de já poder cozinhar em casa, yey!) e também para lhe dar as prendinhas que trouxe do México.

Adorou o pijama mexicano (estivemos no México durante a semana da independência deles e havia montes de artigos feitos especialmente para comemorar esse dia - como este pijama com laços nas cores da bandeira mexicana) e roubou o meu sombrero para tirar a fotografia.

Nunca se viu mexicana mais branca que esta (e sim, a Vi esteve três semanas no Algarve de férias, mas nada a fazer, a bichinha é transparente). Passou o resto da noite a falar-me da primeira semana de aulas, das amigas novas... e ainda teve a lata de dizer ao M. "olha, tu hoje vais dormir na sala, que eu preciso dormir com a minha mana' ahahaha. (e sim, lá foi o homem arrastar as almofadas para a sala...)

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02 outubro 2014

Ai se eu te pego, EDP!

Estou furibunda. A deitar chamas pelos olhos. Passo-me com gente incompetente, com o empurrar do problema adiante, com as respostas enervantes do género 'não sabemos informar uma data, tem de esperar', com a falta de responsabilidade desta gente. Ou melhor, da EDP.

A história remonta ao dia 2 de Setembro, quando fiz o pedido de ligação do gás à GalpOn [diz que supostamente temos desconto se tivermos a electricidade e o gás na mesma fatura, então... vamos à isso]. Como só íamos viver na nossa casa depois de voltarmos de lua-de-mel (no final de Setembro), achamos que três semanas era mais que suficiente para tratarmos do assunto. Só que não.

No dia 8 de Setembro ligaram-nos logo as 9h, ainda nós estávamos a recuperar da rambóia do casamento [que tinha sido no dia anterior], para informar que não seria possível avançar com o contrato de fornecimento de gás porque já havia um contrato de gás activo na minha morada [e que não era meu, obviamente].

- Então mas se há um contrato activo nesta morada e que não é meu... basta dar baixa deste contrato e fazer o meu, certo? 
- Pois, mas não é possível porque o contrato actual está celebrado com a EDP, tem que entrar em contacto com eles para dar baixa deste contrato e fazer o pedido do seu.
- Mas eu não quero ficar com a EDP, eu gostava de fazer o contrato com vocês, GalpOn.
- Sim, mas para isso tem que ter o contrato da EDP em seu nome e só depois da inspecção e ligação do gás é que entra em contacto connosco para passar para a GalpOn. [valha-me Deus, que complicação].

Lá vou eu ligar para a EDP. Trinta e dois minutos a ouvir música, não consigo achar isto normal. 32 minutos de vida desperdiçados nesta brincadeira.

- Boa tarde, eu mudei-me para uma casa e descobri hoje que tenho um contrato de gás já activo, em nome de outra pessoa, e queria dar baixa neste contrato antigo e fazer um nome em meu nome, por favor.
- Sim, mas a senhora tem os dados do antigo morador para darmos baixa do contrato? Vou precisar do nome completo, contribuinte e cartão de cidadão.
- Claro que não tenho, nem sequer sei quem é esta pessoa. Mas tenho o meu contrato que prova que sou a nova moradora do apartamento e preciso do gás, como é óbvio! (já a passar-me)
- Pois, mas sem os dados do actual titular do contrato de gás não podemos dar baixa.
- Sim e então diga-me: o que eu preciso fazer para ter gás na minha casa?
- Só há duas formas: ou dá baixa do contrato actual e faz um novo em seu nome, mas para isso vai precisar dos dados do antigo inquilino, que a senhora não tem. Ou então dá-me os seus dados e fazemos uma alteração de titularidade e o contrato passa para si, com todas as implicações que isto origina.
- E quais são as implicações?
- Terá que manter a potência actual do contrato, que neste caso é o segundo escalão.
- Desculpe mas isso é surreal! Eu não tenho culpa de já haver um contrato activo na morada, o que eu sei é que eu sou a actual moradora da casa e como vivo só com o meu marido, precisamos apenas do primeiro escalão, a princípio.
- Pois mas neste caso não pode baixar a potência contratada.

Desliguei a chamada, fiz uma reclamação por e-mail e não fiz muito mais porque tinha que ir para Madrid no dia a seguir para apanhar o vôo para o México e o tempo não sobrava.

Passaram-se duas longas semanas. Voltei a Portugal e fui logo ligar para a EDP para saber se já havia data para a inspecção e instalação do gás [já conformada em ter que pagar pelo 2º escalão sem necessitar de tal] e eis a conversa:

- Bom dia, fiz uma alteração de titularidade no dia 08 de Setembro e gostava de saber a data para a inspeção e instalação de gás na minha morada, visto que já estamos quase em Outubro...
- Blá blá blá, os processos de alteração de titularidade demoram sempre mais tempo [três semanas não chegam?!], blá blá blá estamos com muitas inspecções e muitos contratos novos [e eu com isso? contratem mais pessoal, ora!] e... a verdade é que ainda não há uma data estimada para a sua ligação de gás.

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01 outubro 2014

Um presente especial...

Quem me conhece sabe que eu sou perdida por cheiros, sejam eles de perfumes, de velas, de comidas... costumo dizer que tenho o olfato como o dos cães, apuradíssimo, e vez ou outra sou apanhada por um cheiro qualquer na rua que me faz lembrar de outras épocas, de pessoas especiais...

Acho que foi a pensar nisso que o M. resolveu me oferecer uma lembrança no dia do nosso casamento que marcaria o nosso dia para sempre. Enquanto eu me arranjava na sala da casa da minha mãe, naquela agitação de pessoas (madrinhas, avó, cabeleireira, fotógrafos), enquanto a maquilhadora terminava a minha maquilhagem... a campainha tocou e quando abrimos a porta, demos com isto:

Uma caixinha da Jo Malone [das minhas marcas preferidas no que toca a 'aromas'] e um cartão tão lindo, tão simples, tão a cara do meu amor [só tinha duas frases mas foram 'as frases'] que eu desatei logo a chorar [e o fotógrafo não perdeu um clique, valha-me Deus].

O presente escolhido por ele foi o perfume 'Pomegranate Noir' (uma fragrância frutada de romã), na versão de 100 ml  [também há em 30ml] que é dos cheiros mais fantásticos que já experimentei. Dei duas borrifadelas no pulso, no dia do casamento, e perdurou até chegarmos no hotel, lá pelas 4h da manhã. Um poder de fixação fantástico e um cheirinho que vai ficar para sempre eternizado em mim como 'o cheiro do meu casamento'.

O M. escolheu esta fragrância porque lembrou-se que eu tinha uma vela dessa marca e sabia que eu era apaixonada pelo cheiro da vela. Então ligou à minha melhor amiga [e também madrinha de casamento] para perguntar qual era o nome da vela [típico!] porque queria trazer o perfume com o mesmo cheiro...

O perfume e a vela: o meu combo preferido da marca. Guardei essa vela por vários meses porque queria estreá-la na casa nova e finalmente lembrei-me de a acender. Confere: é mesmo uma delícia e perfuma a casa toda. Pequenos mimos que nos sabem pela vida :)

A sensualidade e a ousadia de um vestido vermelho. Notas de framboesa, ameixa e romã mescladas com pimenta rosa, opopanax, lírio de Casablanca e patchouli. Escuro e enigmático. 

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Podem encontrar toda a linha de produtos Jo Malone no stand do El Corte Inglés 
A vela custa 53€ e o perfume cerca de 98€.

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28 setembro 2014

Cheguei!

E já me apetece voltar pro México!

Mas que raio de tempo é este, hum? Aterrei directamente no inverno? Confesso que, depois de tanto calor no lombo e tanto sol, já sentia falta de um tempinho mais fresco agora a chuva é que eu dispensava. Bolas...

Já desfiz as malas, enfiei a roupa toda na máquina de lavar, já morri de saudades ao abrir a porta do escritório e dar de caras com o meu vestido de noiva pendurado [passou tão rápido...] e o meu ramo de noiva já quase seco na varanda... Ai ai [suspiros].

Agora vou só ali ao Freeport comprar umas coisinhas de outono e aproveitar para lanchar com a família do marido (que é do Montijo, mesmo ali ao lado). Até já!

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25 setembro 2014

Há sítios fantásticos, não há? #2


Acabei de nadar nestas águas turquesas geladinhas, no cenote Wayak, em Tulum. Um lugar incrível, diria até mágico! Fomos visitar as ruínas maias em Tulum e aproveitamos para visitar este cenote e mergulhar de cabeça porque o calor aqui não está para fracos. Sinto o suor a escorrer-me pela perna abaixo e só me apetece mandar-me para dentro de uma arca frigorífica. Que calor, pessoas!

A nossa próxima paragem é... a civilização maia de Cobá e as suas pirâmides! O meu querido esposo faz meeesmo questão de subir o raio da pirâmide (sim, Chichén-Itzá já não se pode subir mas em Cobá ainda é permitido - e são mais de 100 degraus). Acho que vou ficar lá embaixo a fotografá-lo e a dar-lhe apoio moral, cheira-me que não sou menina para andar em escaladas vertiginosas.

Faltam dois dias para regressarmos à Lisboa e eu estou já a entrar em negação. Não queeeero! [prometo mais fotos em breve - aliás, nestas duas semanas já ultrapassamos as 1000 fotografias, por isso...]

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20 setembro 2014

Estou há uma semana no México...


E ainda não consegui me fartar deste país! 

Começamos a viagem na estação do Oriente, apanhamos o comboio para Madrid e confirma-se tudo aquilo que vocês me disseram: a viagem é um autêntico terror! Fomos em classe turística, por isso, imaginem: cadeiras apertadíssimas, encosto duro, casa de banho tão nojenta que nem há palavras para descrever, espanhóis barulhentos a dar com o pau, todos aos gritos, numa algazarra que tornava impossível qualquer tentativa de dormir (ao ponto do M. ter que ir falar com eles e dizer “amigos, são quase duas da manhã, nós queríamos dormir. Vale?”). Enfim... Até me vieram lágrimas aos olhos quando chegamos em Madrid, às 8h da manhã do dia a seguir.

Ainda pensámos em ir até o centro, passear um bocadinho (o nosso vôo para Cancún era só às 15h, pelo que tínhamos tempo de sobra) mas estávamos tão cansados da viagem (e de não termos dormido direito) que optámos por ir logo para o Aeroporto de Barajas, tomar um banho, almoçar e nos preparar psicologicamente para o vôo (esta sou eu, prazer). 

Consegui tomar um banho no terminal 4 (numa espécie de ‘hotel’) e foi o banho mais caro da minha vida mas soube-me tão bem! Fresca e fofa (e borradinha de medo) lá fui eu fazer o check in. Provavelmente por estar com a idéia de ir de Lisboa-Cancún, jurava que eram só 9h de vôo (basicamente, o mesmo que ir para o Rio), por isso já estava mentalizada para tal. Mas, eu estava em Madrid! 

E de Madrid para Cancún são 11 horas de vôo, um pequeno detalhe que tínhamos esquecido. Ia tendo um ataque quando a hospedeira da Air Europe (foi um vôo charter) me disse que eram todas estas horas! Nunca na vida tinha voado tantas horas seguidas, então, imaginem o filme. Cochilava um bocadinho, acordava... ainda faltavam 7 horas de vôo. Comia alguma coisa, assistia um filme e... ainda faltavam mais 5 horas de vôo. Nunca mais chegava e eu estava tão agoniada dentro do avião que passei as últimas duas horas a andar de um lado para o outro com a desculpa de que “precisava esticar as pernas”.

Chegamos no Aeroporto de Cancún já eram 19h e mal abriram a porta do avião....um bafo quente, um calor abrasador! Já era de noite (por aqui escurece as 18h30) mas estavam quase 30 graus e a humidade do ar era absurda. Encontramos logo os senhores da Travelplan com o nosso transfer para o hotel e entramos na carrinha com ar condicionado no máximo! Que delícia! 

Estamos em Playa del Carmen, a 45min de Cancún, num do hoteís da cadeia de resorts RIU, em regime de tudo incluído e estamos apaixonados! O hotel fica dentro de um condomínio com praia privada (mesmo ao lado do nosso quarto), com pessoal do mais simpático que há, comida buffet disponível 24 horas por dia (acho que já engordei uns 3 kg, eles oferecem comida a toda hora!), SPA, ginásio, camas de rede, bar dentro da piscina, jacuzzi, animais fofinhos que andam livremente pelo hotel (macacos, iguanas...), enfim... um pedacinho do paraíso!




Nesta semana de México, já visitamos: Isla Cozumel, 5ª Avenida, discoteca CocoBongo, Chichen Itzá, Isla Contoy, Parque Xel-Ha, Isla Mujeres, duas farmácias bombásticas para enfardar cosméticos americanos (mais um bocado e o M. pedia o divórcio, fiquei maluca e trouxe meio mundo atrás), o famoso supermercado Chedraui (e trouxe mais mooontes de cosméticos ao preço da chuva), o cenote Xcabum, que é uma coisa fantástica para mergulhar e relaxar em meio à natureza.

O resto... conto-vos depois. Afinal, ainda nos resta mais uma semana no paraíso... e queremos aproveitar ao máximo!
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07 setembro 2014

ups!


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05 setembro 2014

Acho que depois desta vou ficar sozinha no altar...

Quando reservámos a nossa lua-de-mel acabamos por optar pela saída a partir de Madrid porque era sensivelmente cerca de 400€ mais barato [por pessoa] do que se o vôo fosse Lisboa-Cancún. Poupar 800€ só pelo facto de ter que ir para Madrid pareceu-nos uma óptima opção, o M. disse logo: "ah, compramos logo o vôo Lisboa-Madrid em low cost e fica-nos uma ninharia, além de ser só uma horinha de vôo".

Só que... é sabido do meu pânico por aviões. Borro-me toda de cada vez que tenho que entrar numa avioneta, tremo, transpiro, tomo calmantes [sim, já cheguei a esse ponto] e juro por todos os santinhos que é a última vez que me enfio naquilo. A pior parte é a descolagem. Raios partam! Odeio, odeio, a sensação do avião a descolar do chão, o corpo todo a ir para trás da cadeira, o frio na barriga, aquela oscilação das asas até estabilizar, ui, é um pavor, não falem comigo nesta altura que eu entro em modo 'alucicrazy'.

A verdade é que com tantas coisas para tratar do casamento, só ontem é que nos lembramos: "oh, foda-se, temos que comprar os bilhetes para Madrid!". Ele correu logo para o site da Edreams e eu disse-lhe que não era preciso, que deixasse tudo nas minhas mãozinhas que já tratava do assunto. E tratei: 



Rá! Vamos de comboio para Madrid! Não é o máximo? Nunca fiz uma viagem internacional de comboio, acho que vou adorar! E a emoção de vermos o comboiozito a cruzar a fronteira, pá? Inigualável! (isto sou eu a tentar convencer o homem, enquanto ele olha incrédulo para os bilhetes na minha mão).

O M. ia tendo uma apoplexia. Ficou estático a olhar para os bilhetes, inconformado. "Eu não acredito que fizeste isto, a sério... Vamos levar mais dez horas a chegar a Madrid quando podíamos chegar em uma hora, tens a noção? E ainda compraste em 'turística', vamos chegar mortos em Madrid e ainda apanhar um vôo de mais dez horas. Vinte horas em viagens! Eu não acredito!" e lá continuou no seu discurso, que eu vou chegar a Madrid toda inchada das horas que passei sentada, que vou estar com um humor insuportável depois de quase um dia de viagem, que não havia necessidade e quem aguenta 10 horas num avião aguenta 12 na boa... enfim.

Se fossem as 12 horas seguidas, era capaz de aguentar. Agora... duas descolagens e duas aterragens no mesmo dia, meus amigos, não é para mim. Por esse motivo nunca apanho vôos com escalas, por mais baratos e apelativos que sejam. Só eu sei o que me custa estar ali dentro a voar. Só eu sei...

Vamos apanhar o comboio no Oriente, em Lisboa, até Chamartin, em Madrid. A viagem é de noite, acho que faz-se na boa. Vamos a dormir e quando acordarmos, pumbas, estamos em Madrid! Não é óptimo? [diz ele que não, que esta vai ser uma viagem infernal e que quando aterrarmos em Cancún ele vai logo enfiar-se no resort e hibernar por três dias para descansar da 'maratona'.] Depois desse fatídico episódio, cheira-me que vou acabar sozinha no altar à espera do noivo....

Alguém que já tenha viajado de comboio para Madrid pode me dizer como é a viagem? É mesmo infernal ou dá para dormirmos até lá? Contem-me tudo!

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04 setembro 2014

Dos momentos que ficam para toda a vida...

Ontem fomos buscar o vestido, finalmente! Andei ali meses a namorá-lo e finalmente trouxe-o para casa. Foram quatro provas (aperta aqui, modifica ali, coloca mangas [tenho pa-vor de vestido de noiva cai-cai], experimenta com saiote, agora sem saiote, agora com véu, agora sem véu...) até finalmente o vestido ficar do jeito que eu queria: com mangas em tule [parecido a isto], sem saiote [para o vestido não ficar demasiado armado] e justinho e cintado como se quer [e fez-me uma cinturinha, senhores...].

Fui buscar o vestido com mamãe, Vi e com a avó. Quando apareci, pronta (véu, sapatos, 'bouquet' da loja a fingir), beeeem, foi aquela coisa. A minha avó tapou logo o rosto com a mão e desatou a chorar. Mas baba e ranha mesmo, a senhora da loja até disse: "oh, Anne, vá lá dar um abracinho a avó que ela está muito emocionada" e nem precisou dizer duas vezes que eu mandei-me logo para cima da minha avó. Fiz-me de durona e pensei "pronto, não vou chorar, eu consigo" e a minha avó começou a falar, entre lágrimas: "ah, minha filha, eu nunca pensei viver para ver este momento... Eu já estou tão velha, nem sei como Deus me permitiu chegar até aqui..." e quando dei por mim, já me tinha desmanchado toda e já estava a chorar.


É só isto, a minha vida. Ando a chorar como uma madalena, qualquer mariquice me põe logo de lágrima nos olhos...Hoje abracei a Vi enquanto ela assistia a um filme na sala e abri o berreiro. Vai me custar horrores estar longe (ainda que separados 'fisicamente' por menos de 5km) da minha mãe e dos meus irmãos. Essa sim, vai ser a parte mais 'dura' dos primeiros tempos. Me-do.

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03 setembro 2014

Nem fazes idéia do que te espera, gajo...


Ando a preparar uma 'surpresinha' ao meu amor, por altura da nossa lua-de-mel... Já troquei montes de mails com empresas mexicanas à procura do melhor orçamento para pôr a minha loucurinha em prática. Escusado será dizer que já me fartei de rir com os gajos, são tão cómicos, um deles pôs na assinatura do mail "quedo a tus ordenes para cualquier consulta y deseándote un excelente fin de semana me despido desde éste paraíso caribeño." O que eu me ri, senhores! Eles estão tão habituados aos turistas que as respostas já saem assim, pré-fabricadas para vender aquela idéia de paraíso na terra. Só me deu para rir, a sério.

Entretanto, parece-me que já encontrei a empresa que me vai ajudar a surpreender o M. e agora ando pra aqui a converter pesos em euros, a dividir tudo por 15 (é +- a taxa de conversão actual) e a assustar-me um tudo nada com os valores que me dão. Ando em dúvida entre a Isla Cozumel ou um cenote em Cancún, não sei, acho que qualquer um seria perfeito para o que tenho em mente mas Cozumel é capaz de ser mais exótica. Ando tão empolgada com a idéia que mal consigo disfarçar (e é tão difícil esconder o que quer que seja do meu rapaz, fico louca para contar logo! ahaha).

E ele, como que a adivinhar que tenho 'água no bico', também anda todo misterioso a falar com não sei quem pelo telefone, sempre em espanhol. Cheira-me que também anda a fazer das suas. E eu já o avisei: qualquer coisa, menos a idéia maluca que uma das madrinhas lhe deu, de contratar mariachis para uma serenata. Não, por favor não. É demasiado mau. Qualquer coisinha menos isso, vale?


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