15 março 2016

Adiar a maternidade - por quê?

Constantemente sou abordada com o fantástico assunto estão-a-caminho-dos-dois-anos-de-casados-e-ainda-nao-ha-bebés, o que me causa sempre um bocadinho de comichão porque este assunto só a mim e ao M. (e vá, à nossa família chegada) diz respeito mas enfim, as pessoas não 'se mancam' por elas. Acho até ofensivo perguntar 'para quando é o bebé?', sabem lá, por exemplo, se já não estamos a tentar há algum tempo? Sabem lá se existe alguma complicação? (que por acaso até chegou a existir). É um abuso esse tipo de perguntas e eu respondo sempre com a resposta mais génerica (ainda que verdadeira) que é: faz parte dos nossos planos mas para já ainda somos demasiado egoístas para nos dedicamos a 100% a um bebé. Uhhh, o choque, o horror! Consigo ver o olhar aterrorizado na cara das pessoas quando eu dou essa resposta mas é a mais pura verdade.

Ter um filho não é ir ali à Zara, comprar umas calças e se não nos servir, devolvemos. É um compromisso para toda a vida, é talvez dos atos mais corajosos que uma mulher pode ter na vida (porque acarreta renúncias, mudança de vida, preocupações sem fim, colocar-se em segundo plano, enfim...). E o mais engraçado é que as minhas duas amigas mais chegadas, que me estão sempre a moer-me o juízo com o tema (já são ambas mães) quando lhes perguntei com sinceridade se não sentiam saudades da vida «antes de serem mães», ambas responderam-me que sim, que ser mãe é incrível mas que se pudessem teriam adiado um pouco mais antes de embarcarem nessa aventura. Estes dois casos são uma pequena amostra, é claro, mas olho para elas e sei que não quero ter um filho e depois andar arrependida (é que depois do puto estar cá fora já não há muito mais a fazer).


E a quantidade de gente que existe por aí com filhos e que, indiretamente, 'culpa' a criança pela sua vida correr mal? "Ah, pois, eu também fazia férias nas Caraíbas mas depois que me nasceu o Afonso, tudo mudou...", "Sabes, eu vestia o 38 mas depois que vieram as miúdas, olha, fiquei assim!" e não quero tornar-me nesse tipo de mãe. Quero ser uma mãe plenamente da sua escolha, com tempo e disponibilidade para viver a maternidade em todo o seu esplendor, quero poder tirar um ano para estar a tempo integral em casa com a criança (não tenho estrutura emocional para entregar um bebé de quatro meses numa creche, acho que nem era capaz de trabalhar a pensar em como estariam a cuidar dele). Portanto, ser mãe acarreta várias mudanças, em todos os níveis, e idealmente só deveria dar esse passo quem realmente pesou todos os prós e contras na balança e sabe ao que vai (quer dizer, acho que no fundo, ninguém sabe muito bem ao que vai...)

Vejo o exemplo da minha mãe, por exemplo. Quando eu nasci ela tinha 19 anos, teve que optar por muita coisa para me favorecer (por exemplo, teve que deixar a faculdade durante um ano para cuidar integralmente de mim), quando o dinheiro era pouco e tínhamos que comprar sapatos para a escola, por exemplo, ela nunca conseguia trazer nada para ela, era tudo para mim ou para o meu irmão. Ela costumava dizer, a rir, a seguinte frase: "depois que pari, nunca mais existi", sempre foi tudo para nós e para ela, era o que houvesse, o que sobrasse.

É por isso que digo que nesse aspecto ainda sou muito egoísta para pensar em crianças. Se tenho que optar entre um objecto para mim ou um para o meu filho, certamente optaria pelas minhas coisas. Ou se precisar escolher entre um carrinho xpto com alcofa e toda aquela parafernália... ou uma viagem  para mim, pois que venha a viagem. Acho que trabalho demasiado para me privar de certos prazeres e apesar da minha mãe dizer que isso é agora, que quando vemos o bebé cá fora tudo muda e já não somos capazes de comprar nada para nós... tenho lá as minhas desconfianças. Por que conheço mães assim, egoístas, em que tudo para elas vêm em primeiro lugar e os filhos que se amanhem. E é precisamente por odiar esse comportamento que sei que o meu momento de ser mãe ainda não chegou. A transformação vai se dando, já tenho outras vontades, já olho para coisas de bebés com olhinhos de carneiro mal morto mas tudo a seu tempo. Só gostava que as pessoas percebessem isso, será que é pedir muito? Vá, digam-me que não estou sozinha nisto e que vocês, recém-casadas, também passam pelo mesmo - parecendo que não, sempre é um consolo saber que não estamos sozinhas :)

(sim...mãe, sogro, avós, amigos e colegas de trabalho, este post é todinho pra vocês!)
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22 comentários

  1. Não podia concordar mais. Digo sempre que sou ainda muito egoísta com o meu tempo para ser mãe já.
    E as pessoas que insistentemente perguntam pelos bebés sempre me deixam perplexa.
    E se um dos pais não puder ter filhos? E se o casal quiser muito mas não consegue conceber? E se as pessoas simplesmente não têm uma vida económica que vá proporcionar ao bebé uma vida confortável?
    Simplesmente detesto quem fala sem pensar.

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  2. Clap, clap, clap!

    Talvez dos posts mais sensatos que já escreveste, concordo em tudo.

    Continua fiel a ti própria e vais ver que na hora certa serás uma mãe do caraças!

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  3. Eu estou casada a 3 anos e o meu relógio também ainda não despertou. O meu marido fala do assunto mas eu acho que ainda não é o momento.
    Penso que financeiramente precisamos de mais estabilidade, estamos emigrados à 2 anos e em termos de habitação também não estamos no local certo para ter uma criança.
    Mas depois as pessoas vem com a pérola "ai tudo se cria, antigamente também se arranjavam as pessoas", mas sinceramente não penso assim.

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  4. Eu tenho 24 anos, não tenho namorado e ainda nem sequer consegui o meu primeiro emprego, mas o meu pai já se lamentou que com a idade que tem já esperava ser avô. Sou filha única, por isso tenho todo esse peso sobre mim, mas tenho uma coisa a meu favor: estou-me nas tintas. Ter filhos não é uma obrigação e provavelmente não os terei. No meu caso, é por não querer ser mãe pelas razões certas: não tenho o desejo de ser mãe per se, tenho o desejo de fazer e educar um bebé com alguém que ame. Por só conceber a ideia de ter um filho assim, fruto de um grande amor e criado pelos dois, acho que muita coisa poderia correr mal. E se quando o puto nascer o pai não divide comigo todas as tarefas? E se nos separamos e eu fico encarregue da criança, não a vou ressentir e achar um peso?

    Depois acho o mesmo que tu - quero ter todas as condições necessárias, porque não concebo a ideia de deixar um bebé pequenino numa creche. E o parto? Sou só eu que acho aquilo uma coisa medonha? Morro de medo de levar vacinas, não creio ter a capacidade de parir um ser humano.

    Perdida em Combate


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  5. Bem... eu acho que chocava com a minha resposta pronta: "Estamos tentando, todos os dias, de todas as formas possíveis, em várias posições..."
    A realidade é que sim eu tive saudades de mim mesma antes de ter filhos, de ter perdido o corpinho violino, de ter perdido todas as atenções do marido/pai/mãe/etc. Tive saudades de dormir quando quisesse e acordar tarde aos fins de semana, de curtir a vida adoidado sem a preocupação de ter que cuidar de alguém que precisa de mim.
    Tive saudades de gastar dinheiro comigo mesma, em coisas que para muitos era sem importância, em infinitos cremes e shampoos, em roupa, sapatos e bolsas que "não precisava" mas que me faziam feliz
    Mais tarde, anos depois de ter 2 filhos, anos depois de ter passado o inferno com choros de madrugada, fraldas sujas, bico do peito rachado, mamadeiras, bolsas gigantes para um simples passeio, unha curta geralmente sem verniz, cabelo sempre apanhado para não embolar na criança, calças compridas para não ficar descomposta na rua, senti saudades da parte boa. Aquela que todo mundo conta, mas que na altura não consegui ver. Senti saudade da alegria infinita que é olhar para o meu bebé e ver nele o resumo de mim e do meu marido, numa simples criaturinha indefesa que dorme feliz. Senti saudade das gargalhadas de bebé, das brincadeiras, das coisas que ensinava a eles e do poder que me fazia sentir,de tanta coisa. Muitos anos depois, já adolescentes, senti saudades de quando eram criancinhas pequenas, de quando eu podia dizer não e fazer valer a negativa, de quando precisavam de ajuda e não tinham vergonha de pedir, de quando não tinham problemas que um beijinho não resolvesse.
    Um dia vou ter netos, provavelmente terei saudade dessa época de agora, que meus bebés já crescidos têm liberdade para fazer o que querem, viajar sem se preocupar com nada, nem com seus próprios filhos que ainda vão demorar a chegar.
    Mães, sogros, avós, amigos e colegas de trabalho, todos já devem ter passado um pouco por isso, faz parte da sequência: namorar, noivar, casar, ter o filho. Ah, mas não se engane, depois de um ano já vão te cobrar o segundo!
    Ter filhos é maravilhoso, mas não ter também é! Ninguém é melhor do que outro por ter ou não filhos. Quando chegar a hora, você melhor que ninguém vai saber.
    Vai levando os comentários com humor, é o melhor a fazer
    E enquanto isso... vai tentando todos os dias!
    ;)

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  6. Pior mesmo é dizeres que nao queres ter filhos como eu... isso sim é o drama, o horror, a tragédia...

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  7. Também concordo contigo! Penso da mesma forma, só que, no meu caso (28 anos e a viver há 6 com o namorado), a vontade de deixar de ser "egoísta" já cá está e queremos engravidar este ano (precisamente depois de 2 viagens que já temos marcadas eheh). Já falamos disso mais a sério há 2 anos, mas claro que quisemos esperar, deixar a ideia amadurecer, viver mais um pouco a vida só a 2 e finalmente este ano vamos dar o grande passo (espero eu, porque à partida está tudo bem de saúde, mas nisso nunca se sabe). E olha que o que me fez pensar que era mesmo isso que queria foi desejar muito mais planear um filho do que planear a próxima viagem (e olha que viajar é o que eu mais adoro fazer, eu e o meu namorado viajamos umas 4 a 5 vezes por ano).

    Também estou rodeada de colegas que vivem amargurados e descontentes e os motivos parecem vir sempre dos filhos, mas eu aí penso: essas pessoas já antes de terem filhos eram muito diferentes de mim, tínhamos estilos de vida e maneiras de lidar com os desafios completamente diferente, por isso, porque é que por ter filhos eu haveria de me tornar igual a elas?

    Também acho estúpido as pessoas mandarem a dica do "é para quando???" e demonstra uma enorme falta de noção, mas, como em tantas outras coisas, faço um sorriso amarelo e digo "pois, logo se vê" ... e essas mesmas pessoas só irão saber que eu estou grávida quando tiver uns 3 meses e já não der para esconder :P

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  8. cada um tem o seu ritmo... agora... depois de gravida... esquece as compras para ti... vai ser só para o bébe... e se fôr rapariga.... a desgraça :) Para rapaz compramos menos, mas mais caro...

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  9. 15 anos de relação e não penso nisso. Quanto às perguntas, depois de ouvirem, alto e bom som: "O tempo que estão a perguntar quando, vejam lá se perguntam se posso ou se quero?". Remédio santo.

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  10. Olá Anne,
    Parabéns pela frontalidade!
    Conselho de quem é mãe de 3: goze muito bem a vida, viaje muito, etc. porque depois dos filhos as coisas mudam!
    beijinhos e boa sorte!
    Cláudia F.

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  11. Excelente Anne!

    Sou mãe de 3 e ser Mãe (com M grande, entenda-se, MUDA a nossa vida muito!!!
    É lindo, maravilhoso etc etc, mas é de aproveitar bem primeiro. Tudo tem o seu tempo. (Desde que não seja demais..... ser mãe MUITO tarde pela 1ª vez também é muito complicado....)

    Mas tu és tão nova ainda....aproveita bem e namora muito! Sempre!

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  12. Anne, este post é de uma sinceridade que falta a muita gente. O que mais se vê por aí são pessoas que são pais pelas razões erradas. Tal como tu, um dia quero ser mãe e não só parir uma criança. Estou casada há 5 anos, temos 30 anos, casa, trabalho bem remunerado e estabilidade financeira e emocional como casal. Isto para quem está de fora é incompreensível. Os nossos primos já têm filhos, os amigos também e nós só começamos este ano a pensar em ter um bebé. Agora que pude reduzir o meu horário ao mínimo possível (saio às 15h) para ter um horário mais decente caso tenha um bebé, agora que viajámos o mínimo que nos parece aceitável, e agora que começamos a achar que estamos preparados. Mas que foi uma chatice levar com tanta pressão, foi. Um dia vai parecer o dia certo (ou não) e aí decides o que fazer. Por agora aproveita muito o teu marido que é o que é importante. ;) bj

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  13. Eu tenho 23 anos e o meu relógio biológico já toca há muito :) Mas é claro que não quero ser mãe já! Ainda não tenho um emprego estável, moro com os meus pais... Quero ser mãe mas não assim. E depois também já decidimos que primeiro queremos viver a vida a 2 em pleno durante uns bons tempinhos e logo se vê de bebés. Mas sim, os meus pais já me falam constantemente de netos (há anos!)... querem que venhamos morar os dois cá para casa e que façamos imensos bebés. Lol fora de questão mesmo. Penso que ambos teríamos maturidade suficiente para cuidar de uma criança agora, sim, mas ainda há um sem numero de coisas que queremos fazer primeiro. Há ainda muitas coisas a serem asseguradas. Há tempo!!!

    Mas claro, as pessoa falam sempre. A mim perguntam quando caso (9 anos de namoro já é que baste, aparentemente)...os filhos perguntarão a seguir. Acho que as pessoas não têm bem noção do que dizem, não se preocupam com o que dizem ou como isso pode ser interpretado. Sabem lá se a pessoa quer ou até mesmo pode ter filhos. Mas isso não importa porque é o passo a seguir: namorar, casar e ter filhos. Se houvesse mais bom-senso assim como o teu para analisar esta questão, não havia tantas crianças (e casais) infelizes. Ter filhos por pressão nunca dá bom resultado. Que venham quando fizer sentido para o casal!

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  14. Oi Anne...
    Tudo a seu tempo... Eu curti muito o meu casamento antes de resolvermos ter filhos. Estive 4 anos casada ( já tínhamos namorado 7 antes de casar) antes do piolho nascer... Muda muita coisa, muda quase tudo...mas amo ser mãe... Mesmo tendo menos tempo para mim, mesmo tudo...
    Nisso a sua mãe tem razão, depois deles nascerem e de os vermos, não há lugar para nós primeiro...
    Bjinho
    Sofia
    www.teclandocomocoracao.blogspot.pt

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  15. Compreendo completamente o teu lado, mas já terás discutido o assunto com o teu marido, certo? Se já, não percebo muito bem porque ainda há situações como a do post anterior, com ele a fazer comentários e pequenas "pressões" sobre como quer ser pai e afins. Não me parece que vás mudar de ideias de um dia para o outro, portanto, não era melhor passarem um tempo só a curtir na vida sem bater na mesma tecla?!

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  16. Só não percebo a parte em que dizes que terias de deixar de "gastar" contigo para gastar com um bebé, parece-me que o teu ordenado e do teu marido chega e sobra para andarem sempre os 3 bem arranjadinhos e sem faltar nada. Isto para não falar da avó que não se iria importar minimamente de entregar o ordenado todo para as despesas e "luxos" da criança.
    Quanto ao resto concordo. Especialmente ter de acordar cedo ou passar noites em branco, deixar de ter o tal tempo para mim. No entanto os blogues de mamãs portugueses são sempre o máximo, não sei se é fantochada mas realmente parece ser tudo bastante perfeito. Nada de gente descabelada, mal vestida ou com má cara.

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  17. Acho que tudo depende da forma como encaramos a chegada de um filho. Ter um filho não significa deixar de fazer aquilo que mais gostamos ou deixarmos de sermos quem somos. Se muda a nossa vida? Decerto, mas só muda na medida do que deixarmos. É claro que noites bem dormidas, sestas a meio da tarde, um dia inteiro na praia, jantaradas e afins são coisas que vão mudar. Disso não há dúvida. Mas há muita coisa que não tem necessariamente que mudar. Nós fazemos por integrar a minha filha (3 anos) na nossa vida: vamos jantar (não tanto ou tanto tempo como antes, mas vamos), passeamos, viajamos, vamos a museus, enfim, fazemos o que fazíamos antes de ela nascer, mas apenas com mais moderação. Ou seja, não fazemos noitadas, não passamos um dia inteiro na praia, escolhemos a dedo os sitios para onde vamos e até fazemos actividades para ela. Mas o essencial é que vamos, fazemos e somos. Afinal, os nossos filhos são uma extensão de nós próprios e aprendem a gostar daquilo que nós também gostamos. Apesar de a nossa vida mudar, porque muda, não me arrependo de todo da escolha que fiz, e tanto não me arrependo que o segundo está a dois meses de nascer. Claro que há dias menos bons em que só me apetece pegar nela e atirá-la janela fora, mas mesmo nesses momentos não me arrependo. Se ter um filho faz parte dos planos, então não vale a pena adiar só porque se quer viajar mais ou aproveitar mais a vida antes de embarcar, porque com uma criança isso também é possível, e essa vontade nunca vai mudar.

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  18. tudo o que escreveste é válido mais não sendo porque é a tua visão do assunto e porque é a ti que te cabe decidir se queres ser mãe agora, mais tarde ou nunca.
    A única coisa que me chamou a atenção é que me parece que essa decisão é muito tua e pouco do casal, já que se uma parte insiste muito no assunto significa que a decisão de adiar não é unânime e isso sim pode criar grandes problemas na relação.

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  19. bem dito! concordo com tudo! amei o blog e estou aseguuir-te via blogs portugal e gfc ! segue-me tambem! beijinho!

    the-not-so-girlygirl.blogspot.com

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  20. Engravidei depois dos 30 por opcao. Seria essa a atura em que achei que me sentia preparada para deixar a minha boemia e dedicar-me de corpo e alma a maternidade. Sim, porque nao me venham com tretas porque deixamos de ser nospara res maes. Se ]e a melhor coisa do mundo la isso ]e, mas ha um tempo para tudo. Mas as pessoas nao se ficam so por ai. Ainda ha mais perolas depois do primeiro filho
    . Quando ]e que pensam ter o segundo?
    . Se temos dois rebentos do mesmo sexo vem o estupido comentario - agora so falta o menino ou menina. Como se fosse terrivel ter dois filhos do mesmo sexo.
    . Tambem ha aquela - So ummmmmmmmm. Tem de lhe dar um mano ou mana. ter so um filho nao serve.
    . Se temos 3 somos loucas
    ......
    Enfim. O ideal ]e mesmo fazerem o que quiserem e como quiserem. ninguem tem o direito de cobrar o que quer que seja. Sejam felizes.
    Beijinho,
    Sofia

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  21. Tens tanto tempo :) E acima de tudo é uma decisão vossa. Estivemos 4 anos só nós e mais outros tantos de namoro. Passamos para a fase seguinte por decisão mutua. Tudo tem o seu tempo. Sempre a inclui em tudo que fazemos e nunca deixamos de fazer fosse o que fosse porque ela agora existe :) Viaja desde dos 6 meses connosco e não há quem goste mais de laurear a pevide do que ela (cof cof, talvez eu mesma :D) Essencial, inclui-la na nossa rotina na nossa vida. E gosto tanto de comprar coisas para ela ♥ fico louca mas nunca me esqueço de mim! Nunca! Continuo a gostar de mim, de me cuidar e arranjar ♥
    Agora é a treta do segundo... não quero ou melhor não queremos! É chocante para muitos. Não quero saber, esta é a nossa vida e ponto final. Nunca segui modas e não vai ser neste campo. Se acontecer é bem vindo, claro mas não farei por isso.
    Cada cabeça, sua sentença! É o que a minha mãe sempre disse ♥

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