13 outubro 2014

Pra encerrar o assunto de uma vez por todas:

Posso dizer-vos que, sem exagero, todas as semanas recebo comentários anónimos (seeempre eles) sobre um post que escrevi exactamente há um ano, a contar do mau atendimento prestado num cabeleireiro de Lisboa. Como eu não sou pessoa de meias medidas e acho que, assim como o bom atendimento merece todas as honras, um mau atendimento é coisa que partilho com Deus e o mundo porque quero, a todo custo, evitar que mais pessoas passem pelo mesmo.

E por isso escrevi sobre a TA Cabeleireiros & Estética, porque nunca nos meus vinte e sete anos de vida fui tão mau atendida como neste sítio. Um horror autêntico, que eu não desejo a ninguém. E acho que se tenho um blog com algum poder de visualização (nada de especial, cerca de 80 mil visitas mensais), por quê não falar sobre tal assunto?

A verdade é que desde que o fiz, já recebi quatro mails a pedir que retire o post do ar porque 'corro o risco de ser processada' (processada por dizer a verdade e relatar uma situação da qual tenho todos os comprovativos da reclamação?!), já perdi a conta dos comentários que recebo (só hoje foram três) a dizer que tenho um cabeleireiro na zona e por isso estou a fazer 'má publicidade' ao espaço concorrente, que sou uma pessoa má que anda a difamá-los, que isto, que aquilo.

Só posso lamentar. Lamento por precisarem ameaçar pessoas com processos ridículos para que retirem o post do ar, lamento que ao pesquisarem pelo nome do espaço no google, o segundo link que apareça seja logo o do meu post, lamento pela péssima postura que continuam a ter, com comentários anónimos a auto elogiarem-se no post em questão. Só lamento, como se diz na minha terra.

Se fossem honestos e enviassem um mail com educação, a pedir para que eu retirasse o post por estarem prejudicados, se mostrassem que mudaram a forma de trabalhar e de lidar com o cliente, então sim, era menina para retirar o post do ar. Mas agir assim? Nem pensar. Não retiro o post e ainda pior, destaco-o. Continuem assim e vão ver se não espeto com uma imagem bem grande na barra lateral a dizer 'click me' e a redirecionar para o dito post. A escolha é vossa. (ameaça por ameaça, tomem lá com esta).

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10 outubro 2014

Isla Contoy, México // um paraíso na terra

Faz hoje duas semanas que viemos do México (snif, snif) e quero partilhar com vocês um dos lugares mais lindos em que já estive: a Ilha Contoy! Durante a nossa lua-de-mel visitámos as três ilhas da Riviera Maya: Cozumel, Isla Mujeres e Isla Contoy e não posso negar que adorei conhecer todas elas mas quando o nosso barco chegou pertinho da Ilha Contoy, não consegui conter um "uau". É muita beleza natural! Uma perfeita ilha das Caraíbas, com mar quentinho (quente até demais, parecia uma sopa), águas turquesas, areia branca, vida selvagem ao redor...

Não, eu juro que não é photoshop, a cor da água é mesmo assim: até encadeia os olhos.

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09 outubro 2014

É o que dá casar com uma brasuca...

Desde que voltei de lua-de-mel que tenho estado a trabalhar doze horas por dia, uma loucura, o que me obriga a chegar na empresa pelas 8h30h e sair já depois das 21h (sim, que isto de passar duas semanas nas Caraíbas a torrar ao sol tem o seu preço, pois tem). É claro que estou sem tempo para nada e por isso ontem deixei uma listinha de compras na bancada da cozinha, para o M. ir ao Pingo Doce quando chegasse do trabalho. A lista era simples: "Comprar: pão de forma, ovos, queijo-daquele-que-eu-gosto, bombril e farinha de farofa."
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À noite:

- e então, amor, conseguiste comprar as coisas?
- Só comprei os ovos e o queijo curado. Não percebi metade da tua lista, só brasileirada. Para a próxima tens que escrever em português, já sabes...

Tecla SAP, precisa-se.
Só para constar: pão de forma = panrico ou lá como se chama; bombril = palha de aço; farinha de farofa = farinha de mandioca, na secção de 'produtos exóticos' do Pingo Doce. Vá lá, pessoas, não é assim muito difícil...

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07 outubro 2014

Foi há um mês...


... que eu disse o 'sim' mais importante da minha vida. E ainda parece que foi ontem que eu estava tão nervosa, à porta da nossa Quinta, respirando fundo mil vezes até ver o meu pai, cara lavada em lágrimas [nunca pensei ver o meu pai tão emocionado] e caminhar com ele até o altar, ao encontro do meu amor.

Nesses 30 dias de casada só posso dizer que é maravilhoso dormir e acordar ao lado da pessoa que amamos todos os dias. Olhar para a mão esquerda e ver ali a nossa aliança, sentir o 'peso' de estar casada [e é tão bom!] e ter a certeza de que demos o passo certo, é das coisas mais incríveis de sempre. Adoro dizer 'tenho que ir para casa que o meu marido está à minha espera'. Encho a boca mesmo, morro de orgulho do meu marido, da pessoa que ele é, admiro-o imenso, é aquele que apoia todas as minhas loucuras, que me vê acordar todos os dias com a cara inchada e o cabelo numa lástima e ainda me diz que sou a coisa mais linda que ele já viu.

Namorar é óptimo, noivar é mágico mas estar casada... superou as minhas expectativas! Te amo, marido! Que esse 1º mês seja só o princípio da nossa longa caminhada pela vida, que sejamos sempre companheiros, cúmplices, amantes e amigos, por todos os dias das nossas vidas :)


Hoje também foi dia de guardar finalmente (snif, snif) o vestido de noiva que ainda estava pendurado no escritório (adiei até ao último momento) e de espreitar como tinha ficado o meu ramo, que deixei a secar por baixo da janela. Ai que saudade...

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05 outubro 2014

Em modo inverno...


Sim, já estou em modo inverno. Já só penso em roupa quentinha e gira para a nova estação. Adoro o Outono, mas gosto ainda mais do Inverno. Adoro as sobreposições de roupas, as botas de todos os tipos, amo andar de chapéu e lenço ao pescoço... Acho que ficamos muito mais elegantes no inverno, não há dúvidas. E por isso, mal aterrei em Lisboa e fui logo ao Freeport abastecer-me de coisinhas para o tempo mais frio. Comprei algumas peças-chave para a nova estação: uma capa, um chapéu e duas botas. Hoje mostro-vos a minha preferida, o modelo McCarthy da Aldo. Giro e mega confortável para os fins-de-semana.

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03 outubro 2014

Viva México!

De todas as coisas boas que o casamento me trouxe (e foram tantas!), só lamento um facto: não morar mais na mesma casa que a minha mãe e os meus irmãos. Morro de saudade deles, essa é que é. Especialmente da minha tartaruguinha. Ontem no final do dia fui buscá-la em casa da minha mãe para ir jantar comigo (e comemorar o facto de já poder cozinhar em casa, yey!) e também para lhe dar as prendinhas que trouxe do México.

Adorou o pijama mexicano (estivemos no México durante a semana da independência deles e havia montes de artigos feitos especialmente para comemorar esse dia - como este pijama com laços nas cores da bandeira mexicana) e roubou o meu sombrero para tirar a fotografia.

Nunca se viu mexicana mais branca que esta (e sim, a Vi esteve três semanas no Algarve de férias, mas nada a fazer, a bichinha é transparente). Passou o resto da noite a falar-me da primeira semana de aulas, das amigas novas... e ainda teve a lata de dizer ao M. "olha, tu hoje vais dormir na sala, que eu preciso dormir com a minha mana' ahahaha. (e sim, lá foi o homem arrastar as almofadas para a sala...)

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02 outubro 2014

Ai se eu te pego, EDP!

Estou furibunda. A deitar chamas pelos olhos. Passo-me com gente incompetente, com o empurrar do problema adiante, com as respostas enervantes do género 'não sabemos informar uma data, tem de esperar', com a falta de responsabilidade desta gente. Ou melhor, da EDP.

A história remonta ao dia 2 de Setembro, quando fiz o pedido de ligação do gás à GalpOn [diz que supostamente temos desconto se tivermos a electricidade e o gás na mesma fatura, então... vamos à isso]. Como só íamos viver na nossa casa depois de voltarmos de lua-de-mel (no final de Setembro), achamos que três semanas era mais que suficiente para tratarmos do assunto. Só que não.

No dia 8 de Setembro ligaram-nos logo as 9h, ainda nós estávamos a recuperar da rambóia do casamento [que tinha sido no dia anterior], para informar que não seria possível avançar com o contrato de fornecimento de gás porque já havia um contrato de gás activo na minha morada [e que não era meu, obviamente].

- Então mas se há um contrato activo nesta morada e que não é meu... basta dar baixa deste contrato e fazer o meu, certo? 
- Pois, mas não é possível porque o contrato actual está celebrado com a EDP, tem que entrar em contacto com eles para dar baixa deste contrato e fazer o pedido do seu.
- Mas eu não quero ficar com a EDP, eu gostava de fazer o contrato com vocês, GalpOn.
- Sim, mas para isso tem que ter o contrato da EDP em seu nome e só depois da inspecção e ligação do gás é que entra em contacto connosco para passar para a GalpOn. [valha-me Deus, que complicação].

Lá vou eu ligar para a EDP. Trinta e dois minutos a ouvir música, não consigo achar isto normal. 32 minutos de vida desperdiçados nesta brincadeira.

- Boa tarde, eu mudei-me para uma casa e descobri hoje que tenho um contrato de gás já activo, em nome de outra pessoa, e queria dar baixa neste contrato antigo e fazer um nome em meu nome, por favor.
- Sim, mas a senhora tem os dados do antigo morador para darmos baixa do contrato? Vou precisar do nome completo, contribuinte e cartão de cidadão.
- Claro que não tenho, nem sequer sei quem é esta pessoa. Mas tenho o meu contrato que prova que sou a nova moradora do apartamento e preciso do gás, como é óbvio! (já a passar-me)
- Pois, mas sem os dados do actual titular do contrato de gás não podemos dar baixa.
- Sim e então diga-me: o que eu preciso fazer para ter gás na minha casa?
- Só há duas formas: ou dá baixa do contrato actual e faz um novo em seu nome, mas para isso vai precisar dos dados do antigo inquilino, que a senhora não tem. Ou então dá-me os seus dados e fazemos uma alteração de titularidade e o contrato passa para si, com todas as implicações que isto origina.
- E quais são as implicações?
- Terá que manter a potência actual do contrato, que neste caso é o segundo escalão.
- Desculpe mas isso é surreal! Eu não tenho culpa de já haver um contrato activo na morada, o que eu sei é que eu sou a actual moradora da casa e como vivo só com o meu marido, precisamos apenas do primeiro escalão, a princípio.
- Pois mas neste caso não pode baixar a potência contratada.

Desliguei a chamada, fiz uma reclamação por e-mail e não fiz muito mais porque tinha que ir para Madrid no dia a seguir para apanhar o vôo para o México e o tempo não sobrava.

Passaram-se duas longas semanas. Voltei a Portugal e fui logo ligar para a EDP para saber se já havia data para a inspecção e instalação do gás [já conformada em ter que pagar pelo 2º escalão sem necessitar de tal] e eis a conversa:

- Bom dia, fiz uma alteração de titularidade no dia 08 de Setembro e gostava de saber a data para a inspeção e instalação de gás na minha morada, visto que já estamos quase em Outubro...
- Blá blá blá, os processos de alteração de titularidade demoram sempre mais tempo [três semanas não chegam?!], blá blá blá estamos com muitas inspecções e muitos contratos novos [e eu com isso? contratem mais pessoal, ora!] e... a verdade é que ainda não há uma data estimada para a sua ligação de gás.

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01 outubro 2014

Um presente especial...

Quem me conhece sabe que eu sou perdida por cheiros, sejam eles de perfumes, de velas, de comidas... costumo dizer que tenho o olfato como o dos cães, apuradíssimo, e vez ou outra sou apanhada por um cheiro qualquer na rua que me faz lembrar de outras épocas, de pessoas especiais...

Acho que foi a pensar nisso que o M. resolveu me oferecer uma lembrança no dia do nosso casamento que marcaria o nosso dia para sempre. Enquanto eu me arranjava na sala da casa da minha mãe, naquela agitação de pessoas (madrinhas, avó, cabeleireira, fotógrafos), enquanto a maquilhadora terminava a minha maquilhagem... a campainha tocou e quando abrimos a porta, demos com isto:

Uma caixinha da Jo Malone [das minhas marcas preferidas no que toca a 'aromas'] e um cartão tão lindo, tão simples, tão a cara do meu amor [só tinha duas frases mas foram 'as frases'] que eu desatei logo a chorar [e o fotógrafo não perdeu um clique, valha-me Deus].

O presente escolhido por ele foi o perfume 'Pomegranate Noir' (uma fragrância frutada de romã), na versão de 100 ml  [também há em 30ml] que é dos cheiros mais fantásticos que já experimentei. Dei duas borrifadelas no pulso, no dia do casamento, e perdurou até chegarmos no hotel, lá pelas 4h da manhã. Um poder de fixação fantástico e um cheirinho que vai ficar para sempre eternizado em mim como 'o cheiro do meu casamento'.

O M. escolheu esta fragrância porque lembrou-se que eu tinha uma vela dessa marca e sabia que eu era apaixonada pelo cheiro da vela. Então ligou à minha melhor amiga [e também madrinha de casamento] para perguntar qual era o nome da vela [típico!] porque queria trazer o perfume com o mesmo cheiro...

O perfume e a vela: o meu combo preferido da marca. Guardei essa vela por vários meses porque queria estreá-la na casa nova e finalmente lembrei-me de a acender. Confere: é mesmo uma delícia e perfuma a casa toda. Pequenos mimos que nos sabem pela vida :)

A sensualidade e a ousadia de um vestido vermelho. Notas de framboesa, ameixa e romã mescladas com pimenta rosa, opopanax, lírio de Casablanca e patchouli. Escuro e enigmático. 

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Podem encontrar toda a linha de produtos Jo Malone no stand do El Corte Inglés 
A vela custa 53€ e o perfume cerca de 98€.

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