20 julho 2017

Um passeio pelo Buddha Eden Garden

Sem grandes planos para o fim-de-semana (a não ser praia e mais praia - confesso que já estou ligeiramente enjoada), fomos conhecer o maior jardim oriental da Europa, o Buddha Eden Garden. O espaço já existe há vários anos e eu sempre tinha ouvido falar muito bem, por isso lá fomos nós. E adoramos o passeio!

 (a blusa da foto é esta, da Zara (saldos) e estou apaixonada, adoro decotes nas costas)

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15 julho 2017

Um novo tipo de tortura medieval...

... chamada 'Dente de Siso Incluso'. Se nunca ouviram falar sobre esta condição tão fofinha e especial (sqn), a sério, não queiram saber o que isso é. Vão por mim.

Ontem tinha consulta na dentista, consulta de rotina, ver se está tudo bem (até hoje nunca tive uma cárie e sou completamente paranóica com os meus dentes), fazer uma limpeza, o básico de uma consulta. Os meus dentes de siso ainda não nasceram completamente, ainda só começaram a romper a gengiva mas estão inclusos. A dentista (que já me acompanha há anos e é uma querida) diz-me: "Ah, parabéns, está tudo óptimo mas temos aqui um dente de siso incluso, vamos ter que arrancar."

Quê?! Até pulei da cadeira. Como assim, arrancar? O meu dente, uma parte de mim (a dramática), minha canjiquinha branquinha, não quero ficar sem ele! E se me faz falta? Quero morrer completa, com todos os acessórios com os quais nasci (apêndice, amígdalas, sisos, baço... quero todos os meus extras, ora). A dentista foi categória: "é um dente que vai dar problemas para nascer, que vai causar dores ao romper a gengiva e que 90% das pessoas arranca logo para evitar chatices."

Okey, tudo bem, depois arrancamos. Eu depois ligo a marcar, está bem? - disse com o meu sorriso amarelo.

Qual depois, qual quê! Vamos arrancar hoje! Rita, leva esta menina para o raio-x, vamos fazer extracção do dente 48. 

Fiquei em pânico. Não tinha a minha mãe nem o meu marido comigo, só naquela de dar apoio moral. Fiz uma pequena cena. Pessoas, eu nunca levei sequer uma anestesia na vida, não sei como é a sensação de ficar dormente e morro de medo dessas coisas.

Lá tirei o raio-x e em menos de nada vem a dentista com a anestesia na mão. Agarrei-me logo ao braço dela mal vi o tamanho da agulha que ela tinha mão. "Ai ai, começamos mal", respondeu a médica. A Rita, assistente, veio para me dar a mão (é ridículo mas eu precisava de ter alguém ali comigo), a primeira anestesia não doeu rigorosamente nada (uma picada de mosquito), entretanto levei a segunda e ainda uma terceira (essa sim, já senti alguma coisa). Um minuto depois comecei a sentir a língua dormente e toda a lateral do rosto. Que aflição!

A dentista voltou com vários acessórios metálicos (que nem fiz questão de olhar) e começou a fazer-me testes na bochecha a ver se eu sentia algo. Nada, estava inerte. Vamos começar. Abri a boca, fiquei de mão dada com a assistente e começo a sentir uma pressão no maxilar, enquanto a médica mexe de um lado para o outro no dente de siso. Sinto ela a fazer extrema força, afundo-me toda na cadeira enquanto penso "onde é que eu me fui meter? Ah, filho da puta de dente, quanto te apanhar cá fora faço questão de passar com o carro por cima de ti, meu cabrão de merda, só pelo prazer de ter ver todo esfareladinho no asfalto".

Passaram-se uns dez minutos, verdade seja dita que não sentia rigorosamente dor nenhuma, mas fazia muita impressão ver a força que a médica fazia e nada do dente sair. Estava mesmo incluso, o sacana. Quando a vejo a dizer "está quase" e pegar num alicate, ai caraças, achei que me finava ali mesmo. A medicina evoluiu tanto, já até fomos à lua, foda-se, mas ninguém inventa uma técnica menos arcaica e medieval para se tirar um dente? Tem mesmo que ser à marretada? 

Quando achei que ela me ia partindo o maxilar, lá saiu o dente e não se sente dor, é um facto, mas incomoda imenso. Olhei para aquele cabrãozinho, ali todo branquinho e fofo e só pensava em esfarelá-lo. Não levei pontos, não tinha nada infectado e a dentista achou que recuperação será mais fácil assim.

Uma semana de antibióticos, Brufen de 12h/12h e Nimesulida em SOS caso tenha muitas dores, o que graças a Deus não aconteceu. Hoje, 24h depois da extracção, sinto-me fresca e fofa, tenho zero dores e como de tudo (mas mastigo bem devagar para não magoar). Diz que daqui há um mês vou ter que tirar o siso do outro lado (que também está incluso) mas penso no lado positivo: ao menos não são os 4 (os outros 2 nasceram direitinhos). No final, a sacana da dentista ainda brincou "você acha é que é só sorrir e exibir esses dentes branquinhos? Não senhora, também é preciso intervir de quando em vez...". 

Eu nunca tive medo de dentistas, mas caraças, essa cena da extracção é mesmo de aterrorizar, especialmente quando achamos que só vamos ali fazer uma consulta de rotina e saímos semi-operadas. Hoje compreendo perfeitamente as pessoas que se pelam de medo de abrir a boca para o dentista. É preciso coragem (que eu claramente não tenho, haja vista a cena que fiz por lá).

E por aí, mais alguém sem siso? Dizem que é o dente do juízo... Agora perdi o meu de vez!
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11 julho 2017

Detalhes que fazem diferença... [especial Saldos]

Eu adoro saldos (que pessoa, em sã consciência, consegue fugir das etiquetas vermelhas com %?) e gosto mais ainda dos saldos que as marcas mais caras fazem (esses são aqueles que mais compensam, na minha opinião). Já aqui escrevi algumas vezes sobre isso mas em suma, ninguém espera pelos saldos para ir à Stradivarius ou à Primark, certo? São lojas banais, super acessíveis, que uma pessoa vai fazendo compras ao longo de todo o ano. Nos saldos, gosto de investir em marcas com qualidade superior, materiais nobres e artigos de excelente durabilidade. Como as malas e os acessórios são, de facto, a minha grande perdição, nestes saldos estive mais focada neste tipo de lojas e fiz bons achados:

 Carolina Herrera e Bimba y Lola // Freeport
Furla e Michael Kors // Colombo
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08 julho 2017

Duas situações que me moem o juízo:

Situação 1: Ando à procura de casa para o meu irmão. Achei que despachava a coisa em dois tempos mas qual quê! A esta altura do campeonato, já toda a família anda desesperada a caça do imóvel, já durmo e acordo com o site do OLX aberto no ipad à cabeceira da cama, a ver se me cai algum anúncio. A ideia é arrendar, não comprar (para já). Que não quer empréstimos nem amarras financeiras (e eu percebo-o tão bem! Sou tal e qual) mas caraças, encontrar um apartamento minimamente em condições no distrito de Lisboa (é que já nem falo na cidade, já expandi a busca pelo distrito) não é tarefa fácil. Ou são podres de velho, ou é num 4º andar sem elevador, ou a renda de um mísero T1 ronda os 700€, ou pedem garantias bancárias, dois fiadores e as cuecas... Enfim. Estou desanimada, juro que estou. O último apartamento que considerei visitar (era o único abaixo dos 600€) tinha como área total (total!) 25 metros quadrados. Yap, uma casa inteira que cabe dentro da minha sala de estar. Não acho normal. E pelo andar da carruagem (e sem grande opção da escolha), estou mesmo a ver que depressa passamos ao modo 'vamos-ter-que-comprar' visto que não há nenhuma oferta de imóveis para arrendar em Lisboa, é surreal!

Situação 2: Entra-me pela empresa adentro uma rapariga com um papel na mão. "Boa tarde, eu precisava de um carimbo..." ao que uma colega exclama: "Um carimbo? Mas um carimbo para quê?". Ah e tal, era para apresentar no Centro de Emprego. A minha colega não se conteve: "Ah mas desculpe, eu não posso fazer isso. É que você não está à procura de emprego, você está à procura de carimbos e isso eu não faço. Lamento.". Ah, tá bem, obrigada - respondeu a rapariga - e foi-se embora, feliz e contente. Como esta gente consegue viver assim, na cara podre? Eu adorava perceber. Viver à conta do país sem mexer uma palha, só à espera que lhe caia o dinheiro do subsídio. E pior, fingir que está à procura de trabalho e 'enganar' a segurança social com carimbos da treta quando obviamente querem é curtir o verão à grande em casa, sem mexer o real rabo. Epá, não sou melhor que ninguém mas caraças, tenho 12 anos de descontos (comecei a trabalhar aos 18) e nunca estive mais de dois meses parada nesses anos. Nunca. Saía de um emprego sempre com uma proposta melhor, nunca solicitei subsídios (para quê, se um mês depois tinha que lá ir suspender porque já estava noutro emprego? Só o trabalho que me dava...), sempre encarei o Subsídio Desemprego como uma situação excepcional onde realmente NÃO se arranja trabalho, já depois de ter esgotado todas as possibilidades. Mas não, as pessoas pensam no Subsídio Desemprego como umas 'férias de dois anos remuneradas' e já ouvi de diversas pessoas: "ah, vou aproveitar para ter mais um filho..", "ah, vou aproveitar para fazer um curso...". A palavra é mesmo essa, aproveitar. São aproveitadores. E me desculpem mas não, não querem trabalhar.
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05 julho 2017

New in | Decor // Pequenos Pormenores

Vocês sabem que eu sou pessoa insatisfeita por natureza, inquieta, não sei estar parada e, pior... detesto ver 'coisas' paradas. Do género: "epá, há quanto tempo não mudo esses móveis de sítio?" ou "Estou farta desta mesa, vou vendê-la e comprar outra!", coisas que obviamente enlouquecem o meu gajo, que revira os olhinhos e pensa porquê raio foi se casar com uma maluca entre tantas gajas que poderia ter escolhido :P

No outro fim-de-semana acordei cheia de vontade de mudar tudo cá em casa. Estava um calor imenso, só me apetecia ter decoração de verão, almofadas amarelas pelo sofá (ando ma-lu-ca com tudo o que seja amarelo - logo eu que nunca liguei grande coisa à cor). Comecei pelo princípio: fui ao IKEA e renovei algumas coisinhas. Depois passei pelo Continente e trouxe uma série de cactus mega fofos em cerâmica, branquinhos, mesmo a minha cara (trouxe um de cada). No fim ainda dei uma voltinha à De Borla, que também está com coisas lindas para a casa. Foi assim um périplo da decoração, só ficou a faltar a Zara Home e a Área, mas essas ficam para o próximo fim-de-semana :D


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03 julho 2017

O fim-de-semana em fotos:


Fomos à descoberta de mais uma piscina oceânica (e a vista era de cortar o fólego), localizada dentro de um hotel que permite ao público 'de fora' utilizar a mega piscina (prometo fazer post com todos os detalhes). A Vi teve a sua Gala de Finalistas e pôs-nos a todos com uma lagrimazita no canto do olho, parecia uma bonequinha, linda, linda (eu sou suspeita, acho os meus irmãos todos uns bombons). Fiz uma mini-incursão aos saldos (coisa de hora e meia, se querem a verdade) e este ano poucas coisas me chamaram atenção, conto que os preços baixem mais para fazer nova ronda na última semana de saldos. Depois de dois inteiros inteiros de praia-sol-piscina, o meu cabelo nunca esteve mais cuidado: brilhante, encorpado, macio como seda... estou in love com o tratamento que fiz em Maio e com os produtos novos que estou a usar! Fiz uma super compra no OLX e realizei um sonho antigo: ter uma mesinha vintage com a base de uma antiga máquina de costura Singer, paguei 20€ por ela, gastei outros 5€ em tinta spray preto matte e eis que ela se tornou o meu novo móvel preferido! Terminei o fim-de-semana na praia, como só poderia ser. Está tanto calor! Não há como uma pessoa ficar triste no verão, pois não? Tudo sabe tããão bem! :D

(estou um bocadinho ausente destas bandas mas ultimamente estou com mais vontade de 'viver' a vida offline, se é que me entendem. Tenho considerado fazer uma pausa no blog, ando com pouco tempo (e vontade, vamos ser sinceros) de andar por aqui. É uma mistura de tudo: preguiça, excesso de coisas boas para fazer aos fins-de-semana (que é quando eu escrevo posts), muito trabalho durante a semana (chego a casa de rastos), enfim... Vamos ver como as coisas correm nos próximos dias!)
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30 junho 2017

Da pobreza de espírito:

Estava eu a trabalhar quando uma funcionária irrompe pela minha sala adentro.
- Podes chegar ali na recepção? É o senhor dos correios com uma carta registada das Finanças, tem que ser assinada...

E aqui eu gostava de abrir um parênteses e saber porque raios a recepcionista (cuja uma das principais funções é, lá está, recepcionar encomendas, correspondências e cartas) não me assinou ela própria a carta registada, tendo que me ir interromper para isso. Eu não sei, esta gente tem um cagaço das Finanças que nem podem ouvir falar no nome (devem ser as mesmas que não atendem números privados, com 'medo' de alguém lhes fazer mal através do telemóvel - não percebo). Mas adiante.

Lá assinei a carta e li o seu conteúdo: uma notificação de penhora de créditos em nome de uma fulana de tal que eu não fazia ideia de quem era. Infelizmente ao longo dos anos temos recebido cada vez mais correspondências destas (só este ano já vamos na 3ª carta de penhora, tudo relacionado com ex-funcionários), desta vez andei a puxar pela cabeça para tentar lembrar quem poderia ser aquela pessoa e que ligação poderia ter com a minha empresa.

Uma carta de penhora de créditos é, basicamente, avisar a empresa X que se tiver algo a pagar à pessoa Y (devedora do fisco) deverá pagar o montante diretamente às finanças e não à pessoa em causa. Depois de falar com outras duas colegas, descobrimos que se tratava de uma senhora que nos prestou um serviço de publicidade há um ano e tal. Não devemos nada mais a senhora, logo, era só uma questão de enviar a notificação ao nosso contabilista para ele responder às Finanças a indicar que da nossa parte não temos nenhum montante a pagar à pessoa penhorada.

O contabilista indicou-nos que na maior parte das vezes as Finanças 'distribuem' essas cartas às pessoas/empresas que tiveram contacto nos últimos tempos com a pessoa devedora e que a própria pessoa poderia não ter noção da dívida, pelo que o mais correcto seria ligar para avisar da existência da dívida. Liguei e fui recebida com sete pedras na mão.

- Bom dia, estou a falar da empresa XYZ, o meu nome é Anne Oliveira e estou a ligar para comunicar que hoje recebemos uma carta das Finanças com uma ordem de penhora em seu nome, não sei se tem conhecimento da dívida ou se quer que eu eu digitalize a carta para... (interrompe-me)
- Olhe, minha senhora, este assunto já está mais do que tratado, sinceramente, estou farta destas chamadas!
- Eu peço desculpas, mas estou a ligar por orientação da minha contabilidade.
- Pois, pois, mas olhe, já tratei de tudo, rasgue a carta, se quiser. Se foi só por isso que ligou, a conversa fica por aqui que eu agora também não posso falar mais. Com licença.

E desligou-me o telemóvel. Assim, sem mais nem menos, como se eu é que estivesse a dever alguma coisa. Fiquei uns dois minutos a segurar o telemóvel na mão, ainda incrédula, a pensar como é que aquilo tinha acabado de acontecer. Em choque. Não sei se o fez por raiva, vergonha ou por qualquer outro motivo mas nada justifica.


Ter dívidas é uma grande merda (eu já tive uma situação parecida com as Finanças, por causa dos fatídicos Recibos Verdes e não desejo a ninguém), toda a gente está sujeita a passar por algo do género, é um mega constrangimento mas acontece, pode acontecer a qualquer um. Temos é que saber dar a volta à situação, tentar resolver, reconhecer que estivemos mal e ter humildade. Com posturas destas só me dá é pena. É pobre de carteira e pelos vistos, pobre de espírito também (e para essa pobreza, meus amigos, não há dinheiro que cure).
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Vale a pena comprar na Primark:

Acessórios para gadgets! 

No outro dia uma leitora comentou que eu tinha um certo preconceito com a Primark, que falava mal, que não comprava lá coisas... etc, etc. Não, eu não tenho preconceito algum com a Primark, compro lá determinadas coisas só não compro... roupa. Porque acho que não compensa: as costuras são péssimas, todas tortas; os tecidos são manhosos; os tamanhos idem; há o tal disse-que-disse sobre a Primark utilizar mão de obra infantil (no fundo, acho que grande parte das marcas o faz, mas no caso da Primark é bastante explícito, dado os preços que praticam). Enfim... uma série de motivos que fazem evitar comprar por lá. 

Mas não sou de ferro e há coisas demasiado boas para deixar ficar na loja :) Uma das coisas que mais gosto são acessórios para o iphone (a película em vidro é ótima, grossa e mega resistente - mais do que as que eu compro no ebay!), compro capinhas, carregadores de isqueiro, cabos, adaptadores e tudo o mais. São muito baratos e por norma duram um tempo razoável para compensar o investimento. As capas da nova coleção estão maravilhosas, comprei três e custaram entre 1,50€ e 2€. Demasiado barato para resistir. 


E vocês, também compram este tipo de acessórios na Primark?
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24 junho 2017

Este fim-de-semana:

Quero descansar, quero ir à praia, quero jiboiar na piscina, quero lamber montras (e espreitar os saldos), quero matar saudades do meu Algarve (e vou), quero estar com a minha família e encher as minhas pessoas de mimos e beijos, quero passar mais tempo com a minha princesa - a irmã mais querida desse mundo - ai ai ai, quero fazer tanta coisa que esses próximos três dias vão ter que esticar ao máximo.

(e nos entretantos, vou tentar planear as férias de Julho - sim, que a a ida ao Rio de Janeiro trocou-me as voltas todas - e já sei que vai estar tudo caríssimo, que vou maldizer-me umas trinta vezes porque deixei escapar os vôos 'baratos' para o destino que queria este ano e agora está tudo pela hora da morte. Nada de novo, portanto.)
Bom fim-de-semana, pessoas!
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21 junho 2017

Até quando?

Vivo em Portugal há quase 13 anos. Em todos os verões, a história se repete, anos e anos a fio. Incêndios, gente a morrer, bombeiros heróis (alguns mortos no combate ao fogo), as emissoras que transformam a dor dos outros num carnaval sem medidas (tudo pelo lucro, pela audiência e afins), os 'mirones' (ou estúpidos, é capaz de ser mais isso) a desobedecerem a ordem das autoridades para se porem ao lado dos fogos, a ver os incêndios (mais ou menos como aqueles idiotas que vão para a Nazaré ver as ondas gigantes e de repente, pluft, é mais um que caiu ao mar!).

Todos os anos assisto a essa ladainha, é vira o disco e toca o mesmo, parece que não aprendemos com os erros do passado, parece que de nada valeu a pena. Quase 65 pessoas mortas, num incêndio de proporções dantescas, que começou há dias e até ver, nada de ser extinto. 65 pessoas morreram queimadas, famílias inteiras (nem consigo imaginar o desespero de uma mãe presa num carro com os seus filhos, a ver fogo por todos os lados, sem saber o que há de fazer), gente que seguramente nunca mais apreciará o verão da mesma forma (sim, esse mesmo verão que nós tanto adoramos). Eu percebo muito pouco (ou nada) do assunto, sou completamente leiga, mas não consigo compreender como é que este tipo de coisa continua a acontecer. Temos que fazer algo, temos que mudar mentalidades, algo precisa ser feito urgentemente.

Não consigo assistir televisão nestes dias, não aguento ver velhotes a chorarem por terem perdido tudo (numa idade em que dificilmente conseguirão reconstruir as suas coisas), não aguentei ver um pai a falar de como mandou para a morte a mulher e as duas filhas (como se consegue viver depois de uma desgraça deste tamanho?), é muita dor, um sofrimento terrível. Ninguém merece passar por experiência semelhante. Morrer queimado deve ser das mortes mais horríveis de sempre e eu arrepio-me toda a pensar nos familiares, na dor de reconhecer um corpo diminuto, corroído pelo fogo, onde não resta nada: nem rosto, nem corpo, nem cabelos, nem nada que nos lembre daquela pessoa que um dia existiu.

Estou de luto, não consigo pensar em nada que não seja o sofrimento desta gente, deste país. Tudo o resto fica mesmo em segundo plano. Vinha para vos mostrar um post sobre compras que fiz entretanto, numa H&M já em saldos, mas sinceramente? Não tenho vontade, nem ânimo. Nem ninguém está interessado nisso.

Que Deus conforte o coração de quem ficou e dê o descanso merecido aos que se foram.
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17 junho 2017

16 coisas imperdíveis de fazer no Rio # parte 1

Já andava a ensaiar este post há décadas e eis que finalmente ele veio à tona! Na verdade, a ideia era fazer vários posts sobre o Rio mas eu sou bem preguiçosa e decidi compactar tudo (ou quase tudo) em um só, por isso separei 16 coisas imperdíveis para quem vai ao Rio de Janeiro pela 1ª vez (podem ir outras vezes, é certo, mas a primeira vez em qualquer cidade é sempre a 1ª vez - tudo tem outro impacto). Como o post ficou e-nor-me, tive que dividi-lo em duas partes senão vocês só terminariam de ler no Natal. Vamos lá!


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16 junho 2017

Momento vergonha-alheia do dia:

Fui ao supermercado e enquanto passeava pelos corredores, lembrei-me que o sal fino tinha acabado lá em casa. Como eu troquei todo o sal (fino e grosso) por sal rosa do Himalaya (só tenho a dizer maravilhas: adeus cãibras matinais, adeus retenção de líquidos, adeus pernas inchadas... é amor pra toda a vida!), decidi perguntar a uma funcionária se eles vendiam esse tipo de sal (que por norma só encontro nos supermercados Brio). A funcionária lá me explicou que ainda não têm deste sal mas que já vários clientes pediram e que provavelmente estará para breve. E o que a pessoa aqui diz?

"Ah, tá bem, valeu!"

Não sei se foi por a funcionária ser brasileira, não sei se foi por ter voltado do Rio de Janeiro fez agora uma semana, não sei... mas saiu-me assim tão naturalmente, que eu só me queria enfiar embaixo de uma prateleira qualquer. Valeu? A sério, Anne? Ninguém merece...

(desta vez está difícil de me desgrudar do sotaque carioca... É sempre assim, se fico no Brasil mais de duas semanas, está o caldo entornado. Demoro séculos a voltar a falar no meu português à la Ricardo Pereira - nem carne nem peixe, uma coisa assim meio indefinida. Mas volto! :)
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14 junho 2017

Alergias alimentares e Irresponsabilidades culinárias:

No sábado fui ao Mercado de Algés jantar com a família (e comer sardinhas, claro está), optei por comer uma Sopa de Peixe como entrada, no restaurante onde já tinha ido em várias ocasiões e inclusive, comido a mesmíssima sopa. Assim que provei a sopa, senti um gosto fortíssimo a picante. Perguntei à minha mãe - que comia a mesma sopa - e ela não sentia nada, ainda brincou que provavelmente era do meu paladar (sou muito pouco tolerante a comidas  temperadas). Ao fim da sopa, já eu sentia os olhos a lacrimejar mas não valorizei.

Acordei no domingo feita bicho, quando me olhei ao espelho ia caindo: toda eu era manchas vermelhas, olhos empapuçados, comichão sem fim no pescoço, dobra dos braços e atrás dos joelhos. Uma miséria! Sempre fui alérgica mas sei exactamente ao quê: água de rosas, casca de marisco e pêlo de gato. Tenho o maior dos cuidados quando faço refeições fora de casa: amo peixe, cataplanas e tudo o que meta pescado mas sempre, sempre pergunto os ingredientes para saber se eventualmente levarão caldo de marisco (feito com a casca).

Não questionei sobre a sopa no porque já lá comi essa sopa pelo menos umas cinco vezes e nunca fiz reacção. Aliás, há mais de 10 anos que não tinha um ataque desses! Fui à minha Alergologista, na CUF Infante Santo, que ficou horrorizada ao ver o meu estado. Toda eu era comichões (e não adianta me dizerem "não coces" que eu meto a unha sem dó nem piedade, não aguento a agonia...), eu parecia que tinha apanhado uma surra de gato: toda inchada, arranhada, mal conseguia dobrar os joelhos (tinha uma 'bola' vermelha atrás do joelho). Infelizmente vou ter que fazer uso de cortisona (a coisa já não vai lá com anti-histamínicos) mas dei-me por feliz por não precisar levar a temida injecção!

Não imaginam o 'estrago' que uma sopa de peixe (com restos de marisco) fez na minha pessoa... Nunca na vida tive uma reacção alérgica tão forte, achei que morria de tanto me coçar!

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13 junho 2017

Das mariquices que eu adoro #3


Quem tem portátil branquinho sabe bem a agonia que é para mantê-lo sempre branco e impecável (e as teclas, que ficam amareladas em menos de nada?), então não pensei duas vezes quando vi essa cover autocolante, nas lojas De Borla. Havia em imensos padrões mas eu sou pessoa de rosas e flores no geral, logo, escolhi a mais pirosinha de todas. Custou menos de 1€ :)

Quando voltei do Rio tinha vááários pacotinhos do Ebay à minha espera no escritório. Tão bom! Um deles trazia essa fofurice: capinhas para chaves, em silicone e com muita bonecada como eu gosto. Comprei com esse vendedor. O porta-chaves da Melissa em formato de vaca veio de oferta numa das compras que fiz no Rio de Janeiro e eu adoro o cheirinho :D O porta-cartão de panda comprei também no Rio de Janeiro - para pôr o cartão do cidadão e o multibanco, quando me apetece andar só com as chaves - e custou uma ninharia (o equivalente a 1€ e tal). Acho que também é vendido no ebay. Não é uma fofura?

(sim, esse post não tem qualquer utilidade mas achei que eram coisas tão fofinhas e 'partilháveis' que decidi vos mostrar para o caso de haver por aí mais pirosas como eu que gostem dessas coisas).
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12 junho 2017

Rio de Janeiro | a viagem de avião (dica!)

Quando ficou claro que a minha mãe teria que fazer uma cirurgia (falarei disso noutro post) que não seria comparticipada pelo seguro de saúde (pode ser uma situação que ela arrastava há mais de dez anos - era uma doença pré-existente), a escolha óbvio recaiu em operar no Brasil. Porque o custo é inferior (estamos a falar em reais, que valem três vezes menos do que o euro), os médicos nesta área (cirurgia vascular e plástica) são dos melhores que eu conheço e tínhamos excelentes referências dos hospitais do Rio.

Como toda a cirurgia saiu em regime 'particular' (e parecendo que não, ainda foram uns milhares de euros), decidimos economizar no vôo. A TAP é sempre a nossa primeira escolha quando vamos ao Rio de Janeiro mas ultimamente os bilhetes estão um abuso! Para as datas que queríamos, ida e volta ficava a 1200€ por pessoa. Oi?! Como assim, minha gente?

Comecei a pesquisar outras companhias, vi a IBERIA (com escala em Madrid), vi a KLM (com escala em Amsterdão) e eis que descobri a Royal Air Maroc, a companhia de bandeira do Marrocos. Até achei que estava a ver mal mas não... o bilhete ida e volta, por pessoa, ficava em 500€. Achei que estava a alucinar, andei ali a ver as letrinhas pequeninas, cusquei tudo... e comprei os nossos bilhetes.

A minha mãe até hiperventilou quando lhe disse que viajaríamos para o Brasil com uma companhia marroquina! Que por esse preço o avião seria uma lástima, que tinha uma escala longa, que não gostava de companhias árabes por causa de terrorismo, enfim... Puro preconceito. Lá a convenci e posso vos garantir que foi das melhores viagens de avião que já fiz. Até dormi a bordo, o que é toooda uma novidade!


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09 junho 2017

O que eu mais fiz nesses 20 dias de Rio de Janeiro...

Comi como se não houvesse amanhã...

Só que teve amanhã e não foi uma coisa lá muito bonita de se ver. A balança acusa mais 3kg e sinceramente, dada a alarvidade de coisas que mandei pra dentro do bucho, até acho que o estrago não foi grande. Comia e pensava "Ah, quando chegar a Portugal esfolo-me de treinar e a coisa vai ao sítio". Aham... Meti a pata na poça com tudo a que tenho direito. Ah, pessoas, cinco anos sem ir na 'minha' cidade, senti que merecia matar as saudades dos meus pratos preferidos. E foram tantos!

Fanta uva de lata (que não há por cá, para minha tristeza), Guaravita (guaraná natural cheio de açúcar hahaha), Matte Leão, Água de Coco aos litros, Guaraná Kuat... e para azar dos azares, uma bebida nova chamada Skol Beat que uma prima fez questão de me apresentar. Vocês sabem que eu não bebo álcool, que detesto o cheiro e tenho uma tolerância mínima para bebidas. Pois bem, a raça da Skol Beat não tinha gosto de cerveja, não parecia sequer com cerveja e eu enfardei aquele troço... no meio de um baile funk. Sim, estava mortinha para dançar a sério e nada melhor do que funk carioca. O resultado foi devastador. A bebida tem 8% de álcool (quase o dobro de uma cerveja normal), então, imaginem o meu estado...

Desgraças à parte, aproveitei para comer todas as comidinhas que adoro: churrasco com farofa, pão francês com ovo frito de gema mole (viva a salmonella!), salgadinhos vários (bolinho de aipim com carne, enroladinho de salsicha, aiiii), strogonoff de frango, pão com linguiça do Alemão (os melhores!), empadinhas da Casa da Empada, brigadeirão, medalhão com arroz à piamontese do La Mole (é mara, melhor prato do muuundo), batata recheada, coxinha recheadíssima com catupiry, eu sei lá! Foi muuuito enfardanço e agora vou me ver grega para abater isso tudo antes da praia. Como se diz no Rio: "deu ruim" pra mim :D

Se tem uma cidade onde se come até sair comida pelos olhos, essa cidade é o Rio de Janeiro. Tudo é delicioso, tudo leva carradas de molhos, requeijão, queijo fundido, maionese de alho... misericórdia, Senhor! Não tem como escapar. Eu jamais conseguiria ser fitness por lá, não tenho a força de vontade necessária para resistir a uma montra de coxinhas hahaha.

P.S: Já comecei a preparar os posts com as dicas de viagem e o guia de compras pelo Rio de Janeiro. Mi aguardjem!
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07 junho 2017

Da lata que eu tenho...

Chegámos a Lisboa ontem de madrugada, vínhamos com as malas atafulhadas de coisas (como já é costume por esses lados) e seguíamos alegres e contentes em direcção à famosa rampa da Martini quando, pela primeira vez na vida, fomos interceptadas pela fiscal da Alfândega.

Já voei mais de cinquenta vezes e tal nunca me tinha sucedido. É óbvio que por mais coisas que traga de uma viagem, sempre opto pela saída do aeroporto que diz "nada a declarar" (eu e toda a gente) só que estava lá a fiscal paradinha, mesmo à espera de apanhar alguma coisa...

Fiscal: - Bom dia, estão de passagem ou vivem cá?
Eu: - Bom dia, vivemos cá.
Fiscal: - Quantos dias estiveram fora? (enquanto lança um olhar assombrado para o volume das nossas malas)
(a minha mãe tenta se justificar): Fomos ao Rio de Janeiro porque eu fui fazer uma cirurgia, tenho aqui os atestados médicos, ainda estou cheia de pontos...
Fiscal: - Minha senhora, perguntei quantos dias esteve fora... (me-do!)
Mamãe: - 22 dias.
Fiscal: - E o que trazem nas malas, para além da roupa? (glup!)
Eu: - Dois pares de havaianas, imensa medicação por causa da cirurgia e um biquíni para mim. (sim, gente, sou uma atriz e peras hahahaha, toda eu tremia a pensar na cara que eu faria se a gaja se dedicasse a abrir as nossas malas).

Fiscal olha desconfiada para as malas, abana a cabeça e finalmente diz:
- Muito bem, podem seguir.


Ufa! Fiz a maior cara de naturalidade do mundo (mamãe a essa altura do campeonato não dava mais um pio), agradeci, sorri e voei dali como se tivesse asas nos pés. Que medo! Depois do susto, fiquei a pensar no que teria acontecido caso ela tivesse aberto a mala. Eu teria que pagar impostos sobre os produtos? Não trouxe nada para revender, são apenas coisas para mim e/ou para oferecer a familiares. Nunca me atentei para a quantidade de coisa que podemos trazer 'de fora' mas tendo eu dupla cidadania, acho que é óbvio que quando vou à minha cidade natal quero trazer este mundo e o outro, certo? Entendidos neste assunto, esclareçam aqui a pessoa! :)

(e agora vou ambientar-me novamente à blogosfera, tentar escapar ao jet lag (não está fácil), colocar o sotaque carioca na gaveta (tá difícil, viu cara?) e voltar com tudo que já tenho saudades!)
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26 maio 2017

Não consigo parar de ouvir:


Estou apaixonada por essa voz e por essa letra. Que doçura de música! Não conhecia a cantora mas ela está em toda a parte aqui no Rio...oiço essa música vinte vezes por dia (isso e funk mas vamos pular essa parte). Estou capaz de devorar todo o cd desta gaja, que voz maravilhosa!
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22 maio 2017

Estou oficialmente in love... #2

... pelos Cream Lip Stain da Sephora!

Oh-meu-Deus-como-é-que-vocês-nunca-me-falaram-nisso? A sério, como é que eu desconhecia por completo a existência destes babies? É que passaram-me totalmente ao lado (e reza a lenda que estes batons já existem há quatro ou cinco anos, quer dizer... ando a dormir!). Descobri-os por mero acaso, na boca da vendedora da Sephora. Fui à loja comprar o meu hidratante de cutículas da Mavala (para quem gosta de cutícula à brasileira - eu! eu! - esse produto é um sonho, uso há quase dez anos) e reparei no batom vermelho lindo (e matte) da vendedora. Elogiei-lhe a cor e ela respondeu: "olha que estes batons baixaram de preço, agora estão 9,99€ e duram o dia inteiro sem transferir..." Oi?!

Ela levou-me até a bancada dos batons e eu fiquei ali a olhar para aquela embalagenzinha simples, mixuruca mesmo... e pensava: "hummm a sério que essa embalagem tem uma fórmula tão boa? Não sei, não..." mas pelo preço, comprei um para experimentar. Escolhi o nº 24, o Burnt Siena, porque sou fã desse tipo de cores com um fundo mauve. Cheguei em casa e a primeira coisa que fiz foi aplicar o batom. Textura ótima, fácil de aplicar e em segundos ficou totalmente matte e sequinho como eu gosto. Maravilha!

Fiz o jantar, jantei, treinei, tomei banho... e esqueci-me completamente do batom. Quando fui lavar os dentes antes de me deitar, olho horrorizada para o espelho e ainda estava lá o batom, fixo como tudo. Pára tudo, quero to-das as cores, nunca mais uso outra fórmula na vida! Nunca vi poder de fixação igual! Não dava nada pelo batom (sou pessoa que acredita em embalagens bonitas e vistosas, coisas simples geralmente me passam ao lado) mas caramba, foi A surpresa para mim! Pesquisei sobre os Cream Lip Stain na internet e descobri tooodo um mundo de outras fã enlouquecidas. Tipo eu.

Pontos Positivos:

--» Possuem enorme poder de fixação (duram em média 6/7 horas sem precisar retocar - mesmo com refeições pelo meio).
--» São fáceis de aplicar e secam em menos de nada, ficando com acabamento totalmente matte e aspecto aveludado.
--» São económicos (custam 10€)
--» Existem em 40 cores lindíssimas (quero todas, menos os azulões e cores mais exóticas)
--» A fórmula NÃO resseca os lábios (descobri que possuem óleo de abacate e vitamina E)
--» NÃO transferem depois de seco (o que é um alívio, especialmente para as beijoqueiras como eu - nada pior que lambrecar a boca do marido de batom, ainda para mais o meu que é super branquinho)
--» Não é testado em animais (yey!)

Pontos Negativos:

--» A embalagem simplista. Não sei vocês mas eu AMO um produto com embalagem diferente, é um detalhe que para mim conta muito (embora reconheça que embalagens bonitas geralmente = produto caro).

--» Não terem toodas as cores cá em Portugal (a vendedora disse-me que ainda este ano chegarão as outras todas) mas nada que as nossas viagens por aí não ajudem, certo? Ou isso ou apelamos ao bom e velho Ebay para conseguir 'aquela' cor.

Estou completamente rendida! Quem mais também é fã destes batons? 

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16 maio 2017

Voltar a casa :)


Não é bom, é maravilhoso. Há cinco anos não pisava "em casa" e a vontade já era imensa. Decidi vir muito em cima da hora (com um vôo que me custou 300€) e ainda não me arrependi. O Rio continua lindo, vibrante, com aquele cheiro incrível que mais nenhuma cidade tem. Já enfardei biscoito O Globo,  já mergulhei na praia da Barra,  já me entupi de Havaianas e de Bepantol Líquido (fiz hoje a máscara e confirma-se: só dá mesmo certo com a versão líquida - que não há em Portugal). E é isto. Se a vida podia ficar melhor? Acho que não :)




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10 maio 2017

shopping | 10 coisas novas

Há quanto tempo não posto sobre comprinhas? Muito tempo! Não, não estou há imenso tempo sem comprar roupa (quem me dera conseguir resistir aos apelos das montras) mas ultimamente tenho apostado em  muitos básicos, então nunca acho que vale a pena falar sobre peças tão simples. Mas como vou viajar para o Rio de Janeiro daqui a 2 dias (e reza a lenda que o Rio continua lindo, sim senhora, mas também continua caro como tudo), aqui a pessoa lançou-se pelo shopping em buscas de coisas giras para vestir na Cidade Maravilhosa. Comprei imensa coisa (e montes de prendas para levar, como sempre) mas selecionei dez peças de que gostei mesmo muito e que valem a partilha:

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04 maio 2017

Roteiro // Luxemburgo


Em Março fomos passar 3 dias no Luxemburgo, depois de uma promoção bombástica da Ryanair (17€ ida + 17€ volta). Confesso que o país nunca me tinha despertado grande interesse e só o conhecia dos tempos de escola, quando estudei sobre o BENELUX. Mas é aquilo, por menos de 20€ eu jamais recusaria a oportunidade de acrescentar mais um carimbo ao passaporte, então... siga!

Depois dos bilhetes comprados, fomos ao Booking ver o que havia. Como foi uma 'viagem-surpresa' que não estávamos a contar fazer, o objectivo era simples: hotel funcional e barato. A escolha recaiu no IBIS Budget Luxembourg Airport (que aconselho muito!) com uma diária de 57€/casal, internet wi-fi no quarto, funcionários mega simpáticos, paragem de autocarro à porta do hotel (que nos levava ao centro do Luxemburgo em 15/20 minutos). Dali era só bater perna e passear :)

O autocarro que passava à porta do nosso hotel era o 29 (comprámos bilhetes diários que permitiam a livre circulação em qualquer autocarro do país e custa 4€/dia), não façam como eu que fiquei à procura das estações de metro (o país é tão pequenino que por lá não há metro). O autocarro deixava-nos na Gare de Luxembourg (de onde partem os comboios internacionais) e o edifício da Gare é qualquer coisa, arquitetura maravilhosa :)
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02 maio 2017

O acessório mais cool da temporada:

Lenços de seda!

É incrível pensar como um acessório tão pequenino é capaz de fazer tanta diferença! Não era amante de lenços, aliás, achava que este género de lenços era super à velha (sim, esfolem-me) mas de tanto ver a minha mãe sempre com um lencinho amarrado ao pescoço (e confesso, depois de ver o 'boom' que tem havido em torno deles) há coisa de três anos passei a incorporá-los no meu dia-a-dia e estou completamente rendida. Seja nos cabelos, preso numa mala, ao pescoço ou a fazer de top, um lenço de seda é o nosso melhor amigo quando queremos dar aquele 'up' ao nosso visual. Espreitem:


Tenho vários, sendo que de acordo com o objectivo escolho-os em 100% seda (caso vá utilizá-lo no pescoço) ou em mistura de seda - pelo menos 50% de seda, para garantir o caimento e brilho - caso seja para usar amarrado ao cabelo ou preso na mala. Um bom lenço não será um artigo barato mas é algo que dura bastante e que faz toda a diferença quando há qualidade (já experimentei comprar dos baratos em poliéster e não há comparação, o tecido é duro e não tem caimento especialmente nas pontas, para fazer amarrações). Compro habitualmente em outlets (sempre sai mais em conta) e o Freeport é o meu sítio de eleição para este tipo de artigos: Carolina Herrera (45€), Purificación Garcia (20, 25€), Bimba y Lola (a partir de 15€) e afins.

Da experiência que tenho, o melhor sítio para comprar estes lenços até o momento foi em Marrocos. São muito baratos e maravilhosos. Os preços começam nos 12€ e são 100% seda, uma perdição. Costumo guardá-los como vi fazerem na loja, em cabides muito direitinhos.

E por aí, também são fãs deste tipo de lenços? Eu ando sempre atenta para descobrir novas maneiras de amarrá-los, se tiverem dicas, partilhem!
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30 abril 2017

Os queridos anónimos (sempre os mesmos):

No post anterior recebi essa pérola de comentário (e mais três ou quatro que achei por bem eliminar e vos poupar de tamanha imbecilidade):

Desenganem-se, não fiquei minimamente incomodada. Não é algo que me irrite mas não pude deixar de achar estúpido isto de apontar 'defeitos' às características físicas de alguém. Tenho rabo grande? Tenho, sempre o disse aqui no blog. Tenho mamas grandes? Eu diria que sou abençoada nessa área, já que visto uma copa C que preenche muito bem decotes e que é das partes do meu corpo que realmente adoro. Se sou mulata? Epá, há divergências, considero-me morena mas cada um interpretará consoante a sua escala Pantone de cores. Para uns posso ser morena, para outros negra e para a anónima, sou mulata. Também já me chamaram de indiana na rua, então, deixo ao vosso critério. Nunca vos disse que era loira de olhos azuis, pois não? :)

Quando somos felizes com aquilo que o espelho nos devolve... a opinião dos outros sobre nós é meramente cagativa. O que me choca no comentário é a vontade ferrenha de magoar, de menosprezar o outro ("não é nada de especial"), de querer atingir e claro, o tom racista do mesmo.

Vivo em Portugal há quase treze anos e já passei por 'n' situações de xenofobia e racismo que vão desde me perguntarem numa discoteca (após ouvir o meu sotaque carioca) quanto é que eu cobrava à hora (isto logo na primeira vez em que saí à noite cá, estava a viver no país há 8 meses) até o dia em que um professor na faculdade disse que a apresentação do meu trabalho tinha sido excelente e que eu era tão 'inteligente que nem parecia brasileira'. Yap, perante tooodo um auditório cheio de gente.

Se estas situações (e outras que nem vale a pena mencionar) não tiveram poder para me magoar (ao menos, não profundamente) não vai ser um comentário deste calibre que me vai irritar. Mas sim, é triste perceber que estamos em 2017 e ainda há gente que se preste para escrever alarvidades destas, infelizmente o ambiente da blogosfera têm estado cada vez mais preenchido com estes anónimos infelizes. É pena...
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28 abril 2017

Do verbo descomplicar

Eu sempre digo que sou pessoa de viver em grandes metrópoles, que adoro agitação, ter sempre o que fazer, viver em constante movimento (estar parada para mim é morrer), que amo o clima das grandes metrópoles e que jamais conseguiria viver no campo. Digo isso um sem número de vezes, como que para tentar me convencer. Nasci numa cidade no interior do Rio de Janeiro (daquelas onde não se passa absolutamente nada e onde as pessoas andam mais de bicicleta do que de carro) mas com três anos mudei-me para a Tijuca, no meio do caos urbano carioca. Cresci apaixonada por cidades grandes, tanto é que aos 17 anos mudei-me para Lisboa (apesar de todas as minhas raízes portuguesas estarem em Ponte de Lima, Viana do Castelo). Já lá estive vezes sem conta - e gosto, muito mesmo - mas para viver... não, obrigada. Adoro (ou sempre pensei que sim) cidades grandes.

Mas quando tenho a possibilidade de estar em cidadezinhas pequeninas, vilas antigas onde tudo passa mais devagar, sem grandes preocupações, só mesmo desfrutar de viver... parece que tudo faz mais sentido. Sou tão feliz! Não sei vos explicar essa dualidade de sentimentos, mas às vezes (quase) pareço achar que sim, que também seria feliz a viver no interior do país, uma vida descomplicada, simples, mais tranquila. Gosto das duas vertentes :)

Aproveitei o feriado para ir ao Alentejo (cada vez gosto mais desta zona do país) e descansei tanto! Sem horas para acordar, com um marido que levava-me o pequeno-almoço à cama todos os dias (cá em Lisboa refila sempre, em férias está sempre bem disposto e muito mais romântico, é um facto), praias lindíssimas (passei por Porto Covo, São Torpes - quentinha que só, Vila Nova de Milfontes, Melides e Lagoa de Santo André), fiz exercício quando quis (ou seja, só um dia), não comprei absolutamente nada (que rufem os tambores!), comi imenso peixe e marisco (que amo de paixão), provei gelados artesanais, vi o pôr do sol na praia, devorei dois livros... ah, fui tão feliz!

O ritmo calminho e descomplicado do Alentejo me fascina. Quando vamos na estrada e de repente vejo casinhas isoladas no meio do nada, penso sempre "que raio de vida uma pessoa deve levar perdida neste sítio..." mas depois penso que não, que deve ser maravilhoso acordar ao som dos passarinhos, comer legumes da horta, o peixe fresquinho, a vida mais tranquila e saudável, sem o stress das grandes cidades. Bom mesmo era passar a semana em Lisboa e os fins de semana lá em baixo, isso é que era: o melhor dos dois mundos!

❤❤❤
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26 abril 2017

Dica // As Oportunidades da IKEA

Não sou nada enjoada com isto de 'comprar artigos de exposição'. Não ligo, de verdade. É claro que existem artigos e artigos (tudo o que seja tecnológico - televisão, electrodomésticos, iphones, etc - não compro por que são sempre artigos 'mexidos') agora quando são móveis ou acessórios para casa, não vejo qualquer problema, desde que tenham desconto (se for para cobrar como 'novo' então é claro que não compro).

Por isso sou incapaz de ir à uma loja IKEA e não espreitar a seção das Oportunidades. Já fiz com cada achado! Já comprei tapetes enormes e caros por 1/3 do preço (nada que uma ida à lavandaria - que me custou uma ninharia - não resolvesse), já comprei edredão (mais uma vez, lavandaria com ele), já comprei móveis em exposição (com defeitos tão irrisórios como 'um parafuso no pé do puff' que facilmente arranjei - por 70% de desconto compensou). Não tenho preconceitos com este tipo de artigos, se gosto, se me faz falta e se consigo pôr 'como novo', então, venham daí esses artigos!

Na minha última incursão pelas oportunidades (mostrei-vos aqui) comprei uma divisória para acessórios e jóias da linha PAX e finalmente, meses depois, encontrei a serventia perfeita para ela:

Cortei as laterais com um x-acto e deixei-a mesmo à medida das gavetas do meu toucador (também ele da IKEA, o modelo MICKE com duas gavetas). Ficaram perfeitas! Não precisei mexer na altura, foi mesmo uma questão de acertar as laterais e encaixar as divisórias na gaveta. Andava mortinha por uma nova caixa de guardar jóias e agora não preciso mais :)

(originalmente a mesa MICKE não vem com esse vidro sob o tampo, mas como é essencialmente uma mesa de maquilhagem, mandei fazer o vidro sob medida para proteger o tampo de pós, bases e afins - ficou baratíssimo, penso que 15€ ou coisa parecida).

E vocês, também fazem bons achados nas Oportunidades IKEA? 
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23 abril 2017

Beach, please!

Ahhh as saudades que eu tenho de passar o fim-de-semana na praia! Hoje rumo a Sul para quatro dias de puro descanso (assim espero), muitos mergulhos, sol no lombo que também é preciso e carradas de livro para ler (no último mês despachei 4, o meu marido fica absolutamente chocado com a quantidade de página que leio, é um vício - mas tão bom). Na mala levo o essencial para a praia:

---» Manta azul degradè tamanho gigante (é uma mistura de manta com tapete, levíssima para a praia) que comprei na medina de Chefchaouen.
--» Toalha (com barra de tecido feita por mim) e porta-toalhas (Primark, nova coleção)
--» Cesta de verga comprada em Alcobaça
--» Óculos RayBan aviador (adoro esse modelo!)
--» Melissas c/ laço que trouxe do Rio de Janeiro na última viagem que fiz
--» Fato de banho ASOS (aquele maravilhoso que nos deixa com corpaço, eu chamo-lhe de 'mágico')
--» Brincos H&M (saldos do ano passado)

Bom fim-de-semana, pessoas! :)

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21 abril 2017

Que rufem os tambores:

Habemus reembolso do IRS disponível na conta (sim, foi mesmo em 15 dias #CentenoRules) e nunca nos meus longos anos de IRS eu recebi acima dos 4 dígitos, estou numa felicidade só! :)


E acho que a ocasião merece ser celebrada com pompa e circunstância, por isso estou aqui a pensar se estourarei o dinheiro em conjunto com o meu digníssimo esposo numa semaninha de férias aqui:

Tailândia

Ou se darei voz à minha veia consumista que clama há uns dois anos por essa menina aqui:

Métis, Louis Vuitton

Que indecisão, pessoas! São duas paixões incontroláveis que competem lado a lado um espaço no meu coração: as viagens e as malas de design. Não saberia escolher! Parece que tenho duas vozes, uma de cada lado da cabeça (tipo o anjinho e o diabinho do desenhos animados): a voz racional diz que devo optar pela viagem, que é sempre uma experiência incrível, ainda por cima num destino que já anda em cima da mesa há uns tempos. Se ouvir o lado emocional, penso que a mala é maravilhosa, que ao contrário de uma viagem não vai acabar em uma semana (pelo contrário, é daquelas que duram anos!) e se no futuro enjoar, sempre posso vender que nunca perco dinheiro (elas valorizam com os anos, especialmente LV). 

O que fazer? Não sei. O meu marido não é para aqui chamado para dar opiniões porque é claro que vai querer a viagem. O meu lado 'egoistazinho' diz que se optar por comprar a mala, vou acabar por ir de férias a mesma para um sítio igualmente fantástico (que o meu marido trabalha essencialmente para isso, para ir de férias quando lhe apetece, o gajo não passa sem férias de praias quentinhas).

Não quero me precipitar por isso até o fim-de-semana estou aberta aos vossos conselhos. Que me dizem? Razão ou Emoção? :D
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20 abril 2017

Ai meu coração!

A H&M relançou das cinzas o meu modelo perfeito de calções e eu estou in love! No ano passado comprei estes em ganga e deixei escapar os pretos (quando fui para comprá-los já não havia nada de nada) e jurei para mim mesma que se os apanhasse noutras cores era menina para comprar um de cada. São maravilhosos! Para quem tem coxas grossas (eu!) é o modelo que melhor assenta: cintura bem marcada, bolsos enormes e pernas largueironas e super confortáveis. Amo! Assim que os vi no site da H&M encomendei logo os amarelos e pretos (o azul parece-me muito semelhante ao que eu já tenho, senão também marchava) e aproveitei os 15% de desconto e os portes gratuitos (válidos até amanhã, penso eu). Maravilha!

Sou apaixonada pelo tecido Lyocell, pelos folhinhos na cintura, pelo modelo e claro, pelo preço (19,99€). Ainda passei numa H&M perto do trabalho para os experimentar mas essa colecção ainda não tinha chegado à loja, por isso arrisquei comprar no site (em loja, esses calções desaparecem num piscar de olhos!). Valem muito a pena!
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19 abril 2017

A geração de iputos (sim, com 'i' de iphone)

Fui jantar em casa de um casal amigo que tem três filhos pequenos (10, 6 e 4 anos). Os miúdos são uns bombons: educados, queridos, divertidos... mas têm um 'problema': são completamente viciados em tecnologias. Eu não vou julgar nem entrar no mérito "a culpa é dos pais" por que só quem está no convento é que sabe o que vai lá dentro e com três crianças nessas idades não sei se sou capaz de apontar o dedo à mãe que chega cansada do trabalho e enquanto prepara o jantar espeta com desenhos na televisão para o mais pequeno, um smartphone para a miúda e um tablet para o outro. Sim, foi esse o cenário com o qual fui 'recebida'. Éramos quase dez amigos para jantar (foi o aniversário de um deles) e aproveitei para escapulir até onde estavam as crianças.

O cenário que vi foi de cortar o coração: miúdos tão pequenos completamente focados nos mini-ecrãs que cada um trazia na mão. Perguntei se queriam brincar e olharam-me como se eu fosse um extraterrestre. Que não podiam, estavam a jogar. Fiquei tão triste com aquilo que decidi perguntar uma última vez se queriam jogar um jogo brasileiro, que eu jogava quando era pequena. O mais novo deixou escapar, baixinho: "pode ser, estou a ficar sem bateria..." e logo vieram os outros dois.

A primeira brincadeira que me veio à mente foi 'jogo de mímica' (estou destreinada na arte de 'inventar jogos') e escolhemos o tema dos animais. Cada um escolhia um animal e depois começava a imitar os gestos (era proibido emitir sons) até que alguém descobrisse e então essa pessoa que tinha descoberto ficava com a missão de imitar outro animal... No princípio o jogo não tinha fluidez, eles pareciam nem saber bem o que fazer, demoravam imenso tempo a escolher que animal interpretar, uma seca hahaha (confesso que a essa altura já estava arrependida e pronta para lhes devolver os tablet e smartphones).


Depois que a coisa ganhou velocidade, opá, foi o máximo! Ver a carinha de felicidade deles com uma coisa tão banal não teve preço! Estava sentada com eles no chão e a certa altura a minha amiga me veio chamar para a sala, fiz menção de me levantar e o puto do meio exclamou: "ela agora não pode, não vês que estamos a brincar?!" e eu desmanchei-me a rir. Sempre que eu fazia que me ia levantar e dizia: "então vá, meninos, agora vou para junto dos adultos porque vocês têm que dormir", o pequenino dizia: "senta-te, senta-te, vamos brincar mais um bocado!".

Conclusão: não conversei nada com os meus amigos, passei todo o tempo de volta dos putos mas senti que fiz três crianças verdadeiramente felizes naquela hora e meia. Deitaram-se exaustos, transpirados de tanta macacada e ofegantes. No fundo, foram apenas crianças naquele curto espaço de tempo.

Mais uma vez, não quero julgar o tipo de educação que a minha amiga lhes dá - porque sei que, dentro das possibilidades, ela faz o melhor que consegue - mas tive tanta mas tanta pena! A infância de hoje em nada se parece com a que eu tive, por exemplo (e foi só há 20 anos). Eu pulava corda, subia em árvores, andava de bicicleta, fazia bolo de lama, escavava a terra atrás de tesouros, voltava para casa podre (joelhos esfolados, mãos todas imundas, transpirada até a raiz do cabelo...) e como fui feliz! Criança precisa disso, de ser livre, de brincar com coisas simples e infantis, não precisam ser mini-adultos, terão tanto tempo para isso no futuro...

(Um dos aspectos que mais me assusta nisto de ter filhos (tanta coisa me assusta...) é mesmo que tipo de vida os putos de hoje têm, se conseguirei que vivam em plenitude a infância, se terei a disponibilidade que eles exigem (e que, vá, merecem), uma série de coisas que me faz adiar, adiar, até a altura perfeita (que não existe, eu sei). A verdade é que a cena que vi no jantar foi semelhante a essa que ilustra o post e ficou-me gravada na mente... sei que não quero repetir algo assim com um filho meu. A ver vamos.)
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17 abril 2017

Se eu precisava de mais um par de almofadas?

... pois, provavelmente não.

Mas estas eram mesmo tão fofinhas e com um preço 'de saldo' que uma pessoa não consegue resistir. Adoro o padrão étnico, o detalhe das pontas, as fitas coloridas... amo! Aliás, ainda estou para descobrir loja melhor do que a Primark (melhor = mais em conta) no que toca às almofadas decorativas.

Custavam 8€ cada e estavam a 3€, já com enchimento (as capas são amovíveis). Maravilhoso, não? Compro pouquíssimas coisas na Primark mas almofadas e artigos para casa, surpreendentemente, têm tido excelente durabilidade por cá. Nos saldos passados comprei estas, a 2€ cada:

Já foram à máquina (a capa, o enchimento não) e continuam impecáveis. E pensar que dava sempre imenso dinheiro nas almofadas da Zara Home e Área... que tola. Hoje só compro nessas lojas se for um artigo que me chame mesmo muito a atenção, caso contrário, minha rica Primark! :)

(espero que tenham tido uma Páscoa fantástica, cheia de momentos bons, descanso e paz junto das vossas famílias - por cá foi tudo calminho, estava a precisar tanto de descansar, ler e dormir sem horas para acordar que me soube pela vida esses diazinhos de ronha.)
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14 abril 2017

Escapadinha // Aveiro


Conhecer Aveiro era uma das grandes 'falhas' no meu currículo de cidades portuguesas. Sim, é certo que ainda me falta conhecer algumas (já agora, fiquei deliciada com as vossas dicas neste post, apontei tudo para não deixar escapar nada, obrigada!). Vivo em Portugal há quase 13 anos e não me recordo de alguma cidade ter exercido tamanho fascínio sobre mim quanto Aveiro. Fiquei (e estou) completamente apaixonada pela cidade e especialmente pelas pessoas. É que não há comparação possível com o povo do norte e os cá de baixo, infelizmente. Não sou de comparações mas a diferença é tão abismal que dá que pensar.

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12 abril 2017

Das coisas que adoro:

Adoro ter pequenos souvenirs de viagens espalhados pela nossa casa. É uma lembrança diária de sítios onde já fomos tão felizes (somos sempre um bocadinho mais felizes nas férias, não acham?), adoro reunir objectos que trouxemos dos diferentes cantos do mundo, acho que torna qualquer decoração mais interessante e a casa com aquele ar de 'lar-em-construção' que eu tanto aprecio.

No hall de entrada, uma miniatura que trouxe de Barcelona, na parede do corredor uma tela gigante com uma foto nossa em Paris (no dia em que ele me pediu em casamento), no outro corredor uma peça em madeira com a frase "Rio I Love You" que eu ganhei do meu pai na última ida ao Rio de Janeiro. Na sala, a estatueta de mármore que compramos em Atenas, na prateleira do closet a máscara Inca que trouxemos do México. No aparador da sala de jantar, o bule e o tabuleiro que trouxemos do Marrocos.

E a nova aquisição, que tem mesmo a nossa cara:

Um globo do mapa mundi.

Já andava de olho numa peça do género mas não encontrava nenhuma com pés trabalhados como esse e num material que fosse realmente bom e pesado. Na viagem ao Luxemburgo esticámos um bocadinho até Trier, na Alemanha e encontrei o globo dos meus sonhos por lá, na famosa TK Maxx (eu pre-ci-so dessa loja cá em Portugal, dá vontade de comprar tudo!). O globo custava 79€ e comprei-o por inacreditáveis 17€... ainda consegui a proeza de trazê-lo enfiado na mala de mão (palmas para a Ryanair que me deixa sempre viajar com dois volumes de mão - e palmas para o meu marido que viaja sempre com pouquíssima coisa já a contar com o espacinho extra que eu vou surripiar da mala dele).

E vocês, também decoram a casa com objectos trazidos de viagens? :)
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10 abril 2017

Domingos.

Domingo é o meu dia preferido da semana, desde que me lembro. E não, não é por estar de folga (mesmo quando trabalhava ao fim-de-semana, sempre adorei o dia de domingo). É aquela coisa de ser 'o-último-dia-da-semana', acho. Domingo tem um charme próprio, que mais nenhum dia tem.

Ontem foi especialmente gostoso. Sol e dias bonitos fazem tudo ter outro encanto, certo? Fomos até a Boca do Inferno, em Cascais, depois caminhamos até a vila e paramos para um lanche num sítio com esplanada que aceitasse cães (coisa ainda rara cá em Portugal - infelizmente). No regresso parámos num género de prainha escondida e aproveitámos para darmos o primeiro mergulho da época. Soube tão bem! É incrível o bem que a água do mar nos faz!

Cascais ganha outra vida nessas altura, já se notavam os turistas (maravilhados com o nosso clima), as crianças por todo o lado com bicicletas, patins e outros que tais, parece que sai tudo à rua nessas alturas e a cidade se enche de vida. Eu adoro observar tal fenómeno! Poder terminar a semana de vestido leve, sandálias nos pés e um mergulho no mar... não tem preço :)
Na foto: Mala e chapéu Tommy Hilfiger (nova coleção) que são a coisa mais prática de sempre (a mala é bastante semelhante às Pliage da Longchamp mas num material que parece-me mais resistente) e são a cara do verão (adoro o padrão navy). O cabelo levou um corte escadeado agora para os dias mais quentes e aproveitei para dar um banho de brilho com a coloração preto-azulada (a minha cor preferida). Ahh como eu adoro esta altura do ano! Parece que tudo se renova e eu adoro recomeços :)
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05 abril 2017

IRS: done! ✔


Cheguei do trabalho tarde e a más horas mas achei que já andava a adiar muito o preenchimento do IRS (sou daquelas que gosta de fazer tudo com antecedência - e receber mais rápido, também). Ontem foi o dia! Eu sou uma nulidade no que toca a questões tributárias (só sei que desconto um valor 'simpático' todos os meses) mas com esta coisa da declaração vir toda preenchida e só termos que, basicamente, preencher o NIB... é assim uma pequena maravilha. Tenho vindo a receber mais a cada ano que passa (que se mantenha sempre assim, Amém!) e desde que casei então o meu reembolso aumentou mais de 120%. Não percebo do assunto mas diz o meu marido que é por termos escalões diferentes ou lá o que é (ele recebe quase o dobro do que eu declaro), eu não sei, só sei que adorei ver o valor que vamos receber este ano, com um aumento de quase 500€ em relação ao ano passado. Gostava era de perceber o que mudou de um ano para o outro (é que a meu ver, continua tudo igual) para justificar esse aumento, só espero que não seja um erro do site ahahaha.

Eu nunca me lembro do dinheiro do reembolso ao longo do ano, nunca 'conto' com esse dinheiro para nada, por norma acabo por gastá-lo num destino novo de férias (sim, é a minha perdição). Este ano acho que vou manter a tradição :D E vocês, em que costumam gastar o vosso reembolso do IRS? (caso o recebam, é claro - há uma parte da população que paga, deve doer...)
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04 abril 2017

É por estas e outras que eu adoro road trips:

Nada como voltar a Lisboa e decidir passar por Alcobaça para matar saudades (há muitos anos que não passava por lá). Pelo caminho, já a poucos minutos de Alcobaça, enganamo-nos na saída e fomos parar a uma cidadezinha que parecia perdida no tempo (não fixei o nome, sorry). Enquanto eu tentava ligar o GPS (completamente maluco) e sincronizar o caminho até o centro de Alcobaça, vi uma lojinha com cestos de junco artesanais e quis parar para espreitá-los. Eram lindos, cada um mais giro que o outro. Eu adoro esse tipo de cesto para o verão (e diz que estão super em alta, tenho visto deles por todo o lado), então não pensei duas vezes: Veio comigo.


Havia em imensas cores, padrões, tamanhos, com alça curta, com alça a tiracolo em pele, uma panóplia de cestos que uma pessoa até ficava tonta. Já tinha andado à procura destes cestos cá em Lisboa e nunca encontrei por menos de 45€ (confesso que sou forreta e acho sempre que este tipo de malas não tem grande durabilidade, por isso não compensa). Contudo, a senhora lá da lojinha (tão querida!) explicou-me que os cestos de junco duram imenso tempo, que são feitos à mão por uma família que aprendeu a técnica com uma marca famosa de cestos da região (que diz a senhora, vendem estes cestos depois a 70€ e 80€ - achei a história um bocadinho fantasiosa mas enfim, lá comprei o cesto).

Quis a versão clássica em natural e paguei inacreditáveis 19,50€ (até perguntei duas vezes quando a senhora disse o preço, pareceu-me mesmo inacreditável). Tem o tamanho perfeito para as minhas tralhas de praia (talvez arrisque noutros sítios que não a praia, ainda não sei) e adoro a ideia de combiná-lo com lenços de seda como o da fotografia (que trouxe do Marrocos junto com mais 4239 outros - amo lenços!).


E depois lá chegamos ao centro de Alcobaça e eu perdi-me pelos labirintos do Mosteiro, que coisa mais linda! Nem dá vontade de uma pessoa sair lá de dentro!
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01 abril 2017

Ufa!


Que semaninha caótica essa! Queria ter tido tempo para vir vos contar das mini-férias (foram só três dias mas souberam pela vida: sábado, domingo e segunda - regressamos a Portugal na 3ª feira) que foram incríveis e recheada de momentos inesquecíveis. Fomos ao Luxemburgo e no último dia apanhamos o comboio até Trier, na Alemanha. Sim, dois países em dois dias, somos loucos :D

Entretanto no regresso a Portugal apanhei um 'problema' com a diferença de pressão durante o vôo e sentia o ouvido esquerdo tapado. Fui ontem ao Otorrino e descobri que fiz um Barotrauma no ouvido (nunca tinha ouvido falar nisso antes), leva de duas a três semanas para voltar ao normal (até lá, se me virem na rua, gritem... que eu estou surda de todo).

Em breve partilho o roteiro dessa viagem e entretanto... já estou a fazer malas de novo, desta vez vou só até o Porto (tenho uma paixão pelas cidades do norte!) em modo passeio com toooda a família (e só voltamos n 2ª feira, tão bom!). Quero ver se é desta que vou conhecer o outlet de Vila do Conde que já ando com vontade de fazer compras (quer dizer, ando sempre, mas agora a coisa está mesmo acentuada).

Bom fim-de-semana, pessoas!
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30 março 2017

O cliente pseudo-famoso:

Hoje aconteceu-me uma situação no mínimo caricata. Um dos clientes da empresa cometeu um 'engano' e enviou-me um email para ver se eu poderia dar um jeito e basicamente, consertar a cagada. Consegui remediar a situação mas não do jeito que o cliente queria (era de todo impossível) e hoje o cliente 'exigiu' falar comigo e pediu que a recepcionista me fosse chamar porque 'eu tinha que resolver a questão'.

Enquanto falava com ele e tentava explicar pela enésima vez o que já lhe tinha explicado por telefone e por email, o homem ficava cada vez mais enervado (e quando começam com estas merdas a mim só me apetece ser ainda mais inflexível - quer dizer, estou a fazer-lhe um favor e ainda vêm com exigências? Tá bem, abelha) e lá encerrei o tema com um 'pois, eu compreendo mas já fiz tudo o que estava ao meu alcance, mais não posso fazer, lamento."

Ele vira-se para mim com ar muito 'eu-sou-muita-bom' e dispara:

- Eu não sei se sabe com quem está a falar, provavelmente não reparou no meu apelido mas sou irmão do actor XYZ.
- Desculpe, eu não sei de quem se trata.
- Não vê novelas? Ele é um dos protagonistas.
- Não, não tenho paciência para novelas e, sem querer ofendê-lo, o apelido soa-me familiar mas não me diz nada.
- Ele foi capa da revista XPTO... (mesmo a insistir "olhem-só-como-o-meu-irmão-é-famoso")
- Pois, eu raramente leio revistas, por isso não sei quem é. (olhar escandalizado do cliente como se eu vivesse em outro planeta).

Juro-vos que não liguei o nome à pessoa numa primeira instância. É claro que depois fui a correr para a net pesquisar e confirma-se, o irmão é mesmo muito famoso mas... who cares? É por isso que devo abrir-lhe o mar vermelho como Moisés e passar por cima de todos os protocolos? Por que? Porque o irmão aparece na televisão em horário nobre? Faça-me o favor!

De todas as vezes em que ouvi a frase "sabe com quem está a falar?", o meu interlocutor era sempre uma pessoa insignificante que tentava 'ser alguém' baseado em: 1) sou rico; 2) sou famoso; 3) venho de família importante; 4) sou influente. E dá-me sempre um gostinho perverso em tratar esta gente como trato o comum-mortal: por igual, sem privilégios. (então se começam com a mania, aí é que faço meeesmo questão de ser 'neutra' e não há cá favorzinhos para ninguém, era o que mais faltava!)
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27 março 2017

E mais sugestões?

Então é assim: aqui a menina gosta muito de viajar (não se nota mesmo nada, eu sei) e este ano estou um bocadinho 'limitada' em termos de viagens internacionais (tenho duas intercontinentais para fazer até Julho - medo! e uma de 12 dias pela Europa, por isso...) já só me restam os fins-de-semana e feriados prolongados para me pôr a andar e conhecer coisas por cá. A questão é que acho que já conheci tudo o que há de giro para conhecer (adoraria estar errada) e é aqui que vocês entram: que cidades, terriolas, vilas giras é que ainda me falta conhecer? Dêem-me sugestões, dicas, sou toda ouvidos. Entretanto e para servir de guia, deixo-vos a lista de sítios 'cá dentro' onde já estive (não é que me importasse de voltar, é só que preferia ir a novos sítios primeiro).


De Norte a Sul, já estive em: Ponte de Lima, Viana do Castelo, Braga, Gerês, Porto, Vila Nova de Gaia, Aveiro, Costa Nova, Águeda, Coimbra, Figueira da Foz, Fátima, Óbidos, Alcobaça, Caldas da Rainha, Guarda, Serra da Estrela, Seia, Leiria, Santarém, Évora, Arrábida, Setúbal, Grândola, Sines, Vila Nova de Santo André, Serpa, Moura, Pias, Porto Côvo, Lagos, Portimão, Albufeira, Faro, Tavira, Vila Real de Santo António, Sevilha ups, já acabou o país! :P

Não quero acreditar que já esgotei a cota de sitios giros, aliás, se há uma coisa que Portugal tem e que parece fonte inesgotável são as cidades encantadoras de norte a sul. Na minha lista para visitar tenho: Peniche e Berlengas (no verão) e Portalegre. Mais alguma sugestão?
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25 março 2017

Ahhh os moliceiros!

São um caso de amor à parte. Eu ainda não tinha tido a oportunidade de ver esses barquinhos fofos ao vivo e foi das melhores atracções de Aveiro para mim! Tão genuínos, tão coloridos, tão divertidos... O capricho com que aquela gente enfeita e decora os seus barcos é de emocionar. E as frases matreiras? Todos os moliceiros têm assim uma 'sacanagenzinha' para apimentar as coisas e eu parti-me toda a ler alguns :D A maioria é bem inocente e com duplo sentido mas não deixa de ser engraçado!

É claro que tinha que andar num barquito destes (e depois ainda inventei de andar de tuk tuk - se é para turistar, vamos turistar em grande). Aveiro ficou-me mesmo, mesmo no coração. Amei a cidade e ouso dizer que depois de Lisboa, o meu coração é Aveirense :)
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23 março 2017

Escapadinha // Costa Nova, Ílhavo


O fim-de-semana retrasado serviu para escaparmos até a Costa Nova, numa viagem que eu já queria fazer há tempos! Decidi tudo muito em cima da hora (decidi viajar na 5ª feira, para arrumar hotel para sábado, foi a loucura). Sempre quis ficar numa daquelas casinhas típicas da Costa Nova - os palheiros - por isso a procura do hotel perfeito foi algo complicada, mas lá se fez.

A Viagem // 
De Lisboa para Ílhavo são cerca de 270km (duas horinhas de viagem - com um parada pelo meio para abastecer), estava excelente tempo pelo que a viagem decorreu numa boa. O carro do meu marido é super económico (gastámos 30€ de gasóleo em toda a viagem, acreditam?) e uma pessoa tem vontade de fazer Portugal de uma ponta a outra de carro (eu adoro road trips!). Em portagens gastamos 35€ (ouch! 17€ para ir e 17€ para voltar) e o meu marido só dizia "xiii, que roubalheira! Estamos a gastar mais de portagem do que nos custou o vôo da nossa próxima viagem..." sim, é um facto. Também acho as portagens nacionais caríssimas mas é a vidinha, se uma pessoa quer se pôr à estrada, tem que pagar e mais nada.

O Hotel//
Eu adoro hotéis diferentes e típicos, fujo um bocadinho daquilo que é mais mainstream (para desespero do meu marido). Ele estava inclinado para o Meliã Ria Hotel & SPA, em Aveiro. Eu queria a força toda ficar na Costa Nova, adoro o charme das cidades pequeninas. Como não estava a encontrar nada de jeito por lá, fiz pré-reserva no Meliã mas sempre com expectativa de vir a encontrar algo 'fofinho' na Costa Nova e um dia antes da viagem, consegui! Ficamos no Costa Nova Hotel, que tem uma localização fantástica e um design que 'imita' os antigos palheiros de riscas. Por ser uma reserva de última hora, tivemos direito a um desconto e pagamos 50€/noite, o que achei bem razoável pelo conforto, localização, pequeno-almoço buffet delicioso e todas as comodidades do hotel. Com estacionamento gratuito à porta, andamos sempre à pé e só pegamos no carro para ir a Aveiro. Adorei e recomendo!


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20 março 2017

20 de Março, dia da Felicidade:

Nem de propósito, estou a fazer algo que me deixa assim muuuuito feliz: arrumar malas


Pronto, a parte do 'arrumar' eu dispenso, não sou boa no assunto e apetece-me enfiar o closet inteiro dentro de uma mala de cabina mas diz que os senhores da Ryanair são uns chatos e que uma pessoa tem é que se contentar em levar meia dúzia de trapos (assim como assim, tenho que deixar espaço para os meus souvenirs).

Mas fica a ideia: o que mais me deixa feliz (a par das coisas óbvias: ter saúde e ter as pessoas que amo ao meu lado) é mesmo meter o rabo num assento de avião e ir descobrir o mundo!

(Só viajo no sábado mas como vou ter uma semana caótica em termos de trabalho, achei por bem deixar tudo orientado hoje. Okey, é mentira, quis começar a arrumar a mala hoje para saber 'o-que-é-que-me-falta-comprar' para a viagem e poder, ao longo da semana, voar na Zara e na H&M para buscar umas coisinhas giras e enfiar na mala. Ups!)
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18 março 2017

Beleza // Novidades da MAC

Não ligo grande coisa à maquilhagem (quer dizer, ligo o mínimo para saber fazer uma maquilhagem básica e neutra para o dia-a-dia), fui abençoada com uma boa pele (a genética ajuda, mamãe aos 48 tem uma pele incrível), nunca fumei, não tive acne na adolescência, enfim... a minha pele nunca me deu chatices. No dia-a-dia utilizo um BB cream com factor de protecção 50, máscara de pestanas e um batonzinho para dar aquele up na boca. E só. Não tenho paciência (nem tempo) para muito mais.

E é precisamente nos batons que reside o meu encantamento. Adoro-os! Uma das partes do corpo que mais gosto é a minha boca e é claro que adoro deixá-la em destaque com um batom que faça a diferença. Os meus preferidos são os da MAC (porque existem em infinitas cores, porque as embalagens são lindas e são relativamente baratos - custam 20€) e quase todos os que tenho são com acabamento 'matte', adoro uma boca ultrapigmentada e sequinha, sem vestígio de brilho.

Há dias fui à loja do Colombo em busca de uma nova cor para a Primavera e voltei de lá com duas novidades (uma delas não tão novidade assim, mas passou-me totalmente ao lado na altura do lançamento):

Como sou fã de batons com fórmula matte (sequinhos nos lábios) muitas vezes até se torna difícil a aplicação caso eu não tenha os lábios bem hidratados e é uma das preocupações que tenho ao longo do dia: vou aplicando várias vezes o meu bálsamo labial (uso o da SVR, que só havia em França mas agora já chegou cá, é incrível!). Mas... faltava-me um exfoliante labial e a MAC lembrou-se disso e lançou o Lip Scrubtious para quem quer lábios sempre impecáveis!

O exfoliante vem num potinho que não acho prático de usar (ou aplicamos com os dedos ou com pincel) mas a textura e o cheiro são maravilhosos! Existe em mais 4 aromas e cores, mas escolhi o de baunilha porque fiquei viciada no cheirinho. Realmente noto os lábios mais lisinhos e macios, uso dia sim, dia não. Custou 17€. 
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