31 janeiro 2014

O melhor lipbalm do mundo: SVR labial stick

Uma das minhas metas para 2014 é investir mais nos cuidados de rosto (sou uma preguiçosa neste campo) e por isso, há uns meses venho comprando vários produtos para experimentar e descobrir os que melhor resultam para mim. Em termos de rosto, uma das minhas grandes preocupações é com os lábios, já que os meus são muito sensíveis e estalam ao mínimo sinal de frio intenso (aliado ao cieiro típico do inverno, é uma maravilha - not!).

Vai daí, tenho todo um arsenal de lipbalms sempre comigo (na mala, no carro, na casa do namorado, na secretária do trabalho....), nunca dispenso um balm. E neste campo já experimentámos de um tudo: desde o {óptimo} Bepanthene em pomada antes de dormir (lábios branquiiiinhos) até o clássico Carmex que faz as delícias das inglesas. Já tentei de tudo e vou experimentando várias marcas naquela que chamo de "a procura do melhor lipbalm do mundo". Pensei que era tarefa para demorar uns meses mas a resposta veio rápida: de todos os lipbalms que já usei (e foram muuuitos), o mais incrível foi o do laboratório francês SVR [marca super conhecida pelo creme clareador de manchas, o Clairol].

SVR labial Stick, Carmex em boião, lipbalm EOS, Carmex em bisnaga, lipbalm Embryolisse, batom protector Elbel e o clássico Labello.

É engraçado porque acabei por comprar este batom por impulso, na minha última ida à Paris (novembro|2013),  quando já estava na fila da Citypharma, prontinha para pagar. Olhei para a cesta à minha frente e lá estava o balm, por míseros 3€.

Comecei a usá-lo há quase um mês (é o que deixo na secretária do trabalho) e, meus amigos, este batom é fantástico. A textura é muito cremosa, não fica peganhento nos lábios (como o Carmex de bisnaga), não tem sabor a mentol (na verdade, não tem qualquer sabor) e mal o aplicamos notamos uma camada protectora nos lábios, que os envolve sem deixá-los grudentos, sem pesar. Os lábios ficam muito protegidos, o efeito dura e dura e dura... Olhem, fiquei fã. Vou trazer uma palete desse batom de Paris. Sim, por cá também é vendido, mas a 12€ e tal. Quer dizer...

Ainda na Citypharma, acabei também por trazer o lipbalm da Embryolisse mas foi uma desilusão. Textura pastosa, lábios grudentos, ecaaat! O cinzento da Elbel é um dos meus amores de verão, por ter FPS 50 e durar uma tarde inteira de praia [comprei-o em Marbella, nas férias de verão, e paguei 4€ e tal - por cá nunca vi]

O melhor de todos, em destaque: SVR Labial Stick, o lipbalm mais fantástico que já usei! Experimentem e depois digam se tenho ou não razão ;) Paris que mi aguardji, que eu já tenho uns seis batons destes encomendados pelas minhas amigas, fora os que pretendo trazer para mim!
Já o conheciam?

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Se não for indiscrição... (sim, é!)

10h40: o telemóvel toca. Número privado [atendo-os sempre, não devo nada a ninguém e não tenho motivos para evitar as chamadas anónimas, penso sempre que pode ser algum amigo em apuros ou assim]
- Estou?
- Estou sim, muito bom dia. O meu nome é Joana Costa e estou-lhe a ligar por parte da ZON, para dar a conhecer o novo serviço de telefonia móvel, o Zon 4i. Se não for indiscrição, quantos telemóveis há na sua residência?
- Desculpe mas neste momento estou a trabalhar, não posso falar.
- Certo, voltamos a ligar à hora do almoço.
- Mas... mas... 

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13h15: o telemóvel toca. Número privado again [oh, foda-se!]
- Estou?
- Estou sim, muito boa tarde. O meu nome é Pedro Melo e estou-lhe a ligar por parte da ZON, para dar a conhecer o novo serviço de telefonia móvel, o Zon 4i. Se não for indiscrição, quantos telemóveis há na sua residência?
- Olhe, peço imenso desculpa mas não estou interessada. Sou cliente Zon com os três serviços de telefone, internet e televisão e estou satisfeita. Mas para telemóveis prefiro continuar com a minha operadora. Obrigada.
- Eu compreendo. Se não for indiscrição, é cliente de que operadora?
- Vodafone, cá em casa somos todos da Vodafone há quase dez anos e não tencionamos mudar.
- Certo, mas ainda não ouviu as nossas condições e vantagens... pode dispensar-me dois minutos?
- Lamento, mas não tenho mesmo interesse. Mesmo que tenham preços mais em conta, prefiro continuar com a minha operadora de sempre. [sou como os cães, se sou bem servida, continuo mesmo que pague um bocadinho mais caro - o bom atendimento não tem preço] E além disso, estou na minha hora de almoço...
- Compreendo. Neste caso desejo-lhe uma boa tarde. [ufa, estava a ver que não]

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21h20 [sim, às nove da noite]: o telemóvel toca. Número privado again again [ai eu não acredito que é a Zon de novo! Raios partam a merda da insistência - fiquei passada]
- Estou?
- Estou sim, muito boa noite. O meu nome é Sara Tavares e estou-lhe a ligar por parte da ZON, para dar a conhecer o novo serviço de telefonia móvel, o Zon 4i. Tenho o prazer de estar a falar com...?
- Boa noite, minha senhora. [quando me dirijo à alguém por "minha senhora" é porque o caldo já está entornado], eu não tenho qualquer interesse no novo serviço da Zon, muito pelo contrário, eu estou farta que me liguem quando ja fui explícita e já deixei claro que não vou aderir ao vosso serviço. Esta é a terceira vez que me ligam só no dia de hoje!
- Eu compreendo mas é que das outras vezes o script ficou incompleto. Diga-me, já ouviu as nossas condições fantásticas?
- Não, não cheguei a ouvir porque não tenho mesmo interesse, obrigada. [estava pronta para desligar o telefone]
- Não desligue, preciso terminar o script, caso contrário um colega meu voltará a ligar para si amanhã [oi? uma ameaçazinha velada, mas que bem]
- Olhe, o seu colega bem pode ligar para mim o dia inteiro se quiser que já não volto a atender. NÃO QUERO O SERVIÇO 4i, compreendem? Não quero. Não me voltem a ligar, por favor... Boa noite.

Que raios! Que insistência dos infernos! Estas empresas não percebem que quanto mais maçam uma pessoa mais ódio gratuito essa pessoa vai criar em relação ao serviço em questão? Eu apanhei um verdadeiro PAVOR do Barclays porque estão sempre a ligar para mim com mil e uma sugestão de créditos, de cartões, de empréstimos e de merdas do género. Isso quando não me abordam nos centros comerciais para fazer o cartão-não-sei-o-quê. Estas estratégias de marketing agressivo comigo não funcionam, ou melhor, têm o efeito contrário: só fazem com que eu fuja a sete pés destas marcas. [caso das Boti lovers, que pululam por essa blogosfera]

P.S: Eu sei que os coitados só estão a fazer o trabalho deles, aliás, eu própria já trabalhei num call center bancário [embora não fosse nada agressivo] e sei o chato que é ficar a olhar para um ecrã à espera que as chamadas caiam... e depois, termos um supervisor arrogante que nos controla a todo o tempo. Sei o que é isso e por isso, tento elevar o espírito até o Nirvana e ser paciente quando me ligam com inquéritos de satisfação ou para divulgar um produto qualquer. Mas tanta insistência deu cabo da minha [pouca] paciência. Bolas...

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29 janeiro 2014

O que eu trouxe dos saldos... #2

Eu bem que tentei ficar-me só pela primeira parte dos saldos mas aqueles autocolantes de "remate final" nas montras das lojas dão cabo de uma pessoa e por mais que se diga: ahh, mas eu não preciso de nada; há sempre qualquer coisa que nos salta à vista. Uma saia. Um batom. Um perfume. Ou tudo isso junto. Mas há um atenuante a meu favor: estava tudo com precinhos fantásticos!

Botins da Parfois // De 29,99€ por 14,99€ [sim, estava marcado a 19,99€ mas quando cheguei à caixa passou a 14,99€ - bingo!]

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27 janeiro 2014

Report:

A semana começa hoje e já estou cansada, tão cansada. Sinto-me uma velha de 80 anos. Eu e a minha mania de querer fazer tudo ao mesmo tempo... de inventar montes de projectos e achar que consigo fazer tudo... estou mesmo cansada.

E para piorar o quadro, sou uma perfeccionista do pior. Ou bem que fique tudo como eu quero ou então nem me arrisco a fazê-lo. Posto isto, assim de repente, tenho: um casamento para organizar - e sim, rendi-me às evidências e vou mesmo casar em Lisboa, é impossível tentar organizar um casamento no Rio via skype, bem que tentei mas não deu. Logo, tenho que de encontrar uma quinta, o vestido (já experimentei uns quantos mas nenhum me fez querer vender um rim para o comprar, por isso... nada feito), ainda não escolhi o bolo, os convites, nem sequer vi os bilhetes de avião para trazer a metade da família até Lisboa... (em contrapartida, já temos a casa arranjada, já tratamos tudo com a construtora e estamos à espera que os acabamentos finais fiquem concluídos - yey)

O M. já só fala na lua-de-mel e fez uma lista de destinos para a viagem. Decidi deixá-lo com esta tarefa, que eu já tenho tanto para fazer, mas a verdade é que continuo na mesma a pensar no assunto porque ele, já se sabe, só vai querer saber de sítios exóticos e ilhas no pacífico, coisinhas que metem duas escalas de avião, 18 horas de vôo e uma ilha paradisíaca com forte risco de tsunamis e catástrofes (sim, morro de medo dessas coisas). E eu não consigo estar 10 dias enfiada numa ilha, só com praia e sem nada para fazer, literalmente a esturricar ao sol, sem museus, sem passeios, sem comprinhas, sem mercados e feiras... De maneiras que o nosso fim-de-semana foi passado nisto:

Ele: Ah, e o que achas das ilhas Turks & Caicos, nas Caraíbas? São fantásticas! Estive a ver os vôos e temos um de Lisboa para Miami e de lá fazemos escala até...
Eu: Miami?! E se ficássemos por lá uns 4 dias e o restante nas Caraíbas? Assim misturamos praia e diversão, que tal?
Ele: Esquece, só vais querer saber de compras. E Saint Marteen, também nas Caraíbas? A ilha é metade holandesa, metade francesa, deve ser brutal.
Eu: Espera... essa não é aquela ilha cuja praia fica a um nada do aeroporto e os aviões parecem que vão atropelar as pessoas? Ahh, nem pensar.

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23 janeiro 2014

Objecto de desejo: capa vermelha.

Sou fã de capas, é sabido. Tenho duas, uma preta e uma bege [que já mostrei aqui] mas são em tecidos finos, óptimos para o outono. Para o inverno, queria mesmo uma capa vermelha. Em fazenda. Quentinha e com carapuço com pêlos, que eu sou uma pirosa de primeira. Desta vez quero um modelo de capa com aqueles recortes para colocarmos o braço, acho o cúmulo da elegância. E tem que ter duas fileiras de botões, que eu sou esquisitinha. E ser vermelha, pois claro. E nisto, meus amigos, sou pior que uma mula empacada... quando cismo com alguma coisa corro meio mundo e mobilizo toda a gente para a encontrar. Raios partam a minha obstinação!


Já corri meio mundo à procura desta capa (fui em tudo, senhores, em tudo: Zara, H&M, Lanidor, Modalfa e afins) e quando a encontro, só há em preto (boooring). E eu ando a salivar pela vermelha. E não tenho assim tanto tempo para a encontrar porque adorava poder chegar a Parrí daqui a uns dias usando a minha red cape. Oh, vida!

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22 janeiro 2014

Walk by Faith ♪

Hoje o dia começou com esta música [].
Ouvi-a enquanto conduzia a caminho de uma reunião. Ontem foi dia de tomar decisões sérias. De ponderar. Pesar na balança os prós e os contras. E se é verdade que sinto um certo friozinho na barriga por tomarmos este passo, também é verdade que acredito que há momentos em que temos mesmo que correr o risco. Sim, há momentos em que devemos caminhar pela fé. É um risco, claro que é. Mas... não tem sido tudo um risco até agora? Este projecto não tem sido arriscado desde o princípio? Contra todos os prognósticos, contra todas as evidências, cá estamos. A crescer a cada dia num mercado super concorrido. A fazer o nosso nome numa cidade agreste como Lisboa. Por isso, vamos continuar caminhando pela fé*


* Sim, vamos abrir mais uma clínica no próximo mês. Temos tido uma procura tão grande que já não temos agenda para atender os clientes (a vaga mais próxima é só para fins de Março). É chegado o momento de dar mais um passo, rumo ao nosso sonho.
Obrigada, Deus.
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21 janeiro 2014

Home sweet home #2

Tenho a sorte de ter uma big garagem box cá no prédio [para além da arrecadação] e por isso já pude começar a comprar alguns móveis, encomendar outros, encaixotar as coisas que vou comprando e ganhando para a nova casa [loiça, objectos de decoração, roupa de cama..]. A minha garagem parece uma pequena fábrica, cheia de caixotes por todos os lados [tudo devidamente etiquetado, que eu sou pessoa maníaca pela organização]

Como só vamos mudar definitivamente em Setembro [espero já ter as chaves da casa um mês antes para ir arrumando tudo], isso dá-me uma boa margem de tempo para encontrar verdadeiras pechinchas lá para casa. Sim, sou daquelas pessoas que ama um movelzinho vintage, um cadeirão antigo, uma ou outra peça com anos de história e qualidade como já não se encontra... lembram-se do toucador que reformei, pintei e troquei tuuudo? [mas, obviamente, também sou fã de móveis modernos - adoro misturar os dois estilos]

Por isso, tenho visitado muitas vezes o OLX (site onde já fiz verdadeiros achados) e num dia destes dei com uma mini cristaleira antiga, em madeira, pelo preço de 45€. Obviamente que a quero transformar [gostava de sair um bocado do branco, tão óbvio, mas ainda não me decidi], vou pintar as dobradiças e puxadores, vou substituir o vidro partido... apaixonei-me por ela. Mandei mails à vendedora, fiz o choradinho [minha especialidade] e lá trouxe o móvel por... 20€. Inacreditável. [obviamente a senhora usou também a sua técnica e disse-me que só fazia a esse preço se eu a fosse buscar imediatamente. Tipo, dali a duas horas. Agarrei no carro, deitei os bancos todos, sempre com medo do móvel não caber mas lá encaixei a cristaleira e vim, feliz, com o meu móvel vintage atrás]

Infelizmente um dos vidros laterais partiu-se quando tentei apertar o móvel para caber entre os bancos do carro [esperta que eu sou] mas conheço uma fábrica que faz vidros à medida e o senhor nunca me cobra mais que 5€, é um doce, logo, não foi assim um prejuízo muito grande.

E ontem, para minha alegria, recebi no escritório uma encomenda toda especial, vinda da melhor amiga deste mundo [te amo, Bia], com aqueeeele casal de veados em latão que constava na minha wishlist de natal, lembram-se? De vez em quando lá ia à procura dos bichos no ebay mas os preços desanimavam [nunca os encontrei abaixo dos 20€] e às vezes os portes eram absurdos, enfim, desisti. Até que eles vieram parar nas minhas mãos e são tããão lindos que até me babo a olhar.


Eu seeeei, este casal de veados não tem qualquer utilidade mas quem disse que todas as coisas precisam de ter uma função? Os olhos também comem e às vezes ser bonito basta... e eu adoro estar rodeada de coisas bonitas. E com história, que estes queridos são de 1960 mas estão impecáveis. Adoro-os.

E vocês, também gostam de misturar objectos antigos na decoração? ;)

P.S: Bem sei que o OLX anda a patrocinar alguns posts por essa blogosfera afora mas não foi esse o caso, já estou habituada a comprar (e a vender) coisas no OLX há mais de 3 anos, por isso... descansem, que este não é um post patrocinado ;)

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20 janeiro 2014

Lidl e o Gang dos Frescos

Uma única palavra para descrever esta campanha: absurda. Totalmente absurda.


Ora vamos lá ver: o supermercado Lidl engendrou [não há mesmo outra palavra] uma campanha de marketing para estimular o consumo de frutas e vegetais por parte das crianças (que, por norma, detestam estes alimentos). Criou peluches fofinhos e queridos sob a forma de adoráveis morangos, cenouras, bananas, brócolos e por aí em diante. Ahh que giro, os putos vão ver os peluches em forma de legumes, vão levá-los para casa e de certeza que passarão a comer cenouras ao pequeno-almoço e tudo, claro, até têm um peluche de cenoura, olha tão fofinha que a cenoura é. Certo?

Errado. Os putos entram no Lidl, vêm duas cestas enormes com peluches de cenouras, bananas e morangos, agarram no primeiro peluche que vêm à frente e correm para a caixa. Na caixa, a agradável surpresa: "estes peluches não estão à venda, fazem parte de uma campanha de pontos". Ahh, não estão à venda mas estão expostos em todos os cantos do supermercado, juntamente com produtos que estão à venda? Mas que giro! Que brilhante estratégia de marketing!

O passo seguinte? Os putos desesperam pelos peluches, querem porque querem. As mãezinhas desatam a ler as condições da campanha para tentarem conseguir o raio do peluche mas, oh, que coisa... para se conseguir um mísero peluche temos que fazer apenas 200€ em compras no LIDL. Só 200€, pessoas, então? E se quiserem, na loucura, completar a coleção com os sete peluches, só têm que desembolsar 1400€ no LIDL para o conseguirem. hahahahaha, desculpem, não consegui conter uma risada, mas esperem... acham que é só isso? Nãão, isto assim é demasiado fácil. Têm que comprar 1400€ no LIDL mas é só até o final de fevereiro. Vá lá, pessoas, não é nada do outro mundo.

O resultado da ida ao LIDL? Um puto de três anos a berrar como se não houvesse amanhã (eu queeeero a banana, eu queeero, porque não mo compras?), o M. desesperado sem saber como explicar ao afilhado que os peluches não estão à venda, que é preciso juntar os pontos primeiro. A criança frustrada e com ódio de tudo o que sejam frutas. Não quer ver bananas nem pintadas de ouro.

Portanto, LIDL, acho que sim, estão a desenvolver uma belíssima acção de marketing, claro que sim. Escolheram o melhor público-alvo para isto: as crianças. Só é pena que os miúdos saiam sempre frustrados porque não conseguem a porcaria do peluche. E já agora, se não estão a pensar em vender os bonecos, porquê eles estão expostos no meio da loja, em duas cestas enormes, para toda a gente ver? Isto não será...ilegal? Exporem um produto numa loja quando o consumidor não o pode comprar?



P.S: Os peluches são giros que se fartam (até eu queria um) mas daí a cobrarem um valor absurdo em pontos para que os consigamos... pera lá. O facebook do LIDL está uma maravilha, só reclamações por causa da dita campanha [aqui, aqui e aqui]. Espero que eles reconsiderem e escolham condições mais acessíveis, caso contrário vão chegar ao final de fevereiro com os peluches encalhados no meio da loja.

P.S: Há acções de marketing que realmente me fazem pensar se o gajo por detrás de tudo isso esteve mesmo anos e anos numa universidade... Já me faz lembrar o caso da Samsung e a mala da Pepa, naquele que foi um grande tiro no pé. Ele há coisas... Posto isso, se têm crianças pequenas em casa, evitem passar pelo LIDL com elas, sob pena de ficarem lá apeadas a tentar explicar a um puto o porquê de não poderes comprar o boneco. Nem quero imaginar o que teria acontecido se tivesse sido eu a entrar no LIDL com a adorável Carolina... (era capaz de ter que sequestrar um funcionário do LIDL até que concordasse em me vender um peluche - que medo)

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17 janeiro 2014

where dreams come true*


É já daqui há 20 dias que vou concretizar um dos meus sonhos de infância e mal posso esperar! Pareço ter novamente 5 anos e já só penso na emoção enorme que deve ser caminhar por entre aquelas ruas cheias de personagens que durante anos povoaram o meu imaginário.

Em relação à Disney, há um facto engraçado [ou não]: quando tinha uns 7 anos, a professora de português perguntou-nos o que gostaríamos de visitar nas férias que seriam já dali a poucos dias. Respondi que queria ir à Disney. Toda a turma se riu. Pudera! Toda a gente sabia do esforço que a minha mãe fazia (entre 2 empregos e a terminar um mestrado) para conseguir pagar a mensalidade do meu colégio (e sem ajuda do meu pai, que achou giro fingir que não tinha filhos) e obviamente que o meu sonho, na visão daquelas crianças, era só um sonho tolo. Uma das raparigas [cujo pai era director do colégio] ainda chegou ao pé de mim e debochou: "disney? só se for de patins, né?". 

Na altura não dei importância, que eu também era abusada e dava sempre o troco: "é, eu vou sim. Depois te mando um cartão-postal de lá!" e ainda lhe mostrei a língua, com a arrogância típica de quem sabe que um dia vai conseguir. E, parecendo que não, fico sempre um nadinha emocionada quando me lembro desta história. Hoje, quase 20 anos depois, vou finalmente realizar um sonho antigo, que foi sempre sendo adiado, sempre "para depois", "um dia", "agora não, prefiro antes conhecer outra cidade". Mas agora é desta, sim senhor. Confirma-se: a disney é mesmo o sítio para tornarmos o nosso sonho realidade :)

P.S: Diz que vou apanhar uma Paris em "soldes". E só consigo pensar que, assim como assim, é melhor confirmar se o meu bilhete de avião dá direito a mala de porão porque olha... não vou conseguir me conter e vou querer trazer metade da citypharma atrás. Me-do.

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15 janeiro 2014

Viciada nestes duas séries:


1// Banged Up Abroad (Presos no Estrangeiro): Esta série conta-nos verdadeiras histórias de terror ocorridas no estrangeiro, casos em que viagens de sonho transformaram-se em verdadeiros infernos. O programa mais intenso volta ao pequeno ecrã com mais histórias verídicas e emocionantes de traficantes, vítimas de rapto e algumas surpresas nesta nova temporada.

O que eu achei: É um programa super intenso, que conta a história de pessoas que foram presas em férias noutros países (ou porque traficaram drogas, ou porque se meteram em esquemas ou por ingenuidade pura - sim, também acontece). Cada capítulo recria a história de alguém e ao longo do episódio podemos ver também o depoimento da pessoa que realmente passou por tudo aquilo [às vezes é impossível conter uma lágrima, como no caso do rapaz que apanhou SIDA na prisão (foi violado) ou da rapariga que tinha cancro na altura em que foi presa e quando finalmente foi libertada o cancro já estava em metástase e não havia nada a fazer]. É cruel, é chocante, é a realidade nua e crua. Há que ter estômago.

2// Scam City (Burlar Turistas): "Todos os anos, centenas de milhões de turistas partem em busca de aventura no estrangeiro - e a cada ano, milhões deles acabam por ter um pouco mais aventura do que esperavam. Qualquer um pode ser vítima de um crime, mas parece que para os turistas esta é uma realidade. 'Burlar Turistas' viaja para os lugares mais fascinantes do mundo - e revela-os através dos olhos dos seus ladrões, vigaristas e golpistas. Aqui, cada turista é uma vítima à espera que o roubo aconteça" 

O que eu achei: Descobri essa série no último fim-de-semana e ainda só vi três episódios (Rio de Janeiro, Barcelona e Roma - curiosamente, cidades que conheço bem e confirma-se: vivenciei alguns dos golpes mostrados no programa). Sei que também há de Paris, Londres, NYC e afins mas ainda não tive tempo de ver. Para quem ama viagens (eu) e está sempre à procura da próxima trip, esta série é uma super ajuda na hora de ficar "de olho vivo" nas viagens. Adorei mesmo! [Podem ver a programação dos próximos episódios aqui.]

Mais alguém é fã destas séries? Recomendam alguma outra série dentro deste género? ;)

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14 janeiro 2014

Duas coisas que fazem uma mulher feliz:


Um novo batom e um corte de cabelo.

O batom é o Paresse da Guerlain que procurava há mais de uma semana [isto de custar 40€ e estar a 16€ nos saldos fez com que eles voassem das prateleiras] e que a melhor amiga do mundo conseguiu açambarcar na Perfumes&Cia do Vasco da Gama [reza a lenda que era o último dos moicanos]. Agora ando a salivar pelo Orgueil, daqui a nada compro a colecção toda, eu sei, mas é que este batom tem 5 coisas fantásticas: a embalagem escândalo, o preço jeitoso em saldos, o facto de ser em gloss e super fácil de aplicar [mesmo em quem tem bocão como eu], a mágica de secar e ficar totalmente matte do jeito que eu adoro, e o bônus de ser um batom de longa duração [comprovo-o, dura hoooras]. Serei muito má pessoa se quiser mais uma ou outra corzinha? :P

Já o cabelo é outra história. Andei um ano para que ele crescesse e ficasse do jeito que eu queria. Está a dois dedos da cintura mas sentia falta de movimento, de balanço... E apesar de não ter mexido no comprimento, a cabeleireira deu uma boa escadeada na juba e adorei o resultado [parecido com este]: está volumoso, sem pontas duplas e brilhante, do jeito que eu gosto [é claro, a pessoa é influenciável e não é capaz de ir ao cabeleireiro apenas para cortar, tinha que fazer mais um banho de brilho, não é?].

P.S: Quanto ao batom, fico sempre tããão indecisa na hora de escolher uma cor assim mais espampanante, acabo sempre por andar ali nos taupes, nudes e na loucura, um rosa velho. Ou então acabo por comprar um vermelhão-escândalo (caso do Ruby Woo da MAC) e depois contam-se nos dedos de uma mão as vezes em que já o usei. Como sou morena, acho sempre que cores fortes deixam-me com um ar vulgar, tipo menina-da-noite =/ Vai daí, opto por cores mais subtis como o meu amorzinho thalia da NYX e afins. E claro, nunca consigo sair da minha confort zone. Também vos acontece?

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13 janeiro 2014

Experiências culinárias

Tenho andado tanto pelo Pinterest nos últimos tempos [a minha pasta de inspirações para a casa nova está a crescer a olhos vistos - tanto projecto em que me vou enfiar que nem sei] e por isso, é inevitável não cruzar-me, vez ou outra, com receitinhas simples de pequenos lanches ou petiscos deliciosos por lá. O mais giro é que há o fotorial [tutorial em fotos] que nos ensina o passo-a-passo de maneira bastante simples. No sábado não resisti e experimentei as trouxinhas de bacon com ovo. E no domingo foi a vez de testar as batatas recheadas com calabresa. Uma perdição, pessoas!


Para a primeira receita, das trouxinhas, só precisam de tiras de bacon, ovos, sal, oregãos [sou maníaca por oregãos, encaixo-os em tudo] e uma forma de queques ou cupcakes [como não tinha nenhuma, comprei esta na IKEA há umas semanas] e é do melhor que há: não agarra nada, não é preciso untar e foi super barata. Atenção: batam primeiro os ovos antes de os despejarem lá para dentro da forma e se quiserem ainda podem juntar um bocadinho de maizena ou leite, para ficarem fofinhos]. Super simples, barato e delicioso!

E para a receita das batatas recheadas, fui ao pingo doce no domingo de manhã e trouxe de lá as maiores batatas que havia (gigantes mesmo), cortei-as em tiras mas deixando sempre o fundo da batata unido (claro que algumas batatas partiram-se na altura do corte mas ficaram deliciosas na mesma), rechei-as com linguiça calabresa (mas podia ser fiambre ou bacon), salsa, oregãos novamente, queijo mozarella e molho bechamel por cima (o molho é essencial para cozer as batatas). Foi ao forno uns 20 minutos e saiu ma-ra-vi-lho-so. Sim, esqueci-me de tirar fotografias mas o M. tirou algumas com o telemóvel, a ver se depois mostro-vos.

Posso não ter jeito nenhum para tratar da casa e da roupa (e não tenho mesmo) mas para cozinhar e experimentar mariquices e lanchinhos... sou pró! Ficam sempre óptimos (ok, eu sei que também não tinha muita chance de dar errado mas... deixem-me pensar que sou assim uma espécie de Nigella Lawson dos lanches, ?)

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12 janeiro 2014

Equivalência de estudos // Brasil-Portugal

Na sexta-feira recebi um mail um bocadinho "desesperado" de uma leitora brasileira que está em Portugal há dois meses e pretende entrar este ano para a universidade. O "desesperado" prende-se no facto dela precisar dar entrada na equivalência de estudos com urgência para que lhe seja atribuída uma média de secundário e então poder realizar os exames nacionais deste ano [sim, os prazos estão apertados]. Pediu-me para dar assim algumas luzes e contar um bocado da minha experiência.

Quando cheguei a Lisboa, em 2005, tinha 17 anos e o secundário feito no Rio de Janeiro (o equivalente ao segundo grau no Brasil). Tinha feito o exame nacional no Brasil (o tal vestibular) e também o ENEM (exame nacional do ensino médio) porque queria fazer a faculdade no Rio a todo o custo (e sabia que se entrasse logo para uma pública, a minha mãe desistia da idéia de vir para Lisboa - eu não queria vir para cá de jeito nenhum, que ironia). A verdade é que passei para a 2ª fase da UERJ e da UFRJ (as faculdades públicas do Rio) mas já não fui a tempo de fazer as provas específicas porque entretanto apanhei um avião rumo a Lisboa no dia 15 de Novembro.

Cheguei a Lisboa e a primeira coisa que fiz foi inscrever-me como aluna-assistente no 12º ano para poder apanhar a matéria que sairia no exame nacional cá, em Maio. Ao mesmo tempo, fui ao Ministério da Educação dar entrada na minha equivalência para conseguir uma média de secundário e poder entrar na universidade cá. Só que o processo foi muito demorado [soube depois que entraram em contacto com o colégio Salesiano do Rio, onde fiz o secundário, para averiguar todas as notas e certificarem-se de que as declarações que entreguei eram todas originais].

Por isso, em 2005 não consegui fazer os exames nacionais porque, supostamente "não tinha o secundário feito" já que a minha equivalência ainda não tinha sido reconhecida. Chorei taaanto nesse ano, valha-me Deus. Só pensava que se estivesse no Rio já estaria na UFRJ como caloira e agora teria que estar um ano parada sem estudar. Enfim, não foi fácil.
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Sunday.


As pessoas têm uma mania horrorosa de meterem o bedelho na vida das outras. Deixa o outro, vai. É ano-novo, é vida nova. Vive a tua vida e deixa o outro ser feliz – ou não – do jeito torto – ou não – dele. 
Tenta, nem dói. 

{Clarissa Corrêa} 

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11 janeiro 2014

O que eu trouxe dos saldos...

Preciso ser sincera: havia poucas coisas que eu realmente precisava comprar. Não sou do tipo de ver uma peça de roupa/sapato numa loja, gostar e pensar: ahh, daqui a três meses, quando entrar em saldos, compro. Népia. Acho sempre que toda a gente vai ter o meu bom gosto (cof) e que a minha peça vai desaparecer da loja em menos de nada. E compro logo. Por isso, ao longo do ano as peças que realmente me interessam vão aparecendo no roupeiro, logo, quando chega a altura dos saldos, o que é que me falta comprar? Nada, meus amigos. E por isso, aproveito os saldos para comprar aquelas coisas de que não preciso mas que são deliciosamente baratas e uma pessoa não resiste.

O meu lema é: é giro? serve-me? está com mais de 50% de desconto? Vou usar na próxima estação? Se todas as respostas forem sim, é claro que a peça vem comigo, que eu não sou pessoa de recusar bons negócios [e aquela sensação maravilhosa de comprarmos um produto com 60% de desconto? Aquele gostinho de: ahh, já viste quanto eu poupei? Dava para comprar dois! - e sim, às vezes compro mesmo dois, logo, à primeira vista, não poupei porcaria nenhuma ahahaha]

Tapete pêlo de ovelha [de 42,99€ por  34,99€], bandeja redonda [de 6,99€ por 3,99€] e duas capas de almofada [de 5,99€ por 2,99€]. Tudo da IKEA.

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10 janeiro 2014

Do chico-espertismo [e da má educação, pronto]

Como o meu amor vive sozinho num T1 em Lisboa [pequeno para nós] avisou já a senhoria que em Fevereiro entra no mês da caução e no final do mês entrega a casa. Pois bem, no início da semana a senhoria enviou-lhe um sms a dizer que precisava mostrar a casa a um casal, se podia agendar a visita para quinta ao final do dia.

O M. tem horários malucos no trabalho, há dias em que fica até a 22h no escritório, há dias em que trabalha em casa, há dias em que tem que ir para o estrangeiro, enfim... é tudo inconstante e ele disse-lhe que na quarta-feira avisava-a se podia levar lá o casal para ver a casa.

Na quarta-feira enviou-lhe sms a dizer que infelizmente não dava mas que no fim-de-semana tinha disponibilidade. A sugestão da senhoria? "ah, mas se é por não estar em casa, não tem problema, posso passar aí no seu escritório para buscar a chave, mostro a casa ao casal e depois volto para lhe devolver". Oi?! A mulher queria mesmo entrar na casa do M. sem ter lá ninguém?! Mas em que mundo estas pessoas vivem? O M. riu-se, achou que ela estava a brincar e disse-lhe que ficava então para o fim-de-semana.

A senhoria fez-se de parva e achou giro aparecer à porta da casa dele, com o casal para ver a casa, no horário em que sabia que lá estaria alguém. Bateu, tocou à campainha e só lá estava a dona Joana, a senhora que vai lá todas as tardes orientar as coisas.
- Sim??
- Boa tarde, é a fulana de tal, a dona da casa, era para mostrar a casa à um casal
- Ah, desculpe mas não tenho autorização para abrir a porta, o meu patrão não está em casa.
- Mas eu avisei-o que vinha hoje!
- Pois, mas ele não me disse nada e não posso abrir-lhe a porta, peço desculpa.
- Ligue ao seu patrão e diga que estou aqui!

A coitada da dona Joana ligou para o M., que estava em reunião e não atendeu. Aflita com a senhoria que não parava de tocar à campainha, ligou-me a perguntar o que fazia. Disse-lhe para não abrir a porta, que era uma total falta de educação aparecer assim em casa das pessoas e exigir entrar, como se lhe devêssemos alguma coisa.

Não entrou. Enviou uma sms furiosa ao M. a dizer que perdeu viagem, que o casal estava muito interessado na casa pelas fotos que viu, que está difícil arrendar casa e precisa mesmo fazer as visitas. O M. estava tão passado com o abuso da mulher que só lhe disse: "olhe, peço desculpas mas tenho a casa paga até fevereiro e não sou obrigado a permitir visitas de estranhos. Quis ajudá-la e disse que podíamos combinar para o fim-de-semana, você apareceu lá em casa sem avisar, falou mal à minha empregada e ainda exigiu um direito que não tem: o de entrar na minha casa. Sim, até fevereiro, a casa é minha. Portanto, marque as suas visitas a partir do dia 1 de Fevereiro, até lá, esqueça."

E a senhora cisma em enviar sms e a ligar a dizer que TEMOS que deixá-la mostrar a casa, que se for só a partir de fevereiro ela vai ter a casa fechada um mês e vai perder dinheiro... só me apetece responder: e eu com isso? Porra, damos a mão e querem os pés. Foda-se.

P.S: Pessoas entendidas em leis e afins, somos obrigados a deixar a senhoria mostrar a casa quando ainda estamos lá a viver e temos tudo pago? É que não entra na minha cabeça...

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09 janeiro 2014

Decor // tapete LUDDE da IKEA

Ultimamente tenho ido à IKEA vezes e vezes sem conta. Ou porque quero aproveitar bem os saldos, ou porque enganei-me nos tamanhos das capas de almofada e precisava de as trocar (sim, acontece-me sempre), ou porque quero apenas comer aquelas almôndegas suecas com um molho delicioso... motivos não faltam e assumo: sou ikeaholic! Numa destas idas, fiquei a namorar o tapete LUDDE, em pele de ovelha [acalmem-se, activistas da PETA, neste caso a lã foi apenas um subproduto da carne, a ovelha não foi morta apenas para satisfazer o meu capricho de ter um tapete peludo em casa, okey?]

Sempre que via imagens no Pinterest sobre decor, lá estava o raio do tapete, utilizado nas mais variadas formas: aos pés da cama, a fazer de assento fofinho numa cadeira, jogado displicente sobre o sofá... e a vontade de tê-lo só aumentava!


Por isso, quando encontrei o tapete com menos 7€ do preço original, decidi aproveitar e trouxe-o comigo. Eu sei, 7€ não é nenhum desconto espetacular mas como duvido que baixem mais o preço e como queria mesmo o tapete [e acabaria por comprá-lo ao preço normal] decidi não esperar mais.

Não tenciono usá-lo no chão [dá pena, é tão branquinho e fofinho] porque o meu M. é capaz de lhe dar cabo da brancura em dois tempos. Entra-me pela casa com os ténis sujos do futebol ou do ginásio e lá se foi o tapete... Por isso o melhor é usá-lo por cima de uma cadeira ou mesmo do sofá, não sei, estou indecisa... Mal posso esperar por ver a minha casinha pronta, com tudo no sítio certo ;)


P.S: Eu sei que a questão de usar/não usar pele verdadeira divide opiniões, assim como comer ou não carne mas acredito que cada um sabe o que é melhor para si. Não sou capaz de usar um casaco de pele exótica, por exemplo, de chinchilas e outros animais porque sei que os bichos foram mortos única e exclusivamente para fazer um casaco. Já um casaco/botas/mala em pele de vaca, não vejo problemas em usar porque de uma forma ou outra a vaca já seria morta à mesma, pela carne [que eu, infelizmente, ainda como], por isso não me faz espécie [e toda gente sabe que vestuário em pele é para a vida toda, possuem uma qualidade excepcional - tenho umas botas em pele há pelo menos 7 anos e continuam perfeitas]. Num mundo ideal, todos seríamos vegans e felizes. Mas no mundo real...
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08 janeiro 2014

O meu futuro é no Júlio de Matos #2

Eu não sei vocês mas eu tenho um sério problema com determinadas músicas. Há músicas que só fazem sentido se as dançarmos, se nos esgoelarmos a cantá-las, se as sentirmos de facto. Quando oiço estas músicas, nada a fazer. Agarro o que tiver à minha frente para fazer de microfone e lá vou eu cantar [é mais interpretar mas pronto] a música com alma e paixão.

E por isso, quando ontem estava a conduzir na A5, a meio de um pequeno trecho com trânsito [chuva, sempre a chuva], começa a tocar esta música na rádio e não resisti: And I will aaaaaaaalways loooooooove youuuuuuuu uuuu uuuu aiiiiii I will aaaalways loooooove youuuuuu. O trânsito estava o típico pára-arranca, eu a esgoelar-me a cantar a música, a fazer trejeitos, balançar-me toda quando olhei para o lado.
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Tinha o condutor da direita a olhar para mim e a bater palmas. Fiquei mega envergonhada e mudei logo de pista. As coisas que me acontecem....

E vocês? Que músicas vos deixam completamente out of the box?

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07 janeiro 2014

Feira Popular e Circo Chen

No fim-de-semana passado fui finalmente à Feira Popular, em Entrecampos, acompanhada da família toda. Tanto que ouvi falar que quis conhecer também. Queríamos levar a Vi para andar nos brinquedos, ir à roda-gigante, essas coisas. Assim que adentrámos na feira, os olhos da miúda foram atraídos pelo letreiro do Circo Chen. "Vamos ao circo? Vaaaamos?" e se é verdade que detesto circos [por tudo o que significa para os animais] também é verdade que a Vi só tinha ido ao circo quando era bem pequenina e não se lembrava de nada.

Expliquei-lhe que um circo com animais, como o Circo Chen, significa um sofrimento imenso para os bichos, que ficam a vida inteira confinados em jaulas pequenas, com alimentação pobre, sem espaço para correr e tendo que repetir os mesmos truques vezes e vezes sem conta. E que quanto mais pessoas pagassem para ver estes espetáculos, mais sucesso o circo teria e mais animais sofreriam. Ela compreendeu mas estava curiosa em relação ao circo e achei que seria justo ela poder optar e conhecer o que estava por detrás dos circos com animais.

Há uns quinze anos que não pisava num circo e acabei por gostar muito da primeira parte, com ilusionistas, malabaristas, trapezistas e equilibristas. Gosto de circo com pessoas, com gente talentosa que faz coisas incríveis, até de palhaços gosto. E assim, a primeira parte foi óptima!


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05 janeiro 2014

Deixem lá que ela é a mãe da noiva #3

Depois de me ter inscrito num portal de noivas e num fórum de noivas [nem imaginam as coisas que uma pessoa vê por lá], comecei a fazer a listagem daquilo que me falta comprar [e é taaanta coisa] que vai, basicamente, desde faqueiros à móveis, uma maravilha. Coisas que nunca mais acabam e lá para o meio comecei a pensar no tipo de louça que queria comprar. Se queria as simples, brancas, baratas, da IKEA ou Zara Home. Ou se investia em marcas mais tradicionais como Vista Alegre, SPAL e afins. Decidi ter "os dois mundos" e há dias comprei a loiça mais básica para o dia-a-dia [a par das que já havia comprado aqui], optei pela loiça branca com detalhes em dourado, sempre fica bem em diversas ocasiões.

Mas mamãe inventou moda, como sempre. "mas ainda precisas de um serviço de chá, um serviço de café e um de jantar como deve ser, para ocasiões especiais". E pronto, apareceu lá em casa com isto:

Serviço de jantar da SPAL, colorido e tão a cara do "meu Rio de Janeiro" que só pude agradecer por ela conhecer tão bem os meus gostos. É colorido, é animado, é super completo e espero que dure muitos e bons anos. É composto por serviço de jantar, de chá e de café.

Serviço de café Vista Alegre, composto por: bule, leiteira, açucareiro e 12 chávenas/pires. Achei-o lindo, delicado e com um ar vintage que ela sabe que eu amo! E eu nem bebo café mas com estas loiças dá até vontade de aprender a gostar do dito.

 Serviço de chá Vista Alegre, de 1951, comprado num antiquário em Lisboa. Composto por: 2 pratos para bolos, manteigueira, bule, leiteira, açucareiro, travessa para biscoitos/torradas e 12 chávenas/pires. Sabem o mais engraçado? É que a minha avó teve um exactamente igual quando casou, o meu avó levou de Viana do Castelo para o Rio de Janeiro, como prenda de noivado. E é claro que eu fiquei super emocionada quando soube disso, adoro objectos com história.

E posto isto, acho que fico arrumada no que diz respeito à loiças. Mas é claro que já sei que até a boda ainda me vai apetecer comprar mil e um pratos, loiças e copos mas para já, estou super satisfeita. São peças de qualidade e genuinamente portuguesas, como se quer. [não, mãe, não preciso de uma travessa Bordalo Pinheiro em forma de couve, coisa mais bizarra. Por favor, fiquemo-nos pela Vista Alegre e afins, ok?]

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04 janeiro 2014

o meu dia.

Ontem, 3 de Janeiro, foi o meu dia. Começámos a comemorar à meia-noite, com uma surpresa especial do meu amor e a festa durou até o jantar. Fui trabalhar de manhã, recebi flores lindas da melhor mãe deste mundo, tirei o resto da tarde para estar com as minhas pessoas e almocei um rodízio de massas fantástico, com a minha princesinha [ainda de férias] e o meu amor.

O jantar foi em casa, que não é todos os dias que tenho a minha mãe em casa à tarde inteira a fazer o meu prato preferido: bife à parmegiana com arroz basmati. Passei a tarde a receber ligações do Rio de Janeiro [e a chorar como uma madalena] e, caramba, é mesmo bom ouvir palavras especiais no nosso dia... e saber que são todas verdadeiras [família, vocês são tu-do!].

Não vou estar a descrever as prendas porque, já se sabe, cai o Carmo e a trindade e longe de mim querer ferir os corações sensíveis que por cá passam... Posso dizer-vos apenas que: daqui há 1 mês, Paris novamente! E desta vez, para visitar o que ficou pendente da viagem de Novembro: Palácio de Versalhes, Disney e Castelo de Chantilly. Mal posso esperar! [e sim, vou fazer a segunda parte do roteiro, claro]



Obrigada pelo dia perfeito, família. Vocês fazem tudo valer a pena. :)

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