28 fevereiro 2015

Das coisas que me ultrapassam:

A maldade humana, sempre ela. Não consigo compreender o que faz uma pessoa perder o seu tempo para prejudicar, gratuitamente, outro alguém. A troco de quê, meu Deus? Fico possessa quando vejo injustiças deste calibre, mas nesta situação em concreto não posso fazer nada. Hoje recebi a notícia de que uma das minhas melhores amigas, infelizmente ilegal no país há cerca de 8 meses, foi denunciada por uma colega de trabalho e recebeu uma carta de expulsão.

Acho que posso contar nos dedos das mãos a quantidade de amigos brasileiros que tenho cá. São bem poucos, que infelizmente a maior parte dos brasileiros que imigram para cá são de uma 'classe' que eu vou te contar, dá até vergonha de dizer que compartilhamos a mesma nacionalidade. Pode até parecer estranho uma brasileira dizer isso, mas não é preconceito, é a pura realidade. Adiante.

Essa minha amiga conheço-a desde os tempos de faculdade (tirou um curso diferente do meu mas no meu último ano escolhi a tal 'disciplina opcional' que fazia parte do curso dela e foi então que nos conhecemos). Desde esta altura que nos tornamos amigas e nunca mais perdemos o contacto. Vejo-a sempre aos domingos porque frequentamos a mesma igreja, saímos juntas, é uma miúda impecável mesmo. Batalhadora, esforçada, está cá sozinha desde os 22 anos quando veio tirar o curso (tinha visto de estudante nesta altura) entretanto acabou o curso, começou a trabalhar (tinha então visto de trabalhador, por dois anos, acho). Recentemente o contrato de trabalho terminou, não lhe renovaram e pronto, está há 8 meses sem documento e não encontra nenhuma empresa disposta a legalizá-la nestas circunstâncias (o que é óbvio, com tanto português desempregado, qual é a empresa que vai querer contratar uma imigrante ilegal?).

Essa minha amiga nunca dependeu do estado para abonos, subsídios e outros que tais. Sempre trabalhou a descontar. Neste momento trabalha num cabeleireiro, uma área que em nada tem a ver com a sua, mas diz que não se importa, quer mesmo ficar cá. Como é super atenciosa com os clientes e trabalha sempre bem disposta, em poucos meses neste cabeleireiro, conseguiu fidelizar grande parte dos clientes de lá, que agora só querem ir arranjar as mãos e pés com ela. Ela ganha à comissão. Tem outra colega, portuguesa, que também é manicure no mesmo cabeleireiro e que não a suporta porque tem que ouvir, todos os dias, a frase: "a outra moça não está? A brasileira? É que queria mesmo fazer com ela, se ela não estiver eu volto noutro dia."

A inveja, sempre a inveja. Há dias a tal colega de trabalho disparou: "sabes que mais? Eu se fosse a ti começava já a arrumar a malinha para voltar para o Brasil..." e estava constantemente a mandar bocas destas. Ontem a minha amiga ligou-me desesperada a chorar, que recebeu uma notificação do SEF e o cabeleireiro foi multado em não sei quanto, por dar apoio à imigração ilegal. Foram denunciados.

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26 fevereiro 2015

Hoje faz 10 anos...

... que o meu olhar cruzou com o par de olhos azuis mais lindos desta Lisboa, numa tarde fria de inverno. Não dei nada por ele, quer dizer, do alto dos meus 18 anos, aquilo pareceu-me mais um piropo qualquer, mais um com a mania que é todo bom, "olha-me este parvo, a tentar engatar-me assim, que grande lata!".

E lata ele tinha (e tem), andou ali quase dois meses à caça, a tentar cercar-me, a ser inconveniente (porra, mas o homem não desiste?!) pensava eu. Que chato do caraças! Ok, é giro e mede mais de 1,80m (as minhas premissas adolescentes de 'homem ideal' ahahaha que pita!) mas tem ar de ser um ordinário de primeira e eu já tive a minha cota de ordinários, não quero mais um. Tinha apanhado uma daquelas desilusões de caixão à cova e simplesmente não queria sequer pensar em gajos naquela altura. Por mais giros e insistentes que fossem.

Mas então um dia ele estava novamente a rondar-me (passou a almoçar no mesmo sítio onde eu comia todas as vezes) e teve uma atitude absolutamente admirável quando achou que eu não o estava a ver. Aquilo derreteu-me o coração e pensei que se calhar, só assim se calhar, não seria mal pensado dar-lhe uma chance. Combinamos então um café para o fim-de-semana a seguir, escondido da minha mãe que pensou que eu ia estudar em casa de uma amiga (ahahah as mães, sempre enganadas) e começámos a curtir.

Depois a coisa tomou outras proporções, começamos a namorar 'oficialmente' entretanto uns meses depois me deu 'a louca' e terminamos. Ele meteu os papéis para ir para Erasmus, era o último ano dele na universidade e achei que nunca mais o via e que tinha mesmo metido o pé na poça. Achei que morria outra vez de desgosto. Não morri e ele acabou por ficar cá, comigo.

E hoje, quando olho para trás e vejo toda a nossa história, os altos e baixos típicos da juventude, a paciência que ele teve comigo (e que ainda hoje me surpreende), o amor desmedido e aquela sensação de que ele é a pessoa pela qual esperei desde sempre... só posso agradecer por ter esbarrado no amor da minha vida, naquele 26 de Fevereiro de 2005.

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25 fevereiro 2015

Pequenos em tamanho, grandes em barulho:

Há bocado recebemos cá na clínica uma cliente com o seu bebé de três meses. Coisinha mais linda, tão risonho, tão fofinho... Intrometida que sou, lá arranjei maneira de 'capturar' o bebé enquanto a mãe dele ia à consulta. "Ai que cheiras tão bem, coisinha linda...", "olha-me esta bochecha, tão macia..." "ahh e os barulhinhos deliciosos que faz, coisa tão boa!", andei ali a babar-me pelo miúdo, tão lindo e pestanudo que só. Uma delícia.

Nos entretantos, a criança bolsou para o meu ombro. Horror absoluto, um cheiro azedo do caraças! Como já estou há uns anos sem contacto com crianças tão pequeninas, fez-me cá uma impressão... Com um esgar de nojo, afastei o puto de mim e corri para a casa de banho buscar papel para o limpar (e a mim também). De repente, sabe-se lá o porquê, o miúdo desatou nuns gritos capazes de ensurdecer qualquer um. Fiquei parva! Guinchava, sacudia-se, ficou todo vermelho, abria tanto a boca para berrar que até se via as amígdalas a chacoalharem, uma coisa fora do normal.

É que nem pensei duas vezes: fui pô-lo logo ao colo da sua santa mãezinha, que aquilo não era pulmão para se brincar. Xiça, como é possível uma coisinha tão querida e amorosa fazer tamanho estardalhaço?! Tão depressa como me veio a 'vontade', ainda mais depressa me passou. Livra!

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23 fevereiro 2015

new in // coisas que animaram esta pessoa aqui:

Depois de um fim-de-semana prolongado fora de Lisboa (fomos na sexta à noite, regressamos hoje de manhã) e de hoje só ter ido trabalhar depois do almoço (tão bom!), a semana começa da melhor forma para nós! Sabe mesmo bem poder fugir à agitação e stress de Lisboa, relaxar num sítio calmo, em contacto com a natureza linda do Gerês (em breve partilho fotografias) e com o meu amor, foi simplesmente top!

Em relação às coisas novas que habitam este lar, na semana passada finalmente (depois de taaanta espera) encontrei a mesinha de centro do jeitinho que queríamos: simples, clean, em vidro curvo e temperado. Parece um objecto simples mas foi tão difícil encontrar... todas as que vi ultrapassavam os 250€ (encontrei na Interforma, no El Corte Inglés e numa fábrica de Paços de Ferreira). Alguns sítios pediam até 300 e tal euros pela mesinha, quer dizer... Esperei, esperei, fiquei meses sem mesa de centro na sala para finalmente encontrar a tal por preço irrisório (mesmo) no OLX. É caso para se dizer: quem espera, sempre alcança! :)

Ainda na semana passada fomos buscar mais umas coisinhas para a casa na IKEA e de arrasto descobri uma vela ma-ra-vi-lho-sa, que cheira mesmo mesmo bem (e o cheirinho perdura por horas na divisão) e mesmo apagada, continua discretamente a emitir o seu aroma. Chama-se VIFT e por 4,99€ é mesmo fantástica, pena não ter mais aromas... O meu é o 'brownie de chocolate', doce e intenso... até agora ainda não me fartei.

Já na saída da IKEA, fui ao bistrô tomar um café e comer aquela tortinha de amêndoas e chocolate que é absolutamente divinal (não consigo ir à IKEA e resistir... como sempre uma fatia) e enquanto pagava a torta, deixei escapar um: "aii, essa torta é uma delícia, pena que não a vendem inteira..." quando a senhora respondeu: "ah, mas vendemos a torta fechada, na loja sueca, mesmo aqui ao lado". Como!? Nem acreditei! Cá em casa toda a gente é fã dessa torta e por 6,50€ nem pensei duas vezes: venha daí essa torta supimpa! Ainda fiquei a pensar que se calhar não era igual à original que comemos no restaurante mas é exactamente a mesma. Tão feliz com essa descoberta!



Ainda na semana passada, durante a hora de almoço, fui com mamãe ao Fórum Sintra (tínhamos que ir levantar uma encomenda para um cliente lá perto) e quando passei em frente à Punt Roma, vi esse vestido azul fantástico na montra, com um super desconto, logo, tive que entrar para experimentar. Como vou ser madrinha de dois casamentos este ano (as minhas amigas estão todas a casar e a ter bebés, estamos mesmo a ficar velhas ahaha), achei que ele seria ideal para um dos casórios, com duas modificações que vou fazer, vai ficar fantástico! Adoro o detalhe das pedrarias nas alças e os ombros à mostra. E gosto ainda mais do preço! :-)

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20 fevereiro 2015

Alguém está a ponto de cometer uma loucurinha...

Aiii pessoas, estou a pensar seriamente em deixar de assistir a vídeos de beleza no youtube e de seguir determinados blogues porque esta gente só me dá é despesa. E das grandes! Calhou, assim na rifa, da pessoa aqui assistir a este vídeo... E fiquei tipo "wow", eu quero! Pesquisei rapidamente e descobri que este produto já foi falado por montes de blogueiras e duvido que seja publicidade (podem ler aqui, aqui e aqui). Dizem que ela é a 8ª maravilha do mundo no que toca aos cuidados capilares.

(não é linda? tem aquele ar vintage, de escova antiga que eu amo!)

As promessas desta escova são: dividir e espalhar a oleosidade ao longo de todo o fio (ao contrário das ditas 'normais' que deixam a oleosidade acumular na raiz), as cerdas específicas da escova também promovem uma microcirculação no couro cabelo, para além de 'polir' os fios e deixá-los super brilhantes e macios. O resultado é um cabelo mais saudável e com crescimento acelerado. Em suma, o sonho de toda a mulher. São feitas à mão (talvez isso explique o preço elevado) e são fabricadas desde 1860. Não sei se ela realmente cumpre tudo aquilo que promete mas ao pesquisar opiniões internacionais (aqui) fiquei mesmo com a certeza de que, apesar de carota, esta escova deve valer cada cada cêntimo pago!

As escovas Marson & Pearson são divididas em grupos consoante o tipo de cerdas: de nylon (cabelos grossos), de nylon e cerdas de javali (cabelos normais) e apenas com cerdas de javali (cabelos finos). Também variam consoante o tamanho em si da escova, podendo ir do tamanho 'de bolso' (pocket) até o 'Popular' (maior tamanho disponível). Há na versão infantil (com cores fofinhas como branco, azul ou rosa) e há as edições especiais luxuosérrimas que eu nem sequer me atrevo a ver sob pena de ter que vender um rim para conseguir comprar um exemplar. 

Ando a sonhar com uma BN2 (Bristle & Nylon, tamanho 2 - indicada para cabelos longos e normais), que custa entre os 80-90€ no ebay. Oh Senhor, fazei-me rica ou tirai-me o bom gosto! E vocês, já tinham ouvido falar? Digam-me que sim, que ela é uma porcaria, que faz cair o cabelo, que nos deixa os fios todos arrepiados e coisinhas do gênero que é para ver se me passa a vontade louca de encomendar uma pra chamar de minha!

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18 fevereiro 2015

Dos ditos serviços 'personalizados'

Precisava de mandar fazer um tampo em vidro para pôr em cima da bancada de maquilhagem, não vá o móvel ficar cheio de pó de sombra, marcas de base e afins, por isso penso que o ideal será ter uma proteção em vidro por cima. Achei que era coisinha simples, para me custar aí uns 20 e poucos euros.

Liguei para uma empresa no centro de Lisboa, dei as medidas (1,42m x 0,50m com 5mm de espessura, nada de especial). Ah e tal, são 56€ e fica pronto hoje à tarde. Fónix, quase tanto como me custou a bancada, vocês são maluquinhos ou quê? Não encomendei.

Liguei para outra empresa de vidros, em Oeiras. Dei as medidas, conversa daqui e ah, fica em 35€ sem IVA, se não quiser fatura (por acaso não preciso de fatura, é-me indiferente). Disse que ia pensar e continuei à carga para ver se encontrava algo mais em conta.

Acabei por descobrir uma vidreira mesmo aqui ao pé de mim, com precinhos supimpas e que me levou 20€ pelo vidro já boleado (com os cantinhos arredondados para não magoar) e ficava pronto hoje mesmo (mas só o vou buscar amanhã, que hoje já não tive tempo de lá passar). Ahh, as maravilhas dos serviços 'de bairro'! É verdade que fiquei ligeiramente assombrada com a disparidade de preço, que é mais que o dobro e se uma pessoa distrai-se acaba por pagar um valor absurdo por algo que conseguiria muito mais barato.

É o que eu digo sempre, pessoas: o segredo está em procurar bem. E mai nada!

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17 fevereiro 2015

"Ahhh, o primeiro carnaval..."

Aproveitamos estes dias de ronha para ficarmos por casa a descansar. Consegui ler dois livros, fiz uma mousse de chocolate divinal e um bolo de laranja que ficou um bocado nhé (não se pode acertar sempre, não é?) e hoje a minha família veio cá almoçar connosco para fecharmos o feriado da melhor forma. A minha mãe a dizer que a cada vez que vem cá a casa parece que entra num apartamento novo, que eu estou sempre a comprar móveis (euu? que heresia!) e agora onde é que o neto dela vai dormir (mas que neto, mamãe?!), já que transformamos o quartinho da criança num amontoado de roupeiros, ai que cena, só me deu para rir.

O M. estava super constipado e jurava estar às portas da morte (ai isto não é normal, tenho a cabeça tão pesada e febre, sinto calafrios... - dêem-me 50 gajas doentes mas não me peçam para cuidar de um único gajo!), andou ali a enfiar tudo o que era medicamentos para o bucho (foi Griponal, Antigripine, Cegripe, Aspirinas... um verdadeiro festival) e como era de se esperar, teve uma queda de tensão e dormiu a tarde quase toda. (e sim, eu ia de hora em hora espreitar para ver se o homem ainda respirava).

Enquanto ele dormia, preparei um jantarzinho simples mas com as coisas que ele mais gosta de comer: salpicão brasileiro (receita aqui), arroz basmati e farofa de linguiça (essa nunca falha cá por casa). Dei um toque mais carnavalesco à mesa, com corações coloridos, velas e afins. Adoro caprichar nestes detalhes, não sei se todos os homens reparam nisto mas o meu amor fica todo vaidoso quando percebe esses miminhos. Dizem as más línguas que é só no primeiro ano de casamento que temos paciência para essas frescurinhas todas mas não sei não... Cá para mim, é coisa para durar, que se há coisa que eu aprecio é quebrar as rotinas e inventar essas coisinhas.


Toalha de mesa// comprada em Chichén-Itzá, México (custou o equivalente a 2€ e adoro-a!)
Individuais em palhinha // loja CASA
Faqueiro dourado // comprado num antiquário em Barcelona
Serviço de Jantar 'Brasília' // loja SPAL (foi prenda de casamento)
Caminho de mesa branco // Zara Home (saldos)

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16 fevereiro 2015

Sneak peek // nosso quarto & closet

Eu seeei, vocês são curiosas até a pontinha do cabelo... (e eu idem!) por isso, hoje partilho alguns detalhes da decoração do nosso quarto e do quarto adjacente (que a família fazia figas para ser um quartinho de bebé mas que foi transformado num quarto de vestir - prioridades, minha gente, prioridades). Os quartos ainda não estão terminados (ainda tenho mais dois módulos de roupeiros para montar, tenho coisas 'provisórias', como o tapete do closet que vou trocar por outro mais neutro, o espelho da bancada que falta colocar, etc...), daí que só venha cá vos deixar um cheirinho de como está a ficar :)

Se eu fosse uma pessoa querida, até deixava cá as lojas onde comprei cada coisa mas estou cheia de preguiça (é tanta coisa... posso dizer que a maior parte veio da IKEA, da Área Store e do ebay, esse não falha) mas se quiserem saber algo em especial, perguntem que eu respondo.

Agora vou ali bater um papo pelo skype com a família no Rio de Janeiro (e morrer de invejinha de ver o calor que lá está, eles todos na piscina e o churrasco comendo solto no jardim - queeeero!). Até logo, pessoas! Aproveitem esse carnaval, que eu cá vou aproveitar esse fim-de-semana grande para pôr a leitura em dia, passear e namorar muuuito!

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15 fevereiro 2015

BBB // bom, bonito e barato #5

O tema era recorrente cá em casa. "Não gosto da janela da cozinha assim, à vista... Vamos pôr uns cortinados?". E ele lá dizia que não, não era preciso, tínhamos os estores. Oi?! E daí que temos estores, vou agora andar o dia inteiro com os estores fechados, sem luz durante o dia? (ainda por cima temos um prédio mesmo em frente à janela da cozinha e um vizinho que passa o dia na janela a fumar - e a espiar para a janela em frente, que só por acaso, é a nossa - detesto mirones).

Os argumentos do M. era "vamos ter que esburacar os azulejos para fazer os furos do varão, uma trabalheira... e depois com o calor da cozinha, os cortinados vão ficar cheios de gordura e vamos ter que andar sempre a lavá-los..." ô raça de homem, inventa sempre uma desculpa para fugir ao berbequim.

Andei a pensar nos argumentos dele e, teimosa que sou, arrumei uma solução: não precisa de furos, é baratíssimo e se ficar engordurado, troco por outro. Estou a falar dos estores SCHOTTIS da IKEA. Comprei dois esta semana, a medo (são tão baratos, devem ficar uma bela porcaria - foi o meu pensamento). Na verdade, a minha ideia inicial era pôr na cozinha mas como estivemos este fim-de-semana a terminar de montar os roupeiros do closet (e temos por lá uma janela também 'sem protecção contra mirones'), decidi experimentar já.

Medimos a janela, cortamos os estores à medida com uma tesoura (é super fácil de cortar, o tecido é durinho e encorpado, a tesoura não escorrega e fica top), depois os cortinados têm uma faixa com cola 'dupla-face' e é só aplicar por cima da janela (faz a vez de varão). O resultado foi mesmo aquilo que eu queria: um cortinado branco, que deixasse passar toda a luz possível durante o dia, que me protegesse dos olhares de curiosos, fosse barato e não precisasse furar a parede. Aprovadíssimo!

(os copinhos coloridos que aparecem por baixo da janela são velinhas de cheiro que coloquei no parapeito da janela para perfumar a divisão)

A foto foi tirada com o telemóvel (daí a qualidade ruim) mas durante o dia o quarto ficou cheio de luz, já que o estore é fininho mas totalmente opaco (não se vê nada do outro lado). Adorei a solução, por 2,99€ é mesmo um achado! Agora lá terei que voltar à IKEA para comprar mais dois exemplares para pôr na cozinha.

Se estão à procura de uns cortinados simples, fáceis de instalar e baratos, estes cumprem mesmo bem a função e em 5 minutos temos a nossa privacidade resguardada. Já conheciam? 

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14 fevereiro 2015

Os saldos da Área - daqueles meeesmo bons!

Na semana passada fui num instantinho ao Colombo trocar um vestido mas não resisti a espreitar a loja Area (uma das minhas preferidas) e que estavam com saldos fantásticos, de mais de 80% em montes de coisas, móveis incluídos (é pena o atendimento, que deixa sempre muito a desejar mas enfim...). Como não poderia deixar de ser, vim de lá carregada de coisinhas e com uma caixa pesadíssima de um móvel às costas (o tal carrinho de chá dourado), até conseguir chegar ao parque e despejar tudo no porta-bagagens. Gajas...


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12 fevereiro 2015

Que esperteza a minha... [só que não]

Tinha uma carrada de coisas para comprar na IKEA e decidi que ia passar por lá hoje à hora do almoço e despachar já tudo (andava a arrastar a compra destes móveis há uma vida) a tempo de ser entregue no sábado (e passar o carnaval a montar móveis, só mesmo eu) . Então ontem à noite fui ao site, criei uma conta, andei ali a pôr tudo no carrinho virtual e no final, imprimi o pdf com a lista toda bonitinha, referências incluídas e até (para minha alegria) os corredores e secções de tudo, para só chegar lá, agarrar nas coisas, pagar e mandar entregar.

Cheguei à loja de lista em punho, fui logo para o piso self-service para começar a buscar os artigos quando reparo que todas as referências que tinha na lista estavam erradas. Todas. Fui ao corredor 33 e secção 28 buscar uma cadeira e tinha lá um aparador. Fui noutro corredor buscar um varão, dei com uma secretária. Chamei um colaborador da IKEA e "ai mas isto não pode ser, então de quê adianta disponibilizarem a lista virtual se uma pessoa chega aqui e não está nada no sítio? Só nos complicam a vida, e isto está mal, e não sei o quê." E lá responde-me o moço, como se estivesse a falar com uma estúpida (e se calhar estava): "Pois, mas é que a senhora imprimiu a lista como se fosse comprar à loja de Matosinhos, por isso as referências aparecem trocadas. Se fosse ao Porto, já encontrava tudo no sítio".

Ahahaha agora vou ao Porto, que brincalhão! E que que naba que eu sou a fazer listas, raios me partam. Lá pedi, com olhinhos de bambi, se o rapaz não se importava de me 'transcrever' os corredores e secções das coisas porque eu estava em hora do almoço e tinha que estar na empresa dali a nada (e eram praí mais de 50 referências). Por isso, vai daqui um grande beijinho ao rapaz querido que me ajudou a chegar a horas no trabalho! :-)

E pensar que andei ali quase uma hora a fazer a lista e esqueci-me de incluir aquela aparafusadora porreiraça que eles têm (adoooro a máquina, é mesmo uma ajuda preciosa na hora de montar móveis). Cheira-me que o marido vai querer me enforcar quando perceber que vai ter que andar ali a dar ao braço a duzentos e cinquenta parafusos.
Será motivo para um divórcio?

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11 fevereiro 2015

Das coisas que só acontecem comigo #9

Marido raramente leva comida de casa para o trabalho (porque me dá uma preguiça desgraçada acordar mais cedo para fazer comida - e fazer a mais no jantar também não gosto, gosto de comidinha fresca, acabada de fazer - sou uma triste) e vai daí, comemos (quase) todos os dias na rua. Como a minha querida 'ajudante do lar' já está de regresso (e que bem que sabe tê-la ali, mesmo à mão, é que limpa tão bem e deixa-me a casa tão perfeita que não dá, não sei viver sem ela - depois conto-vos o 'episódio' que me fez ligar a correr para a empregada). Adiante.

Na segunda-feira fiz um um churrasquinho rápido para o jantar (nada de muito elaborado: salsichas grelhadas, picanha e entremeada, acompanhado com salada russa e farofa - nhami!) e como sobrou imenso (que eu só sei cozinhar para um batalhão de gente), fiz uma marmitinha para levarmos para o trabalho no dia a seguir. À noite marido diz que a comida fez furor no escritório e que um dos colegas nunca tinha provado farofa e ficou de olhos em bico no prato. Como até simpatizo com o tal colega (até já jantou cá em casa e tudo), achei que não custava nada no dia a seguir, mandar-lhe um bocadinho de farofa através do meu amor, assim só numa do gajo não ficar 'na vontade'.

Parece que a excelentíssima esposa do senhor não gostou nada do meu gesto simpático e ficou furibunda com a oferta da farofa. Ela trabalha dois pisos acima, nos recursos humanos, mas tira a hora de almoço sempre com o marido para comerem juntos e diz que sim, que levou muito a mal a minha atitude.

Oh, senhores, mas fiz algo de muito errado? Por favor... só me falta a senhora achar que estou (ahahaha) interessada no marido dela (ahahaha), quando não tenho sequer seis meses de casada e ainda estou naquela fase em que só vejo corações e flautas a tocarem quando o meu marido chega a casa e me abre aquele sorriso com covinhas. Tenham dó...

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09 fevereiro 2015

Família: onde a vida começa e o amor nunca termina.❤

Este fim-de-semana foi assim um misto de dor e alegria, com a minha avó voltando para o Rio no sábado, com todo aquele aparato do costume (pedimos sempre uma cadeira de rodas no aeroporto porque ela tem artrose no joelho e não consegue andar tanto até os portões de embarque) e confesso que vê-la ali, tão pequenininha com o seu 1,54m, sentada numa cadeiras de rodas, frágil e chorosa, fez-me pensar que provavelmente esta será mesmo a última vez que ela encara um vôo Rio-Lisboa. As próximas visitas somos nós, os mais novos, que temos que cruzar o Atlântico para ir ter com ela. Custou-me tanto ver a cadeirinha a afastar-se levando o meu tesouro precioso... Correu tudo bem, ela já está em casa, tranquila, a recuperar das emoções da viagem.

Com a ida da avó, eu, mamãe e Vi passámos o resto do sábado juntinhas, que ninguém queria afastar-se muito para a outra não sentir a falta da avó (e mesmo assim, caímos no choro umas duas vezes, com saudades da nossa velhinha). Mamãe e Vi vieram cá para casa e fizémos a festa no sofá, com montes de mantas, lareira acesa e um aconchego que só o 'colo de mãe' nos dá. Assistimos a um filme e dois documentários, um deles o 'Meninas', gravado no Rio de Janeiro e que conta a história de 4 meninas (todas com menos de 15 anos) grávidas, a história de vida de cada uma delas, o que levou cada uma a dar esse passo (é inacreditável ver os ensinamentos que as 'mães' passam para elas), muito forte mas ao mesmo tempo, a realidade crua e dura das favelas do Rio.

No domingo fomos almoçar em casa da minha mãe, depois o marido ficou a jogar playstation com o meu irmão em casa e nós, as meninas, fomos ao cinema assistir ao filme "O meu nome é Alice"


O filme é brutal, com uma Julianne Moore absolutamente fantástica (desejo do fundo do coração que ela ganhe todos os prémios para os quais está indicada), actuação brilhante e filme que nos faz reflectir sobre o drama das pessoas com Alzheimer e o esforço que fazem todos os dias para não perderem a sua identidade e aquilo que foram um dia.

Saímos do cinema diretinhas para um fim de tarde de compras, com mamãe já em vias de recuperação total (tão bom dizer isso, meu Deus!) e animada como há tempos eu não via (quase trouxe a Zara toda de arrasto atrás dela), super contente com o cabelinho a crescer, com os 4kg que já conseguiu perder por causa do medicamento que a inchava imenso, enfim... só alegrias. Entretanto também ia me desgraçando nas compras mas pronto, um dia não são dias (ahahaha só eu para tentar me convencer disto), já passou.

E se o fim-de-semana começou triste pela viagem da avó, rapidamente se transformou num momento perfeito, com as pessoas que mais amo nesta vida, felizes, animadas e sempre ao meu lado. Haverá maneira melhor de terminar uma semana? Eu cá acho que não :-)

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08 fevereiro 2015

Pessoas entendidas em plantas, cheguem aqui à minha beira:

Então é assim: com o essencial para a casa já comprado (móveis, cortinados, têxteis e afins) chegámos finalmente na parte que eu mais adoro: os pequenos detalhes, que marcam a diferença. Molduras com fotos nossas, quadros com imagens que trouxemos dos quatro cantos do mundo (postais, tantos para emoldurar!), um toque aqui, outro ali... e de repente temos a nossa casa do 'nosso' jeito.

Não fui habituada a ter plantas em casa (porque mamãe, workaholic de primeira e pessoa que anda sempre a mil, sem tempo para nada... matava todas as plantas por falta de água), por isso, depois de uns tantos falhanços em cuidar de plantinhas, desistimos de as ter em casa. Hoje, que tenho a minha própria casa, acho que faltava um pouco de verde, falta uma planta aqui, um vasinho ali... Gostava de ter uma planta na cozinha e outra na sala ou corredor (tenho um certo receio em colocar plantas no quarto). Mas a questão que se coloca é... não faço a mínima ideia de quais são as espécies mais indicadas para interiores (mais indicadas = resistentes e que não necessitem de grandes cuidados).

Comentei com o marido que queria comprar umas plantas para a casa e ele andou comigo a ver umas espécies na net e a pesquisar no site da IKEA quais seriam as mais indicadas para nós. Ontem pedi-lhe para ir ao LIDL comprar duas coisas que faltavam para o jantar e o homem apareceu-me com uma planta toda farfalhuda debaixo do braço. Diz que se chama "Beaucarnea recurvata" e que custou 6,49€, o que me parece um preço simpático para o tamanho que ela tem. Marido diz que comprou a planta porque leu na etiqueta que era originária do México (ele apaixonou-se pelo México durante a nossa lua-de-mel).


Como fui apanhada de surpresa, não tinha nenhum vasinho grande para pôr a planta, de maneira que improvisei com um cilindro de acrílico (que uso para organizar cremes - comprei na MUJI). A ver se se encontro algum vaso bonito por aí.

A questão que se coloca é que não faço ideia da quantidade de vezes que tenho que a regar, se tenho que a pôr na varanda para apanhar sol ou se pode ficar aí, a levar com a luz indirecta (durante o dia tenho sempre as cortinas afastadas, adoro ver o sol a entrar pela casa), não sei se precisa de mais terra, se tenho que pôr algum género de adubo ou assim. Não queria que ela morresse mas sinto que a coitada está fadada ao falecimento precoce, que eu sou daquelas pessoas que numa manhã comprava montes de peixinhos na feira e à noite era vê-los todos a boiar no aquário de barriga para cima. Não sei cuidar de coisas muito sensíveis - o Rio safa-se porque é um bruto do caraças e mais parece um cavalo que um cão.

Alguém me dá uma ajudinha? 
(se entretanto conhecerem alguma loja que venda plantas artificiais-com-ar-de-naturais, também aceito a dica. Apesar de preferir plantas naturais, se esta morrer, vou comprar apenas plantas de plástico, quero lá saber!)

[o carrinho de chá dourado veio dos saldos da Área (Colombo) e custava 119€ mas estava com mais de 80% de desconto de maneiras que o trouxe por míseros 23€, naquela que foi uma super compra porque eu adoro o charme vintage de um carrinho de chá. Adaptei para um género de barzinho mas não sei se ainda não me dá outra ideia depois.]

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05 fevereiro 2015

Random Post #2

1) Esses dias fui comprar uma pecinha da Pandora para oferecer e reparei o quanto as minhas estavam oxidadas ao pé das outras novinhas em folha. Costumo limpá-las com um limpa-pratas do Jumbo mas não ficam grande coisa. A vendedora (que estudou comigo e é minha amiga) confidenciou-me o segredo do brilho espelhado das Pandoras novinhas em folha: sonasol verde amoníacal. Devo ter feito um ar muito escandalizado porque ela disse: "a sério, todas as joalharias usam este produto. É tiro e queda, experimenta e depois dizes". Experimentei e aquilo é mágica pura. As pulseiras ficaram como novas!(eis a prova)

2) Estava a ver um vídeo no Youtube (já não me lembro de quê) quando vi esta personagem, da Looney Tunes e exclamei: "olha o Ligeirinho, gostava tanto dele!".
Marido diz, surpreso: "Ligei... quê?! Este é o Speed González!"
Eu: O quê? Deves estar a confundir os desenhos todos. O Ligeirinho é da turma do Pernalonga, do Frajola, Piu Piu...
Marido: Ahahahaha não posso! Ai estes brasucas trocam os nomes a tudo, é impressionante!
Eu, já a ficar irritadaa: Qual trocam nomes, qual quê! Vamos já ao Wikipédia ver se estamos a falar da mesma coisa.

Pois, parece que sim, que os brasileiros trocaram os nomes aos bichos todos. O meu Frajola de toooda uma infância afinal chama-se... Silvestre. O Piu Piu vai-se a ver é o Tweety. O Papa-Léguas aqui é o Bip Bip. O Pernalonga chama-se Bugs Bunny. Ao menos a Vovó é a Avózinha, não há assim grande diferença e uma pessoa já não fica à toa. E desta maneira se desfaz toooda a infância de uma pessoa. Anos da minha vida a chamar os bonecos pelos nomes errados, não se faz. Estou ligeiramente decepcionada e como vingança, prometo ensinar os nossos filhos a chamar os bois pelos nomes. Nesse caso: Frajola, PiuPiu e Ligeirinho. E tenho dito!

3) Fui à loja Area do Colombo, faltavam praí 20 minutos para a loja encerrar. Havia duas vendedoras à porta, disse um 'boa noite' e fui solenemente ignorada. Não liguei e continuei a passear pelos corredores, comprei umas coisa, fui pagar e quando saí da loja e fui conferir o talão, pimbas, um dos artigos que em saldos estava a 9€ tinha sido registado como 16€. Ok, nem era assim uma diferença de jeito mas não tinha gostado nada da forma como (não) fui atendida, tornei a entrar na loja para reaver a diferença do valor. Nisto já só faltavam 5 minutos para a loja fechar e a vendedora até me lançou chispas pelos olhos, bufava por todos os lados e perguntou: "não se importa que eu lhe devolva a diferença em vale? É que já estamos a fechar a caixa e estar agora a fazer uma devolução...". Nem preciso vos dizer qual foi a minha resposta, pois não? Juro-vos que se tivesse sido atendida com educação tinha cagado para o assunto e venha daí vale mas se há coisa que me deixa pior que estragada é ser mal atendida num sítio onde estou a gastar dinheiro (é que se fosse de graça até se percebia mas assim, não, lamento).

4) A minha avó vai-se embora este fim-de-semana e eu já estou naquela fase em que choro por tudo e por nada. "Olha, a avó vai fazer-te um bolo" e eu já penso: "aii, esse é o último bolo que ela vai fazer antes de ir embora" e toca a chorar. A minha avó até já se enervou: "Mas queres parar com isso? Eu não tenciono morrer já, ainda quero voltar cá mais vezes, deixa-te de mariquices" mas é inevitável. Quando olho para ela e lembro de tudo o que esses seis meses com ela aqui, representaram para mim... é difícil, muito difícil conter as lágrimas. Queria tanto a minha velhinha aqui comigo para sempre! (e pronto, já estou eu a chorar outra vez - arre!)

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04 fevereiro 2015

hoje o meu amor pequenino faz anos...


... e eu estou pra aqui toda inchada, a ver as fotos que recebemos ontem do fotógrafo, tão crescida que ela está! Parabéns, meu biscoito! Há quase 15 anos que te conheço e parece que estamos juntinhas desde sempre. Acho que os irmãos mais novos são assim uma espécie de primeira experiência da maternidade... e talvez por isso a nossa relação seja tão especial! Assistir aos primeiros pontapés na barriga da mãe, esperar com ansiedade aquela 'coisinha minúscula' nascer, crescer, dar os primeiros passos e nós sempre ali à beira, a dar a mão para que não tropecem, a levar a mochila no primeiro dia de aulas, a ajudá-los a ganhar asas.

És a minha irmã mais nova e hoje já és uma moça crescida e parece que ainda foi ontem que te peguei ao colo pela primeira vez... Por favor, adolescência, não te metas entre nós! Vi-te nascer, visitei-te duas horas depois de teres vindo a este mundo, ainda enrrugada e vermelha, mas linda de morte para mim. A irmãzinha que eu por tantos anos pedi! Eras careca, gordinha e tinhas a pele marmoreada, toda vermelhinha. Uma boneca perfeita!

Hoje não vives sem mim. E eu, também não vivo sem ti! E espero, de todo o meu coração, que seja sempre assim entre nós: irmãs, cúmplices, parceiras de vida. Te amo, minha Vitória! Minha boneca pintalgada de sardas, meu amor pequenino.

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02 fevereiro 2015

Saldos de Decoração // Freeport & Oeiras Parque

Eu não sei se é do meu actual mood dona-de-casa ou se é mesmo culpa dos trapinhos que entraram em saldos este ano (a maioria medonha e coisas claramente 'de refugo') mas a verdade é que já vamos em Fevereiro e saldos de jeito, está quieto. Eu esforço-me, vocês sabem que sim, ando ali à hora do almoço a espreitar lojas, a ver sites mas nada me faz pensar: "epá, mas que desconto fantástico, tenho mesmo que aproveitar." ou "caraças, preciso mesmo disto!".

E se no que toca à roupa/malas/sapatos, a coisa ficou mais ou menos arrumada (espero ansiosamente pela Primavera e pelas novas colecções), no que toca à decoração e objectos para casa... ui, é uma perdição. Ainda temos tantas coisinhas para comprar (nada essencial, só mesmo decoração) que aproveitei a ida ao Freeport na segunda-feira passada (estive de folga, tão bom) para espreitar os saldos pelas bandas de Alcochete. Sim senhora, estavam fantásticos!


No Continente Outlet encontrei essas caixinhas turquesas com detalhes em relevo dourado, num tamanho ideal para guardar carregadores de telemóvel, tablet e outras porcarias que detesto que fiquem à vista no nosso quarto. Foi uma para cada mesinha de cabeceira. [nota: o nosso quarto é todo branco com a parede da cabeceira da cama em azul turquesa, logo, a caixinha caiu como uma luva na decor) // Eram 4,99€ cada e paguei 3€ por cada (ok, não foi um desconto pra lá de maravilhoso mas elas são lindas e super espessas/resistentes)


Ainda na mesma loja, trouxe esses dois candelabros que custavam 8,50€ cada e vieram para mim por 1,50€ cada um. Uma maravilha! A lanterna de vidro tem a base prateada espelhada e é daquelas coisas que eu já queria comprar há uns tempos mas todas as que via eram pra cima dos 15€ e esta custou só 2€ (e eu era menina para comprar mais uma mas vinha tão atafulhada de sacos e o vendedor nem se deu ao trabalho de embrulhar o vidro, de maneira que arrisquei trazer só essa).

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