31 julho 2015

Pelo Alentejo... os encantos de Moura

É certo que ficámos alojadas em Pias mas quer dizer... a cidadezinha é muito pequenina e a meio do segundo dia já estávamos uma a olhar para a cara da outra como que a dizer: "é só isto?" e claro que queríamos mais! Aproveitámos os dois primeiros dias para dormir muuuito, pôr a leitura em dia e relaxar na piscina... mas no terceiro dia partimos à descoberta e fomos conhecer a cidade vizinha: Moura. Conhecemos o centro histórico, o castelo, as lojinhas (siiim, andávamos a ressacar ahaha - mamãe ainda é pior que eu), comemos um bife recheado delicioso no restaurante "O ideal" e descobrimos que em Moura faz um calor dos diabos e nenhuma loja tinha ar condicionado ligado (numa ourivesaria perguntámos a funcionária se podia ligar um bocadinho o ar condicionado por que estávamos a pingar ao que ela respondeu-nos que o patrão não autorizava que se ligasse e que até nem estava assim tão calor - jesus! nem quero imaginar aquela cidade num dia de calor à sério).

Foi também em Moura que conhecemos de perto a hospitalidade alentejana quando nos perdemos e fomos pedir informação a um senhor que conduzia um carro ao lado do nosso... acreditam que o senhor desviou-se do seu percurso só para nos levar até a entrada da cidade e nos explicar o caminho de volta para as Pias? Derreti-me! É tão pouco comum ver esse tipo de preocupação genuína em ajudar o próximo (cá em Lisboa então, é quase inexistente) que uma pessoa até fica parva. Coisas boas do interior!
 
 Uma das paisagens mais giras foi o campo com girassóis gigantes (pena que estavam todos esturricados pelo sol intenso daquelas bandas) mas fiquei a pensar como essa zona deve ser linda no comecinho da Primavera, com as flores todas desabrochadas...

Quando eu disse que os girassóis eram gigantes... é por que eram mesmo! Quase do tamanho da cabeça da minha mãe (que fez questão de tirar essa foto com o pobre girassol moribundo).

 A cidade é uma fofura, com a zona centro cheia de casinhas típicas e plantas, muitas plantas à porta de casa... durante a tarde vê-se imensas senhoras à porta da sua casa, a falar com os vizinhos em voz alta, aquela coisa típica de cidade pequena onde toda a gente conhece todo mundo. Achei tão pitoresco!

E se vocês pensam que estar enfiada numa cidadezinha com 2500 habitantes como Pias me faria não comprar nenhum souvenir... estavam enganadas. Pois que em Moura há lojinhas fantásticas (principalmente ourivesarias - são muito mais baratas que em Lisboa) e uma pessoa não diz que não. 

 Os Rayban dourados já queria há tempos (mas com a lente clarinha, que isto das lentes escuras dá cabo da minha vista míope) mas em todo o sítio que procurava cá em Lisboa estavam esgotados... Nem imaginam a minha alegria quando os vi na montra de um oculista em Moura (eram os últimos) e ainda custavam menos 40€ que em Lisboa, por isso... lá vieram os meus óculos gold!


Adorei conhecer Moura, era uma cidade que nem constava no meu mapa (do género: nunca tinha ouvido falar) mas que se revelou um sítio lindíssimo, super calmo, com pessoas fantásticas e acolheadoras... apetece mesmo voltar!

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29 julho 2015

Cheguei... e já estou quase a ir de novo:


Disse a mim mesma que me recusava a viajar em Agosto por que os preços estavam todos inflacionados e bem vistas as coisas já tenho Nice em Setembro, Amsterdão em Novembro e Rio em Dezembro, quer dizer, já estava de bom tamanho e eu era menina para ser feliz a curtir a minha Lisboa quase desértica em Agosto. Mas quis o destino que apanhássemos uma mega mega promoção para Agosto e portanto... Ibiza e Formentera, aí vamos nós! E em família, que é como eu mais gosto. Tão bom!

Dicas, partilhas e sugestões são mais que bem-vindas que eu ainda não conheço nenhuma das ilhas Baleares e ando aqui a caçar informações. O que vale é que pelo menos três bloggers que acompanho estiveram em Ibiza neste verão e uma pessoa não fica assim tão perdida, já sabe mais ou menos ao que vai. Pelas fotos, diria que é quase impossível ficar decepcionada :)

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28 julho 2015

Gruta de las Maravillas | Aracena, Espanha


Esta foi mais uma das descobertas fantásticas destes dias... O nosso hotel em Pias fica a pouco mais de 70km de Aracena, cidadezinha (linda) no norte de Huelva, em Espanha. Vi o folheto turístico das Grutas de Aracena ainda no hotel e a Vi ficou maluca, queria ir conhecer os rios subterrâneos e a gruta de estalactites. Lá fomos nós e o passeio é giríssimo. A cidade é um encanto, pequenina como se quer e sossegada, sem aquele enxame de turistas tão comum nessa época do ano. Conhecemos as muralhas de Aracena, a igreja, as Grutas e claro, a piscina da cidade (era um bafo tão grande que o suor escorria-me pelos braços, cara, tudo... um calor dos infernos). A visita pela 'Gruta de las Maravillas' dura cerca de 50 minutos e a beleza é fantástica.

Planos para o final do dia? Desfrutar desta paz alentejana, tão boa! O silêncio, o barulho dos animais, os cenários de cortar a respiração e o sossego tão bom... (pronto, era escusado ser tãããão quente por aqui - sem dúvida alguma, o lugar mais quente em que já estive cá em Portugal - mas é lindo na mesma).


Ahhh, não quero voltar para Lisboa... isto é tão calminho que uma pessoa até se sente outra: dorme bem (muuuito bem), come melhor ainda, cochila depois do almoço (adoro), passeia por sítios tão bonitos, respira um ar deliciosamente puro, ouve os passarinhos a cantar durante a tarde... ai pessoas, isto é mesmo bom! (acho que nunca mais vou querer me enfiar num Algarve apinhado de gente no verão quando posso desfrutar deste cenário de plena paz...)

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26 julho 2015

Há males que vêm para bem...

Há uns dias combinamos um fim de semana só nosso: eu, mamãe e a mana (sim, sou daquelas pessoas que acha que existe vida pós-casamento e não ando grudada 24h sobre 24h com o meu marido...). Fiquei incumbida de escolher um sítio giro pelo Alentejo ou Algarve e fazer as reservas. Encontrei um hotel fantástico, reservei pelo booking e hoje depois do trabalho rumamos para Sul. Chegamos ao hotel e...não havia reserva em nosso nome. Como não? - perguntei eu, já sacando do papel com a confirmação da reserva. Pois... Ao invés de escolher 25 a 28 de Julho, escolhi esses dias... mas em Agosto! Só eu mesmo para ser despistada a esse ponto! E o pior: para hoje já não tinham um único quarto disponível... Fiquei pior que estragada e liguei ao marido para ver na net algum hotel perto de nós. O homem tentou uns dez hotéis, sem exagero... Todos ocupados! Até que ele encontrou um hotel no mais profundo Alentejo, mais precisamente numa vila pequenina em Serpa e fez a reserva para nós. 

Estou encantada com tudo por aqui... Hotel super acolhedor e pessoas fantásticas, uma comida simplesmente divinal, um clima e um céu tão estrelado que acho que nunca mais me vou embora. Uma vila que parece perdida no mapa (acreditam que não há um único centro comercial por aqui?), lugares e vielas escondidas de tirar o fôlego e os meus amores aqui mesmo ao lado. Tão bom! Soubessem vocês o quanto reclamamos do caminho longo cheio de contracurvas e sem ver ninguém pela estrada... Era só vinhedos e campos de girassóis, parecia o fim do mundo mas afinal... É só um sítio maravilhoso, como tantos os que existem por esse país :)


Eu sou pessoa de cidade, vocês sabem... Não consigo ficar muito tempo longe da agitação, do burburinho da cidade e da comodidade de saber que tenho tudo ali ao pé mas digo-vos que as pessoas daqui trazem uma coisa qualquer dentro do peito, uma alegria e satisfação de viver que é raro encontrar. São tão acolhedores e hospitaleiros... coisas do campo. E cada vez mais gosto de sítios assim ;) 

P.S: peço desculpas se dei algum erro ortográfico mas isso de escrever posts no ipad é coisa para pessoas muito evoluídas... comigo sai sempre asneira.

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22 julho 2015

Em que é que ficamos, senhores?

Pois que aqui a menina está a preparar um mega post com tooodas as compras que fez nestes saldos na esperança de que possa ajudar muita gente a fazer bons negócios como os que eu fiz com (quase) tudo a 50% de desconto ou mais (que isto sim, pessoas, são saldos como devem ser). E se é verdade que nos últimos saldos fui uma santa e não comprei (quase) nada - sim, que isto de preparar um casamento não nos deixa com muito tempo (e dinheiro) disponível para esbanjar - nestes saldos a coisa correu muitíssimo bem e não fui nada contida. 

Mas como já sei o que a casa gasta e sei que mal espete com uma qualquer compra aqui e diga quanto custou surgirão leitores indignados e de dedo em riste a dizer que este blog só fala de euros, de quanto custou isto ou aquilo, que é uma vergonha e rebeubeu pardais ao ninho... Decidi que vocês escolhem. Quando eu publico alguma compra e não partilho o preço, invariavelmente o primeiro comentário que recebo é: "quanto é que custou?" e lá voltamos ao mesmo. É ou não é para uma pessoa ficar confusa? Eu cá acho que sim.

Quanto a mim não tenho qualquer pudor em publicar o preço das coisas que compro, a bem dizer, não as roubei, não cometi nenhum ato ilícito e trabalho honestamente para usufruir do que tenho. Posto isto, não compreendo o circo que se arma de cada vez que menciono quanto custou algo. Enfim, vocês lá saberão. Para mim é indiferente falar no preço das coisas mas enquanto leitora de outros blogs, adoro saber o preço de tudo (principalmente quando gosto de algo que publicam e pretendo comprar - assim já sei ao que vou) e acho que essa partilha é interessante, principalmente em altura de saldos... Por vezes fazemos um ou outro achado mesmo fantástico (tipo, com 70% ou mais de desconto) e queremos mesmo partilhar com alguém (eu já fiz óptimas compras inspirada em posts destes) mas fica ao vosso critério. 

Partilho os preços ou nem por isso? Vá, aproveitem que eu hoje estou numa de instaurar a democracia por estas bandas...

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19 julho 2015

Coisas que me apoquentam #2

Isto da pronúncia de certas marcas... Parecendo que não, é chato nunca sabermos como se diz o nome da marca 'x' ou 'y' porque cada pessoa fala de um jeito. Por exemplo:

Leroy Merlin: Eu digo sempre leroimerlan mas já ouvi as variantes leroimerlin ou com a pronúncia francesa lerruámerlan.

Sephora: Pronuncio sempre séfora mas já ouvi diversas maneiras: seforrá, sefóra e por aí afora... (ahahah sorry pelo trocadilho)

IKEA: Costumo dizer iqueá mas a dúvida persiste... é iqueá ou iquéia?

Parfois: Acho que é senso-comum dizer parfoá mas já ouvi pessoas a pronunciarem parfóis.

MAC: Outra marca que me suscita dúvidas, porque já ouvi máqui ou méqui, então não faço ideia da versão certa. Opto pela máqui ahahaha.

Eu fico sempre na dúvida, por vezes numa mesma loja os próprios vendedores pronunciam de diversas maneiras e uma pessoa fica sempre sem saber muito bem como há de falar. Alguém iluminado aí deste lado que possa elucidar o mistério... mas afinal, qual o nome 'certo' destas marcas?

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17 julho 2015

Ai que as minhas amigas dão cabo de mim...

Há dias fui ao cinema com o meu amor no Colombo e calhou de passarmos mesmo em frente à loja da Michael Kors. Apaixonei-me logo por uma malinha e fiz olhos de bambi. Marido a assobiar para o lado, entretanto fui para a fila comprar os bilhetes e ele disse que ia à casa de banho. Voltou com a minha mala na mão (linda, linda que só ela!).

Hoje de manhã uma amiga ligou-me. "Anne, queres ir à hora do almoço à loja da Michael Kors da Av. da Liberdade? Estão com malas a 50% de desconto e eu quero ir espreitar..."

Nãããããããõ! Mil vezes não!

Mas por quê? Por quê eu?! Eu sou fraca, não consigo resistir a uma boa promoção (principalmente se já estiver de olho naquele artigo há muito tempo - era o caso).

E é isto a minha vida... Quando vi as Greenwich em preto (tamanho large) com 50% de desconto... é que nem pensei duas vezes! Agarrei-as logo, paguei e corri para o carro, sob pena de me desgraçar por completo naquela loja do demo. A amiga teve que escolher sozinha a mala dela, que eu não podia arriscar-me a continuar ali dentro ahahaha.

De 394€ por 197€. Liiiinda de sua mãe!
  
[o modelo que ganhei do marido é o Rhea na cor camel, super versátil e numa pele tão macia que sei lá, apetece usá-la para sempre! Depois partilho fotos de ambas as malas e fica aqui o conselho: NÃO entrem na Michael Kors por uns tempos, sob pena de saírem de lá depenadinhas...]

P.S: Aproveito sempre a época de saldos para comprar artigos mais caros e de qualidade inegável... Opto sempre por modelos clássicos, de boas marcas e no que toca à malas e calçado, escolho-os em pele porque sei que vão durar anos e anos...

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14 julho 2015

Comer gelados com a testa (ou não)

Há uns dias estava a ler um blog e vejo um post claramente publicitário pejado de comentários "ah e tal, deverias assumir que isto é publicitário, blá blá blá" e a autora a responder que eles eram piores que a PIDE da publicidade, sempre a maçarem com estas questões, que isto agora não interessava para nada. Hoje leio um post de outro blog (não vou estar a citar nomes mas para bom entendedor, um pingo é letra) e a autora começa o post com "para os fiscais da publicidade que vistoriam blogs..." com uma dose de arrogância e má educação que não percebo. Não são elas, as autoras, as culpadas desta situação? (atenção: ambos os blogs figuram na minha lista de leituras e gosto muito de os acompanhar mas tenham dó...)

Eu me pergunto se esta gente que nos enfia publicidade pelos olhos post sim, post também, acha mesmo que nós andamos a comer gelados com a testa. É verdade que ultimamente muita gente se tem insurgido contra a palhaçada e o desrespeito dos posts publicitários sem qualquer identificação de 'publicidade', mas caramba, era de se esperar, ou não? Quem anda há uns anos nisto dos blogs sabe perfeitamente que nunca antes se viu tal coisa. Eu já deixei de seguir dezenas (mesmo) de blogs por estar a ser alvejada com este tipo de publicidade não assinalada. Desculpem mas não sou obrigada. "Ah e tal, mas na televisão e nas revistas também levas com publicidade e nem pias". Não, não levo. Para já, não tenho paciência nenhuma para publicidade nos intervalos da televisão e por isso, quase sempre opto por 'voltar a programação' para aquilo que realmente quero ver (saltando as publicidades, isto é, acelerando para pular essa parte). Nas revistas, folheio a publicidade e passo adiante, não perco nem trinta segundos a ler o que não me interessa.
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13 julho 2015

Os encantos da Costa Vicentina

Este fim-de-semana rumámos a Sul para descansar, namorar e conhecer sítios novos. Temos a sorte dos meus sogros terem duas casas de praia no sul, uma no Alentejo e outra no Algarve e de vez em quando lá aproveitamos para viajar a custo (quase) zero e desfrutar das paisagens belíssimas que o litoral alentejano nos oferece. Fico sempre embasbacada quando vejo lugares tão bonitos em Portugal...

Praias de águas verdinhas e transparente (geladíssimas, é certo), sítios escondidinhos quase só para nós, cenário de fotos fantásticas a dois (viva o timer e o comando da máquina que comprei no ebay).
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10 julho 2015

Das birras:

Ontem depois do jantar estávamos a ver uma série quando a minha mãe envia-me este vídeo pelo facebook, com a legenda: "quem será que vai ser assim....?" e eu assisti, incrédula, um bebé espernear por todos os lados numa birra descomunal por causa de um telemóvel. O M. ao meu lado até se benzia... "ai que o nosso filho não vai MESMO ser assim...." e eu estremecia por dentro porque eu, em pequena, era um um autêntico monstrinho. E cá entre nós que ninguém nos oiça: tenho pavor de ter um filho com o feitio que eu tinha em pequena.

Fui uma criança terrível, dificílima de lidar, aprontava tudo e mais alguma coisa (era conhecida em toda a vizinhança), nenhum familiar queria ficar comigo, era o terror absoluto. Desde partir duas dúzias de ovos para ver se tinha pintinhos até fazer uma fogueira no jardim da casa da minha avó (com a mesa de centro dela), eu acho que fiz tudo o que tinha direito (e o que não tinha) durante a infância. Rapei o cabelo do meu irmão com gilete enquanto ele dormia, dei um pontapé na barriga da minha tia grávida de 8 meses (e ela teve um sangramento), fazia 'conta' na barraca de doces à porta da escola dizendo que no fim do mês a minha mãe pagava tudo (e a minha mãe sem saber de nada e pior, sem um tostão), fui expulsa de um colégio católico (e a minha mãe, desesperada, enfiou-me num colégio militar para ver se a coisa melhorava), enfim, fui uma criança-problema.

Não sei se o meu comportamento era reflexo do divórcio conturbado dos meus pais (e olhem que eu só tinha 4 anos na altura em que eles assinaram os papéis da separação) ou se era algo inato da minha pessoa, mas a verdade é que também o Pê foi criado da mesma maneira e sempre foi uma paz de alma. Por isso, só de pensar em ter um filho que puxe à mamã... é coisinha para me dar logo vontade de fazer uma histerectomia de urgência. Se me dissessem: "não se preocupe, a criança vai sair tal e qual o pai", era da maneira que eu tinha toooda uma equipa de futebol cá em casa. Agora assim, sem certezas, prefiro esperar um bocadinho mais para quando for mais velha e mais paciente.

[no caso do vídeo, não sei o que é pior: se são os pais que acham 'uma gracinha' e decidem filmar a criança e publicar o vídeo na internet ou se é o miúdo que desde bebé já é um artista de primeira, a chorar sem lágrimas e a parar imediatamente mal lhe metem o aparelho nas mãos (esse já tem lugar garantido em Hollywood). Como é tão pequenino e não tem grande noção do que vai à sua volta, só posso achar que os pais é que deveriam corrigi-lo enquanto ainda vão a tempo mas a minha experiência também me diz que muitas vezes os pais fazem trinta por uma linha e a criança continua rebelde...]

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07 julho 2015

Habemus férias:


Depois de várias opções na mesa, chegámos a um destino totalmente inesperado para mim e que, confesso, nem sequer figurava nos meus pensamentos. Mas eu nunca resisto a ideia de visitar várias cidadezinhas românticas e provençais numa road trip (adoro mesmo!) e se aliarmos tudo isso a um precinho supimpa por sete noites de férias... é claro que não digo que não.

Queremos fazer a Côte D' Azur de uma pontinha a outra, passando por Cannes, Nice, Mônaco, Saint-Tropez e ainda dar um saltinho em Gênova, na Itália (mais não seja para me lambuzar com os fantásticos gelados italianos - ainda hoje sonho com o que comi em Roma e não, não se compara a mais nenhum outro). Isto promeeete!

[e como este é um destino que nunca fui e nem tenho amigos próximos que tenham lá ido, se alguém tiver dicas e sugestões daquelas bem boas, sou menina para aceitar tudo!]

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03 julho 2015

A pedidos: as escolhas musicais do meu casamento!

O dia do nosso casamento foi tão especial para nós (e algo tão íntimo) que optei por não partilhar por aqui grandes detalhes, visto que é algo que só a nós dizia respeito e principalmente, porque foi tudo tão perfeito para nós que eu simplesmente não queria compartilhar com mais ninguém (sim, sou egoísta nesse aspecto). Nos últimos tempos tenho recebido alguns e-mails a respeito de dicas e sugestões de músicas, pelo que vim então partilhar aquilo que foi a nossa selecção de músicas para o grande dia. Acho que a escolha das músicas tem que ter tudo a ver com o casal e dizer respeito única e exclusivamente a eles. Não interesse se a música é antiga, se é 'fora de moda', se ninguém ouve... o que interesse é recordar algum momento especial vosso e para vocês, ser a música mais especial de sempre. Para nós foi assim :)

  • Entrada dos Padrinhos: Nothing Else Matters (versão instrumental) dos Metallica [ ]
  • Entrada da Noiva: A Thousand Years (versão instrumental) semelhante a esta [
  • Saída dos Noivos e Fim da Cerimônia: From This Moment da Shania Twain [ ]
  • Entrada dos Noivos na quinta: Give Me Everything do Pitbull [ ]
  • 1ª Dança: Esta foi a escolha mais fácil, visto que a 'nossa música' sempre foi esta: Aicha do Cheb Khaled (versão árabe e francesa). Não é uma música comum mas só nós compreendemos o motivo e foi super emocionante. Até hoje sempre que a escuto, arrepio-me toda. [ ]
  • Corte do Bolo: All of Me do John Legend [ ]
  • Lançamento do Bouquet: We Found Love da Rihanna []
  • Homenagem à minha avó: Velha Infância dos Tribalistas [ ] (um dos momentos altos da festa e dos mais especiais para mim... a verdade é que a minha avó sempre teve tantos problemas de saúde (isquemias, derrames, infartos, operação ao coração para pôr pontes de safena e bypass...) que eu sempre achei que ela já não estaria cá quando eu me casasse. Tê-la comigo, a participar de tudo (até demais ahahah), a cruzar o Atlântico (sozinha) para estar comigo num dos dias mais especiais da minha vida... foi das melhores dádivas que Deus poderia me ter concedido.

Como queríamos surpreender os nossos convidados e adicionar um bocadinho de graça à coisa, na altura da primeira dança combinámos com o DJ que ele colocaria o início de uma música funk que eu adoro (não sou fã de funk, mas certas músicas têm a sua piada e são fantásticas para dançar) e perante os risos e gritos do pessoal (e olhar assassino dos meus pais que de-tes-tam funk), voltámos logo para a nossa música verdadeira ahaha. Foi um riso!

E vocês que já casaram, sintam-se à vontade para partilharem aqui a vossa selecção de músicas para o dia, pode ser que também ajude quem anda às voltas com o assunto. Eu fiz a minha parte :)

[e pensar no nosso casamento me faz recordar que daqui a dias fazemos 10 meses desde que dissemos o 'sim' e caramba, ao rever as fotos ainda parece que foi ontem... quando estamos felizes e a viver algo muito bom, sempre parece que o tempo anda mais depressa que o normal, não é?]
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