31 março 2014

Stile Italy, a loja italiana de decoração do Freeport:

No sábado a Vi tinha consulta na dentista [que fica no Montijo - e sim, por esta dentista vale a pena o esforço de cruzar a ponte até a outra margem] e eu, movida pelo mais puro amor fraternal, disponibilizei-me para levá-la. Claaaaro que tinha segundas intenções: a idéia era deixá-la na dentista e correr para o Freeport, em Alcochete [a cinco minutos do Montijo] para espreitar as lojas de decoração. Como só tinha 45 minutos - e entre encontrar uma vaga e estacionar, foram logo dez minutos à vida - tive que correr para conseguir dar uma vista de olhos nas promoções.

Só queria passar em duas lojas: na  SPAL e na Loja do Gato Preto. Acabei por parar numa loja desconhecida até então, chamada Stile Italy, quando ia a caminho da SPAL e... já não tive tempo de passar em mais lado nenhum porque apaixonei-me por essa tal loja nova! E, além disso, já não tinha braços para carregar mais sacos, foi mesmo amor à primeira vista. E o estrago só não foi maior porque, como já disse, só lá pude ficar vinte minutos....

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29 março 2014

A tal da juventude desviada...

Ontem de manhã fui levar a Vi ao colégio, eram 8h15 e como ainda tínhamos tempo, fomos tomar o pequeno-almoço no café em frente. Ainda para mais era um dia de passeio (a turma ia a um museu) e estavam "liberados" da farda nesse dia. Entramos no café e reparei logo numa miúda sentada mesmo na mesa ao lado da nossa, a fumar um cigarro. A miúda me parecia estranhamente familiar. Perguntei a Vi se a conhecia.

"sim, mana, é a Catarina Campos, da minha turma. Não te lembras dela?". Fiquei estupefacta. Uma pita, que mal saiu das fraldas, a fumar montes de cigarros (nos dez minutos que ali estive, contabilizei três). Perguntei a Vi porque não se tinham cumprimentado e ela respondeu-me que já não se dão porque a Catarina agora só faz amizade com meninas mais velhas do secundário.

A minha alma ficou parva. E mais parva fiquei eu quando a tal Catarina levantou-se da mesa, com uns micro-calções de ganga e meias de vidro (a sério?) e foi cumprimentar um rapaz bem mais velho (o miúdo devia ter uns 17/18 anos) que tinha acabado de entrar no café. Com um beijo na boca.

A esse momento já eu estava a ponto de enfiar a Vi dentro da minha mala e correr para casa com ela, porque olha, não é fácil ver o que os "outros" da idade dela estão a fazer. E pensar que hoje é a Catarina, amanhã pode ser a Vi. Não sei que merda se passa na cabeça destas pitas de hoje, a sério. Ele é cigarros, ele é rabos à mostra, ele é pílulas do dia seguinte, é abortos a torto e a direito (uma prima do M., de 17 anos, já vai no 2º aborto - ou, se quisermos ser fofinhas e mascarar a coisa, pronto, vai na 3ª IVG).

Eu que tanto me queixo do excesso de cuidados de mamãe, sempre a querer saber onde estamos, quando chegamos, sempre a levar e a buscar a Vi nas actividades sem nunca deixá-la ir sozinha nem ao café... É verdade que por vezes soa a exagero mas quem é maluco de arriscar soltar uma criança nos dias de hoje?

Para se enfiarem no cigarro, nas más companhias, nos relacionamentos da treta... A cada vez que penso nisso (e na sociedade actual), dá-me um pavor de pôr filhos no mundo que não imaginam. Cheira-me que vou ser uma mãe neuroticazinha do pior. Como a minha mãe é connosco [mas que, muito graças a isso, nunca experimentei drogas e só fui acender um cigarro (o primeiro e o único) quando já estava na universidade]. E não sinto - nem nunca senti - que estava a perder "experiências de vida" por não seguir a manada e puxar do cigarro. Até porque, cigarro é coisa que me faz logo querer vomitar, odeio o cheiro, o que faz aos dentes e o mau hálito de quem fuma.... Ainda estou para aqui a pensar na miúda e no que anda a mãe/pai dela a fazer para permitir que uma filha tão nova saia de casa naqueles preparos para ir à aula. É que vou morrer sem entender... [vá, chamem-me retrógrada e antiquada]


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28 março 2014

Pela boca morre o peixe...

Sempre disse em alto e bom som: "ah, eu vou ser daquelas noivas super simples, que querem um casamento intimista, sem muita invenção, nada de fogos de artifício e dançarinas do ventre, só uma celebração em família". Pois sim.

Isso era antes, senhores, muito antes. Agora, que já ando a ver quinhentas inspirações de casamentos 'lá fora', tenho a dizer que já inventei n coisas para a festa, que vão desde a cabine fotográfica 'photobooth' com polairods para os convidados deixarem mensagens até a decisão de, no final da festa, lançar lanternas chinesas em papel no céu, junto com os convidados. Lanternas! - vocês vejam bem o ponto da situação! Enlouqueci, só pode. É que não há mesmo outra explicação. Também é verdade que a minha 'wedding planner' captou na perfeição o meu mood para a festa e todas as sugestões que me dá são acertadas e eu só consigo pensar: 'mas como é que não pensei nisto antes?' mas caramba, nunca pensei que ficaria tãão empolgada com isto tudo.


Ser noiva muda um bocado a cabeça das pessoas, não? Uma pessoa estipula um 'budget' e diz que dificilmente vai ultrapassar este valor. Ainda faltam cinco meses até o casamento e o budget já está quase ultrapassado. Bem que me disseram que chega uma altura em que só queremos que o dia seja perfeito e já não nos importamos tanto com os valores, desde que seja tudo exactamente como nós sonhamos. É mesmo uma fase única na vida. E eu quero aproveitá-la ao máximo!


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27 março 2014

Pronto, rendi-me:

Contratei uma 'wedding planner' para me tratar de tudo relacionado ao casamento.
Relutei muito em aceitar que precisava de 'alguém de fora' para conseguir organizar o casamento mas são tantos, mas tantos detalhes (e tão, mas tão pouco tempo para me dedicar ao assunto) que não tive mesmo escolha. Ontem tive um pequeno fanico por causa da boda (ao melhor estilo bridezilla, que meteu choro e muito mimimi à mistura) e o M. não se fez de rogado: pesquisou uma organizadora de casamentos na net e agendou uma reunião para hoje, comigo e com ele, à hora do almoço.
 
O que posso dizer? Ameeei a profissional! Entendeu exactamente tudo o que eu quero (e principalmente: o que eu não quero) logo à primeira, deu-me montes de sugestões, mostrou-me o trabalho de um fotógrafo fan-tás-ti-co (e vocês sabem o quanto eu amo fotografia, logo, sou muuuito picuinhas com a escolha do fotógrafo) e ainda conseguiu negociar o preço do espaço que escolhemos e já consegui poupar 4€ em cada convidado (eu sei, parece pouco, mas experimentem multiplicar esse valor por 120 pessoas...).

Sabem aquela sensação de tirar 50kg das costas? Pois é, hoje estou assim. A levitar. (obrigada, amor!)

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25 março 2014

lar doce lar // new in

Como perceberam pelo último post, o fim-de-semana foi recheado de compras para a nova casa. Na verdade, ainda tenho alguns meses até mudar definitivamente de casa e até lá tenho tempo para comprar as coisas que estão em falta. Acontece que muitas das minhas lojas preferidas têm estado com promoções fantásticas e uma pessoa não diz que não, ainda para mais quando sabe que estas promoções vão terminar em breve. Por isso, quase todas as compras que fiz nestes dias foram em saldos/promoções, coisinhas que sempre fazem falta a uma casa e que eu teria que comprar daqui há uns meses, logo, apenas antecipei o processo.
[aviso: post longo, com quinhentas fotos. Se não têm paciência/não gostam deste tema, saltem este post]

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24 março 2014

Um fim de semana agitado:

Na sexta à noite ele arrastou-me ao IKEA ("vais ver que esta panca da cristaleira passa-te em dois tempos quando começares a ver os móveis modernos da IKEA") e ainda acabamos por jantar as almôndegas que eu adoro (e que estavam com 50% de desconto - diz que ficam pela metade do preço às sextas-feiras). Resultado: saímos de lá com mais três móveis e continuo a querer a cristaleira. Desta vez não resultou, M., lamento.

No sábado fui trabalhar até a hora do almoço, depois fui a arrecadação dar um jeitinho àquilo (é onde estou a guardar as coisas para o novo lar, móveis incluídos - felizmente, a minha arrecadação tem mais de 30m e cabe tudo lá dentro), organizei as caixas por cómodos (sala, hall, closet, cozinha...), tudo etiquetado, tudo bonitinho. O homem deu uma mãozinha, é claro. No final da tarde fui com mamãe experimentar vestidos de noiva (ainda não gostei de nenhum, socorro!) mas nada feito. Tenho mais duas lojas para visitar esta semana, vamos ver. À noite fui jantar com o homem no Prazeres da Picanha e, meus amigos, que rodízio fantástico! Põe o Chimarrão e outros do género a um canto, a sério. Até carne de javali eu comi, uma delícia. Super recomendo.

No domingo fui levar a Vi e mais duas amigas à Kidzania (pela milésima vez, que a miúda não se cansa) e como já estávamos no Dolce Vita Tejo (e eu quase nunca apareço por lá) fui dar um olhinhos nas lojas e o resultado foi verdadeiramente assustador: 


- A loja de tapetes Lleida estava com super promoções de até 80% e como ainda só comprei um tapete lá para casa (e eu adoro tapetes), trouxe dois: um para o closet (de 69.90€ por 19.90€) e outro para a sala de jantar, enoorme e lindo (de 399€ por 89€). E ainda uma manta xadrez, de 29.90€ por 3.99€. Os preços estavam de perder a cabeça! Se precisam de tapetes/mantas/cobertas, passem por lá. (podem ver mais na página do FB da loja)

- Passei pela Tiger, loja que adoro, e lá vieram algumas coisas para a casa nova: molduras em estilo vintage, que eu amo; acessórios para casa de banho; dois porta-batons que eu estava quase a comprar pelo ebay mas afinal na Tiger estavam mais baratos (são estes). E chás, que eu adoro os de lá.

- Depois passamos pela "Espaço Casa", que eu ainda não conhecia, e que também estava apinhada de promoções. Acabei por trazer um serviço de jantar mais simples, para o dia-a-dia (em tons de branco e preto e com pratos quadrados, os preferidos do meu gajo) e outras mariquices mais. Fiquei de olho em dois candeeiros e em mais n coisas, a loja tem imensa coisa gira, tudo com ar chique mas com preços bem em conta. (descobri que esta loja também existe no Vasco da Gama, como é possível que nunca tenha entrado lá?). Passou instantaneamente para o meu patamar de 'lojas preferidas para artigos de decoração'.

- No final do dia ainda passamos na Viagens Abreu e na Geostar para decidir os destinos de lua-de-mel, fazer orçamentos e tratar deste assunto. Ele quer Caraíbas, eu estou inclinada para as Maldivas. Não sei, só sei que até o final desta semana temos mesmo que decidir.

Esta fase, confesso, está a ser incrível! Estou encantada com a paciência com que o gajo escuta-me a falar de cores de tinta, tons de cortinados, marcas de sofás e ainda assim dá idéias, sugestões, participa mesmo na coisa... Tenho amigas próximas que já casaram e nesta fase os noivos já estavam fartos de tudo, já não se importavam se elas queriam pintar a sala de roxo com bolas amarelas, diziam sim a tudo e demonstravam tanta excitação quanto um porco a ir para o abate. Por isso, fico mesmo feliz em perceber que o meu amor está tão empolgado quanto eu (mas é claro: 'naaada de móveis antigos e velharias'...) Adoro ver os nossos projectos tomarem forma. E o nosso lar é, sem dúvida, um dos nossos projectos mais especiais. ❤

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23 março 2014

Sessão Pipoca // Blackfish - fúria animal


Ontem assisti ao documentário "Blackfish" e fiquei sem palavras. Forte, muito forte. Toda a gente deveria assistir e compreender o que se passa por trás dos parques aquáticos que fazem exposição de animais selvagens (e nisto incluo Seaworld, o Zoomarine e outros tantos). Podem ver o trailler aqui.

Lançado no final de 2013 e dirigido por Gabriela Cowperthwaite, Blackfish conta a história da baleia orca Tilikum, que matou diversas pessoas desde que passou a ser mantida em cativeiro. Para isso, reúne uma grande quantidade de filmagens de espetáculos e dos incidentes trágicos, além de entrevistas com pessoas que estiveram envolvidas com a baleia de alguma forma. Para que o telespectador tenha uma ideia clara do sofrimento dos animais mantidos em cativeiro e da razão de suas reações agressivas, o filme mostra cenas e entrevista os responsáveis pela captura de Tili nos anos 1980, quando o filhote foi retirado à força de seu grupo familiar nos mares da Islândia. A partir daí, remonta a trajetória da baleia, treinada com torturas e castigos físicos, vivendo em péssimas condições em espaços em que mal podia se mexer, isolada de seus pares para não ser agredida e explorada nos espetáculos para entretenimento humano.

O documentário está muito bem feito (tem gravações de acidentes com orcas, depoimentos de pessoas que trabalharam nos parques, depoimentos de ex-treinadores....) e mostra com clareza a diferença entre o comportamento dócil das orcas em ambiente selvagem e a agressividade que demonstram quando criadas em parques aquáticos. Há estudos que indicam que elas têm um sistema emocional e social mais desenvolvido do que o humano e, para além disso, as famílias de baleias ficam juntas por toda a vida, logo, é extremamente doloroso ver as cenas em que as baleias ficam ao redor dos filhotes enquanto eles são capturados por redes (sim, estas 'empresas' só querem capturar os bebés e animais mais jovens) e emitem sons o tempo inteiro, guincham, entram em desespero e nada podem fazer enquanto vêem o barco ao longe, levando embora os seus bebés. É de partir o coração, pessoas, e não pude evitar pensar como é que situações destas podem ser permitidas -e pior - financiadas por nós, que achamos lindo ver os golfinhos e orcas fazendo gracinhas nos parques. É errado, muito errado. 

Sobre o protagonista do documentário, a orca Tilikum, trata-se de um macho de 2 toneladas que é a principal estrela do SeaWorld da Flórida. Capturado na Islândia no fim da década de 80, ele se apresenta desde 1992 e está ligado à morte de três pessoas durante sua vida em cativeiro. Foi a morte da treinadora Dawn Bracheau, considerada a treinadora mais próxima do animal, em 2010 durante uma das apresentações diárias, que motivou a criação deste documentário, já que o parque pôs toda a culpa do ataque nas costas da treinadora e disse que tudo não passou de um "erro de treinamento".

Ainda sobre o documentário, é interessante ressaltar que os representantes do SeaWorld se recusaram a dar entrevistas ou mesmo se pronunciar, o que por si só já mostra o quanto eles não têm como se defender. Afinal, 'contra fatos não há argumentos', não é mesmo? Neste momento o Seaworld está a ser processado pela justiça americana e eu só espero que eles sejam proibidos de continuar com esse 'circo de horrores'. Esperemos.

P.S: Para quem quiser assistir a versão legendada, podem fazê-lo aqui (basta escolher o 'player' e carregar no botão, é tipo youtube, nem sequer têm que fazer o download). Vale bem a pena!

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21 março 2014

Pequenos dilemas da vida doméstica #2

Somos o oposto em muitas coisas, é uma verdade. E se na maior parte das vezes eu adoro que assim seja  - na verdade, acho a nossa combinação bastante 'explosiva' e adoro saber que há características dele que me complementam e vice-versa - há dias em que é chato ter que argumentar para fazer prevalecer a nossa idéia (diz que faz parte disto dos 'relacionamentos').

No que toca à decoração da casa, não compramos nada sem antes falar com o outro - é o nosso lar e faz todo o sentido que seja construído assim, a quatro mãos. Tenho feito loucuras nas lojas onlines mas seeeempre envio-lhe antes o link para o mail/facebook a dizer: "gostas, amor? Já encomendei" (eu sei, não dou assim muito hipótese ao homem) e ele também faz das suas, como as cadeiras transparentes que comprou sem me avisar (com a ajuda da minha amiga Sílvia) e que foram lá a casa entregar esta semana (estas).

Aqui o grande problema é que, basicamente, gostamos de estilos diferentes. Ele quer tudo o que sejam móveis modernos, com design invulgar, com materiais pouco usuais (acrílicos, policarbonato ou madeiras sem tratamento), posso dizer-vos que ele é super fã do estilo nórdico de decoração.

Já eu... babo-me por tudo o que sejam móveis do estilo 'shabby chic', aquele arzinho vintage, os tons claros, os detalhes românticos, enfim, esta sou eu. E conciliar os dois estilos não tem sido fácil. Eu adoro objectos com história, adoro peças únicas, detalhes como os pés em palito (amo, quero muito uma secretária com pés assim) e gosto ainda mais quando posso pintar/restaurar esses móveis ao meu gosto.

Tudo isto para dizer que estou apaixonada por uma cristaleira antiga, liiiinda de morte (parecida com esta), coisa mais fofinha de sua (quase) mãe. Mas o M. já embirrou, que vai ficar horrível na sala, que vamos ficar fartos de pintar móveis, que dá um trabalhão do caraças, lembrou-me que já tenho um móvel para restaurar (que está na arrecadação há não sei quantas vidas) e eu estou pra aqui a pensar se ele tem razão e eu sou mesmo maluquinha ou se levo a minha avante e compro a porcaria do móvel.

E desta vez até tenho uma, vá, desculpa a meu favor: tenho moooontes de loiças (algumas muito fininhas e delicadas da Vista Alegre) e quero que fiquem bem armazenadas. Uma cristaleira tem imensas potencialidades (cof): é um móvel de arrumação que me vai permitir encavalitar as loiças todas lá dentro, é gira que se farta (o factor beleza é imperativo), a minha avó teve uma muito parecida (o factor saudade também dá as cartas por estes lados) e... quero-a. Este sim, é capaz de ser o factor decisivo. 

[vá, deixem-me sugestões para convencer o homem a achar que a cristaleira é a última coca-cola do deserto e que tem todo um conceito de design por detrás do móvel. Conto com as vossas sugestões, sim?]

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20 março 2014

Acabadinho de acontecer #2

Estava a voltar do almoço e ao passar pela recepção do trabalho, vejo a recepcionista com ar de quem mal segura o riso, enquanto lia uma ficha de um cliente. Assim que eu me aproximei, mostrou-me a ficha. No campo "Nome", estava escrito, à mão (pela cliente): Dra. Joana Campos.

Sim, a cliente escreveu, antes do nome próprio, o seu excelentíssimo título académico. E eu fiquei sem saber se havia de lhe fazer uma vénia ou se corria para servir um chá com bolachas amanteigadas. No final, limitei-me a olhar para a recepcionista com ar de gozo e a pensar que há gente neste mundo que, das duas uma: ou é muito frustrada e precisa de se sentir exaltada/admirada através de títulos ou então nunca pisou numa universidade e faz questão de se gabar de algo que não possui. Não sei, ainda estou pra aqui a pensar.

P.S: No caso daquele pessoal que têm o "Dra." ou "Eng." à frente do nome nos cartões multibancos ou nos talões de cheque, bom, neste caso os coitados não tem grande culpa que é o próprio banco a actualizar esta informação mal terminamos os cursos (no meu caso, que era uma conta universitária, o upgrade foi automático), mas já ouvi por duas vezes, na fila dos bancos, pessoas que fazem esta solicitação ao gestor de conta e só me apetece dizer: para quê?! 

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19 março 2014

decor // flores pela casa (e que duram imenso)

Lembro-me como se fosse hoje: estávamos na primeira semana de Janeiro, fui jantar em casa de uma amiga e fiquei in love com um arranjo de flores que ela tinha na cozinha. Era inverno, estava frio, chuva e a flor continuava ali, linda e colorida. Perguntei-lhe qual era o segredo, que eu sou pessoa que já matou uma infinidade de flores (ora por que pus água a menos, ora era água a mais, enfim). E ela contou-me que a flor era uma espécie de jardim, que durava imenso e mesmo quando morria, a única diferença que se notava era na cor do caule, que passava de verde a castanho. Mas as florinhas mantinham-se intactas e coloridas.

A flor pertence à família das Pumblaginaceae e é da espécie Limonium sinuatum, popularmente conhecida como 'lavanda do mar' ou simplesmente Estátice (que significa "estática", já que mesmo quando as flores secam, a planta ainda aparenta estar viva, como se fosse mesmo estática). As cores variam entre o branco, amarelo, roxo e rosa. E são tããão lindas num vaso, como centro de mesa... dá mesmo aquele arzinho do campo que eu tanto adoro! As flores desta espécie são muito suaves, parecem flores de papel de seda, tão delicadas...

São vendidas em ramos em qualquer florista e custam entre 5/8€. É a espécie perfeita para utilizarmos em decorações dentro de casa porque está florida em qualquer altura do ano e depois que a flor seca, pode ser utilizada como pout-pourri se borrifarmos alguma essência sobre ela. Cheirosas e coloridas, como se quer.
É sabido que eu tenho uma paixão assolapada por flores e adoro tê-las sempre frescas por casa (detesto flores de plástico, só mesmo em último caso) mas esse é um hobby um pouco caro e para além disso, dá-me pena comprar flores novas todas as semanas, porque coitadas, morrem num instante. Por isso adorei descobrir esta espécie de flor: são verdadeiras mas duram tanto como umas artificiais. Tão bom... Não sei se é da chegada da Primavera e dos dias solarengos mas apetece-me espalhar flores por toda a casa, em jarrinhos, em garrafas, no parapeito das janelas, na varanda...

P.S: Acabei de decidir que quero estas flores aos montes no meu casamento. Dão um toque romântico e delicado na decoração e acho que combinam muito bem com casamentos. É isso e peônias, que amo de paixão. Quero ver se misturo estas duas espécies nos centros das mesas, não sei, preciso testar. Estou pra aqui a fervilhar de idéias, segurem-me (ou, melhor: segurem o meu cartão).

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18 março 2014

Um murro no estômago

Vi: Mana, não te esqueças de ligar para o teu pai amanhã...
Eu: Ahh amor, mas no Brasil o dia dos pais é só em Agosto e o meu pai nem liga para isso... (e além disso, a nossa relação é tão complicada que nem vale a pena tentar - esta parte só pensei, não disse)
Vi: Mas liga mesmo assim, ele pode estar com saudades. Eu é que nunca mais vou poder ligar para o meu...

glup.

Agarrei na minha branquinha e abracei-a tanto... É muita dor para um coração tão pequenino, nunca sei o que dizer quando ela toca no assunto. Nenhuma criança deveria perder os pais (na verdade, nenhuma pessoa deveria). Porque são a nossa base, o nosso alicerce. Queremos estar o máximo de tempo com eles, tantos quanto a vida nos permitir. Uma coisa é sabermos que eles estão internados/doentes e já começarmos a mentalizar-nos para o pior. Outra coisa é receber um telefonema do outro lado do Atlântico a dizer: "ele estava bem, deitou-se no sofá a ver futebol e morreu de repente, foi fulminante." Há coisas que me custam muito. Mas quando custa à minha pequenina, parece que a mim custa mil vezes mais...

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Frase do dia #31

Coisas boas acontecem todos os dias, é só abrir os olhos e o coração para a infinidade de pequenas alegrias. Não adianta buscar emoção, sonho e fantasia se você não sabe fazer um momento aparentemente simples virar especial. Tudo está dentro de nós e eu te garanto que isso não é papo para boi dormir. Não espere grandes acontecimentos, aprecie tudo que a vida oferece com um sorriso no rosto. Não espere uma cena de filme, faça e viva a sua vida da forma que puder e souber. Mas entenda que os melhores momentos acontecem quando estamos distraídos pensando que a vida do outro é bem mais interessante que a nossa.

                                                                                                                                    — Clarissa Corrêa

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17 março 2014

Já não posso ouvir falar de tal coisa! #3

Já não posso ouvir falar dos sumos verdes. Dos programas de detox (ou dietox, assim é capaz de ser mais fino). Das sementes de linhaça, do tal do goji (o que raio vem a ser isto, senhores?). Ai e os mirtilos? Não me posso esquecer dos mirtilos, que estes também andam em loop por essa blogosfera afora. Que neeeervos, pessoas, que nervos. De-tes-to essa mania de andarem todos a seguir o que os outros fazem, tipo gado em manada. O pior nem sequer é seguirem a manada, o pior mesmo é afirmarem com todos os dentes que aquela mistela é mesmo boa. Poupem-me. Ah, mas diz que é chique ao pequeno-almoço enfiar no bucho uma garrafa de sumo verde acompanhado de um iogurte com sementes de chia. E um fio de mel, que isto então é do mais chique que há. Enfim. Há dois anos eram os cupcakes. O ano passado foi o sushi (que, btw, também detesto). Este ano, pelos vistos, é o tal do sumo verde e as porcarias das sementes. E a verdadeira campanha de evangelização que fazem para obrigar as pessoas a gostarem dessas tretas? Querem entupir-se de goji e de mistelas verdes, força nisso. Mas não fiquem no "blá blá blá" do costume porque já ninguém tem paciência para vos aturar. Eu sou mais de pequenos-almoços com sumo do bom e docinho, com ovos mexidos (ninguém me arranca um bom pãozinho quente com ovo), com torradas cheinhas de manteiga derretida por cima, ai tão bom. Gosto de pequeno-almoço à pobre mas que me leva ao paraíso de tão bom que aquilo é. Estas coisas sem sal, sem gosto, sem glúten, sem açúcar, só com sementes e paneleirices do género... para mim não dá. Ainda no outro dia uma colega do trabalho deu-me a provar umas bolachas tipo esferovite (ups, diz que o nome certo é "galletes de milho e arroz", olha coisa tão chique) e perante a minha cara de nojo, soltou a frase do ano: "ah e tal, mas elas só têm 5g de gordura" e decidi experimentar. Meu Deus, o que era aquilo? Era o mesmo que mastigar cartão, não tinha rigorosamente gosto nenhum. E sendo assim, prefiro antes o cartão que sempre me sai à borla (tenho-o as resmas na empresa) e não me parece que tenha 5g de gordura. É caso para dizer: quem nasceu para lagartixa nunca chega a jacaré.

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15 março 2014

Acordar assim...


... num sítio perfeito, mágico e digno de um conto de fadas... Uma vila que nos remete ao passado, pertinho de Lisboa e ao mesmo tempo, tão distante da agitação da capital. O Tivoli Palácio de Seteais***** é encantador, cheio de romantismo em cada detalhe... E o pequeno-almoço no quarto é só [mais] um dos muitos mimos deste fim-de-semana especial.

P.S: A nossa escapadinha de fim-de-semana tem motivos ocultos. Segundo o senhor meu noivo, este é um sítio perfeito para um casamento [e não, ainda não fechámos com nenhuma quinta]. Vamos aproveitar estes dois dias para conhecer tu-do, saber o que eles oferecem para a boda e, na segunda-feira, decidir um entre três dos sítios que nos estão debaixo do olho. Wish me luck! ;)

P.S2: Estou terminantemente proibida de utilizar gadgets, câmeras, computadores e tudo o que seja novas tecnologias durante estes dias. Namorado diz que estou ligeiramente viciada e não sei estar uns dias desconectada do mundo virtual. E para prová-lo que está totalmente errado, desta vez não trouxe a Canon, nem o portátil e até o telemóvel deixei em Lisboa! Só veio o tablet por motivos de trabalho e mesmo esse, espero não utilizar mais que uma vez ao dia. Por isso... até segunda!

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14 março 2014

Há dias em que fico fartíssima de ter um blogue...

mas depois há dias (a maioria deles, confesso) em que fico mesmo contente por ter este espacinho! Graças à vocês, leitores queridos, e às vossas sugestões de lojas no post sobre a cadeira que.... os dois exemplares já cá cantam! Obrigadíssima! Vocês são os melhores, pá! ;)

Cadeira italiana Orbit by Sintesi // design de Robin & Francesca Cantarutti

E agora um agradecimento todo especial ao melhor noivo desse mundo, que atura todas as minhas maluquices, os meus surtos de "não-quero-mais-viver-se-nao-tiver-esta-cadeira-na-minha-cozinha", que alinha em todas as minhas loucuras (apesar de ter suspirado e dito baixinho: esta miúda mete-me em cada uma...) e que fez, num tirinho, mais de 150km para as ir buscar para mim. No fundo, beeem lá no fundo, ele sabe que when the queen is happy there is peace in the kingdom :) Te amo, branquinho!

Quanto às cadeiras, são incríveis: giras, fáceis de limpar e ultra-confortáveis (o que poderia não ser, já que é feita num material rijo) mas, incrivelmente, é uma delícia estar lá sentada. Parece que o design em concha nos deixa ainda mais aconchegados ao sentar, não sei, sinto-me totalmente a levitar quando sento nelas. As cadeiras vêm com um ano de garantia estrutural (os pés em aço inoxidável) e mais cinco anos de garantia sobre a parte do assento (a concha). Custaram 135€ cada e adoro-as de paixão! Sim, foram uma extravagância mas acho que darão um toque todo especial à minha cozinha. E eu sou perdidamente apaixonada por cozinhas, já se sabe...

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13 março 2014

Ai, Parfois, dás cabo das minhas boas intenções!

Sou fã declarada de malas. Adoro-as, tenho-as as montes, de várias cores, materiais e tamanhos... Mal começa uma nova estação e lá estou eu a suspirar pelas malas! Das lojas "nacionais", as minhas preferidas são a Parfois e a Zara, apesar de achar que a Zara estica-se um bocado nos preços (tendo em conta que estamos a falar de malas de poliuretano, na maior parte das vezes). Gosto também da Mango, encontro lá sempre malas em pele, de excelente qualidade, a preços óptimos (se for ao Freeport então...). E claro, as minhas amadas Longchamp, a minha grande paixão (a colecção já vai em 4 e estou sempre a pensar na próxima aquisição).

Mas de todas estas marcas, a Parfois ganha-me fácil. Por que as lojas estão espalhadas por toda Lisboa e em qualquer centro comercial que vá, deparo-me sempre com uma Parfois, pelo preço sempre simpático, pela variedade de escolha... São mais que muitos os motivos! Por isso, há dias fui ao Colombo e não resisti a trazer comigo estas coisinhas. Ai ai...

Já vos disse que ando com uma panca descomunal por acessórios preto&branco? Não sei o que faça, os meus olhos são automaticamente atraídos por malas, sapatos, roupas... tudo em preto e branco.

Há uns dois anos que não comprava uma mochila e achei esta perfeita para usar aos fins-de-semana, quando quero uma mala mais descontraída e assim... A estampa de cobra me cativou (e eu nem sou grande fã de animal print) e gostei tanto que acabei por trazer mais três coisas desta linha "snake".

E a sensação de liberdade que é poder enfiar os dois bracinhos na mochila e não ter a preocupação de estar sempre a mexer nas alças, a ver se a mala não cai, se está tudo no sítio... tão bom! O modelo estava disponível também noutra cor (uma estampa bem primaveril) e podem encontrá-lo aqui.

Faço aniversário de namoro amanhã (o último enquanto "namorados"..) e o M. fez reserva para passarmos o fim-de-semana fora de Lisboa mas não quer contar o destino por nada neste mundo... Cheira-me que vamos ao Porto desta vez, não sei. Pelo sim, pelo não... decidi comprar uma mala de fim-de-semana porque a minha antiga estou a usar para ir ao ginásio (siiiim, voltei ao gym) e já está a ficar com cara de velha. Esta mala é da mesma linha da mochila e continuo a dizer: amei essa estampa!


As sabrinas ficaram-me debaixo do olho há uma semana, quando as vi pela primeira vez. Achei que estava demasiado cedo para as comprar mas a verdade é que tem estado tão bom tempo por Lisboa que uma pessoa não resiste a comprar um novo par de sabrinas e pôr os pézinhos de fora. O porta-moedas veio num impulso, porque estou a precisar de uma bolsinha destas para guardar as chaves de casa e do carro [perco-as sempre na confusão que é a minha mala]. E é assim que uma pessoa entra numa loja a dizer "estou só a olhar" e quando sai traz logo três sacalhões nas mãos. Oh, vida.

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11 março 2014

Report: #5

Acabei de chegar a casa, depois de oito horas dentro de um bloco operatório. Estou tão chocada com o que vi que nem jantei. Nunca na vida pensei dizer isto mas: hoje assisti, em directo, a uma abdominoplastia com lipoescultura. Do início ao fim. Só de lembrar fico toda arrepiada. Que dia, pessoas, que dia! Nem sei como aguentei, ali, a fotografar, filmar e com vontade de fugir a sete pés.

Não sei como as pessoas conseguem se submeter a isso. Juro que não sei. Mas alguma vez eu era capaz?! Aliás, depois de hoje, já nem quero ouvir falar em cesarianas (logo eu, acérrima defensora desta cirurgia), nem em hospitais nem nada do género. Não sei como os médicos conseguem. Não seeeeei. Que medo.

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Objecto de desejo // as cadeiras italianas Orbit da Sintesi

Ter uma casa para começar a montar de raiz não é tarefa simples. No nosso caso, o nosso apartamento só tem a cozinha equipada [menos mal, que os equipamentos de cozinha como eu gosto custam um balúrdio] e todas as restantes divisões estão vazias. O que me dá uma agonia sem tamanho, que eu estou mortinha por ver o meu lar pronto. Mas como o dinheiro não cai das árvores, estamos a compor uma divisão de cada vez. Começámos pela cozinha (panelas, loiças, talheres, individuais e outras coisas) e ficou a faltar apenas uma coisa: a mesa da cozinha.

Sempre quis uma mesa redonda na cozinha, acho mais acolhedora para refeições rápidas e gosto da proximidade que só uma mesa redonda oferece. Andei a pesquisar vários modelos mas ainda não morri de amores por nenhuma mesa. Em contrapartida... estou in love com as cadeiras Orbit, da marca de design italiano Sintesi.

Para a mesa da cozinha quero apenas duas cadeiras (afinal, somos só um casal) e para receber os amigos e familiares, vamos ter a mesa grande na sala. Por isso, como são apenas só duas cadeirinhas, queria que fossem AS cadeiras. Giras, modernas, com um design arrojado e clean. Características que a Orbit exibe na perfeição. O único problema? Ah, pois, esqueci-me de mencionar... o preço. Cada cadeira custa 129 dólares, no site internacional da marca. Cá em Portugal nunca as vi (mas se alguém souber onde, quando e como... é favor chegar-se à frente).

Ai, gente, tô apaixonada. Há tempos não gostava tanto de um móvel. Adoro o desing em concha, o material (super fácil de limpar), as pernas em inox, o recorte nas costas, o ar tão clean... adoro tudo, tudo. Macacos me mordam se não compro duas coisinhas destas para habitar cá em casa. Só não sei é como as encontrar. Mas hei de descobrir!

O meu sonho de consumo para a sala: uma mesa comprida, em madeira (mas sem tratamento em verniz) e vááárias cadeiras brancas com design arrojados. Não fica uma graça?

P.S: Nos entretantos, enquanto escrevia este post falava com uma amiga (que vive em Itália) pelo facebook e ela já se prontificou a enviar-me duas cadeiras destas mas preciso antes estudar o valor dos portes, para saber se compensa. Aiii, eu e a mania de (só) querer coisas difíceis de arranjar - como bem diz o senhor meu namorado. Irra!

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10 março 2014

the pink room.

Há algum tempo que a Vi nos pedia um upgrade no quarto dela, que estava "demasiado infantil", que já não gostava da decoração, dos peluches, da bonecada... e nós lá ouvíamos mas sempre adiávamos a tarefa (o quarto dela tinha papel de parede em duas das paredes... e nós sabíamos que arrancar aquilo tudo seria o cabo dos trabalhos) mas eis que o dia chegou. Aproveitámos a semana do Carnaval e os dias de folga para pôr em acção o projeto "pink room", como nós lhe chamamos.

O quarto dela realmente precisava de uma mudança, desde os móveis, cortinados, roupa de cama... era tudo demasiado infantil para a nova fase de "pré-adolescente". Fomos então à IKEA [sou totalmente apaixonada pelo conceito desta loja, pelos móveis (adoro montá-los), pelos preços sempre em conta e pelas almôndegas suecas!] e voltámos de lá carregadas.

O trabalho foi duro [a pior parte foi mesmo arrancar o papel de parede, lixar tudo e voltar a pintar a parede de branco - trabalho que o senhor meu irmão desempenhou na perfeição], mas o resultado final foi a grande recompensa: um quarto clean, em tons suaves [muito branco com apontamentos em rosa - que continua a ser a cor preferida da menina], uns cortinados delicados que deixam passar imensa luz e uma zona de estudo separada da zona "de vestir". Ela amou o resultado e isso compensou toda a trabalheira que foi. Ficam as fotos:

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06 março 2014

neeext!


Os dias estão super corridos por aqui, o trabalho parece multiplicar-se à velocidade da luz mas há sempre um lado positivo em tudo [pelo menos, gosto de pensar que sim]. E como nem só de trabalho vive uma pessoa, desta vez decidi oferecer a minha mãe uma viagem-surpresa à uma cidade que ela ainda não conhece e que eu estava mortinha por voltar a visitar: Barcelona! 

Queria guardar a surpresa por mais um tempo mas ontem fomos jantar só as duas e ela queixou-se tanto do excesso de trabalho [mamãe é totalmente workaholic, trabalha 13 horas por dia, todos os dias - menos ao domingo] que aproveitei a oportunidade para dar a boa notícia: mostrei-lhe os nossos bilhetes, para daqui a três semanas e ela enlouqueceu. Adorou a surpresa ;)

Amo Barcelona de paixão, estive lá numa viagem-surpresa oferecida pelo meu amor, há três anos [do género: faz as malas para três dias, vamos para uma cidade européia...e só descobri o destino quando chegámos ao aeroporto da Portela - sim, o homem é maluco]. Desta vez vamos só nós as duas, ela é a melhor companhia do mundo e sei que será maravilhoso! [a propósito, é desta que sai o guia de Barcelona!].

Não há coisa neste mundo que me dê mais prazer do que viajar. Seja a trabalho, seja de férias... é sempre incrível a sensação de ganharmos mundo e conhecermos novas culturas, novas cidades... Fosse eu rica e era uma viagem destas por mês, juro-vos! Adoro.

P.S: Uma das minhas resoluções para 2014 era conseguir fazer uma viagem internacional a cada três meses. Em Fevereiro foi Paris, em Abril será Barcelona, em Agosto já temos uma mais ou menos engatilhada e em Setembro... Caraíbas, para a honeymoon. Dezembro ainda está em aberto mas estou a torcer para conseguir voltar ao meu Rio, que as saudades já são mais que muitas! :) E é assim que se vence o medo de andar de aviões. Sim, morro de medo mas encaro o medo de frente e não deixo que isso me impeça de fazer algo que adoro: ganhar asas!

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striped bag.


De todas as tendências para a Primavera, esta foi aquela que logo me conquistou: as riscas b&w. Adoro a conjugação branco com preto, acho muito clássico e elegante... Das riscas em si não sou grande apreciadora mas confesso que em determinadas peças fica muito engraçado. Foi o caso desta mala, da Parfois reduced, que estava com um preço fantástico (14,99€) e não pude mesmo deixá-la para trás.

Tem três características que adoro: é em formato shopper [para mim que carrego tudo e mais alguma coisa, este modelo é uma boa pedida], tem um material maleável e super confortável; e por último: tem duas bolsinhas internas (um saco grande, para colocarmos a tralha e um mais pequenino para colocar no bolso na frente).

Normalmente as malas de formato shopper são grandes buracos fundos, sem divisórias ou bolsinhas e fica tudo ao molho (detesto) e é uma confusão encontrar o telemóvel ou as chaves do carro. Por isso gostei mesmo desta mala, mal a vi na montra: é gira, elegante e óptima para o dia-a-dia.

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03 março 2014

Ai vida! #3

Daí que um dos softwares desenvolvidos pelo nerd cá de casa [a.k.a senhor meu noivo] vai ser lançado daqui a uns meses no Brasil [e em mais uma data de países]. Daí que ele já arrumou um romeno para traduzir o site para romeno. Um alemão para traduzir para alemão. Ele próprio fará a tradução para o espanhol. E adivinhem só quem é que vai traduzir o site para a versão "brasileira"? Pois...

Eu que já quase não tinha nada para fazer [trabalho, CAP que estou a tirar, abertura da nova loja, móveis para comprar, casamento para preparar...] estou para aqui de olhos em bicos em pleno Carnaval a traduzir as várias páginas do site. Como só posso pegar nisto depois que chego a casa, todos os dias fico até as 2h a traduzir, daí não ter tido tempo nos últimos dias...

E sim, já se sabe que não existe língua brasileira mas vai tentar divulgar um site português-PT no Brasil... ninguém percebe nada. A verdade é que os brasileiros não pescam nada do português-PT. Não somos habituados a ouvir música portuguesa, a assistir novelas portuguesas, a ver filmes portugueses... Logo, à primeira vista, trata-se mesmo de outra língua, mesmo que não o seja.

Tudo isto para dizer que ando toda baralhada da vida. Já enviei dois emails de trabalho em brasileiro e só reparei minutos depois... E como na hora do almoço ainda estive a pegar um bocadinho na tradução, o restante da tarde ainda foi mais caricato, comigo a responder: "oi?" sempre que alguém chamava o meu nome. Tecla SAP, é disso que preciso.

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