30 dezembro 2014

Dos melhores presentes deste Natal #2

Receber tooodas as fotos do nosso casamento em alta definição e sem marca d´água! São quase 3000 fotos do nosso dia e ainda não sabemos muito bem para onde nos virar. Já escolhemos as que irão constar nos álbuns (foi uma luta, mas lá conseguimos) e agora estamos a rever todas e escolher umas quantas para espalhar pela casa. Foi uma delícia rever cada fotografia, lembrar de cada momento, das emoções à flor da pele, dos gestos e olhares... Adoro estar casada, se soubesse que era tão bom tinha casado aos 18 anos ahahaha. A verdade é que adoro acordar todos os dias ao lado do meu amor, adoro a nossa 'rotina' (que não é bem rotina, porque estamos sempre a inventar cenas, mas pronto, é aquela certeza de que ao fim do dia estaremos juntinhos), até das nossas briguinhas bobas eu gosto, o ar dele todo zangado "ai que me dás cabo do juízo, miúda", as asneiras que diz a ver futebol (então quando usa expressões em espanhol, é mesmo de fazer uma pessoa passar mal de rir). Adoro-o. Não sei se será sempre assim entre nós, se é só efeito dos primeiros tempos ou outra coisa qualquer mas Deus queira que continuemos sempre assim: apaixonados e maluquinhos um pelo outro.

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24 comentários

  1. Isso tudo que dizes já podias ter tido mais cedo se tivessem ido viver juntos... não é necessariamente = a estar casada.

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    1. Pois podia, mas nunca quis ir viver junto antes de casar por diversas questões, sendo que a principal é que nesse aspecto sou um bocado antiquada e acredito que se um casal pode casar e, ainda assim, opta por ir viver junto, é porque falta ali qualquer coisa para darem 'aquele passo'.

      Ou não estão tão comprometidos assim, ou não tão apaixonados, ou simplesmente querem 'testar' para ver se dão certo. Casamento é compromisso, é assumir para o mundo que aquela é a pessoa com quem queres estar todos os dias, é saber que aquela briga idiota não vai dar em nada e que dali a meia hora já fizeram as pazes de novo. Casar envolve um outro nível de comprometimento, a meu ver.

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    2. Não, podem não querer casar porque não são religiosos (e, por isso, o conceito de união perante Deus é algo que não lhes diz nada) e porque "assinar um papel" e passar por essa burocracia não é algo essencial que traga algo de diferente, ou melhor, à relação e ao sentimento que já têm :) qual é a diferença entre vocês e um casal que tenha a mesma história de vida que a vossa, mas que, em vez de casar, tenha decidido ir morar junto? É exactamente a mesma coisa, simplesmente tu perdeste um ano a construir um "conto de fadas" que, para ti, fazia sentido e a programar uma festa de arromba de 1 dia. Mais nada. Falas toda maravilhada do "casamento" e da "vida de casada", mas isso que estás a viver não é "o" casamento, é, finalmente, a plenitude de uma relação a dois, o viver junto, o partilhar tudo... partilha total essa que já podia ter acontecido antes e que pode acontecer sem se casar e é completamente alheia a essa instituição que é o casamento. Isso só mostra que a vossa relação, antes do casamento, só estava a ser vivida a 50% e que agora que deram esse passo é que toda uma panóplia de sentimentos e partilha e amor estão a ser experienciados ao máximo. Isso acontece com os outros casais quando fazem as coisas progressivamente, sem esses rótulos do "namorados-noivos-casados"... tenho amigos que vivem há 5 anos com os respectivos namorados e são super felizes (alguns até já com filhos) e pessoas que se casaram, só falavam daquilo enquanto estavam noivas, prepararam alto casamento, nunca tinham vivido juntos, foi tudo de repente com o casamento e, olha, só duraram 1 ano e agora já estão divorciados...

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    3. Tenho de concordar com o Anónimo! Anne para ti o casamento faz sentido pelas tuas convicções e sonhos! O casamento em si não me diz nada! A benção não me diz nada! A presença de familiares de 2 e 3 grau como vejo em imensos casamentos idem idem aspas aspas! E até mesmo de alguns familiares de 1 grau, que só se importam comigo quando lhes convém, muito menos! O teu casamento deve ter sido maravilhoso porque tu sempre sonhaste em viver esse conto de fadas! Mas eu, só de pensar que teria de convidar sei lá quantas pessoas cuja ligação emocional é pequena, dá-me cabo dos nervos!! Acredito que tenhas convidado maioritariamente pessoas que amas! Mas tenho a certeza que também convidaste algumas pessoas pelo ter que ser.... Se não foi assim, tiro-te o chapéu!!

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    4. Claro que sim, podem não ser religiosos e por isso, não terem qualquer motivo para casarem pelo religioso. Mas podem casar à mesma, sem crenças espirituais, apenas no civil. Podem à mesma assumirem que são marido e mulher, que encaram este passo com comprometimento, que querem partilhar a vida, o apelido, tudo.

      Desculpe, mas por mais argumentos que use, viver junto NUNCA será a mesma coisa que casar e digo-o sem qualquer arrogância ou tom de “ah, eu casei e vocês não, tomeeem”. Cada casal tem as suas convicções e sabem o que almejam para a sua vida a dois. Para nós, só fazia sentido se fosse o ‘combo completo’, como eu costumo dizer.

      Para muitos casais faz mais sentido irem logo viver juntos, é mais prático, mais simples, eu compreendo. Só estou a explicar porquê é que nós não optamos por esse caminho.
      Concordo quando dizes que antes do casamento, a nossa relação não era a mesma de agora, isso é mais que óbvio. Antes era só ‘eu a viver em casa da minha mãe’ e ‘ele a viver em casa dele’. São coisas bem distintas.

      Agora estamos na nossa casa, todos os dias, partilhamos mais coisas, é um facto. Eu nunca gostei de saltar etapas e acredito que existe um tempo para tudo nessa vida. Fomos uma ‘curte’, namoramos, noivamos e finalmente, casamos. Estamos felizes assim e no fundo, é isso que importa para nós.

      Tenho amigas que vivem junto com os namorados e são super felizes, assim como tenho amigas que são altamente frustradas porque ‘só’ vivem junto quando tudo o que queriam era casar com os respectivos. E não o fazem, normalmente, por um destes motivos: 1- não há dinheiro; 2- ele é divorciado e já não pode mais casar na igreja; 3- ele não vê motivos para casar. Assim como também tenho amigas que são casadas e infelizes, com casamentos de fachada, apenas para ‘parecer bem’. As escolhas são sempre muito pessoais, cabe a cada um escolher aquilo que o satisfaz.

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    5. Puxando a brasa à minha sardinha, vivo com o meu marido mas nunca casei. Isso mesmo, para mim, ainda assim é marido. Sou ateia, por isso, o sacramento do matrimonio nada me diz. Absolutamente nada. Alem disso, tambem sou jurista, o que faz com que o casamento para mim seja um mero contrato. Mais importante que o contrato da tv por cabo, cuja fidelizacao é de dois anos, e menos importante que um contrato de compra e venda de uma casa sujeito a um emprestimo bancario de vinte anos. Como ves, é uma questao de perspectiva e diferencas culturais.
      Dizes que viver junto nunca sera a mesma coisa e eu nao percebo essa tua conviccao. Ca em casa partilhamos alegrias, tristezas, sucessos, fracassos, a cama, o sofa e as contas bancarias. Nenhuma decisao importante é tomada sem conversar. Em compensacao conheco casais de papel passado e festa para trezentas pessoas que fazem vidas totalmente independentes e em que ha as minhas coisas e as tuas coisas, a minha vida e a tua vida.
      Em suma, o que importa é a relacao em si mesma, nao a tipificacao que a sociedade lhe da. Esse preconceito é, tal como todos os preconceitos, um mal de uma sociedade que ainda nao se habituou à diferenca.

      P.s. peco desculpa pela falta de acentos mas o android nao ajuda!

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    6. Anne, normalmente sou tua defensora mas, neste caso, não podias estar mais enganada. A tua convicção acérrima de que "eu gosto mais do meu marido porque me casei com ele, do que vocês dos vossos namorados" é a coisa mais disparatada que já foi dita neste blogue (e sigo há vários anos já...).

      Um papel mede o amor? Casar perante Deus (que nunca estará nas minhas ideias pois não acredito na igreja e em todo o seu significado) vale mais do que morar junto sem casar? Juntei-me há uns meses com o homem que faz parte da minha vida há 6 anos. Não podia estar mais feliz. Mas com isto, tu realmente tens essa ideia de que o teu amor é maior do que o que eu sinto, só porque não me casei ainda? Como uma leitora disse há uns tempos: se és assim tão antiquada e old fashioned em relação ao casamento, não achas que relações sexuais também deveriam ser depois do casamento? Não pode ser só para o que convém...
      Tenho pena que penses assim pois, como já deves ter percebido, as tuas leitoras (incluindo eu) não concordam com esse juízo que fizeste no comentário.

      Anyway: muitas felicidades :) Um beijinho

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    7. Tinha posto aqui um comentário ontem como resposta, mas que não foi publicado... isto para agora dizer que concordo plenamente com o que disse a Cláudia! Sou agnóstica e jurista e tenho a mesma opinião em relação ao casamento :)

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    8. Sobre união de facto vs. casamento, eu digo: amor é eu saber que posso ir embora agora, sem mais, e preferir ficar :) o casamento é normalmente querido e necessarário para pessoas frágeis emocionalmente (ou com necessidade de certa ostentação social) que precisam de ter esse vínculo contratual a segurar a relação.

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    9. Bem eu vivi em união de facto durante 7 anos, casei há 2 anos já com um filho de 3 anos e posso dizer que não mudou nadinha.

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    10. Como podes afirmar que nunca será a mesma coisa se nunca passaste pela experiência?

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  2. Fotografias giras, casal lindo e apaixonado... um sonho! Adoro ver o vosso contraste, ele tão branco e de olhos azuis, tu morenaça e de cabelo preto, vá, encomendem logo os bebés que a malta aqui está curiosa para ver o resultado da mistura explosiva!

    Beijoca
    Vera Lúcia

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  3. Por agora não interessa se todos os dias da vossa vida serão perfeitos...interessa que saibam passar juntos pelos dias maus e continuem a inventar "rotinas" para manter a piada e alegria da relação. As fotos estão lindas e certamente o casamento também o foi.
    Uma boa passagem de ano...em modo romance =)

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  4. Quando casar não conto a ninguem!!! Agora casar parece preconceito...
    Sei que não passa de um mero contracto mas para mim É A MAIOR PROVA DE AMOR QUE PODEMOS DAR A ALGUEM!!!

    Muitos Parabens e muitas felicidades Anne que tenha muito sucesso no seu casamento assim como na sua vida.

    Katia Duarte

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    1. Vocês, com estas afirmações, é que o tornam preconceito. A maior prova de amor que podemos dar a alguém é estar lá para ela todos os dias, respeitá-la, amá-la, fazer sacrifícios por ela, apoiá-la quando precisa, mimá-la, etc... estando casados ou não. O casamento é um contrato, é uma festa, é um status social, é uma crença... chamem-lhe o que quiserem. Não tem nada a ver com amar e ter uma relação a sério, essa pode existir independentemente de existir casamento.

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    2. Seria impossível casar e não contar a ninguém... a ideia do casamento não é mesmo essa? Contar a toda a gente, fazer do que é uma relação privada a 2 um grande show-off para o mundo? :)

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  5. "Adoro estar casada, se soubesse que era tão bom tinha casado aos 18 anos ahahaha. A verdade é que adoro acordar todos os dias ao lado do meu amor, adoro a nossa 'rotina' (que não é bem rotina, porque estamos sempre a inventar cenas, mas pronto, é aquela certeza de que ao fim do dia estaremos juntinhos), até das nossas briguinhas bobas eu gosto, o ar dele todo zangado "ai que me dás cabo do juízo, miúda", as asneiras que diz a ver futebol (então quando usa expressões em espanhol, é mesmo de fazer uma pessoa passar mal de rir)."

    Lá está, como dizem acima, isto não é adorar estar casado. É adorar viver junto e, finalmente, partilhar uma relação ao seu potencial máximo. Adorar ter casado é dizer que adoraste a festa e o dia e ter partilhado a união da vosssa relação com os amigos e familiares...

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  6. Olha, eu VIVO há 4 anos com o meu NAMORADO e também senti isso tudo quando fomos viver juntos e, passados 4 anos, guess what? Continuamos "sempre assim: apaixonados e maluquinhos um pelo outro" :P

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  7. Bem eu devo ser a mais velha a comentar e eu também escolhi não casar, mas miúdas do meu pais deixem as pessoas em paz para fazerem as escolhas em que acreditam, se a quer casar e só assim se sente feliz e realizada qual é o problema? se b se quer juntar qual é o problema?
    Mais ás senhoras juristas venho lembrar que a união de facto está prevista na lei portuguesa e que se assim o escolhem isso não as liberta de alguns direitos e de umas quantas obrigações não é assim ou faltaram ás aulas no dia em que o tema era União de Facto?
    O amor é lindo, mas não é um papel ou a falta dele que nos vai salvar de sofrer ou garantir que vamos ser muito felizes e amadas, as duas situações têm implicações e as jurídicas são o que menos importa.


    Maria do Rosário

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    1. Uma vez que a Senhora Dona Maria do Rosário se referiu a mim no seu comentário, acho de bom-tom responder-lhe:

      portanto, ao referir que a lei prevê um regime de equiparação entre casamento e união de facto (como de facto o faz) apenas dá razão a tudo aquilo que 'as senhoras juristas' disseram. Assinar ou não um papel não acarreta diferenças substanciais (a menos que entretanto preveja falecer sem respeitar determinadas circunstâncias legais previstas, vá!) na vida prática de um casal que vive junto.
      Eu respeito e muito a opção da Anne e de todas as pessoas que decidem casar com direito a contrato assinado e bênção religiosa, independentemente do credo que professem. O que aqui se defendeu é que esse respeito deve ser mútuo, portanto na medida em que a Anne diz, e passo a citar, "viver junto NUNCA será a mesma coisa que casar" há a imposição de um ponto de vista do qual eu discordo, seja por convicções de formação profissional, social ou religiosa, como, de resto, argumentei.

      Se me disserem que a nível de direito sucessório e ademais direitos por morte do cônjuge há diferenças, eu só posso concordar (embora fique muito incomodada, confesso, se alguém usar a possibilidade de beneficiar com a morte do cônjuge como argumento numa discussão deste género), que me digam que na prática do dia-a-dia são coisas diferentes eu só posso contestar por um motivo muito simples: não há qualquer diferença!

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  8. Sinceramente acho esta discussão completamente infundada. Cada um é livre para casar ou não e para ter as crenças que tiver.
    A Anne apenas escreveu aquilo que ela estava a sentir porque, é o BLOG dela!
    Vir para aqui opinar se a escolha dela de casar é correta ou não parece-me bastante pretensioso.
    Se na crença dela, casar antes de partilhar uma vida em conjunto é o mais correto ninguém tem o direito de concordar ou discordar porque simplesmente essa decisão não tem nada a ver convosco.
    As duas únicas pessoas que têm de concordar com esta decisão já concordaram e disseram o "Sim" no devido momento. Por isso percam o vosso tempo com coisas mais úteis.
    Felicidades Anne! Não perco pitada do teu blog :D

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  9. Concordo com o anonimo das 12h! Comentarios ridiculos, obvio que casar implica viver junto, mas viver junto nao é o mesmo que viver junto ao nosso marido. Alem debque, cada um é livre para escolher a sua vida. Deixem as pessoasbserem felizes como querem. Se uns sao felizes a viver juntos que sejam, se outros sao felizes casados que o sejam tambem. A felicidade é uma coisa pessoal, cada um é feliz a sua maneira.

    Pessoalmente, é das melhores partes do teu blog Anne, ver-te feliz com o teu marido e casa :) é por ver essa sinceridade e humanidade que tens que sempre venho ao teu blog. Continua assim :)

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    1. Acho que ninguém aqui criticou a decisão da Anne de casar, o que aqui se disse foi que não concordam com a afirmação de que "viver junto NUNCA será o mesmo que casar". Para a Anne pode não ser, pelas suas convicções ou crenças, mas a realidade é que na vivência diária, na partilha, no respeito etc, não há qualquer diferença entre união de facto ou casamento. Porque é que viver junto não é o mesmo que viver junto com o nosso marido? Por acaso tem-se menos respeito pelo outro enquanto não se assina um papel? Reafirmo, vivi em união de facto durante 7 anos, tive um filho e só depois (já a criança tinha 3 anos) é que casei, por razões cá nossas, e sabe o que é que mudou no nosso dia a dia? no nosso respeito um pelo outro? no nosso amor? Nada, nadinha de nada.

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  10. Ah e Anne, acima de tudo felicidades

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