29 abril 2015

O mistério das toalhas:

Ando aqui curiosa com um certo fenómeno que se está a passar nesta casa. Passo a explicar: pego em toalhas novas, felpudas e fofinhas, daquelas super macias e meto-as em uso na casa de banho. Dali a uns dias tiro-as para lavar e aqui é que se dá a mágica: quando vou tirá-las do estendal, estão rijas, duras e ásperas como tudo. É que nem parecem ser as mesmas toalhas!

Noutro dia saí do banho a escaldar, velinhas acesas e música suave para entrar no mood fim-de-semana... quando me enrolei na toalha parecia que estava a esfregar-me numa lima de unhas. Foi da maneira que voltei logo à realidade (adeus, modo zen) e ainda acabei por fazer uma esfoliação à força. Super desconfortável.

E se há coisa em que não poupamos é nos têxteis para a casa. Lembro de gastarmos uma pequena fortuna em toalhas porque queríamos as mais macias, as mais absorventes, as maiores, com bordados e mais outras mariquices de que me lembrei na altura. Tanta coisa para isso... toalhas duras e ásperas.

À esquerda, as toalhas novas ainda sem utilização. À direita, as mesmíssimas toalhas já com alguns dias de uso em cima - e várias lavagens. 

Falei com a empregada e perguntei-lhe o que se estava a passar com as toalhas. Disse-me que 'eram das toalhas', que ela lavou a roupa como sempre, que não passa as toalhas exactamente para não ficarem duras, enfim... Fui à net ver se descobria uma solução. Encontrei várias mas nenhuma resultou.

1) Pôr as toalhas a secarem à noite, sem estarem diretamente expostas ao sol, que o sol em excesso endurece as fibras. (lá vou eu à noite estender as toalhas, acordei cedíssimo no outro dia para as recolher e as cabras das toalhas lá estavam, duríssimas, à minha espera.)

2) Ah e tal, o truque das toalhas macias é pôr um bocado de vinagre de maçã junto ao amaciador, ficam suaves e fofinhas. (despejei vinagre na máquina de lavar a pensar que era desta que a coisa se dava mas não, o máximo que consegui foi ter toalhas com cheiro a vinagrete e novamente, ásperas).

3) Diziam que o erro era o amaciante, que não se deve pôr porque retira a capacidade de absorção das toalhas e isso torna-as duras como tudo. (lá fui eu lavar toalhas apenas com sabão em pó, nada de amaciante e o problema continuou - e ainda ficou pior, arrisco-me a dizer).

4) Ah mas é porque usas um sabão líquido, tens que usar um sabão em pó de marca boa. (gastei quase 15€ numa embalagem de sabão em pó toda xpto que me prometia roupas impecáveis - esqueceram-se foi das toalhas, malditas toalhas que continuaram rijas!)

De maneiras que é isto, senhores. Não sei o que faça e estou super arrependida de ter comprado toalhas caras já que, se é para serem ásperas e duras, mais valia ter ido comprar à Primark ou ao Continente. Será que, uma vez em uso, as toalhas nunca mais voltam a ser como antes? Até estou com pena de pôr em uso as outras, novinhas em folha, que dó, que dó. Alguém conhece uma dica infalível? Um truque qualquer? Uma mezinha que vos ensinaram? Uma macumbinha? Vá, qualquer coisa desde que as toalhas fiquem macias como antes... Muito agradecida!

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roteiro // Porto - dia 1

Como sabem, estive 3 dias a passear pelo Porto, algo que já queria fazer há imenso tempo (já que sempre que fui ao Porto foi 'de passagem' para outros destinos). A imagem da ribeira e os seus barquinhos, as caves de vinho e todo o charme da Invicta eram um forte apelo, por isso assim que vimos promoções da Ryanair por 9,90€ Lisboa-Porto (já com todas as taxas), não conseguimos resistir. Fomos no sábado de manhã e voltamos na segunda-feira à noite. Deixo-vos um mini-roteiro daquilo que vimos por lá.

Assim que chegamos no Aeroporto Sá Carneiro, nos dirigimos à loja do turismo e compramos os nossos passes de três dias (custa 15€ cada), válido para autocarros e metro, sem limite de zonas. A partir do momento em que validamos o passe pela primeira vez, começa já a contar as tais 72 horas de validade. Apanhámos o metro até a estação do Bolhão e de lá caminhamos até o nosso hotel.

Optámos por um hostel simples já que quando viajamos em modo 'cultura' procuramos sempre opções econômicas e centrais para podermos gastar o nosso budget noutras coisas (já quando vamos viajar em modo 'praia', optamos normalmente por resorts 'all inclusive' - prioridades, meus amigos, prioridades). O nosso hotel era um antigo palacete remodelado e a nossa suíte era no último piso, com uma vista fantástica e imensa privacidade. Por duas noites, pagámos cerca de 55€ (pelos dois), o que achei um excelente custo-benefício.

 o nosso quarto, decorado num estilo rústico que eu gosto imenso e com um janelão que deixava passar imensa luz.

A área exterior do hotel, com espaços verdes e um género de esplanada (mas o que mais gostei foi mesmo a cama de rede - amo!)

 A famosa Avenida dos Aliados.

 Fachada da Estação de São Bento (eu fiquei verdadeiramente surpresa ao reparar que todos os caminhos iam parar a São Bento. Perambulei por várias ruelas e recantos... quando dava por mim, estava novamente em frente à estação de São Bento!)

 Fizémos o Cruzeiro das 6 Pontes pelo Rio Douro, com a companhia RentDouro e foi óptimo! O barco saiu da Marina do Freixo e percorreu ponte a ponte, sempre com explicações do guia e muitas curiosidades sobre as contruções. (pagámos 12,50€ por cada bilhete)

Como disse um amigo meu: "Se fosse no Rio de Janeiro, era uma favela ou um morro. Como é na Europa, é 'zona histórica' da ribeira". LOL não pude deixar de concordar...

E como sempre... o dia terminou na mítica estação de São Bento. Fomos a caminhar pela rua de Santa Catarina até o nosso hotel (que ficava mesmo ao lado). Nesse dia fomos muito cedo para o hotel, ainda nem eram 18h e já nós estávamos a relaxar a dois que eu fico sempre pior que estragada quando tenho que andar de avião (não me interessa que foram só 50 minutos de vôo, é sempre um terror para mim), fico mal disposta e cheia de dores de cabeça... Nada como chegar ao hotel, mandar-me para cima da cama e finalmente, descansar!

(continua)

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28 abril 2015

Ahhh, as saudades!

Só quem é (ou já foi) imigrante num país distante sabe como é lixado esta coisa de gerir saudades. Uma coisa é a pessoa mudar para um país aqui ao lado, no mesmo continente, que em 3 horas se mete em Portugal. Outra coisa, bem diferente, é viver a mais de 7000km da nossa família, que está em outro continente, com um oceano inteirinho a separa-nos (e bilhetes de avião caros como tudo!).

Perco tanta coisa... perco casamentos, baptizados, festas de aniversário, perco a convivência diária e a intimidade que só se conquista no dia-a-dia. E mais do que tudo, perco os últimos anos de vida da minha avó (não há um único dia em que não pense nisso) e sinto que são momentos que nunca mais voltarão. Na semana passada nasceu o filho do meu primo preferido e mais uma vez, não estive presente. Não há skypes, facebooks e cenas do género que consigam imitar a realidade: o cheiro, o toque, o abraço, o olhar... nunca será igual.

E é nessas horas que lembro-me das palavras do meu pai e a dúvida instala: será que vale a pena? Perder os melhores anos de convivência com a nossa família, perder acontecimentos especiais e passar a ser-se um espectador distante? Até hoje, sempre achei que sim, que valia. Agora já não sei, tenho tantas saudades da minha cidade... De poder falar à minha maneira, usando as expressões que me saem do fundo da alma, as gírias tão tipicamente cariocas e que só uso em casa, com a família. O cheirinho de praia, dos biscoitos que adoro, o som do mar, o sotaque arrastado, cheio de "s" com som de "x", a alegria contagiante de quem não tem um tostão no bolso mas tem uma cidade linda para morar.

Cada vez que o M. me fala em filhos, penso nisto. Se vou querer criar uma criança como um bicho numa jaula, enfiado num apartamento, cheio de tecnologia e modernidade mas... sem correr na lama, sem subir em árvores, sem soltar 'pipa' na praia, sem brincar na rua, como toda criança deveria fazer. As crianças no Rio brincam de forma diferente, são mais espontâneas, soltas, desenrascadas mesmo. Mas depois vem o outro lado, os perigos, a violência, os assaltos... A verdade é que a cidade perfeita não existe, é uma pura utopia. Resta-nos saber escolher onde viver e saber até que ponto estamos dispostas a abdicar de certas coisas.

Como eu costumo dizer: a minha vida de sonho é viver  6 meses no Rio, 6 meses em Lisboa. Enquanto esse dia não chega, resta-me trabalhar muito para ver se um dia chego lá perto ;)


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25 abril 2015

❤❤❤

(nós, o rio Douro e um ventinho desgraçado que nos fez tirar 543 fotos e a mais decente foi esta, com o meu cabelo feito numa lástima...)

Sei que tenho um senso de humor negro mais negro não há (do género: perco o amigo mas não perco a piada) mas ele sabe que só brinco desta forma porque ele é a melhor parte de mim, o meu companheiro de todas as horas e a pessoa que, por mais merdas que eu faça, continua a amar-me como se fosse a primeira vez. E pronto, às vezes dou uma leve abusadela mas é por amor. Sempre por amor :)

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23 abril 2015

Mulheres do Norte, partilhem o vosso segredo...

... para não enlouquecerem perante a imensa oferta de jóias que há ali pelas bandas do Porto, sim? E é cada peça mais linda que a outra, cheias de detalhes, com filigranas e mais n coisas que até deixam uma pessoa a babar para cima das montras. Eu parei em todas, mesmo todas as ourivesarias com as quais me cruzei nos passeios pela cidade. O marido até já deitava as mãos à cabeça porque havia sempre uma ou outra peça que me roubava o fôlego e eu lá soltava a mítica frase: "ohh, em Lisboa não há nada disto!" e ele revirava os olhos. Homens... nunca vão perceber o fascínio que certas coisas exercem sobre nós :)

 Apaixonei-me por esses brincos assim que os vi, na montra à caminho do Mercado do Bolhão. São do jeitinho que eu gosto: compridos, finos e com design diferente. O pormenor da filigranas foi ouro sobre azul: adoro filigranas!

E a cereja no topo do bolo foi esse anel, que captou logo a minha atenção por ter uma pérola solitária (sou louca por pérolas) e ser uma jóia simples e clássica. Há tempos que queria um anel desse estilo mas todos os que vi tinham muitas aplicações à volta da pérola (zircónias e brilhantes) pelo que esse encheu-me mesmo as medidas. Na altura estávamos com pressa porque o nosso cruzeiro pelo Douro sairia dali a 10 minutos mas o meu amor fez-me a surpresa e voltou lá para o buscar para mim. Tão querido... (espero que isto não seja efeito 'recém-casado' e que ele se mantenha sempre assim ahaha)

Ufa, agora que penso nisso foi uma sorte só ter saído de lá com estas coisinhas... Por pouco não trouxe um pingente com o clássico 'coração de Viana' (era lindo, lindo) mas só havia em ouro ou prata dourada e eu detesto jóias douradas, só se safou a aliança de casamento, todo o resto é em ouro branco ou prata. Acho o dourado muito 'cigano style' para mim e não gosto mesmo nada de ver. Foi o que me safou :)

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22 abril 2015

Das coisas que só se ouvem no Porto...

Estávamos nós a subir a rua da estação de São Bento em direção à Sé. Eu estava a usar uns calções com collants e botins, que o tempo estava agradável apesar de fresquinho. Nisto passa um velhote ao meu lado, de bengala e tudo e começa a andar mais devagar, de maneira a que eu fosse a andar à frente dele.

Ando mais um bocadinho e oiço o velhote dizer:

"Ai que perna tão gordinha, coisa mais boa! Isto é que são pernas boas, que riqueza!" e eu a pensar que isto não podia ser comigo, o M. a rir-se e a dizer que dali a nada o velhote ficava era sem os dentinhos que lhe restavam na boca, enfim, um riso.

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Paramos para almoçar ali na zona dos Aliados e pedimos panados de frango com arroz de legumes e salada. Na hora de pagar, fomos até o balcão para passar o cartão e o dono do restaurante perguntou-nos: E então, estava tudo bem com os panados? e respondemos que sim, tudo óptimo. Nisto ele diz: "ahh, para ele (aponta para o M.) eram panados mas para si eram 'à milaneza'!" e eu ri-me. Que sim, para mim um panado será sempre um 'bife à milaneza' (em bom 'brasileiro') e vai daí o senhor pergunta de onde eu era no Brasil. Eu respondo e ele: Ahh, o Rio de Janeiro, terra tão boa! Estive lá a viver muitos anos, de que bairro a menina é?" e eu lá respondi e ele conhecia o bairro como a palma da mão, conhecia até a loja onde eu comprava gelados na infância e de repente já estávamos os três a beber um cafézinho (oferta do senhor) enquanto conversámos como velhos amigos.

Preciso dizer que adorei o Porto? Adorei a cidade, a ribeira, o Douro, os vinhos, o clima... mas sobretudo, as pessoas. São tão genuinas, tão simples! Sempre ouvi dizer que são as pessoas que fazem as cidades e no caso do Porto, fazem mesmo. Tão bom! Fica a promessa de voltar muitas vezes mais :)

E os vinhos, senhores? Ai os vinhos! Fiquei maluca, queria trazer tudo comigo ahaha. O que vale é que desta vez voámos pela Ryanair (a nossa estreia nesta companhia) e não tínhamos direito a mala de porão, pelo que na malinha de mão não havia grande espaço. Só deu mesmo para trazer baby garrafinhas...

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21 abril 2015

Apaixonada por esta publicidade...


"As grandes amizades não pedem muito. Mas pedem manutenção. Pedem olhares, silêncios, sintonia. Piadas que mais ninguém percebe. Pedem tempo. Mesmo que pareça pouco. Vai sempre parecer. Não precisamos de mil amigos, precisamos de bons amigos. Muito mais do que imaginamos."

E eu que não sou nada fã de cerveja, fiquei rendida a esta publicidade. Que mensagem poderosa! Inevitavelmente, faz-nos pensar. Confesso que senti um certo peso na consciência porque muitas vezes também me corto quando combinamos coisas, quando queremos estar juntos, o velho e bom grupinho de sempre. Porque estou cansada, porque trabalhei muitas horas e tudo o que eu quero é uma cama e uma série na tv. Ou porque quero estar a curtir o meu marido, só nós os dois, naquele chamego tão bom. Há sempre um motivo, por mais idiota que seja. Por isso, meus amigos, está na altura de pousarmos os telefones e levantarmos os copos. Bora lá! 

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16 abril 2015

Ahh, o jeitinho brasileiro! (habemus recibos!)

Hoje de manhã, enquanto ia para o trabalho o meu cérebro andava a mil, angustiada que eu estava com toda esta situação da dívida.  Precisava encontrar uma alternativa e de repente, fez-se luz! Liguei para a funcionária do meu antigo emprego, para saber se tinha conseguido encontrar os recibos ou se eu poderia ir à procura e desta forma poupar-lhe o trabalho.

- Ah, isto está complicado, eu estou cheia de trabalho e não consigo parar nem que seja meia hora para ir à arrecadação procurar nos arquivos. E não posso deixar pessoas estranhas entrarem lá, visto que estão arquivados muito documentos confidenciais da empresa, percebe?

- Claro que sim, eu compreendo e não quero que esteja a procurar durante o seu horário de trabalho. Diga-me uma coisa, existe a possibilidade de ficar uma hora a mais no trabalho a ver esta situação dos recibos e eu pagar-lhe por esse trabalho, visto que é um favor enorme que me está a fazer?

- Ai mas não se trata de dinheiro, é que estou mesmo sem tempo... Mas vamos fazer assim, eu vou ver o que consigo fazer e até a hora do almoço digo-lhe alguma coisa. Na minha próxima pausa vou dar um saltinho à arrecadação, pode ser que consiga encontrar. 

Depois do almoço ligou-me e já tem com elas os recibos! YEY! Enviou-me por mail e até pulinhos dei, parecia uma maluca. Pedi a tarde de folga (este é, sem dúvida, o lado bom de ser 'chefe' ehehe) e corri nas Finanças para tratar do assunto. Como a senhora que ficou com o meu 'caso' já tinha os documentos todos e o BAO preenchido (só estava mesmo à espera dos recibos para seguir com a cessação), nem foi preciso tirar senha e fui directamente ter com ela. Paguei 75€ de multa por fechar a actividade com data de Maio/2012 (mas a esta altura do campeonato, soube-me a mel) e já está, agora é esperar cerca de trinta dias para a informação ser actualizada junto à Segurança Social e ir lá pagar a multa apenas dos três recibos (cerca de 600€ e picos).

E claro, amanhã vou passar pelo antigo trabalho para levar uma prenda à senhora, que foi mesmo impecável e fez um favor enorme! Agora sim uma pessoa até já tem outro ânimo para viajar :) E este episódio serviu-me de lição: nunca, mas mesmo nunca mais meto-me nestas coisas sem ler tudo de fio a pavio. E vocês, façam o mesmo, sim? :P


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15 abril 2015

Os senhores da ASOS devem estar a bater mal...

Fiz uma encomenda na ASOS dia 04/04, com data prevista de entrega para dia 12/04. Como até hoje não recebi nada (e nisto das encomendas já aprendi a ser paciente - obrigada, ebay, por me teres ensinado esta lição!), lá escrevi aos senhores a perguntar se as roupas decidiram passear por outros países até chegar a Lisboa ou se entretanto perderam-se pelo caminho. E a resposta deixou-me um bocadinho apalermada. Então diz qualquer coisa como: "por não termos um tracking number para acompanhar a sua encomenda, sugerimos que contacte com os CTT para saber a localização do envio (ahahaha sem código do objecto, os CTT vão me mandar dar uma curva) e também seria útil que verificasse junto aos seus vizinhos (wtf?!) se alguma encomenda foi entregue na sua ausência..."



Sim, claro, vou andar a perguntar ao prédio todo se eventualmente alguém recebeu uma encomenda (já paga) em meu nome e se essa pessoa faria o obséquio de me devolver as minhas roupinhas, que só por acaso, foram parar à morada errada. A sério, só podem estar a brincar com a minha cara. Se há uma cena que me irrita sobremaneira nos ingleses é a mania de virem com estas falinhas da treta: "Have a lovely day, best wishes, bla bla bla". Como posso ter um dia amoroso, se as minhas amorosas roupinhas ainda não estão ao pé de mim e não vou poder levá-las a viajar comigo, respondam-me? É triste, pá.

Vou esperar até dia 21/04 (nova data-limite para a entrega da encomenda) e se até lá não me tiver chegado nada, quero o meu dinheirinho de volta e amigos como antes (ou então não). Se há uma cena que me deixa mesmo frustrada é fazer planos a contar com uma coisa, fazer por isso e no final, nicles. Fico pior que estragada!

[é a terceira vez que compro na ASOS e nunca me tinha corrido mal, antes pelo contrário, sempre tinham sido muito cumpridores dos prazos (as coisas chegavam até antes do suposto) mas desta vez estou deveras decepcionada com o atraso (que me vai lixar os planos) e com a resposta ridícula que me deram a pedir que vá verificar junto aos vizinhos. Arre!]

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14 abril 2015

Ironia das ironias...

Na sexta-feira temos uma viagem em género de escapadinha prolongada, com 4 dias de puro descanso (essa era a ideia original) e já tínhamos mil e um planos, bilhetes de avião e hotel pago, só nos faltava montar o mini-guia daquilo que queremos ver e fazer por lá. Tenho tentado esquecer o assunto porque o que menos me apetece neste momento é ir laurear a pevide noutras bandas quando sei que devo mais de dois mil euros ao Estado (quem é que consegue divertir-se com este peso nos ombros, senhores?) mas como não posso adiar a data da viagem, lá terá que ser.

Ontem começámos a planear o roteiro e as atracções e sinto que serei a pior companhia de todo o sempre. Para onde quer que olhe, só me vem um pensamento à mente: dívidas, dívidas ao Estado! =(
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Parece que ainda há esperança...

Fui novamente às Finanças hoje de manhã (quase de madrugada, que eu não tinha uma reunião às 10h e não podia atrasar-me, cheguei às Finanças uma hora antes de abrirem - fui a senha nº2) e a senhora que me atendeu, depois de ter ficado 'surpresa' pelo colega ter me fechado a actividade com data de ontem, sendo o meu último recibo em Maio/2012, disse que sim, teríamos que abrir um BAO (Boletim de Alteração Oficiosa) para solicitar a cessação com data retroactiva e pagar os tais 75€ de multa por fechar a actividade fora da data correcta. Dos males, o menor.

Só que... para fazermos isto, precisamos dos três recibos que eu passei, para provar às Finanças que não passei mais nenhum recibo depois daquela data. E na altura, os recibos eram em papel (já havia os recibos online mas eu tinha-os em papel ainda) e não faço ideia de onde eles estão, visto que entretanto casei, mudei de casa e nisto vários documentos ficaram para trás. Já revirei a casa toda, o escritório está de pernas para o ar, montes de papeis ao molho e encontro tudo que possam imaginar: pagamentos de propinas da faculdade (de 2010), apólices de seguros, faturas de farmácia, até a porcaria de um pagamento da Semana dos Caloiros (na altura em que ainda eu era caloira) eu encontrei.... os recibos é que está quieto.

E sem isso, meus amigos, nada a fazer e temos mesmo que pagar a divida integralmente. Consegui com a minha gestora de conta os extractos desses meses (Março, Abril e Maio de 2012) e tenho lá a transferência dos pagamentos (ou seja, sei exactamente os valores de cada recibo) mas isto não serve de nada. Em última instância, contactei a empresa para a qual prestei serviços para saber se me podiam dar a cópia do recibo que de certeza serão mais organizados que eu e terão esta informação guardada.

Que sim, têm lá todos os recibos mas como são em papel, estão arquivados em vários dossiers numa arrecadação e a colega, obviamente, não pode estar a parar o trabalho dela para ir revistar a arrecadação atrás de recibos de 3 anos atrás. Não sei o que hei de fazer. Se for à Segurança Social e pedir a Declaração de Dívida, estou a assumir que tenho este valor em falta e sou obrigada a pagar a quantia integralmente (ou faseada em prestações). A minha última esperança é a senhora da empresa conseguir os meus recibos mas ela diz que vai tentar e só lá para o final da semana é que consegue dizer-me se teve tempo de ir à arrecadação procurá-los. Só me meto em asneiras, a sério, nem acredito que estou a passar por essa situação à pala de ser desinformada e despistada. Foda-se, pá!

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09 abril 2015

E de repente já cá passaram mais de...


Uau! Já são muitas visitas e eu fico mesmo feliz de ver que este blog pequenino, que nasceu sem nenhuma pretensão (de verdade) hoje já é lido por tanta gente! Adoro esta partilha, adoro a blogosfera, adoro sentir que já 'conheço' tanta gente que afinal nunca vi mas que, por seguir há muito tempo, já me sinto íntima, adoro todas as dicas que vocês me dão (o penúltimo post é só mais um exemplo) e é esta troca de conselhos que faz com que não me consiga fartar disto tão cedo. Obrigadaaaa!

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❤✈❤


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08 abril 2015

E vai daqui um grande beijinho...

... para o querido (ou querida) leitor deste blog que me deixou o seguinte comentário no post anterior:

Olha o Rio a 475€ i/v a partir de Lisboa (só hoje!):
http://www.almadeviajante.com/klm-faz-75-anos-e-lanca-promocao-voos-rio-de-janeiro/

(lembrei de si) :)
Quem tem leitores destes, tem tudo! :) Fui ao site da KLM toda lançada comprar a passagem para o Rio de Janeiro mas infelizmente a promoção é válida apenas para vôo que saem até 28 de Junho (e nós queremos ir em Dezembro), por isso ficou sem efeito. Maaas, outras oportunidades surgiram para vários sítios com 50% (ou mais) de desconto: Aruba, Curacao, Dubai, Amsterdão, Panamá... e uma pessoa não diz que não!


Liguei ao marido, propus-lhe três destinos, ele ajudou-me a escolher e cá vamos nós! Só em Setembro, é certo, mas vale a pena! Se estão com vontade de viajar, aconselho a espreitarem o site da KLM. As promoções são válidas apenas durante o dia de hoje por isso corram!  =)

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07 abril 2015

Organizadores em acrílico - onde comprar

Já não é a primeira nem a segunda vez que recebo mails ou mensagens pelo facebook a perguntar onde comprei os organizadores de maquilhagem que tenho na bancada e por ser um tema útil, achei por bem escrever este post e saciar a vossa curiosidade =)

Os organizadores em acrílico são das melhores coisas para deixarmos tudo arrumado e ao mesmo tempo, visível (já que o acrílico é quase sempre transparente). A mim facilita-me imenso porque como está tudo à mostra, o tempo que demoro a arranjar-me é mínimo e não faço tanta bagunça como antes, quando a maquilhagem ficava toda espalhada sobre a bancada.


Sítios onde podem encontrar os ditos separadores:

IKEA: sim, a meca dos móveis. Na secção de casa de banho e cozinha encontro sempre várias caixinhas em acrílico, muitas com separadores para batons e vernizes (nos organizadores de casa de banho) e sempre com o precinho em conta que a IKEA já nos habituou. Nesta foto da gaveta da bancada podem ver várias caixinhas compradas no ano passado na loja sueca.

Zara Home: confesso que para o efeito (guardar mariquices, no fundo) acho que a Zara Home é um bocado carota mas em saldos, é imperdível para comprar copos fofinhos (secção casa de banho) para arrumar pincéis, escovas, lápis, um mundo de ideias. Também costumo comprar pratinhos fofos (geralmente de sobremesa ou assim) para apoiar alguns produtos que habitualmente fazem sujeira, como o pó compacto ou a base líquida.

Lojinhas chinesas: a minha perdição, assumidamente! Não ligo nada para marcas e desde sempre que compro esses pequenos organizadores nas lojas asiáticas. Este 'porta-pincel' com divisões bonitinhas para cada elemento comprei num chinês e custou-me perto de 4€, o que é um preço fantástico. Mantém tudo arrumado e visível, do jeitinho que gosto.

MUJI do Chiado: outra loja que adoro mas que acho super cara. Quando gosto mesmo de algo, como a caixinha de jóia em acrílico forrado a veludo vermelho (acho lindíssima), nada a fazer, lá tenho que comprar mas se vejo algo mais comum e fácil de comprar noutros lados, nem penso duas vezes e saio da MUJI de mãos a abanar ehehe.

Acrilcorte: Loja fantástica na Av. da República (Lisboa) que trabalha com acrílicos à medida e cortam as peças na hora. Preços fantásticos, adoro o serviço. Foi lá que mandei fazer as bases em acrílico para as minhas Longchamps e super recomendo. Penso que custaram 3 ou 4€ cada uma, o que é um preço muito bom!

E é isso, penso que estão cá todas as lojinhas onde habitualmente compro os meus organizadores de interior, vocês sabem que sou doida por organização e adoro ver tudo no seu espaço bonitinho, enfileirado e organizado. Por isso, se também partilham desta, vá, pequena neura, então já sabem onde podem comprar esses acessórios tão úteis e que nos facilitam tanto a vida!

E vocês, onde costumam comprar as vossas caixinhas? Partilhem o segredo com esta maníaca de organização, sim?

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05 abril 2015

Boa Páscoa, pessoas!


Ressuscitei e estou contigo...
"Porque o meu amor é para sempre" (Salmo 136). 

Estas não são simples palavras. São gestos concretos do amor de Jesus pela humanidade, por mim, por ti. Tudo lhe aconteceu nesta terra: perseguições, sofrimentos, o amor, a vida. Com a sua ressurreição, Jesus nos fez também renascer. Esta foi a causa pela qual Ele veio ao mundo ["... vim para que tenham vida em abundância..." - João 10:10]. É Páscoa, tempo de esperança e de atitudes.  Tempo para começar uma nova vida na certeza de que, nas mãos de Deus, até a morte pode transformar-se em vida. Que tenhamos sempre a certeza de que todas as noites escuras acabam tendo a sua aurora ["... o choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã..." - Salmo 30:5]. Que a Páscoa aconteça nas nossas vidas!

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