28 agosto 2015

Formentera - o último paraíso do Mediterrâneo

Sempre que falávamos nas férias em Ibiza, as pessoas que já lá tinham estado diziam: "não deixem de ir à ilha de Formentera, é linda!" e como nós somos pessoas bem mandadas, lá fomos nós. Formentera é a menor ilha das Baleares e aquela que está melhor preservada, considerada por muitos como 'o último paraíso do Mediterrâneo'. Nós compramos a viagem com a empresa Balearia (há muitas empresas que fazem o trajecto Ibiza-Formentera de barco mas queríamos levar o carro que alugámos e por isso, optámos pela Balearia). A viagem dura 40 minutos e faz-se super bem, o ferry é bem confortável (ar condicionado, internet wi-fi, bar e terraço) mas ainda assim achei os bilhetes caros pelo curto trajecto da viagem (40€ pelo carro, 45€ por cada adulto e 22€ crianças - preços de ida e volta). Fomos no barco das 10h e regressamos no das 20h e deu para fazer Formentera de uma ponta à outra passando pelas praias de maior renome, como Illetes e Cala Saona.


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26 agosto 2015

Das notícias que me deixam de cabelo em pé #2

Li ESTA notícia e fiquei a modos que abananada. Existe mesmo gente para tudo nesta vida, mas este esquema é tão esperto e ardiloso que faz mesmo impressão. E depois queixam-se de que são discriminados, que a sociedade os põe à margem, que têm medo deles, que não sei o quê... é claro! Eu sou a primeira a confessar que tenho medo da maior parte dos ciganos. Não aqueles das feiras, os simpáticos que estão sempre a dizer: "ó minha linda, é cinco eurinhos, cinco eurinhos.." esse até têm a sua piada e acredito que não metam medo a ninguém (e assim como assim, ao menos trabalham e acordam cedo).

Tenho medo é dos que se metem em esquemas, que vivem à espera de subsídios, rendimentos e outros benefícios sociais (enquanto quem realmente precisa, por exemplo, mães solteiras com filhos ou idosos com reformas miseráveis, ficam sem nada...), dos que assaltam ou andam à facada ao mínimo problema. Nisto são um pouco como os brasileiros, ucranianos ou cabo-verdianos: têm má fama em Portugal, têm, pronto. É uma verdade mas por outro lado... metem-se a jeito

Quem é que quer comprar uma casa (ainda por cima num condomínio de luxo) se souber que mora por lá uma família de ciganos com uma dúzia de filhos, que são barulhentos, pulam na piscina de roupa e sapato (como na reportagem acima), são mal educados... e vão ser uns vizinhos do inferno? Acho que ninguém aceitaria isso. E é por saberem disso que eles fazem essas aldrabices, ficando à espera de indemnizações chorudas para se irem embora. A sério, que grande lata!

[eu que não percebo nada de leis e afins, só mesmo na óptica do utilizador mas pergunto se não será possível as imobiliárias resguardarem-se deste tipo de coisas com cláusulas que restrinjam o número de pessoas por cada habitação? Não sei, é só uma ideia, mas de certeza que haverá alguma forma de deter esse esquema - só não sei qual.]

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25 agosto 2015

Quase, quase...

... a completar 1 ano de casada e não faço a mais pálida ideia do que comprar ao homem... Queria algo marcante, especial... mas ando sem ideias. Acho que entre aniversários de namoro, dia de anos e natais, já esgotei toda a lista de prendas possíveis: perfumes, tênis, camisolas, viagens, telemóveis, videogames, bilhetes para jogos, eu sei lá! Uma infinidade de coisas. A verdade é que ele já tem tudo e liga muito pouco a coisas materiais (ao contrário de mim, que adoro um presentinho - mas sempre acompanhado de um cartão piroso) de maneiras que não sei o que faça. Ando aflita porque sei que se quiser encomendar algo ou fazer alguma surpresa, tenho que combinar com antecedência... e já faltam menos de 2 semanas.

[pronto, também é verdade que já não falta tudo, da nossa 'mini-lua-de-mel' já tratei e ainda achei por bem acrescentar as Cinqueterre ao barulho (nunca dispenso uma voltinha por itália, adoro aquele país) por isso contamos fazer Nice - Cannes - Mónaco - Génova - Cinqueterre  e comemorar como deve ser esse primeiro ano de vida em comum numa viagem por cidadezinhas românticas...]

Sugestões de prendas? Alguém que ilumine esta pobre coitada, sim? Também aceito dicas sobre a Côte D'Azur e as Cinqueterre, não sou esquisita :) Agradecida, pessoas.

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23 agosto 2015

Ibiza & Formentera | as minhas compras

Ibiza é o paraíso do estilo hippie chic, boémio (ou boho), roupas leves e esvoaçantes em tecidos naturais (alguns biológicos), por norma as roupas são feitas à mão com bordados tradicionais da ilha e detalhes que tornam cada peça única! São normalmente peças com bastante volume (rendas, folhos, mangas largas) que dão um movimento incrível e deixam a roupa muito feminina. Eu fiquei fã do conceito e claro, perdi-me de amores por uma infinidade de peças... 

Em Ibiza recomendo a loja Merhaba (Avinguda de Espanya - próximo da Marina) que tem as vendedoras mais simpáticas de sempre, peças fantásticas e imensa variedade de modelos e cores (quase todos os modelos são tamanho único - vestem do 36 ao 42). Também aconselho darem uma vista de olhos nas lojas da cadeia La Sirena (estão espalhadas um pouco por toda a ilha) e consiste num género de loja multimarca (vendem desde roupas tradicionais até Adidas, Valentino, Desigual, Nike, lembrancinhas de Ibiza, perfumes...) e são enormes com vários pisos.

Num dos passeios que fizemos pela Dalt Vila (a vila histórica no alto de Ibiza) cruzamo-nos com uma imensidão de lojinhas e numa delas encontramos uma marca italiana pela qual eu e mamãe nos apaixonamos: Antica Sartoria (de Positano, Itália). Peças únicas, feitas à mão, padrões e misturas de tecidos irresistíveis, enfim... uma perdição. 

Também podem negociar preços com os vendedores ambulantes que passeiam pelas praias (são sempre muito simpáticos e com alguma conversa acabam por baixar os preços). A loja da O Bag é uma tentação (já vos falei dela no outro post) por isso o meu conselho é: fujam dela! As malas dessa marca estão espalhadas em cada canto de Ibiza e eu já estava farta de me cruzar com elas nas praias e pensar: fogo, são mesmo giras! mas nunca conseguia descobrir a marca. Até que aproximei-me de uma rapariga italiana simpática e perguntei-lhe pela mala linda. Deu-me a indicação da loja e claro que fui lá buscar a minha (num modelo totalmente diferente, que adoro). 

Depois claro que existem muitas lojinhas 'pega-turista' cheias de coisas que as pessoas adoram comprar (porta-retratos, esculturas da ilha, ímans de frigorífico, porta-chaves...) que eu particularmente não sou fã (porque acho tudo mais do mesmo) mas é claro que visitei uma ou outra para comprar o nosso íman de frigorífico (como quase toda a gente que ama viajar, nós também fazemos coleção). 

Em Formentera, como só tínhamos um dia para explorar a ilha de uma ponta à outra, não perdemos muito tempo a entrar em lojinhas. No porto de La Savina existem várias lojas mas estavam tão apinhadas de gente que desistimos de perder tempo e fomos passear pela ilha. No fim da tarde fomos até Pilar de La Mola (a povoação que mais gostei em Formentera) e descobrimos uma lojinha fantástica chamada Mar & Mar que vendia coisas lindas: cestas de palha, malas em pele, túnicas liiindas bordadas e montes de coisas que nos encheram os olhos. Foi também a loja onde encontrei os melhores preços (roupa entre 30-65€) e fiz a festa com mamãe e a Vi :)


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21 agosto 2015

Ibiza - as melhores calas (praias)

Dizer que Ibiza deixou-nos 'de queixo caído' seria dizer pouco. Na verdade, nunca foi um desejo meu conhecer a ilha mais famosa das Baleares, nunca tive tal curiosidade (mais depressa conheceria Menorca, por exemplo) mas quando apanhamos a tal promoção em Agosto, foi mesmo a oportunidade ideal! Confesso que viajei assim um bocadinho reticente com o que poderia encontrar por lá (só ouvia pessoal a falar de discotecas, festas alucinadas e muito álcool - tudo o que eu NÃO gosto) mas fiquei agradavelmente surpresa: a ilha é linda, com praias deslumbrantes (até hoje, as mais lindas que já vi - e de águas quentes), o pessoal nativo é do mais hospitaleiro que há, o clima de Ibiza é algo sem explicação. Estamos apaixonados e já temos uma certeza: para 2016, lá estaremos novamente (mas vamos em Junho ou Julho - em Agosto é tudo um absurdo de caro). 

 Cala Salada (eram 9h da manhã e a água já estava super quente...)

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20 agosto 2015

"Se eu não posso, ela também não..."

Voltei hoje para a casa e tive aquilo que posso chamar de "um vôo dos infernos". Pela primeira vez na vida apanhei os famosos poços de ar (com o avião a fazer aquele sobe-e-desce infernal) e como estava na fileira 22 (mesmo no final do avião) sentia todos os impactos da turbulência e entrei em pânico. Perante o meu ataque, uma das hospedeiras da Vueling (umas queridas, por sinal) ofereceu-se para me acompanhar até as primeiras poltronas do avião (que não ia cheio e tinha as primeiras filas vazias) pois segundo ela na frente do avião é onde menos sentimos turbulência. Com o restante da família a dormir, aceitei a troca de imediato e fui para a fileira 3, onde realmente sentia-se muito menos tremelicar. 

Ainda eu tentava abstrair do susto e esforçava-me para relaxar... quando surge outra hospedeira, assim muito sem jeito e me diz baixinho que afinal vou ter que mudar novamente de fileira porque onde eu estava era destinado à primeira classe, logo, tinha outras tarifas e uma passageira já estava incomodada por eu estar ali (pelo que percebi, a passageira tentou passar para a 1ª classe - que estava vazia - mas não a tinham deixado e quando ela me viu sentada ali, tratou logo de comunicar que achava tão coisa inadmissível). Tive então que mudar para a fileira 5, que já não era 1ª classe mas era no início do avião e continuava-se a sentir menos as turbulências...

Claro que sou a favor de direitos iguais (se ela não pode, eu também não deveria poder) mas eu jamais teria a lata que ela teve de, tal como uma criança invejosa, dar-se ao trabalho de chamar uma hospedeira e comunicar "ah eu não pude ir, mas ela foi para lá, tirem-na de lá agora!" quer dizer... para já, não exigi mudar de fileira, foi uma sugestão da própria hospedeira quando me viu toda aflita lá atrás. Sinceramente, choca-me imenso essa coisa de "se eu não tenho, ninguém mais pode ter" e só revela uma pequenez de mente que sei lá, faz-me mesmo impressão. As pessoas não conhecem o contexto das situações, julgam apenas pelo que vêm e fazem um escarcéu por tão pouco... Enfim, bela forma de regressar a Lisboa.

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19 agosto 2015

Inspira, expira, inspira, expira...

Isto está a ser pior do que eu pensava... Estou a terminar de arrumar as malas e até já me sentei em cima da dita cuja, mas não consegui fazer com que se fechasse. Nada que eu já não soubesse, Ibiza desgraçou-me completamente no que toca à acessórios e roupa. É tudo tão diferente do que se vê em em Lisboa, tudo tão naquele estilo boho que eu amo, marcas que nunca vi em Portugal, coisas tão inovadoras (como a O Bag - marca italiana da designer Magenta Emanuele com uma série de mix-and-match de opções para criarmos malas à nossa escolha - tudo personalizado: alças, fundo, cores, materiais... fiquei maluca!).


E como por cá está tudo em rebajas, torna-se ainda mais difícil resistir ao quer que seja. Por exemplo, um chapéu Oriental Panamá (que eu namorava há tempos) com 50% de desconto... já o tinha visto em Lisboa no El Corte Inglés mas a vendedora disse-me que a marca nunca fazia saldos. Pelos vistos faz (e dos bons!). 

Em relação à roupa, foi a única coisa que achei realmente cara por cá. Como não há shopping em Ibiza (o que acho óptimo, porque as pessoas super valorizam o comércio tradicional de rua), as roupas mais giras estão nas lojas típicas, onde tudo é feito à mão, o algodão é realmente macio (100% bio), são produzidas cá na nas Baleares e vendo por esse ponto, não é nenhuma exorbitância (túnicas entre 60€ e 120€). Nota-se a qualidade, o design único e sempre é uma recordação de Ibiza :)  É claro que também existe Zara, Mango, Stradivarius e afins mas penso que ninguém sai de Portugal para comprar o mesmo que há ao pé de casa, digo eu. Bom e agora vou ali tentar fazer rolinhos com a roupa e apertar o máximo que consigo a ver se é desta que a mala fecha.

(tive que me controloar para não desatar a comprar apenas peças em branco - afinal, o verão está mesmo a acabar - e optei pelos beges e cores mais neutras já a pensar no Outono)

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18 agosto 2015

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Preeeeeeta, um carvãozinho, da cor de um pneu, black total, um tição. 

Acho que nunca na minha vida tinha estado tão africana (e eu sou super cuidadosa com o sol, ando sempre com protector 50 no rosto - por causa das sardas que tenho - e no corpo sempre de 30 para cima mas mesmo assim...) o sol aqui em Ibiza não perdoa mesmo! É muito calor, tudo abafado, as praias com água super quente (posso jurar que por cá são ainda mais quentes que no México) que não refresca  nada... e pronto, uma pessoa olha-se ao espelho e mal se reconhece de tão tostada que está. Disseram-me que em Portugal está um tempinho de caca (ninguém merece um Agosto sem sol) mas espero que rapidamente melhore senão acho que apanho uma ressaca daquelas, a trocar uma ilha super quente por uma Lisboa cinzenta...

(e as tiendas de Ibiza, senhores? Socorro, é tudo lindo e só apetece enfeirar as lojas todas. Tenho certeza que a minha mala não vai fechar com a quantidade de coisas que tenho comprado, é tudo tão a minha onda... tecidos fluidos, algodão biológico, folhos, rendas... minha nossa senhora, que eu nem quero ver a desgraça que vai ser tentar fazer as malas daqui a uns dias.) 

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08 agosto 2015

Blog oficialmente em modo 'fééérias'!

(fotografias roubadas descaradamente ao site do nosso hotel em Ibiza)

E ao oitavo dia do mês de Agosto, eis que este blog entra oficialmente de férias! Ahhh tão bom! Só viajo daqui a dois dias mas vou tirar estes dias para tratar das últimas coisinhas (depilação, unhas, cabelo... blá blá blá ser mulher por vezes é tão chatinho) e confesso que já estou com a cabeça em Ibiza e Formentera, já só consigo pensar em águas azul turquesa e quentinhas, dias super quentes, mergulhos na piscina, explorar e conhecer sítios novos, aproveitar a família mais incrível do mundo (a minha, pois claro), enchê-los de beijos, abracinhos e muito 'eu não vivo sem você' por que de facto, eu até vivo sem eles mas jamais seria a mesma coisa. Na mala não levo um pingo de maquilhagem (ok, levo só o lápis de olho, sou viciada em olhos bem marcados - mas é só), não levo grandes produções (apenas vestidos, tops cai-cai, uma resma de biquínis e havaianas), nem sequer levo a minha prancha ghd (amiga inseparável de viagens) por que é verão, vai estar um calor de ananases e eu não quero cá saber de praia sem mergulhar ou molhar o cabelo. Quero cabelo molhado, pele bronzeada e sorriso nos lábios - a melhor forma de curtir o verão e relaxar! 


(eu sei que ando ausente pelo Instagram mas prometo que vou tentar ir actualizando as coisas por lá em @agarotadeipanema. Boas férias, pessoas, divirtam-se!)
 
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06 agosto 2015

Vencer o medo...

... não é nada fácil. Vocês sabem do meu pânico de andar de avião (o que é uma estupidez, considerando que já andei de avião mais de vinte vezes) e se é verdade que mal posso ver uma promoçãozita qualquer de viagem que compro sem pestanejar, depois conforme os dias passam e a data se aproxima parece que cai a ficha: mas que merda que eu fiz?! a sério que me vou enfiar novamente num avião?! e começa tuuuudo de novo. O marido diz que já não aguenta, toda vez que viajamos é a mesma coisa: em determinado momento do vôo (normalmente nas turbulências) eu passo-me e digo-lhe para me esconder os cartões todos e nunca mais me deixar comprar uma merda de um bilhete, que eu não quero mais passar por aquilo de novo, que esta é a última vez que meto os pés naquela porcaria... Enfim, um drama.

Já tentei descobrir de onde vem essa minha fobia (sim, a essa altura do campeonato já acho mesmo que é uma fobia) mas não consigo chegar a lado nenhum. Não tenho medo de morrer (nenhum mesmo), logo, não é por aí. Não tenho medo de alturas. Por isso, não sei de onde surgiu esse medo mas tenho reparado que tem sido cada vez pior (e dizem que ainda piora quando uma pessoa tem filhos, por isso não quero nem pensar como será... vão ter que me amarrar para eu estar sossegada num avião).

É algo totalmente irracional e que eu esforço-me por vencer porque amo viajar e não quero que uma fobia me impeça de fazer uma das coisas que mais gosto. Acho que se voar assim muito e de seguida, a coisa vai lá (daí que tenha marcado viagens internacionais para Agosto, Setembro, Novembro e Dezembro - se não for desta que perco o medo, já não perco mais) e já ando a magicar uma coisa bem gira para os meus anos (em Janeiro). Tudo assim de enfiada, para ver se deixo de ser parva e habituo-me logo. 

Já tentei várias táticas, por exemplo: não dormir na noite anterior ao vôo (para estar pedrada de sono e dormir no avião - não resultou, cheguei ao destino com olheiras até o queixo), já tomei calmantes (naturais como valeriana e medicamentos também - só me deixam com uma moleza descomunal e dor de cabeça - não consigo dormir), já tentei ver filmes e ler livros no vôo mas ao mínimo sinal de turbulência encosto o livro a um canto e começo a tremelicar, transpirar das mãos, fico toda contraída, é um suplício e só quem já passou por algo semelhante consegue compreender. 

Para já não penso em procurar ajuda especializada por que  apesar de ser chato, não me impede de fazer vida normal nem penso em deixar de viajar por causa desse medo mas no futuro, se a coisa piorar, não vou hesitar em procurar terapias e coisas que me ajudem a ultrapassar esse medo. Por enquanto... vamos experimentando novas táticas e conselhos.

Alguém deste lado também sofre do mesmo? Alguma dica mesmo boa para conseguirmos relaxar enquanto voamos? Sou toda ouvidos.

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