08 novembro 2014

2 meses...

...E ainda não tive vontade de o devolver para a casa da sua santa mãezinha, o que é um feito histórico visto que o homem é um baguceiro do pior (e eu de.tes.to coisas fora do lugar), não sabe encontrar nada sozinho mesmo quando as coisas estão ali ao lado, nunca me volta a encher as formas de gelo (e eu que não sei beber nada sem gelo, fico furiosa quando vejo as forminhas vazias), a tampa da sanita? Seeempre aberta. É mesmo 'à gajo', nada a fazer. Como eu costumo dizer: "enquanto puderes pagar pela nossa empregada e ela manter a tua bagunça sob controlo, é na boa. No dia em que estiveres falido... vais tu tratar da casa"

Brincadeiras à parte, a verdade é que adoro-o, amo-o de paixão, é o meu apoio em tudo, meu melhor amigo, meu cúmplice. A pessoa que eu sei que está comigo para o que der e vier (principalmente nos últimos dias, deu provas de um amor inabalável), é o meu pilar, aquele que, se eu matar, ajuda-me a esconder o corpo (calma, pessoas, é uma metáfora, sim?).

Que venham muitos mais meses, mais anos, mais décadas. E mooontes de bebés para termos a casa cheia de crianças, de risadas, de traquinices, como sempre sonhamos. É tão bom fazer planos com quem amamos...

a surpresinha que o hotel RIU nos fez quando completamos 1 semana de casados no México. (a vela do bolo é um bocado 'suspeita', eu sei ahaha)

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