28 maio 2015

Dilemas da minha vida...

À hora do almoço, sentadas na esplanada a almoçar: eu e mais seis raparigas. Suspiro e digo que estou farta desta ventania desgraçada que se faz sentir em Lisboa e que no fim-de-semana vou me pôr na estrada rumo ao Algarve para ver se 'apanho uma corzinha'.

E pronto, tenho seis pares de olhos muito abertos a olharem para mim como se eu fosse louca. Uma delas diz: "Ah, só podes estar a gozar connosco! Nós aqui brancas como cal e tu é que precisas de cor?!"

Epá, preciso, o que é que querem? Lá por ter nascido com esta cor (que não, não é bronze nenhum, é mesmo a minha cor), uma pessoa não pode gostar de estar (mais) moreninha e com aquele tom dourado que só a praia nos dá? E já não podemos gostar de andar a exibir a bela da marquinha do biquíni? No verão gosto mais de me ver pretinha e então? Posso? Obrigada.

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26 maio 2015

Acabei de receber esse texto pelo facebook...


 "... Então, você vai ser pai. Então, você e sua companheira estão grávidos. Então, você sabe que precisa comprar uma casa maior. Tem que ter mais espaço pra criança. Tem que ter mais um quarto no apartamento. Tem que ter um berço novo, não pode ser aquele que a vizinha se dispôs a emprestar. Então, você sabe que tem que trocar de carro. Aquele carro não é confortável pra levar a família.

Aquele carro não é seguro pro seu filho. Tem que ter seis airbags, no mínimo. Tem que vir com ar-condicionado de fábrica. Coitado do bebê no verão.

Pai novo, fiz tudo aquilo que me diziam, do apartamento maior ao carro quatro portas, depois dos quais precisei trabalhar mais para poder dar conta das prestações. Trabalhava mais pra poder pagar a melhor creche. No supermercado, apenas a melhor fralda. Comprar a fralda mais barata significava amar menos meu filho. Roupa do brechó, nem pensar. De brinquedos caros, nosso armário está cheio. De culpa também, por ter que passar muito tempo no trabalho.

O que aprendi é que não faz diferença alguma. Um apartamento grande não faz diferença, porque as crianças gostam mesmo é de dormir amontoadas na cama dos pais. Um carro grande não faz diferença, porque as crianças gostam mesmo é de andar de bicicleta. A melhor creche não faz diferença, se você é o último pai a buscar seu filho.

Os brinquedos mais caros e os jogos de videogame não fazem diferença: para crianças, não há nada mais divertido do que se equilibrar no meio-fio ou andar na calçada sem pisar nos riscos. Jogar uma criança pro alto e agarrá-la antes de cair no chão, está aí a melhor brincadeira do mundo para qualquer pequeno. E tem a vantagem de ser de graça.

Adoro aquela tirinha do Rafael Sica sobre o sujeito que está sempre no trabalho pensando no bar. No bar, o sujeito está sempre pensando na família. Em casa, com a família, o sujeito está sempre pensando no trabalho. O sujeito nunca está realmente onde ele está. Cria sempre algum tipo de ruído na relação dele com as coisas. Esse cara sou eu, pensei quando vi a tirinha pela primeira vez.

Então, você e sua companheira estão grávidos. Então, você sabe que não precisa de uma casa maior, de um carro melhor, nem da melhor fralda, nem da melhor creche. Você sabe, no fundo, que só precisa estar lá. De verdade."


E fiquei com um nó na garganta porque parei para refletir e lembrar da minha infância (pobre em luxos mas riquíssima em amor) e as melhores lembranças que tenho dessa fase são sempre de momentos simples, de dormir agarrada à minha avó na rede de embalar, de comer esparguete com salsicha da minha mãe e lamber os beiços de tão bom que aquilo é (a famosa 'comida de pobre'), de cantar o hino nacional toda segunda-feira no pátio da minha escola (pública), de apanhar o 'ônibus' lotado na Tijuca a caminho da praia do Leblon, aos domingos de manhã. E percebi que aquele clichê é mesmo muito verdadeiro: as melhores coisas da vida são à borla.

 (eu de patins, o Pê de bicicleta - eu era tão preguiçosa que queria ir sempre agarrada à ele para não ter que patinar ahahaha - momentos tão bons!) - Méier, Rj | 1995

Escusado será dizer que foi a minha mãe que me enviou esse texto (ela anda maluca por um netinho) e ao ler senti que os meus argumentos caíram um bocadinho por terra. As célebres desculpas de "um filho dá uma despesa do caraças", "só quero pensar nisto quando tiver XYZ de saldo na conta bancária", "só posso ter filhos quando puder mudar para uma vivenda com jardim que eu não quero criar filhos em apartamentos" ou ainda "um filho exige tanto! Vamos gastar com colégio, seguro de saúde, fraldas caras, roupas assim e assado...". Confesso que tenho uma visão racional das coisas (se fosse pelo lado emotivo, já eu estava com meia dúzia de filhos - sou louca por crianças, crianças são a maior pureza desse mundo) daí que só queira pensar nisso quando sentir-me totalmente segura financeiramente. E depois de ler esse texto, pus-me aqui a pensar. Não sei, não.

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25 maio 2015

Lavar o vestido de noiva antes do primeiro ano?

Definitivamente, sim!

Quero lá saber de tradições ou superstições (não acredito em nada disso) que nos dizem que 'dá azar' lavar o vestido de noiva antes do primeiro ano de casamento... Na verdade, depois do casamento, o nosso vestido fica irreconhecível! O meu ficou todo estropiado no fim do dia, parecia que eu tinha andado na guerra.

Num casamento, o vestido de noiva sofre e não é pouco. O meu marido, desastrado, passava a vida a pisar a cauda do meu vestido. O véu, que era comprido, passou o tempo todo a ser pisoteado pelas madrinhas, crianças que entretanto corriam para lá e para cá (e me iam levando o cabelo junto), enfim... Para adicionar brilho à festa, assim que acabou a cerimônia religiosa eu descalcei-me e fui curtir a festa. Aqueles sapatos estavam a dar cabo dos meus pés e num dia tão especial para nós, tudo o que eu queria era estar feliz, sem dores e a aproveitar cada segundo, por isso, mal descalcei-me (e perdi logo 7cm de altura), foi ver a barra do vestido a ficar cada vez mais suja mas que se lixe! Era o nosso dia e não estava minimamente preocupada com isso.

No dia a seguir fomos de lua-de-mel e o vestido foi guardado na parte de cima do roupeiro, dentro da capa protectora. Nunca mais me lembrei dele até que há dias fui pôr um fato do M. na lavandaria e estava lá uma senhora a pôr o vestido de noiva para lavar. Quando viu a sujidade do vestido, a senhora da lavandaria disse que quanto mais tempo passasse, pior seria para retirar as manchas e que em alguns casos, era mesmo necessário cortar (!) a barra do vestido. Eu ia tendo um ataque porque o meu vestido estava beem pior que o da senhora e nem pensei duas vezes... Fui logo para casa agarrar no vestido (e respectivo véu) e deixei ambos na lavandaria, com a promessa de que sairão de lá como novos. E aí sim, vou poder guardá-lo limpinho e impecável para, quem sabe, servir algum dia para a Vi (nem que seja só o véu). Não tenho coragem de vender, nem que seja para ficar guardado trinta anos a apanhar pó... adoro-o!

[e vocês, já lavaram o vestido? Acham que dá azar? Ou preferem guardá-lo com as 'marcas de guerra' para lembrarem do vosso dia?]

Entretanto hoje já o fui buscar e está como quando saiu da loja: branquinho, passado e engomado. É verdade que achei um abuso o valor que inicialmente me tinham pedido porque 'o vestido é todo trabalhado e cheio de incrustações', mas acabou por não ultrapassar os 100€ e pelo trabalho meticuloso que foi feito, estou mesmo satisfeita! Entretanto comprei uma embalagem com dois sacos à vácuo (um deles com 1,30m de comprimento) já a pensar em guardar o vestido e assim que o busquei na lavandaria, guardei-o logo no saco (mentira, ainda o vesti mais uma vez e andei a passear-me com ele pela casa ahaha) mas pronto, agora está guardadinho à vácuo à espera dos nossos cinco anos de casados (quando pretendemos renovar os votos e quem sabe, voltar a usar o vestido?).

P.S: Ainda em relação às superstições de casamento, alguém congelou uma fatia do bolo de noivos para comer um ano depois, como manda a tradição? Eu não. Mais uma falha minha... Depois vem daí divórcio e não sei o motivo :P

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23 maio 2015

A chegada.

Hoje compreendi o verdadeiro significado da expressão 'estar com o coração nas mãos'. Estava aterrorizada com o vôo delas, são quase 10 horas em altitude, a minha avó para além da doença oncológica tem também uma cirurgia ao coração (ponte de safena), por isso, como sempre, comprei a passagem dela com o pedido específico do serviço de Assistência em Viagem (cadeira de rodas, check in prioritário e assento preferencial no avião) mas mesmo assim, estava assustada. A minha mãe disse-me que a minha avó estava a ter vómitos horríveis, que estava muito fraquinha e nem de longe parecia a mulher que era. Eu achei que ela estava a exagerar, na minha cabeça hoje encontraria a mulher forte e guerreira que ela sempre foi... e levei um enorme susto quando vi o funcionário da ANA a empurrar a cadeira da minha avó pela rampa da Martini. Parecia um passarinho, pequenina e magrinha, sentada naquela cadeira.

Corri em direção à ela, ajoelhei-me ao pé da cadeira de rodas, abracei-a e desabei. Não quis saber que estava a empatar os outros passageiros, não percebi que tinha que ajudar com as bagagens, naquele momento era só eu e a minha velhinha. Não havia doença, nem tumor, nem tristeza nenhuma. Era só amor, amor no seu estado mais puro. Sei que não deveria ter desabado ao pé dela mas ela atribuiu o choro à saudade (não a vejo desde o meu casamento, há um ano e meio) e não ficou preocupada mas no fundo, achamos que ela já sabe a gravidade da situação (dissemos que tem um tumor mas que é benigno e será tratado com remédios). Quando me levantei e olhei ao redor, o funcionário da ANA estava a chorar e quando eu pedi-lhe para ser eu a empurrar a cadeira, disse-me: "Eu tenho que levar a cadeira até o estacionamento mas tudo bem, pode levá-la, depois vou ter consigo". Fico tão contente por encontrar funcionários humanos em situações destas, parece que nos compreendem só com um olhar. Não me recordo o nome dele, mas aqui fica o meu agradecimento.

Sabem o que mais me custa? Ter que mentir à minha avó. Minto-lhe com todos os dentes que tenho, minto-lhe e digo-lhe que não é nada grave, que vai passar, que na 4ª feira temos consulta com um médico fantástico que está habituadíssimo a tratar de "nódulos na garganta", que ela vai ficar boa depressa. Nunca tinha mentido para ela, nem quando era criança. Podia ter feito a maior merda do mundo (e fazia, imensas vezes!) que chegava a casa e contava logo à minha avó. Ela era a minha advogada de defesa junto da minha mãe. Bons tempos...

Apesar dos pesares, sinto-me uma privilegiada por poder estar perto dela nessa hora, por saber que graças a Deus temos possibilidades financeiras para poder proporcionar os melhores tratamentos e principalmente, temos um Deus que nunca nos desamparou e que nos ensina, todos os dias, a confiar somente Nele.

(mal chegou perguntou logo: "onde estão as minhas sopas de letras, que deixei cá da outra vez?" e mesmo com dor, passou a tarde a fazer as suas cruzadinhas - quando a dor aperta, ela coloca uma toalhinha no pescoço, diz que sente que dói menos - é psicológico, mas nesse momento não estou nem aí, se ela quiser pintar o cabelo de roxo com madeixas azuis por achar que assim a dor é mais suave, vamos embora!)

 heart emoticon "... o amor tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta, o amor nunca falha. (...) Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor." heart emoticon
[1 Coríntios, 7-13]


(obrigada pelas palavras e comentários no último post, é o lado fantástico da blogosfera a vir à tona. Sinto-me tão perdida e impotente perante tudo isso que as vossas palavras e testemunhos dão-me esperança que dias melhores virão.)
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Badoca Safari Park - uma aventura!

No fim-de-semana passado rumámos até o litoral do Alentejo, mais precisamente em Vila Nova de Santo André, para conhecer o Badoca Safari  Park, um parque natural com animais de várias espécies assim num género de safari africano a apenas 150km de Lisboa. Acordámos cedo no domingo e saímos de Lisboa perto das 8h30.

O nosso condutor foi o Pê (nem eu nem mamãe quisemos arriscar levar os nossos carrinhos para o meio do pó e da lama ahahah) que conduz um verdadeiro tanque de guerra no dia a dia e o carro dele está totalmente habilitado para safaris :P

Perto das 9h30 chegámos ao parque, super entusiasmados! Como a bilheteira só abria as 10h, ainda tivemos tempo de passar protector solar, pôr a parte de cima do biquíni (o sol estava imperdoável) e bebermos bastante água.

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20 maio 2015

Coisas que eu gostava muito de perceber... #3

Hoje pela manhã na Segurança Social, esse sítio fabuloso que nos faz querer arrancar os cabelos de ver gente a trabalhar com umas trombas descomunais e a pedir licença a um pé para mexer o outro (produtividade nos píncaros). Estou sentada à espera da minha vez quando entra um senhor com duas canadianas, uma em cada braço, a andar com visível esforço. Apoia-se num balcão e pergunta pelas senhas prioritárias. A resposta da funcionária: "Mas qual é a sua prioridade?!" (a sério? Você é cegueta ou o quê? Não vê que o coitado do homem mal se pode mexer? - só me apetecia era dizer isso).

Entretanto chegou a minha vez, explica daqui, explica de lá, mostra papéis daqui, mostra multa dali e eis que o valor da minha dívida já estava actualizada e graças a Deus, já se encontra devidamente paga (não há coisa que me tire mais o sono do que dever a alguém, principalmente ao Estado - medo!). Entretanto surge uma mãe a empurrar o carrinho do bebé com o puto lá dentro e também pergunta pela senha da prioridade.

Resposta da mesma funcionária: "a prioridade só se justifica para crianças de colo e que estejam ao colo..." e pronto, lá vai a mãe armar uma escandaleira, que o puto só tem 6 meses e estava a dormir no carrinho e ela não estava para o pegar ao colo e o acordar, e depois quem é que o havia de fazer dormir de novo, e se a funcionária era estúpida ou tinha tirado um curso... olhem, a minha alma ficou parva. Estava a ponto de sacar do telemóvel e filmar aquela gente toda. Isto duma pessoa ir à Segurança Social é todo um filme de terror (ou de comédia, depende é do nosso estado de espírito).

(para quem percebe destas coisas de leis e assim... isto da prioridade com crianças é mesmo assim? Se estiverem nos 'ovos' ou nos carrinhos a prioridade já não vale? Eu pensava que bastava estar acompanhado de um bebé que já se justificava. Toda a gente sabe que os bebés precisam de atenção constante, mudas de fralda, leite, hora da sesta... faz mais sentido que mães com bebés pequenos tenham prioridade ou a prioridade só vale se estivermos com o miúdo nos braços? Mistérios da humanidade...)

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15 maio 2015

mudasti.

Quando criei este blog, num tedioso dia de férias (eu + nada para fazer = asneira) jamais imaginei que passado quase quatro anos, ainda estaria aqui a escrever, a responder comentários, a interagir com pessoas que nunca vi na vida (a maioria, pelo menos).

Na altura tinha 24 anos, estava no último ano do mestrado, vivia em casa da minha mãe, tinha um trabalho em part-time num shopping e escrevia sobre coisas que, na época, faziam sentido para mim. Nunca foquei este blog num único tema, escrevo sobre o que me apetece, sobre o que vai acontecendo na minha vida, partilho opiniões, dou dicas de viagens, falo sobre as saudades de quem está londe 'de casa', eu sei lá! Este blog é uma grande salada mas para mim é assim que sempre fez sentido.

De uns tempos para cá tenho recebido comentários a dizer que o blog mudou imenso, que já não me reconhecem, que só falo em compras, decoração e coisas relacionadas ao casamento e que já não me podem 'ouvir' (ou neste caso, ler). Eu respeito a opinião, cada um lê aquilo que quer, nesta vida ninguém é obrigado a nada e juro-vos que não fico zangada. A verdade é que sim, eu mudei (não mudamos todos?), casei, fui viver para a minha casa, abrimos a nossa empresa... é óbvio que os meus interesses agora são outros, que o meu ritmo de vida é diferente e claro, a minha escrita também se alterou. Só sei escrever sobre aquilo que vivo, daí que tenham lido posts sobre casamento, lua-de-mel, casa nova, decoração... é assim que eu sou, não posso inventar uma realidade diferente daquela da qual faço parte.

Compreendo perfeitamente que para muitos este blog tenha deixado de ser o que era e que já não se identifiquem com aquilo que eu escrevo (a mim também já aconteceu várias vezes e deixei de seguir blogs exactamente por isso), então, não vou levar a mal se decidirem nunca mais virem cá. Há um mundo de blogs que podem ler consoante aquilo que mais vos agradem, eu não vivo de publicidade nem preciso do blog para rigorosamente nada, logo, ter cinco ou quinhentos leitores por dia dá-me igual. Tanto é assim que o blog já esteve seis meses em modo 'privado', onde escrevia apenas para mim e por mim. Porque gosto, porque me dá gozo, porque é assim uma espécie de catarse e adoro esse registro de diário de bordo.

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14 maio 2015

Apaixonada...

... pelo tratamento que fiz ao cabelo na semana passada e que me deixou tipo Wow. Não, não é um alisamento (não quero 'químicas pesadas' por um longo tempo), não é uma desfrizagem... é um tratamento para pessoas que querem pintar o cabelo e ao mesmo tempo, tratar os danos e fechar (ou selar) as cutículas.

Portanto, é assim uma espécie de dois-em-um: adeus cabelinhos brancos e cabelo ressequido! Não é um tratamento para alisar o cabelo, mas sim selar as cutículas e proporcionar um brilho intenso. Na fotografia, só lavei e sequei o cabelo com o ar quente do secador, não usei sequer prancha/chapinha e adorei o resultado: cabelo super macio, disciplinado e brilhante. Ah, e sem brancas! É engraçado que este foi dos tratamentos mais baratinhos que já fiz num cabeleireiro, fui super descrente mas como a cabeleireira é amiga da minha mãe (e sabe que se me faz uma merda no cabelo provavelmente a minha mãe nunca mais volta a meter lá os pés), a coisa correu mesmo bem e tanto mamãe como a Vi (que quer por que quer inventar de fazer madeixas) já marcaram visita. Para quem quiser experimentar, chama-se Power Repair Lipidium, é da linha Loreal Professionnel e pode ser feito em conjunto com a tintura de cabelo (meu caso) ou isoladamente. Estou fã!

(para ficar mesmo mesmo satisfeita, só faltou reduzir um bocadinho o volume por que eu tenho imeeenso cabelo e mesmo assim lisinho é bastante volumoso e cheio. Mas pronto, nessavida não podemos ter tudo... e já me dou por satisfeita. Agora vou manter por uns tempos assim, no famoso 'brushing' e quando me apetecer, volto aos caracóis e aos meus mergulhos na praia)

P.S: Ignorem a pose de presidiária na foto (o vestido às riscas não ajuda ahaha) mas estava a tirar foto 'tipo-passe' para renovar o passaporte (odeio tirar esse tipo de fotos na rua - sai sempre merda) daí que tenha saído tão enquadrada e direitinha na fotografia :)

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12 maio 2015

Depois não digam que eu não avisei... #3



A La Redoute está com promoções fantásticas de até 60% de desconto! Eu sou fã da loja, adoro comprar coisas online (é um vício, confesso), gosto imenso da qualidade dos artigos da La Redoute e quando estão em saldos, melhor ainda!

Os artigos que costumo comprar por norma são: sandálias/botas em pele (com descontos, ficam super em conta e são de excelente qualidade), malas também em pele, coisas para casa (toalhas, roupa de cama, têxteis assim no geral) e muitas coisas para a Vi (a roupa de criança é super gira e feminina, bem como a minha princesa gosta).

Mas confesso que de todas as coisas que compro, os meus artigos preferidos são os têxteis de quarto. Se foram da gama 'BEST' (normalmente em linho, seda ou cetim - e todos os artigos possuem dois anos de garantia) é coisa para me deixar logo bem-disposta. Na semana passada fiz uma encomenda e ontem recebi-a no trabalho. Desta vez foram só coisinhas para a casa que em breve mostro-vos com detalhes.


(1) Género de 'peseira' para a cama (no Brasil diz-se peseira, cá diz-se 'caminho de cama') que andava imenso tempo à procura. Achei essa fantástica, cheia de 'mini-botões' que dão um ar mega fofo e confortável. Comprei na cor 'cru' que na verdade é um branco off-white (ou branco-sujo, vá). Custava 39.90€ e paguei 19.90€.

(2) Estava à procura de capas de almofada tamanho 60x60 mas queria que fosse branco e com um detalhe qualquer na barra, uma rendinha, um folhozinho, uma mariquice qualquer. Estas são em percal com um bordado na lateral e estavam com 40% de desconto. Eram a 15€ e paguei 9€ por cada uma. (umas parecidas na Zara Home custam 39€ um pack de duas, e são das mais simples que há - não gosto).

(3) Não, eu não preciso de mais capas de edredão mas é mais forte do que eu. Amo de paixão essa gama BEST porque têm tecidos fresquinhos agora para o calor e são tão macios... até custa levantar-me de manhã! Já tinha comprado as capas de almofada desta gama e agora veio a capa de edredão. Uma delícia. Está com um desconto de 63%, custava 95€ e paguei 35€. Foi pena não haver em mais cores :P

(4) Detalhe da tecelagem do cetim de algodão, a trama de fios é apertada e o resultado é um tecido sedoso, brilhante e que escorrega sob a pele. Se eu pudesse (e meu dinheiro desse), todas as minhas capas de edredão seriam nesse tecido... sou fã! E mal fico a saber das promoções, corro logo à procura deles já que na dita 'época normal' nunca tenho coragem de desembolsar 100€ por uma capa de edredão.

E vocês, se precisam de coisas para a casa (não precisamos sempre?) ou querem só ir espreitar as novidades, aqui fica a minha sugestão (sem qualquer tipo de publicidade encapotada). Vale mesmo a pena!

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10 maio 2015

roteiro // Porto - dia 2

No segundo dia acordámos tarde e sem pressas, tomamos o pequeno-almoço e ala que se faz tarde! Fomos a pé, descendo pela rua de Santa Catarina até a estação de São Bento. Continuamos a seguir a rua e fomos conhecer a Catedral da Sé, uma das igrejas católicas mais bonitas que já visitei. Fico sempre deslumbrada com igrejas...

A fachada da lindíssima Igreja da Sé.

O ambiente dentro da igreja é de estupefacção, com turistas de todos os cantos sentados com as suas máquinas xpto, a tirarem mil e uma fotografias porque realmente, há coisas para ver em cada detalhe, cada imagem... um deslumbre!

Saímos da igreja e apanhamos o metro para Vila Nova de Gaia. O metro do Porto é bastante diferente do metro lisboeta. Para já, tem pouquíssimas pessoas (mesmo durante a semana, na hora de ponta, não há comparação possível), as carruagens pareceram-me bastante mais modernas (e limpas) e as pessoas são socialmente educadas a esperarem que os outros saiam antes de entrarem no metro. Curiosamente, também não levei com ninguém a ouvir músicas em altos berros nos transportes (coisa tão comum em Lisboa, onde a falta de civismo impera - já tive que levar com kizomba às 7h e picos da manhã, no metro do Marquês). Adorei o metro do Porto e andei todos os dias nele! ;)

 A experiência de passarmos de metro por cima do rio Douro também é muito gira, eu adoro vistas panorâmicas e não dispenso ver as coisas 'lá de cima'.

Já em Vila Nova de Gaia, não resistimos a dar um passeio pelo Teleférico de Gaia (5€ uma ida ou 8€ ida e volta). O bilhete dava direito também a uma Prova de Vinhos na Adega Quevedo (e nós queríamos visitar uma cave de vinhos) por isso foi só unir o útil ao agradável e lá fomos nós. A viagem é curtinha mas a vista é linda e dá para tirar milhões de fotos giríssimas!

A Adega Quevedo.

Optámos pela mini-prova de Vinho Branco e Rosé (os nossos preferidos) e eram ambos deliciosos. Acabamos por passar depois na lojinha da Adega e trazer pequenas garrafinhas para oferecer a algumas pessoas, acho que é uma óptima ideia para regalarmos aos nossos.

Fotos, fotos, fotos... o cais de Gaia é fantástico e cada pequeno recanto ou ruela é sempre um óptimo spot para fotos incríveis!



Terminamos o dia no restaurante 'Taberna do Doutor', pertinho da Rua de Santa Catarina (e do nosso hotel) para comer um daqueles bifes tenrinhos que era de chorar por mais. Acho que voltei do Porto com uns bons dois quilos extras por que como se come bem naquela cidade! Cada montra de doces é uma tentação, os almoços e jantares na cidade são super em conta (almoçámos num dos dias no café 'Turista' ao pé do Bolhão e o prato do dia custou-nos 4€ - pernas de frango com arroz e salada, uma delícia). A comida 'de rua' é bastante mais em conta que em Lisboa (sim, isto de viver na capital tem também os seus pontos negativos) e eu fiquei mesmo desejosa de voltar lá em breve. Adorei o Porto!

(continua - última parte)

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08 maio 2015

E as oito meses de casada...

Ao telefone: 

- Oi Avó, tudo bem?
- Oi, minha filha. Tudo... E com vocês? E o meu bisnetinho, já vem à caminho? Olha que já não vou para nova, já são 80 e picos... Vocês estão demorando muito!

No trabalho:

- Então, Anne, hoje não bebes o teu iogurte?
- Não, hoje não, estou com um bocadinho de azia...
- Ahhh, será que vem aí bebé?!

Na minha casa:

- Hoje não quero tomar o pequeno-almoço, estou com bocado enjoada. (nota: desde que me conheço por gente, se acordar muito cedo não consigo comer nada porque fico mal disposta).
- Estás enjoada??! (olhar esperançoso do marido)

Em casa da minha mãe: 

- Oh filha, o que é que se passa que andas a fazer xixi a toda hora? Será que já tens coisas para me contar?
- Não, mãe... Ando a tomar um drenante desde a semana passada.

E é isto a minha vida. Não há uma única semana que se passe sem que as alminhas do costume me venham questionar sobre a provável existência de uma criança. "Ah, mas já estão casados há vários meses..." Oi?! Não fizemos sequer um ano e já andam com esses argumentos? "Ah, mas olha que o rapaz já passou um bocado dos trinta, daqui a nada será um pai velho". E existe lá idade para ser pai? Eu conheço muitos pais novos que são verdadeiras bestas com os filhos, portanto... não vejo motivos para pressas.

E claro, a cereja por cima do bolo, aquela perguntinha que nos deixa mesmo com vontade de mandar uma resposta torta: "mas vocês já andam a tentar, certo?". Epá, sim, andamos a tentar praí umas três vezes por dia, mas pronto, ainda não tivemos sorte....
Não há paciência.

[hoje completamos oito meses de 'nós' e vivemos uma fase tão boa que tenho pena de estar a trabalhar tanto e ter pouco tempo para viver tudo isto em pleno. Queria que o tempo passasse devagar, que pudéssemos estar sempre assim um para o outro, que a rotina não se interpusesse entre nós... e hoje, oito meses depois do nosso 'sim', voltava a fazer tudo de novo. Vezes e vezes sem conta...]

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06 maio 2015

Sabes que és uma maricas quando...

... fazes a tua primeira sessão de depilação definitiva a laser e guinchas como um porco, que aquela cena não dói nada nas pernas e nas axilas mas noutros sítios mais, digamos, recônditos, a coisa dói que se farta. Eu ia tão borradinha de medo (apesar de duas amigas - que também andam na mesma clínica - jurarem a pés juntos que aquilo não custava nada), pois, belas amigas essas. Mas pronto, há que ver o lado positivo, que as minhas amigas ainda só vão na 3ª sessão e já estão lisinhas como pele de bebé (e são ambas morenas como eu). E só essa perspectiva já é suficientemente forte para me pôr a aguentar as dores. Mulher sofre, viu?

[já há que tempos que andava para aderir à depilação a laser mas ia sempre adiando, depois via muitas opiniões 'patrocinadas' pela blogosfera afora  - e eu nunca me fio nessas coisas - depois eram vouchers de determinadas clínicas que custavam tão baratos (pediam quase tanto por 1 sessão de laser como eu gastava por uma depilação a cera quente) e uma pessoa desconfia logo. Até que ganhasse coragem para ir num sítio à sério, com gente amiga (e verdadeira) a dar testemunhos reais... foram vários meses mas agora é que vai ser! Vamos lá ver como a coisa corre.]

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04 maio 2015

debaixo do olho:

come to mama!

Já estava mortinha para comprar esta mala há uns bons dois anos mas quer dizer, uma pessoa sempre pensa mil vezes antes de dar esse passo (ao menos eu, que sou pobre, pondero horrores) mas sinceramente? Depois de ter 'escapado' por pouco das malhas do Estado naquela situação dos Recibos Verdes (e foi mesmo ali, no limite), não estou mais com vontade de esperar.

É uma mala cara, que é. É uma extravagância, é isto e aquilo mas caramba, é uma mala para vida! E sei do que digo, a minha mãe tem uma Speedy há mil anos e ela continua lá, impecável. Este modelo enche-me as medidas, por ser em formato saco (que adoro), num material super resistente (o tal 'canvas') e com a vantagem de ser um modelo onde cabe mesmo tudo (que eu levo sempre a casa às costas).

Mas depois o lado racional vem à tona e penso: caraças, pá, quase 1000€ por uma mala, já viste bem para onde viajavas tu com esse dinheirinho? Podia visitar a minha Bia em NYC, podia dar um saltinho à casa (que é como quem diz, ao Rio) e estrafegar a minha avó com beijos, podia ir às ilhas gregas num daqueles cruzeiros que adoro, enfim... Não sei o que faça, sinceramente. Adoro a mala de paixão mas não sei se tenho coragem para despender toda essa quantia por ela. Sou forreta, pois sou. (mas depois penso que se a comprar no AMEX são logo mais de 1500 milhas para viajar - e já consigo o tal bilhete-prémio à borla para uma das viagens que quero fazer - e isso sim, seria juntar o melhor dos dois mundos). Pois que não sei.

[o marido ia tendo uma apoplexia quando lhe falei da mala e fiz olhinhos de Bambi. perguntou-me se a mala era feita com couro de búfalo que cresce nos pastos verdejantes da Noruega (ahaha) e costurada com linhas de algodão egípcio. Não é bem isso, mas anda lá perto. Agora está mais habituado à ideia e já encara a compra da mala com resignação, embora não deixe de resmungar que é um desperdício de dinheiro...]

Alguém por aí que tenha comprado este modelo sabe dizer-me se é mesmo uma boa compra? Arrependeram-se? Se fosse nos dias que correm, voltavam a comprá-la? Vá, um pequeno estudo de mercado, pode ser? :)

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02 maio 2015

Dúvida existencial...

... ou na versão popular: "bem que Deus poderia ter me abençoado com um cabelo 'bom' no lugar dessa massa selvagem encaracolada que me tira a paciência (e os euros)". Enfim...

A verdade é que nunca gostei de ter caracóis, sempre foi uma chatice ter que usar espuma de definição (senão o cabelo parecia uma juba sem forma), depois ter que usar óleo nas pontas (porque são super secas), não poder pentear o cabelo depois de seco, sob pena de me transformar no Simba em pleno trabalho, enfim... não era prático para o meu ritmo de vida.

Achava incrível as minhas amigas acordarem, pentearem os cabelos lisos e tcharãm, já estavam prontas. Eu não, eu tinha tooodo um ritual para cumprir: umedecer, modelar, hidratar, uma verdadeira seca. Não estava para isso. Lembro-me de fazer a minha primeira 'desfrizagem' aos 15 anos, depois de muito implorar a minha mãe lá concordou e levou-me ao cabeleireiro.

Durante anos foi assim: de dois em dois meses lá estava eu no cabeleireiro para 'retocar as raízes' do alisamento e ostentava, orgulhosa, fios lisérrimos e que não davam grande trabalho a manter. Só que entretanto surgiu uma tal de 'escova progressiva' e pronto, eu e ela tornamo-nos melhores amigas. Não queria saber se tinha formol na fórmula (podia ter até ácido sulfúrico, desde que me mantivesse com os cabelos lisos, era só o que me importava), e durante alguns anos mantive-me com estes alisamentos.

Só que agora estou um bocado farta desta vida, sabem? Estou farta desse 'compromisso' de ter que ir ao menos uma vez por mês ao cabeleireiro (para alisar, para hidratar, para 'carga de queratina', para 'selagem térmica', para tanta coisa que eles inventam...), detesto estas obrigações, ando cansada dessa rotina capilar. É o tempo que se perde, é o dinheiro absurdo que se gasta (o meu último alisamento ficou em 150€), são os produtos que temos que usar depois sempre todos xptos, é a obrigatoriedade de ter que secar o cabelo com o secador sempre que o lavamos (é há dias em que me apetece deixá-lo secar ao natural), é a inibição de poder dar uns bons mergulhos na praia/piscina (não é recomendável molhar o cabelo com água salgada/cloro)...

No resto do ano não me faz tanta confusão mas agora com o calor e o verão, é terrível. Eu adoro sair na rua com o cabelo molhado, não consigo ficar na praia sem mergulhar e molhar o cabelo, também não consigo estar numa piscina e não mandar-me de cabeça lá para dentro... E é sempre chato estarmos sempre a pensar no cabelo, 'ai meu Deus, mergulhei, agora tenho que tomar um duche de água doce e pôr creme no cabelo..'. Eu não quero viver com essa preocupação, percebem? Se o cabelo tiver que secar ao natural, pois que sim, vai secar ao vento. Que se lixe se vai ficar uma moita gigante, quero ser livre dessas merdices...

Quer dizer, livre até certo ponto. Não pretendo ficar com a raiz toda encaracolada (não consigo, é mais forte que eu), mas também não quero estar com progressivas. Ai, pessoas, não sei o que faça. O meu cabelo de sonho é: raiz lisa e caracóis nas pontas mas neste momento, está exactamente o oposto: raiz encaracolada (natural) e pontas lisas (alisadas). Socorro!

[gosto quanto ele está assim ou assim. Mas em ambas as fases, estava com quilos de alisamento progressivo em cima... Já pensei em procurar uma terapeuta capilar que talvez conseguisse me auxiliar mas parece que cá em Potugal não existe ainda este conceito, só mesmo no Brasil. ô vida difícil, viu?]

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01 maio 2015

Viciada nesta série #2

Ultimamente tenho assistido com mair frequência o canal TLC por que a Vi adora o Toddlers & Tiara (um programa já famoso que mostra os bastidores dos concursos de beleza infantil nos EUA - uma realidade nua e crua, com mães frustradas que obrigam miúdas de 3 ou 4 anos a usarem unhas de gel, extensão de pestanas e outras merdas que tais, para ganharem a porcaria de uma coroa...) e num destes fins-de-semana em que a minha bebé esteve cá por casa, a tv da sala esteve sempre ligada no TLC e acabei descobrindo uma série que estou a adorar!

Chama-se '90 days to wed' (90 dias para casar) ou na versão americana: "90 day fiancé' que conta a história de casais internacionais (sempre um americano com uma estrangeira) que se apaixonaram e solicitaram o 'fiancé visa' (visto de noivado nos EUA) que basicamente permite que levem a cara-metade para os EUA por 90 dias para se conhecerem melhor. Dentro desses 3 meses o casal tem que casar ou então, o estrangeiro é obrigado a voltar para o seu país de origem pois torna-se ilegal nos EUA.


Na primeira temporada foram 4 casais:

Mike (USA) + Aziza (Rússia): Ele claramente apaixonado por ela, ela super indecisa o tempo todo e sempre com o pensamento na Rússia e na família. Esteve até o último momento a pensar se casava ou não.
Russ (USA) + Paolla (Colombia): Foi o meu casal preferido e ri-me imenso com a Paolla! Ele, um pau-mandado e super controlado pela mulher. Ela, uma pequena interesseira ($$) mas tão divertida e passional que uma pessoa até começa a achar alguma piada.
Alan (USA) + Kirlyam (Brasil): Um jovem casal que segue os mandamentos da sua religião (mórmon) e que pretende chegar virgem até ao altar. Ela é uma miúda lindíssima (fez-me lembrar imenso a Angelina Jolie mais nova) e tinha tudo para ter uma carreira na área da moda mas com um marido tão controlador e inseguro (que quer a todo o custo enchê-la de filhos) não sei se chega lá.
Louis (USA) + Aya (Filipinas): O casal mais estranho de todos, com a ex-mulher dele a dar palpites em tudo (havia de ser comigo uma ex-namorada do meu marido a meter-se na minha vida...), uma miúda super insegura, enfim...


A minha veia cusca e romântica está a adorar essa série. Adoro ver a diferença (e o choque) cultural entre eles, as confusões com o idioma, as saudades da família que ficou longe, a dificuldade de aceitar um novo país como sendo o seu por causa de uma paixão. Não parece fácil e fez-me lembrar do início do meu namoro com o M. e de tudo o que ultrapassámos para hoje estarmos juntinhos.

[entretanto a primeira série já terminou e começou na semana passada a segunda, com mais 6 casais. Já comecei a assistir, claro! Alguém deste lado também assiste?]

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