23 abril 2016

Roteiro Marrocos // Marrakech #1

É verdade que eu queria muito ir a Marrocos mas se havia uma cidade que eu tinha as expectativas lá em cima para conhecer, essa cidade era Marrakech. Queria ver de perto tudo aquilo que ouvia dizer da cidade, a agitação, os sons, as cores, os cheiros, a loucura ali ao meu lado. Para começar, escolhemos ficar num riad (casa tipicamente marroquina, normalmente com pátio e piscina interior) para conhecer de forma mais genuína a atmosfera envolvente. E não poderíamos ter ficado mais satisfeitos :)

Escolhemos o Riad Karmanda, com uma localização estratégica (a menos de 10 minutos de caminhada para a praça Jemaa el-Fna), um pequeno-almoço delicioso, quartos confortáveis com todas as comodidades de um hotel e um terraço lindo cheio de buganvílias e muito sol. Adorei a experiência! (pagámos cerca de 200€ para 3 noites de hospedagem, com pequeno-almoço incluído).

Fomos recebidos com o tradicional chá de menta e hortelã (uma delícia e super drenante) e a simpatia de gente que realmente sabe como receber hóspedes. Começamos a caminhar pelas ruazinhas da medina, que nos pareceram todas iguais (todos os dias nos perdemos em alguma rua, é inevitável) e logo apareceu um menino para nos 'ajudar' a encontrar a praça. Em Marrakech ninguém se aproxima para ajudar sem esperar nada em troca (é um bocado como aqui na Europa, mas sem a parte do disfarce) pelo que não estranhei quando no final, já na praça, o miúdo estendeu a mão a pedir dirhams (por sinal, 1€ = 10,50 MAD ou dirhams). O melhor local para trocar euros é mesmo na loja do aeroporto de Menara, foi onde encontrámos a melhor taxa mas o que não faltam são lojas de câmbio espalhadas pela cidade e na pior das hipóteses, também podemos levantar dinheiro nos vários ATMs que existem (vale lembrar que no Marrocos pouquíssimas lojas - e até mesmo hotéis - aceitam pagamentos em cartão, os bancos marroquinos cobram taxas altas aos comerciantes e por isso eles recusam-se a aceitar cartões - AMEX então é para rir, nem mesmo no aeroporto consegui pagar com o blue card).


Começamos o passeio pelo Jardim Majorelle, um jardim criado pelo francês Jacques Majorelle e que após a sua morte entrou em profundo estado de abandono, sendo posteriormente comprado por Yves Saint Laurent, que transformou o jardim num pequeno paraíso: cactus, palmeiras, bambus, vegetação luxuriante, muita sombra e banquinhos para nos sentarmos... um pequeno paraíso em meio a agitação de Marrakech. Fiquei apaixonada pelo azulão que colore cada detalhe do jardim (e que ficou conhecido como "azul majorelle"). A entrada custa 10€ o combo (2€ para o museu e 8€ para os jardins).


O Jardim Majorelle fica no bairro de Guéliz, considerado assim uma espécie de Parque das Nações do Marrocos - é o bairro novo e cool, cheio de hotéis cinco estrelas e restaurantes de luxo - e ao sairmos do jardim fomos caminhando até a praça central onde estavam 'estacionadas' várias caleches (as charretes turísticas que fazem pequenos tours pelos bairros). É claro que a minha irmã teve que dizer que queria andar naquilo, que era tão giro, que isto e aquilo... lá fui eu perguntar o preço ao homem e oiço a bonita resposta: "100 dirhams por pessoa" - éramos 4 pessoas - o que dava a bonita soma de 400 dirhams, que é basicamente 40€ para dar uma voltinha de charrete. Mostrei-me escandalizada (e estava!), mãos na boca, olhos arregalados, ai que não pode ser, deixe lá, logo à frente tenho quem faça mais barato, obrigadinha, sim? E o homem a vir a correr atrás de nós "então e quanto é que pagas?" e eu a dizer que pagava 150 dirhams por todos e já estava bem pago, a minha mãe escandalizada ("filha, por favor, tu não podes baixar assim tanto o preço, é claro que o homem não vai aceitar") e o marroquino a mostrar-se espantado com o preço que eu tinha dito, que era impensável, claro que não... E eu a andar cada vez mais depressa e a dizer que então nada feito... E pimbas, é claro que o gajo mordeu o isco. "Pronto, aceito os 150 dirhams, podem subir" e a minha mãe a lançar-me olhares assassinos e a dizer que estava morta de vergonha por eu ser tão forreta.

No Marrocos não há qualquer problema em negociar, aliás, eles próprios já te dão preços absurdamente inflacionados para que tu negocies e baixes (o recomendado é sempre oferecer 1/3 do valor que eles pedem e a partir daí vais negociando até o valor que realmente pretendes pagar). Num país onde o salário mínimo é de 1500 dirhams (150€), é claro que a maior parte da renda deles vem do turismo e daquilo que conseguem sacar aos turistas mais distraídos. Confesso que adoro a parte da negociação, de andar ali a fazer teatro (mesmo quando estou toda roída para aceitar logo o preço e levar o artigo comigo) e que nunca senti que estava a fazer mau negócio. Eles por norma são muito agradáveis e simpáticos, então a experiência de andar quase 'em leilão' a dar lances por artigos torna a coisa ainda mais gira.

Combinámos um tour de 40 minutos pelos principais portões da medina, bairro Guéliz, mesquita Koutobia e pedimos ao motorista que no final nos deixasse ao pé do portão Bab Agnaou, onde tínhamos marcado a próxima atração: um hammam delicioso com esfoliação e massagem.

Como ainda faltavam vinte minutos para o horário agendado do hammam, dedicamo-nos às várias lojinhas existentes na área e acabamos por comprar três vestidos tipicamente marroquinos (tipo kaftan) para usarmos depois do hammam. O vendedor começou por pedir 18€ por cada vestido mas aqui a árabe de serviço (eu!) andou a negociar, a dar-lhe conversa e no final pagamos 15€ pelos três vestidos. E ele ainda nos ofereceu um cházinho de menta!

Confesso que eu estava louca para experimentar um hammam marroquino (mamãe então, estava em pulgas!), era algo que queria imenso fazer e que adoro (quem é que não gosta de ser massajada, esfoliada e mimada?) e depois de ter lido críticas um bocadinho negativas sobre os hammams tradicionais marroquinos (os tais que custam 3€ a entrada), achei que era uma experiência muito hardcore para nós (especialmente porque viajávamos com uma criança) e escolhemos um opção mais ocidental e com um ambiente mais clean: Les Bains de Marrakech. No dia anterior eu tinha feito a marcação (é necessário agendamento prévio e indispensável o fato de banho/biquíni) pelo que à hora marcada foi só chegar e aproveitar. O marido achou que era mariquice a mais para ele e foi conhecer as Tumbas Saadianas que eram já ali ao lado enquanto nós, mulheres, nos dedicávamos ao dolce fare niente.

Assim que entrámos somos encaminhadas para um balneário com cacifos individuais, despimo-nos e vestimos o fato de banho, dão-nos o robe e chinelos, oferecem-nos um chá de menta e somos encaminhadas para uma sala com várias marquesas aquecidas (uma delícia) até que a nossa massagista venha nos buscar. Som ambiente relaxante, luz fraca propícia ao descanso e quando dei por mim, já a minha mãe dormia na marquesa ao meu lado. Uns dez minutos depois, apareceram duas marroquinas e nos encaminharam para uma sala privada para iniciarmos o hammam (ou banho turco). Assim que tiramos os robes, uma delas diz que o melhor é que baixemos os fatos de banho até a altura da cintura para podermos desfrutar do tratamento em plenitude. A Vi começou-se logo a rir e a fazer caretas (as parvoíces da adolescência) e assim que nos despimos, deitaram-nos em uma cama de mármore aquecida que devia estar perto dos 40 graus, todo o meu corpo queimava!

Achei que aquilo era uma tortura (a par com a sala super húmida e quente do vapor), estava pronta para abrir a boca e dizer que estava a escaldar quando apareceu a terceira marroquina e começou a nos dar com baldes de água enquanto nos ensaboava com sabão negro e eucaliptos. Ahhh o cheirinho que aquilo tinha, uma delícia! Massagem daqui, esfrega dali e de repente elas desaparecerem por uns cinco minutos. Voltam com luvas de esfoliação e eu pensei: "huum que delícia, agora é que a coisa começa a ficar interessante!" só que, meus amigos, quando a marroquina passou a primeira luva nas minhas costas, eu juro por todos os santinhos, parecia que eu tinha 10 gatos arrancando o meu couro!

Aquilo dói a sério! Soltei um "aiiii" e ela disse que era mesmo assim, que era para arrancar toda a pele morta (pela dor daquela porcaria, desconfio seriamente que as minhas peles ainda estavam muito vivas) e olhei para a cama ao lado, onde estava a Vi toda vermelha a franzir a cara. A minha mãe entrou logo em ação e disse à marroquina que na Vi não era preciso fazer força, que era melhor saltar aquela parte e passar logo para a massagem. E assim foi. Foram quase 15 minutos de pura tortura para mim e para mamãe (a mulher esfoliou-me toda: cara, rabo, mamas, foi um festival!), saí dali desfeita mas com a pele que parecia uma seda, nunca tinha sentido textura igual. No final, a massagista pediu-me para olhar à volta da minha cama e só se viam pedacinhos de pele por todo o lado... Fiquei em choque! Quando saímos, sentia-me a levitar e tão ensonada... Apanhamos um táxi para o nosso Riad, jantámos por lá mesmo (um delicioso tagine de frango com tomate) e caímos exaustas na cama. Nesse dia dormimos 13 horas seguidas! Apesar da experiência marcante, acho que o saldo foi claramente positivo e recomendo o hammam a toda a gente: na hora custa mas depois sabe mesmo bem! O preço foi de 20€ para a Vi e de 35€ para mim e mamãe. Ah, e eles aceitam pagamento com cartões multibanco e VISA. (não são permitidas fotografias dentro do SPA).

No final do hammam, a massagista entregou-nos as luvas que utilizou na nossa esfoliação para levarmos para casa e podemos refazer a experiência da esfoliação no banho. Eu gostei tanto do produto que usaram que trouxe também o sabão negro com eucalipto para recriar a atmosfera do hammam na minha casa de banho :)
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27 comentários

  1. "Em Marrakech ninguém se aproxima para ajudar sem esperar nada em troca (é um bocado como aqui na Europa, mas sem a parte do disfarce)".Tens sempre de estragar um post com a tua arrogância e mania da superioridade. Não me lembro de pedir esmola toda a vez que já ajudei um estrangeiro a encontrar uma rua ou um estabelecimento. Deves viver numa Europa diferente da minha, ou então estás a confundir com o teu Brasil. Realmente, que bonito cuspir no prato que te dá (e bem) de comer...

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    1. Ó filha, deslarga-me, sim? Arrogância por dizer algo que toda a gente sabe que acontece? Já experimentaste viajar para Paris e ficar perdida em Montmartre? E perguntar a um africano que por lá estava o caminho para o metro e quase ser forçada a lhe pagar 5€? Comigo aconteceu.

      Assim como também já fui endrominada em Madrid e a 'ajuda' desinteressada afinal revelou-se um esquema para sacar dinheiro a turistas. É assim em todo o lado, como se costuma dizer "a ocasião faz o ladrão". Em Portugal só me aconteceu uma vez, há muitos anos. E não, não vivo numa Europa diferente da sua (mas olha que gostava). Falo por experiência de vida, não por arrogância ou mania de superioridade.

      Sobre o Brasil, então, a coisa ainda é pior, nem vale a pena comentar. Quanto a cuspir no prato que me dá de comer... ai de mim que não trabalhe todos os dias para ver se Portugal me dá alguma coisa de comer LOL. Se há uma coisa que tenho certeza e que me deixa descansada da vida é saber que nunca dependi de Portugal para nada (nem ajudas sociais, nem subsídios, nem empréstimos, nem abonos, nem hospital público uso), portanto, não vejo como posso estar a cuspir no prato que como. Estou a ser realista, assim como sou quando falo que o Brasil é um país complicado para se viver, também posso comentar que Portugal tem os seus defeitos (que pais não os tem?). Ou o facto de não ter nascido cá invalida a minha opinião sobre os problemas de Portugal?

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    2. Então porque vieste para Portugal? Não foi para sacar um com dinheiro? Deve ser por isso que não precisas de subsídios. Devias ser uma favelada e agora vens fazer-te de dondoca(que não és!) dada a brejeirice que para aqui vai.

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    3. Não é da sua conta o motivo que me levou a vir para Portugal mas se estivesse interessada em dinheiro, estava era bem quietinha no Rio de Janeiro onde, se quisesse, não precisaria trabalhar nem um dia da minha vida.

      Não preciso de subsídios por vários motivos (porque não concordo com essa política, porque não gosto de depender do Estado, porque nunca precisei, enfim). Dondoca? Nunca fui e nunca serei. Não tenho a pachorra necessária. Quanto à brejeirices que vês aqui, tens bom remédio...

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    1. Quer mesmo que eu responda ou foi só para causar polêmica?

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    2. Quero mesmo que responda, senão não a teria feito. E polémica porquê? A encarregada de educação é que sabe o que é melhor para a sua educanda. Parece-me é que, com essa resposta, que ficaram com a sensação que ela não deveria faltar. No que a mim diz respeito quero lá saber. A filha não é minha. Critiquei? Não! Só fiz uma pergunta!

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    3. Pareceu-me uma pergunta retórica visto que qualquer pessoa sabe que em Abril, após a Páscoa, nenhuma criança tem férias, logo, é fácil deduzir a resposta para a sua pergunta (mas pelos vistos, para si não é assim tão fácil). Concordamos numa coisa: é mesmo a encarregada de educação que sabe o que é melhor para a sua educanda. Com a pouca idade que tem, a minha irmã já conheceu 13 países, nunca chumbou nenhum ano e não nos parece que faltar uns dias de aula nessa fase do ano letivo vá fazê-la deixar de ter sucesso escolar. A melhor coisa que podemos oferecer à ela, a par da educação, é mesmo cultura e muito mundo - e isso ela tem de sobra, apesar de pequenina.

      "Quero mesmo que responda, senão não a teria feito. (...) No que a mim diz respeito quero lá saber. A filha não é minha." Hummm quer me parecer que estamos um bocadinho confusas, não? Trate lá dessa bipolaridade e depois falamos.

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    4. Parece-me que quem anda confusa não sou eu. E, não ! Não sou bipolar. Fiz somente uma pergunta. Gosto do seu blogue, mas realmente para certas coisas "tem pouco poder de encaixe" e "joga muito à defesa". No que me diz respeito, quando faço uma pergunta não é retórica, gosto que me respondam, mesmo que seja para dizerem que não querem responder. Não é necessário vir logo com duas pedras na mão, porque que eu saiba a pergunta não era ofensiva. E, sim, só a mãe (neste caso ) sabe o que é melhor para ela. E, também não perguntei se a sua irmã era boa ou má aluna, se tinha ou não reprovado alguma vez. Não me diz respeito e não estou interessada em saber. E "trate lá dessa bipolaridade e depois falamos, é um pouco falta de educação, não lhe parece? Não sabe que idade tenho e, portanto pode estar (e está) a faltar ao respeito a alguém que podia ser sua avó. Pode sempre argumentar que não sabe a idade de quem comenta, mas exatamente por isso deve responder tentando não ofender ninguém. Eu não a ofendi, somente fiz uma pergunta. Passe bem! Crescer também era bom.

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  3. Por acaso também não concordo. Refiro-me ao nosso país, somos prestáveis e hospitaleiros sem nenhum interesse. Já dei inúmeras informações a turistas e sempre tentando falar a língua deles e não pedi nada, era o que faltava...

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    1. Quando citei que era semelhante à Europa no geral, não estava a falar particularmente de Portugal mas sim de outros países onde já estive e cujos "nativos" tiveram comportamentos semelhantes. Até acho que Portugal tem um povo absolutamente hospitaleiro (especialmente no Alentejo e no Norte) que sabe como ninguém receber os estrangeiros.

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    2. Eu viajo bastante (já estive em 35 países) e nunca me aconteceu tentarem cobrar por uma informação. Aliás, já aconteceu em diversas situações as pessoas verem-me a olhar para o mapa e perguntarem logo se precisava de ajuda, dizerem que vão nessa direção e acompanharem-me até ao local (uma vez até de carro um senhor que foi à frente e nós íamos a segui-lo no carro alugado). Melhor ainda, já me aconteceu não encontrar casas de câmbio e um senhor voluntariar-se para levantar para mim e dar-me mais do que era suposto e recomendar-me que "enjoy my country" (na Noruega) ou deixarem-nos ir gratuitamente 2h num autocarro porque já não tínhamos mais dinheiro connosco e tínhamos deixado os cartões no hotel (na Croácia). Já li que em Marrocos essa prática que descreves acontece, mas não generalizes porque isso não é de todo comum no resto do mundo e muito menos na Europa.

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    3. Além de que a europa tem mais de 40 países, mas generalizam sempre quando dizem "na maior parte da europa é isto que acontece", quando se referem a apenas meia dúzia de cidades europeias onde isto de facto pode acontecer. Já eu que conheço mais de metade da europa, também nunca me tentaram pedir dinheiro por uma informação. Vivo em Lisboa e muitas vezes vejo turistas perdidos e sou a primeira a perguntar se precisam de ajuda, nunca lhes pedi dinheiro em troca e sigo a minha vida. Anne, na europa experimenta conhecer sítios menos mainstream, vais ver que não encontras chicos espertos como há em Paris.

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    4. Por acaso não conheço só 'meia dúzia de cidades europeias", já são mais de 17 países e vi situações semelhantes na Europa, no México, na Argentina, em outros sítios onde existe pobreza e claro, as pessoas fazem-se à sua sorte e tentam a todo o custo ganhar uns trocos à pala dos turistas. É claro que não posso generalizar (como fiz no post), tem toda a razão, mas depois de várias experiências do género, uma pessoa tem sempre a tendência a pôr tudo no mesmo saco. Obrigada pelo alerta :)

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  4. Bom dia
    foi por agência ou tratou de tudo da viagem sozinha?

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    1. Olá Ana,

      Fomos por nossa conta, pesquisei os vôos, reservei os riads/hotéis pelo booking e o único tour que paguei foi o da noite do deserto. Vou falar mais sobre isso no próximo post.

      :)

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    2. Obrigada :)
      Conte tudo, não deixe nada de fora

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  5. Eu fico chocada com certos e determinados comentários! É que nem sabem disfarçar a dor de cotovelo, sinceramente. Eu adoro ver pessoas que conseguem viajar, conseguem ser felizes e desfrutar de coisas boas. A viagem deve ter sido maravilhosa :) Estou ansiosa por saber como foi a noite no deserto :P

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  6. Fui para Marrocos tratamos de tudo sozinhos eu e o meu marido. Nao precisamos das agências para nada!!! Fica tudo mais caro!!!! Anne tu aqui no blog gostas muito de te armar em fina

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    1. Concordo em absoluto. Eu sempre que vejo uma "promoção" numa agência de viagens e depois faço uma simulação por minha conta, descubro que consigo sempre uns 50% mais barato que a agência. Fico perplexa quando vejo cidades europeias quase a mil euros por uns 4 dias, e por norma uma pessoa gasta metade disso é já estou a incluir refeições. Também sei que são postos de trabalho que estão em causa, mas sinceramente há profissões ou ramos que estão destinados a desaparecer mais cedo ou mais tarde. Não se justifica pagar o dobro quando podemos marcar tudo à distância de um clique em poucos minutos. Btw a Anne disse que marcou tudo sozinha, não percebi a parte do 'gostas de te armar em fina'.

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    2. Sim, agências nunca compensa. Marco sempre tudo por mim e, quando volto, vou procurar pacotes em agências que façam um itinerário similar ao meu e normalmente são o dobro do preço total que eu gastei. E às vezes nem encontro itinerários em que, no mesmo tempo de viagem, se visite tanta coisa.

      Mas percebo que existam para quem não goste de planear ou organizar viagens e queira "a papinha toda feita", ou quem não esteja habituado a viajar e se sinta mais seguro e confortável com tudo tratado à distância por uma agência. Simplesmente, há que pagar um preço por esse serviço.

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  7. Parabéns pelo post Anne :) Fiquei absolutamente encantada! Se já tinha muita vontade de conhecer Marrocos, agora então nem se fala =)

    Beijinhos

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  8. Se não estão de acordo com o que a Anne escreve não deviam ler,muito menos comentar. Anne não vale a pena responderes a pessoas que só querem provocar. Não gastes a tua energia em vão.

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  9. Obrigada Anne gosto sempre destes posts de viagens. Eu e esses anonimos q devem ser tao amargurados e pobres de espirito que veem para aqui porque tu lhes respondes. A solidao é tramada mas ppronto podiam ser simpaticos tu responderias na mesma certo?
    Dor de cotovelo é tao lixada... E com F...
    Beijinhos

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  10. Anne, adoro as fotos! Que máquina usaste?

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