28 abril 2017

Do verbo descomplicar

Eu sempre digo que sou pessoa de viver em grandes metrópoles, que adoro agitação, ter sempre o que fazer, viver em constante movimento (estar parada para mim é morrer), que amo o clima das grandes metrópoles e que jamais conseguiria viver no campo. Digo isso um sem número de vezes, como que para tentar me convencer. Nasci numa cidade no interior do Rio de Janeiro (daquelas onde não se passa absolutamente nada e onde as pessoas andam mais de bicicleta do que de carro) mas com três anos mudei-me para a Tijuca, no meio do caos urbano carioca. Cresci apaixonada por cidades grandes, tanto é que aos 17 anos mudei-me para Lisboa (apesar de todas as minhas raízes portuguesas estarem em Ponte de Lima, Viana do Castelo). Já lá estive vezes sem conta - e gosto, muito mesmo - mas para viver... não, obrigada. Adoro (ou sempre pensei que sim) cidades grandes.

Mas quando tenho a possibilidade de estar em cidadezinhas pequeninas, vilas antigas onde tudo passa mais devagar, sem grandes preocupações, só mesmo desfrutar de viver... parece que tudo faz mais sentido. Sou tão feliz! Não sei vos explicar essa dualidade de sentimentos, mas às vezes (quase) pareço achar que sim, que também seria feliz a viver no interior do país, uma vida descomplicada, simples, mais tranquila. Gosto das duas vertentes :)

Aproveitei o feriado para ir ao Alentejo (cada vez gosto mais desta zona do país) e descansei tanto! Sem horas para acordar, com um marido que levava-me o pequeno-almoço à cama todos os dias (cá em Lisboa refila sempre, em férias está sempre bem disposto e muito mais romântico, é um facto), praias lindíssimas (passei por Porto Covo, São Torpes - quentinha que só, Vila Nova de Milfontes, Melides e Lagoa de Santo André), fiz exercício quando quis (ou seja, só um dia), não comprei absolutamente nada (que rufem os tambores!), comi imenso peixe e marisco (que amo de paixão), provei gelados artesanais, vi o pôr do sol na praia, devorei dois livros... ah, fui tão feliz!

O ritmo calminho e descomplicado do Alentejo me fascina. Quando vamos na estrada e de repente vejo casinhas isoladas no meio do nada, penso sempre "que raio de vida uma pessoa deve levar perdida neste sítio..." mas depois penso que não, que deve ser maravilhoso acordar ao som dos passarinhos, comer legumes da horta, o peixe fresquinho, a vida mais tranquila e saudável, sem o stress das grandes cidades. Bom mesmo era passar a semana em Lisboa e os fins de semana lá em baixo, isso é que era: o melhor dos dois mundos!

❤❤❤
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26 abril 2017

Dica // As Oportunidades da IKEA

Não sou nada enjoada com isto de 'comprar artigos de exposição'. Não ligo, de verdade. É claro que existem artigos e artigos (tudo o que seja tecnológico - televisão, electrodomésticos, iphones, etc - não compro por que são sempre artigos 'mexidos') agora quando são móveis ou acessórios para casa, não vejo qualquer problema, desde que tenham desconto (se for para cobrar como 'novo' então é claro que não compro).

Por isso sou incapaz de ir à uma loja IKEA e não espreitar a seção das Oportunidades. Já fiz com cada achado! Já comprei tapetes enormes e caros por 1/3 do preço (nada que uma ida à lavandaria - que me custou uma ninharia - não resolvesse), já comprei edredão (mais uma vez, lavandaria com ele), já comprei móveis em exposição (com defeitos tão irrisórios como 'um parafuso no pé do puff' que facilmente arranjei - por 70% de desconto compensou). Não tenho preconceitos com este tipo de artigos, se gosto, se me faz falta e se consigo pôr 'como novo', então, venham daí esses artigos!

Na minha última incursão pelas oportunidades (mostrei-vos aqui) comprei uma divisória para acessórios e jóias da linha PAX e finalmente, meses depois, encontrei a serventia perfeita para ela:

Cortei as laterais com um x-acto e deixei-a mesmo à medida das gavetas do meu toucador (também ele da IKEA, o modelo MICKE com duas gavetas). Ficaram perfeitas! Não precisei mexer na altura, foi mesmo uma questão de acertar as laterais e encaixar as divisórias na gaveta. Andava mortinha por uma nova caixa de guardar jóias e agora não preciso mais :)

(originalmente a mesa MICKE não vem com esse vidro sob o tampo, mas como é essencialmente uma mesa de maquilhagem, mandei fazer o vidro sob medida para proteger o tampo de pós, bases e afins - ficou baratíssimo, penso que 15€ ou coisa parecida).

E vocês, também fazem bons achados nas Oportunidades IKEA? 
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23 abril 2017

Beach, please!

Ahhh as saudades que eu tenho de passar o fim-de-semana na praia! Hoje rumo a Sul para quatro dias de puro descanso (assim espero), muitos mergulhos, sol no lombo que também é preciso e carradas de livro para ler (no último mês despachei 4, o meu marido fica absolutamente chocado com a quantidade de página que leio, é um vício - mas tão bom). Na mala levo o essencial para a praia:

---» Manta azul degradè tamanho gigante (é uma mistura de manta com tapete, levíssima para a praia) que comprei na medina de Chefchaouen.
--» Toalha (com barra de tecido feita por mim) e porta-toalhas (Primark, nova coleção)
--» Cesta de verga comprada em Alcobaça
--» Óculos RayBan aviador (adoro esse modelo!)
--» Melissas c/ laço que trouxe do Rio de Janeiro na última viagem que fiz
--» Fato de banho ASOS (aquele maravilhoso que nos deixa com corpaço, eu chamo-lhe de 'mágico')
--» Brincos H&M (saldos do ano passado)

Bom fim-de-semana, pessoas! :)

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21 abril 2017

Que rufem os tambores:

Habemus reembolso do IRS disponível na conta (sim, foi mesmo em 15 dias #CentenoRules) e nunca nos meus longos anos de IRS eu recebi acima dos 4 dígitos, estou numa felicidade só! :)


E acho que a ocasião merece ser celebrada com pompa e circunstância, por isso estou aqui a pensar se estourarei o dinheiro em conjunto com o meu digníssimo esposo numa semaninha de férias aqui:

Tailândia

Ou se darei voz à minha veia consumista que clama há uns dois anos por essa menina aqui:

Métis, Louis Vuitton

Que indecisão, pessoas! São duas paixões incontroláveis que competem lado a lado um espaço no meu coração: as viagens e as malas de design. Não saberia escolher! Parece que tenho duas vozes, uma de cada lado da cabeça (tipo o anjinho e o diabinho do desenhos animados): a voz racional diz que devo optar pela viagem, que é sempre uma experiência incrível, ainda por cima num destino que já anda em cima da mesa há uns tempos. Se ouvir o lado emocional, penso que a mala é maravilhosa, que ao contrário de uma viagem não vai acabar em uma semana (pelo contrário, é daquelas que duram anos!) e se no futuro enjoar, sempre posso vender que nunca perco dinheiro (elas valorizam com os anos, especialmente LV). 

O que fazer? Não sei. O meu marido não é para aqui chamado para dar opiniões porque é claro que vai querer a viagem. O meu lado 'egoistazinho' diz que se optar por comprar a mala, vou acabar por ir de férias a mesma para um sítio igualmente fantástico (que o meu marido trabalha essencialmente para isso, para ir de férias quando lhe apetece, o gajo não passa sem férias de praias quentinhas).

Não quero me precipitar por isso até o fim-de-semana estou aberta aos vossos conselhos. Que me dizem? Razão ou Emoção? :D
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20 abril 2017

Ai meu coração!

A H&M relançou das cinzas o meu modelo perfeito de calções e eu estou in love! No ano passado comprei estes em ganga e deixei escapar os pretos (quando fui para comprá-los já não havia nada de nada) e jurei para mim mesma que se os apanhasse noutras cores era menina para comprar um de cada. São maravilhosos! Para quem tem coxas grossas (eu!) é o modelo que melhor assenta: cintura bem marcada, bolsos enormes e pernas largueironas e super confortáveis. Amo! Assim que os vi no site da H&M encomendei logo os amarelos e pretos (o azul parece-me muito semelhante ao que eu já tenho, senão também marchava) e aproveitei os 15% de desconto e os portes gratuitos (válidos até amanhã, penso eu). Maravilha!

Sou apaixonada pelo tecido Lyocell, pelos folhinhos na cintura, pelo modelo e claro, pelo preço (19,99€). Ainda passei numa H&M perto do trabalho para os experimentar mas essa colecção ainda não tinha chegado à loja, por isso arrisquei comprar no site (em loja, esses calções desaparecem num piscar de olhos!). Valem muito a pena!
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19 abril 2017

A geração de iputos (sim, com 'i' de iphone)

Fui jantar em casa de um casal amigo que tem três filhos pequenos (10, 6 e 4 anos). Os miúdos são uns bombons: educados, queridos, divertidos... mas têm um 'problema': são completamente viciados em tecnologias. Eu não vou julgar nem entrar no mérito "a culpa é dos pais" por que só quem está no convento é que sabe o que vai lá dentro e com três crianças nessas idades não sei se sou capaz de apontar o dedo à mãe que chega cansada do trabalho e enquanto prepara o jantar espeta com desenhos na televisão para o mais pequeno, um smartphone para a miúda e um tablet para o outro. Sim, foi esse o cenário com o qual fui 'recebida'. Éramos quase dez amigos para jantar (foi o aniversário de um deles) e aproveitei para escapulir até onde estavam as crianças.

O cenário que vi foi de cortar o coração: miúdos tão pequenos completamente focados nos mini-ecrãs que cada um trazia na mão. Perguntei se queriam brincar e olharam-me como se eu fosse um extraterrestre. Que não podiam, estavam a jogar. Fiquei tão triste com aquilo que decidi perguntar uma última vez se queriam jogar um jogo brasileiro, que eu jogava quando era pequena. O mais novo deixou escapar, baixinho: "pode ser, estou a ficar sem bateria..." e logo vieram os outros dois.

A primeira brincadeira que me veio à mente foi 'jogo de mímica' (estou destreinada na arte de 'inventar jogos') e escolhemos o tema dos animais. Cada um escolhia um animal e depois começava a imitar os gestos (era proibido emitir sons) até que alguém descobrisse e então essa pessoa que tinha descoberto ficava com a missão de imitar outro animal... No princípio o jogo não tinha fluidez, eles pareciam nem saber bem o que fazer, demoravam imenso tempo a escolher que animal interpretar, uma seca hahaha (confesso que a essa altura já estava arrependida e pronta para lhes devolver os tablet e smartphones).


Depois que a coisa ganhou velocidade, opá, foi o máximo! Ver a carinha de felicidade deles com uma coisa tão banal não teve preço! Estava sentada com eles no chão e a certa altura a minha amiga me veio chamar para a sala, fiz menção de me levantar e o puto do meio exclamou: "ela agora não pode, não vês que estamos a brincar?!" e eu desmanchei-me a rir. Sempre que eu fazia que me ia levantar e dizia: "então vá, meninos, agora vou para junto dos adultos porque vocês têm que dormir", o pequenino dizia: "senta-te, senta-te, vamos brincar mais um bocado!".

Conclusão: não conversei nada com os meus amigos, passei todo o tempo de volta dos putos mas senti que fiz três crianças verdadeiramente felizes naquela hora e meia. Deitaram-se exaustos, transpirados de tanta macacada e ofegantes. No fundo, foram apenas crianças naquele curto espaço de tempo.

Mais uma vez, não quero julgar o tipo de educação que a minha amiga lhes dá - porque sei que, dentro das possibilidades, ela faz o melhor que consegue - mas tive tanta mas tanta pena! A infância de hoje em nada se parece com a que eu tive, por exemplo (e foi só há 20 anos). Eu pulava corda, subia em árvores, andava de bicicleta, fazia bolo de lama, escavava a terra atrás de tesouros, voltava para casa podre (joelhos esfolados, mãos todas imundas, transpirada até a raiz do cabelo...) e como fui feliz! Criança precisa disso, de ser livre, de brincar com coisas simples e infantis, não precisam ser mini-adultos, terão tanto tempo para isso no futuro...

(Um dos aspectos que mais me assusta nisto de ter filhos (tanta coisa me assusta...) é mesmo que tipo de vida os putos de hoje têm, se conseguirei que vivam em plenitude a infância, se terei a disponibilidade que eles exigem (e que, vá, merecem), uma série de coisas que me faz adiar, adiar, até a altura perfeita (que não existe, eu sei). A verdade é que a cena que vi no jantar foi semelhante a essa que ilustra o post e ficou-me gravada na mente... sei que não quero repetir algo assim com um filho meu. A ver vamos.)
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17 abril 2017

Se eu precisava de mais um par de almofadas?

... pois, provavelmente não.

Mas estas eram mesmo tão fofinhas e com um preço 'de saldo' que uma pessoa não consegue resistir. Adoro o padrão étnico, o detalhe das pontas, as fitas coloridas... amo! Aliás, ainda estou para descobrir loja melhor do que a Primark (melhor = mais em conta) no que toca às almofadas decorativas.

Custavam 8€ cada e estavam a 3€, já com enchimento (as capas são amovíveis). Maravilhoso, não? Compro pouquíssimas coisas na Primark mas almofadas e artigos para casa, surpreendentemente, têm tido excelente durabilidade por cá. Nos saldos passados comprei estas, a 2€ cada:

Já foram à máquina (a capa, o enchimento não) e continuam impecáveis. E pensar que dava sempre imenso dinheiro nas almofadas da Zara Home e Área... que tola. Hoje só compro nessas lojas se for um artigo que me chame mesmo muito a atenção, caso contrário, minha rica Primark! :)

(espero que tenham tido uma Páscoa fantástica, cheia de momentos bons, descanso e paz junto das vossas famílias - por cá foi tudo calminho, estava a precisar tanto de descansar, ler e dormir sem horas para acordar que me soube pela vida esses diazinhos de ronha.)
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14 abril 2017

Escapadinha // Aveiro


Conhecer Aveiro era uma das grandes 'falhas' no meu currículo de cidades portuguesas. Sim, é certo que ainda me falta conhecer algumas (já agora, fiquei deliciada com as vossas dicas neste post, apontei tudo para não deixar escapar nada, obrigada!). Vivo em Portugal há quase 13 anos e não me recordo de alguma cidade ter exercido tamanho fascínio sobre mim quanto Aveiro. Fiquei (e estou) completamente apaixonada pela cidade e especialmente pelas pessoas. É que não há comparação possível com o povo do norte e os cá de baixo, infelizmente. Não sou de comparações mas a diferença é tão abismal que dá que pensar.

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12 abril 2017

Das coisas que adoro:

Adoro ter pequenos souvenirs de viagens espalhados pela nossa casa. É uma lembrança diária de sítios onde já fomos tão felizes (somos sempre um bocadinho mais felizes nas férias, não acham?), adoro reunir objectos que trouxemos dos diferentes cantos do mundo, acho que torna qualquer decoração mais interessante e a casa com aquele ar de 'lar-em-construção' que eu tanto aprecio.

No hall de entrada, uma miniatura que trouxe de Barcelona, na parede do corredor uma tela gigante com uma foto nossa em Paris (no dia em que ele me pediu em casamento), no outro corredor uma peça em madeira com a frase "Rio I Love You" que eu ganhei do meu pai na última ida ao Rio de Janeiro. Na sala, a estatueta de mármore que compramos em Atenas, na prateleira do closet a máscara Inca que trouxemos do México. No aparador da sala de jantar, o bule e o tabuleiro que trouxemos do Marrocos.

E a nova aquisição, que tem mesmo a nossa cara:

Um globo do mapa mundi.

Já andava de olho numa peça do género mas não encontrava nenhuma com pés trabalhados como esse e num material que fosse realmente bom e pesado. Na viagem ao Luxemburgo esticámos um bocadinho até Trier, na Alemanha e encontrei o globo dos meus sonhos por lá, na famosa TK Maxx (eu pre-ci-so dessa loja cá em Portugal, dá vontade de comprar tudo!). O globo custava 79€ e comprei-o por inacreditáveis 17€... ainda consegui a proeza de trazê-lo enfiado na mala de mão (palmas para a Ryanair que me deixa sempre viajar com dois volumes de mão - e palmas para o meu marido que viaja sempre com pouquíssima coisa já a contar com o espacinho extra que eu vou surripiar da mala dele).

E vocês, também decoram a casa com objectos trazidos de viagens? :)
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10 abril 2017

Domingos.

Domingo é o meu dia preferido da semana, desde que me lembro. E não, não é por estar de folga (mesmo quando trabalhava ao fim-de-semana, sempre adorei o dia de domingo). É aquela coisa de ser 'o-último-dia-da-semana', acho. Domingo tem um charme próprio, que mais nenhum dia tem.

Ontem foi especialmente gostoso. Sol e dias bonitos fazem tudo ter outro encanto, certo? Fomos até a Boca do Inferno, em Cascais, depois caminhamos até a vila e paramos para um lanche num sítio com esplanada que aceitasse cães (coisa ainda rara cá em Portugal - infelizmente). No regresso parámos num género de prainha escondida e aproveitámos para darmos o primeiro mergulho da época. Soube tão bem! É incrível o bem que a água do mar nos faz!

Cascais ganha outra vida nessas altura, já se notavam os turistas (maravilhados com o nosso clima), as crianças por todo o lado com bicicletas, patins e outros que tais, parece que sai tudo à rua nessas alturas e a cidade se enche de vida. Eu adoro observar tal fenómeno! Poder terminar a semana de vestido leve, sandálias nos pés e um mergulho no mar... não tem preço :)
Na foto: Mala e chapéu Tommy Hilfiger (nova coleção) que são a coisa mais prática de sempre (a mala é bastante semelhante às Pliage da Longchamp mas num material que parece-me mais resistente) e são a cara do verão (adoro o padrão navy). O cabelo levou um corte escadeado agora para os dias mais quentes e aproveitei para dar um banho de brilho com a coloração preto-azulada (a minha cor preferida). Ahh como eu adoro esta altura do ano! Parece que tudo se renova e eu adoro recomeços :)
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05 abril 2017

IRS: done! ✔


Cheguei do trabalho tarde e a más horas mas achei que já andava a adiar muito o preenchimento do IRS (sou daquelas que gosta de fazer tudo com antecedência - e receber mais rápido, também). Ontem foi o dia! Eu sou uma nulidade no que toca a questões tributárias (só sei que desconto um valor 'simpático' todos os meses) mas com esta coisa da declaração vir toda preenchida e só termos que, basicamente, preencher o NIB... é assim uma pequena maravilha. Tenho vindo a receber mais a cada ano que passa (que se mantenha sempre assim, Amém!) e desde que casei então o meu reembolso aumentou mais de 120%. Não percebo do assunto mas diz o meu marido que é por termos escalões diferentes ou lá o que é (ele recebe quase o dobro do que eu declaro), eu não sei, só sei que adorei ver o valor que vamos receber este ano, com um aumento de quase 500€ em relação ao ano passado. Gostava era de perceber o que mudou de um ano para o outro (é que a meu ver, continua tudo igual) para justificar esse aumento, só espero que não seja um erro do site ahahaha.

Eu nunca me lembro do dinheiro do reembolso ao longo do ano, nunca 'conto' com esse dinheiro para nada, por norma acabo por gastá-lo num destino novo de férias (sim, é a minha perdição). Este ano acho que vou manter a tradição :D E vocês, em que costumam gastar o vosso reembolso do IRS? (caso o recebam, é claro - há uma parte da população que paga, deve doer...)
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04 abril 2017

É por estas e outras que eu adoro road trips:

Nada como voltar a Lisboa e decidir passar por Alcobaça para matar saudades (há muitos anos que não passava por lá). Pelo caminho, já a poucos minutos de Alcobaça, enganamo-nos na saída e fomos parar a uma cidadezinha que parecia perdida no tempo (não fixei o nome, sorry). Enquanto eu tentava ligar o GPS (completamente maluco) e sincronizar o caminho até o centro de Alcobaça, vi uma lojinha com cestos de junco artesanais e quis parar para espreitá-los. Eram lindos, cada um mais giro que o outro. Eu adoro esse tipo de cesto para o verão (e diz que estão super em alta, tenho visto deles por todo o lado), então não pensei duas vezes: Veio comigo.


Havia em imensas cores, padrões, tamanhos, com alça curta, com alça a tiracolo em pele, uma panóplia de cestos que uma pessoa até ficava tonta. Já tinha andado à procura destes cestos cá em Lisboa e nunca encontrei por menos de 45€ (confesso que sou forreta e acho sempre que este tipo de malas não tem grande durabilidade, por isso não compensa). Contudo, a senhora lá da lojinha (tão querida!) explicou-me que os cestos de junco duram imenso tempo, que são feitos à mão por uma família que aprendeu a técnica com uma marca famosa de cestos da região (que diz a senhora, vendem estes cestos depois a 70€ e 80€ - achei a história um bocadinho fantasiosa mas enfim, lá comprei o cesto).

Quis a versão clássica em natural e paguei inacreditáveis 19,50€ (até perguntei duas vezes quando a senhora disse o preço, pareceu-me mesmo inacreditável). Tem o tamanho perfeito para as minhas tralhas de praia (talvez arrisque noutros sítios que não a praia, ainda não sei) e adoro a ideia de combiná-lo com lenços de seda como o da fotografia (que trouxe do Marrocos junto com mais 4239 outros - amo lenços!).


E depois lá chegamos ao centro de Alcobaça e eu perdi-me pelos labirintos do Mosteiro, que coisa mais linda! Nem dá vontade de uma pessoa sair lá de dentro!
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01 abril 2017

Ufa!


Que semaninha caótica essa! Queria ter tido tempo para vir vos contar das mini-férias (foram só três dias mas souberam pela vida: sábado, domingo e segunda - regressamos a Portugal na 3ª feira) que foram incríveis e recheada de momentos inesquecíveis. Fomos ao Luxemburgo e no último dia apanhamos o comboio até Trier, na Alemanha. Sim, dois países em dois dias, somos loucos :D

Entretanto no regresso a Portugal apanhei um 'problema' com a diferença de pressão durante o vôo e sentia o ouvido esquerdo tapado. Fui ontem ao Otorrino e descobri que fiz um Barotrauma no ouvido (nunca tinha ouvido falar nisso antes), leva de duas a três semanas para voltar ao normal (até lá, se me virem na rua, gritem... que eu estou surda de todo).

Em breve partilho o roteiro dessa viagem e entretanto... já estou a fazer malas de novo, desta vez vou só até o Porto (tenho uma paixão pelas cidades do norte!) em modo passeio com toooda a família (e só voltamos n 2ª feira, tão bom!). Quero ver se é desta que vou conhecer o outlet de Vila do Conde que já ando com vontade de fazer compras (quer dizer, ando sempre, mas agora a coisa está mesmo acentuada).

Bom fim-de-semana, pessoas!
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30 março 2017

O cliente pseudo-famoso:

Hoje aconteceu-me uma situação no mínimo caricata. Um dos clientes da empresa cometeu um 'engano' e enviou-me um email para ver se eu poderia dar um jeito e basicamente, consertar a cagada. Consegui remediar a situação mas não do jeito que o cliente queria (era de todo impossível) e hoje o cliente 'exigiu' falar comigo e pediu que a recepcionista me fosse chamar porque 'eu tinha que resolver a questão'.

Enquanto falava com ele e tentava explicar pela enésima vez o que já lhe tinha explicado por telefone e por email, o homem ficava cada vez mais enervado (e quando começam com estas merdas a mim só me apetece ser ainda mais inflexível - quer dizer, estou a fazer-lhe um favor e ainda vêm com exigências? Tá bem, abelha) e lá encerrei o tema com um 'pois, eu compreendo mas já fiz tudo o que estava ao meu alcance, mais não posso fazer, lamento."

Ele vira-se para mim com ar muito 'eu-sou-muita-bom' e dispara:

- Eu não sei se sabe com quem está a falar, provavelmente não reparou no meu apelido mas sou irmão do actor XYZ.
- Desculpe, eu não sei de quem se trata.
- Não vê novelas? Ele é um dos protagonistas.
- Não, não tenho paciência para novelas e, sem querer ofendê-lo, o apelido soa-me familiar mas não me diz nada.
- Ele foi capa da revista XPTO... (mesmo a insistir "olhem-só-como-o-meu-irmão-é-famoso")
- Pois, eu raramente leio revistas, por isso não sei quem é. (olhar escandalizado do cliente como se eu vivesse em outro planeta).

Juro-vos que não liguei o nome à pessoa numa primeira instância. É claro que depois fui a correr para a net pesquisar e confirma-se, o irmão é mesmo muito famoso mas... who cares? É por isso que devo abrir-lhe o mar vermelho como Moisés e passar por cima de todos os protocolos? Por que? Porque o irmão aparece na televisão em horário nobre? Faça-me o favor!

De todas as vezes em que ouvi a frase "sabe com quem está a falar?", o meu interlocutor era sempre uma pessoa insignificante que tentava 'ser alguém' baseado em: 1) sou rico; 2) sou famoso; 3) venho de família importante; 4) sou influente. E dá-me sempre um gostinho perverso em tratar esta gente como trato o comum-mortal: por igual, sem privilégios. (então se começam com a mania, aí é que faço meeesmo questão de ser 'neutra' e não há cá favorzinhos para ninguém, era o que mais faltava!)
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27 março 2017

E mais sugestões?

Então é assim: aqui a menina gosta muito de viajar (não se nota mesmo nada, eu sei) e este ano estou um bocadinho 'limitada' em termos de viagens internacionais (tenho duas intercontinentais para fazer até Julho - medo! e uma de 12 dias pela Europa, por isso...) já só me restam os fins-de-semana e feriados prolongados para me pôr a andar e conhecer coisas por cá. A questão é que acho que já conheci tudo o que há de giro para conhecer (adoraria estar errada) e é aqui que vocês entram: que cidades, terriolas, vilas giras é que ainda me falta conhecer? Dêem-me sugestões, dicas, sou toda ouvidos. Entretanto e para servir de guia, deixo-vos a lista de sítios 'cá dentro' onde já estive (não é que me importasse de voltar, é só que preferia ir a novos sítios primeiro).


De Norte a Sul, já estive em: Ponte de Lima, Viana do Castelo, Braga, Gerês, Porto, Vila Nova de Gaia, Aveiro, Costa Nova, Águeda, Coimbra, Figueira da Foz, Fátima, Óbidos, Alcobaça, Caldas da Rainha, Guarda, Serra da Estrela, Seia, Leiria, Santarém, Évora, Arrábida, Setúbal, Grândola, Sines, Vila Nova de Santo André, Serpa, Moura, Pias, Porto Côvo, Lagos, Portimão, Albufeira, Faro, Tavira, Vila Real de Santo António, Sevilha ups, já acabou o país! :P

Não quero acreditar que já esgotei a cota de sitios giros, aliás, se há uma coisa que Portugal tem e que parece fonte inesgotável são as cidades encantadoras de norte a sul. Na minha lista para visitar tenho: Peniche e Berlengas (no verão) e Portalegre. Mais alguma sugestão?
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25 março 2017

Ahhh os moliceiros!

São um caso de amor à parte. Eu ainda não tinha tido a oportunidade de ver esses barquinhos fofos ao vivo e foi das melhores atracções de Aveiro para mim! Tão genuínos, tão coloridos, tão divertidos... O capricho com que aquela gente enfeita e decora os seus barcos é de emocionar. E as frases matreiras? Todos os moliceiros têm assim uma 'sacanagenzinha' para apimentar as coisas e eu parti-me toda a ler alguns :D A maioria é bem inocente e com duplo sentido mas não deixa de ser engraçado!

É claro que tinha que andar num barquito destes (e depois ainda inventei de andar de tuk tuk - se é para turistar, vamos turistar em grande). Aveiro ficou-me mesmo, mesmo no coração. Amei a cidade e ouso dizer que depois de Lisboa, o meu coração é Aveirense :)
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23 março 2017

Escapadinha // Costa Nova, Ílhavo


O fim-de-semana retrasado serviu para escaparmos até a Costa Nova, numa viagem que eu já queria fazer há tempos! Decidi tudo muito em cima da hora (decidi viajar na 5ª feira, para arrumar hotel para sábado, foi a loucura). Sempre quis ficar numa daquelas casinhas típicas da Costa Nova - os palheiros - por isso a procura do hotel perfeito foi algo complicada, mas lá se fez.

A Viagem // 
De Lisboa para Ílhavo são cerca de 270km (duas horinhas de viagem - com um parada pelo meio para abastecer), estava excelente tempo pelo que a viagem decorreu numa boa. O carro do meu marido é super económico (gastámos 30€ de gasóleo em toda a viagem, acreditam?) e uma pessoa tem vontade de fazer Portugal de uma ponta a outra de carro (eu adoro road trips!). Em portagens gastamos 35€ (ouch! 17€ para ir e 17€ para voltar) e o meu marido só dizia "xiii, que roubalheira! Estamos a gastar mais de portagem do que nos custou o vôo da nossa próxima viagem..." sim, é um facto. Também acho as portagens nacionais caríssimas mas é a vidinha, se uma pessoa quer se pôr à estrada, tem que pagar e mais nada.

O Hotel//
Eu adoro hotéis diferentes e típicos, fujo um bocadinho daquilo que é mais mainstream (para desespero do meu marido). Ele estava inclinado para o Meliã Ria Hotel & SPA, em Aveiro. Eu queria a força toda ficar na Costa Nova, adoro o charme das cidades pequeninas. Como não estava a encontrar nada de jeito por lá, fiz pré-reserva no Meliã mas sempre com expectativa de vir a encontrar algo 'fofinho' na Costa Nova e um dia antes da viagem, consegui! Ficamos no Costa Nova Hotel, que tem uma localização fantástica e um design que 'imita' os antigos palheiros de riscas. Por ser uma reserva de última hora, tivemos direito a um desconto e pagamos 50€/noite, o que achei bem razoável pelo conforto, localização, pequeno-almoço buffet delicioso e todas as comodidades do hotel. Com estacionamento gratuito à porta, andamos sempre à pé e só pegamos no carro para ir a Aveiro. Adorei e recomendo!


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20 março 2017

20 de Março, dia da Felicidade:

Nem de propósito, estou a fazer algo que me deixa assim muuuuito feliz: arrumar malas


Pronto, a parte do 'arrumar' eu dispenso, não sou boa no assunto e apetece-me enfiar o closet inteiro dentro de uma mala de cabina mas diz que os senhores da Ryanair são uns chatos e que uma pessoa tem é que se contentar em levar meia dúzia de trapos (assim como assim, tenho que deixar espaço para os meus souvenirs).

Mas fica a ideia: o que mais me deixa feliz (a par das coisas óbvias: ter saúde e ter as pessoas que amo ao meu lado) é mesmo meter o rabo num assento de avião e ir descobrir o mundo!

(Só viajo no sábado mas como vou ter uma semana caótica em termos de trabalho, achei por bem deixar tudo orientado hoje. Okey, é mentira, quis começar a arrumar a mala hoje para saber 'o-que-é-que-me-falta-comprar' para a viagem e poder, ao longo da semana, voar na Zara e na H&M para buscar umas coisinhas giras e enfiar na mala. Ups!)
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18 março 2017

Beleza // Novidades da MAC

Não ligo grande coisa à maquilhagem (quer dizer, ligo o mínimo para saber fazer uma maquilhagem básica e neutra para o dia-a-dia), fui abençoada com uma boa pele (a genética ajuda, mamãe aos 48 tem uma pele incrível), nunca fumei, não tive acne na adolescência, enfim... a minha pele nunca me deu chatices. No dia-a-dia utilizo um BB cream com factor de protecção 50, máscara de pestanas e um batonzinho para dar aquele up na boca. E só. Não tenho paciência (nem tempo) para muito mais.

E é precisamente nos batons que reside o meu encantamento. Adoro-os! Uma das partes do corpo que mais gosto é a minha boca e é claro que adoro deixá-la em destaque com um batom que faça a diferença. Os meus preferidos são os da MAC (porque existem em infinitas cores, porque as embalagens são lindas e são relativamente baratos - custam 20€) e quase todos os que tenho são com acabamento 'matte', adoro uma boca ultrapigmentada e sequinha, sem vestígio de brilho.

Há dias fui à loja do Colombo em busca de uma nova cor para a Primavera e voltei de lá com duas novidades (uma delas não tão novidade assim, mas passou-me totalmente ao lado na altura do lançamento):

Como sou fã de batons com fórmula matte (sequinhos nos lábios) muitas vezes até se torna difícil a aplicação caso eu não tenha os lábios bem hidratados e é uma das preocupações que tenho ao longo do dia: vou aplicando várias vezes o meu bálsamo labial (uso o da SVR, que só havia em França mas agora já chegou cá, é incrível!). Mas... faltava-me um exfoliante labial e a MAC lembrou-se disso e lançou o Lip Scrubtious para quem quer lábios sempre impecáveis!

O exfoliante vem num potinho que não acho prático de usar (ou aplicamos com os dedos ou com pincel) mas a textura e o cheiro são maravilhosos! Existe em mais 4 aromas e cores, mas escolhi o de baunilha porque fiquei viciada no cheirinho. Realmente noto os lábios mais lisinhos e macios, uso dia sim, dia não. Custou 17€. 
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17 março 2017

Matei o bichinho e...

... fui ontem assistir ao filme da Bela e o Monstro, que acho que até me dava uma coisinha má se perdesse a estreia do 'meu' filme preferido da Disney. Sim, adoro o Rei Leão (é dos filmes mais fofos de sempre) mas nenhum bate o fascínio que a Bela e o Monstro desperta em mim. Amooooo!

Durante a semana não gosto de inventar saídas porque, regra geral, estou sempre com uma carga de sono descomunal em cima mas achei que a ocasião valia bem a pena. Comprei os bilhetes online na 4ª feira e ontem lá fui eu, toda airosa, assistir ao filme (que entretanto esgotou logo no Colombo e a sala estava lotada). Vale muuuito a pena, as músicas estão imperdíveis nas novas versões, adorei os cenários, tudo, absolutamente tudo. É impossível não reviver um pedacinho da nossa infância ao rever todas aquelas músicas. Sou menina para pegar em mim e ir vê-lo novamente no fim-de-semana. Tão bom!
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13 março 2017

Do fim-de-semana:

Na 5ª feira enquanto ia a caminho do trabalho e recebia tooodo aquele sol maravilhoso que se fez sentir, pensei com os meus botões: "apetece-me passar o fim-de-semana fora, num sítio novo..." e lá fui eu mexer no telemóvel para descobrir que cidades bonitas tinham ficado na minha lista de 'sítios-para-conhecer-em-Portugal' e a verdade é que já conheço TANTO de Portugal (sem falsas modéstias, acho que já percorri o país de fio a pavio, de Ponte de Lima a Vila Real de Santo António) que já sobra pouco para conhecer.

Assim que abri a app no telemóvel, uma cidade saltou logo à vista: Costa Nova, seguida por... Aveiro. Sim, chicoteiem-me em praça pública mas ainda não tinha estado em Aveiro. Era a 'cidade grande' que me faltava conhecer... Sempre que estava em viagem e passava pela placa 'Aveiro', nunca tinha tempo para parar. O mais próximo que estive da 'Veneza Portuguesa' foi na viagem ao Gerês quando parei para almoçar em Águeda (mostrei-vos aqui).

Os hotéis no booking estavam cheios (já percebi que bastam uns raios de sol e sai tudo à procura do mesmo: escapadinhas de fim-de-semana, sabe tão bem!) e eu estava decidida a ficar num hotel na Costa Nova, que fosse ao estilo dos Palheiros, com riscas e toda aquela coisa típica... Na 5ª feira não encontrei nada mas na 6ª feira alguém desistiu de uma reserva no hotel que eu queria, então... foi perfeito!

Decidido que passaríamos o fim-de-semana fora, lá enviei sms ao marido a dizer que arrumasse as malas porque no sábado pela fresquinha rumaríamos a algum sítio no norte. Sim, sou dessas. Adoro ser imprevisível! :) A viagem foi maravilhosa, apanhámos uma Costa Nova cheia de sol (até parecia mesmo Primavera) embora com algum vento, comemos tãão bem, fomos recebidos por gente simples e atenciosa... e tirámos umas 500 fotografias, que se há coisa 'fotogrável' por lá são as casinhas de riscas. Um encanto!

(Assim que edite todas as 54534 fotos que tirei nesse fim-de-semana, faço um post com os detalhes da viagem, custos, hotel e dicas para quem quiser fazer uma escapadinha para lá.)
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08 março 2017

A saga do bidé feioso.

A divisão da casa que eu mais detesto (talvez esteja em empate técnico com a cozinha) é a casa de banho da suíte. Meu bom Deus, aquela casa-de-banho me dá arrepios de pavor e deve ser das poucas coisas nesse mundo que me fazem refletir antes de comprar uma mala ou pagar uma viagem ("se não comprar isso e poupar esse dinheiro, mais depressa consigo comprar a casa dos meus sonhos e ME LIVRO daquela casa de banho dos terrores"). Sim, a coisa está nesse nível.

Não gosto do azulejo do chão, não gosto do tamanho minúsculo, não gosto de ter um bidé ali enfiado (quem raios usa um bidé nos dias de hoje? Mil vezes a ducha higiénica, o famoso 'chuveirinho' instalado ao lado da sanita), não gosto que a banheira não seja de hidromassagem (pronto, é uma mariquice que eu adoro e custa tão pouco que realmente acho uma estupidez não ter), não gosto da faixa de azulejo com lacinhos a meio da parede (já estive mais longe de comprar aqueles adesivos que imitam as pastilhas de mosaico e adesivar tu-do), enfim, aquela casa-de-banho não me desce pela goela, essa é que é.

De todas os defeitos mencionados acima, o que me mói o juízo é a raça do bidé. Já pensei em pedir ao senhorio para remover aquele trambolho (e assumir os custos da obra) mas o meu marido acha idiota estarmos a enfiar dinheiro numa casa que não é a nossa. Nessas horas penso em comprar logo a nossa casa mas aí penso: "porra, vinte ou trinta anos agarrada a um empréstimo?" e sei que isso não é vida para mim, morro de medo de dever, detesto juros bancários, sei lá eu da minha vida daqui a 3 meses, quanto mais 30 anos! E voltamos à eterna questão... o que fazer ao raio do bidé?

Pois bem, armada em decoradora-de-espaços-impossíveis-de-serem-decorados, lá fui eu comprar uma planta para enfiar na casa-de-banho (vi imagens no Pinterest e achei que a planta disfarçava imenso o bidé feioso). Comprei uma planta com cerca de um metro e meio (não era minha intenção comprar algo tão grande mas foi a mais 'real' que encontrei - e sim, é artificial) e espetei com a planta dentro de um jarro ainda provisório e tumbas, foi pro lado do bidé. Achei que super disfarçou e deu todo um toque amazónico ao espaço. Só que...

 ... o meu marido estava a trabalhar quando comprei a planta e a instalei na casa-de-banho. Ele gosta de tomar banho na outra casa de banho, que tem duche, só usa a da suíte de noite, para ir fazer xixi. Quando acorda de madrugada, costuma ir à casa de banho sem acender a luz, em modo piloto automático. Parece que foi fazer o seu xixizinho às escuras e apanhou um susto de morte com a minha plantinha. Só ouvi o grito de madrugada ("foooooda-se, que eu ia morrendo com essa árvore!"). Desculpaaaaa! :P

Já devem ter percebido que nós andamos num dilema sobre 'comprar ou arrendar' num futuro próximo. O assunto está em cima da mesa, especialmente porque pretendemos aumentar a família em breve e eu gostava muito de já estar na 'minha' casinha por esta altura mas depois faço contas e percebo que arrendar sai infinitamente mais barato (não há condomínio, não há IMI, não há seguros obrigatórios, não há empréstimos, não há obras de manutenção) mas lá está, fico condicionada a não poder fazer qualquer tipo de alteração no imóvel... Ahhh não sei o que faça, já me aconselhei com tanta gente e as opiniões são super divergentes (mamãe acha que devo comprar, o meu contabilista - pessoa em quem confio de olhos fechados para assuntos financeiros - acha que o melhor é arrendar, enfim...). O que pensam sobre esse assunto? Gostava muito de ouvir as vossas opiniões.
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07 março 2017

(re)descobrir Lisboa // Palácio dos Marqueses de Fronteira

Já não sei bem quando foi (penso que terá sido no verão passado) que vi uma foto linda de um casamento na minha timeline do facebook, mas o que realmente chamou a minha atenção não foi a foto em si, não foram os noivos, nem o vestido da noiva... foi o local! Atrás deles, uma parede lindíssima com um mosaico de azulejos (adoro azulejos!) todo em tons de azul, fiquei maravilhada! Nos comentários, alguém perguntava onde era aquele sítio lindo e quando li que tinha sido no Palácio da Fronteira, imediatamente pensei "tenho que lá ir".

Tenho uma aplicação no telemóvel onde aponto os sítios giros onde quero ir em breve (geralmente, na minha cidade mesmo) e sempre que tenho assim um fim-de-semana mais calmo sem grande coisa para fazer, lá revisito a minha listinha e despacho alguma atracção. Pode ser um museu, um parque, um restaurante... ao longo da semana vou sempre descobrindo lugares que gostaria de conhecer e para não deixar escapar nenhum, guardo-os na aplicação.

No sábado passado estava sem planos para a manhã e pensei que era uma boa oportunidade de ir conhecer o Palácio dos Marqueses da Fronteira, em São Domingos de Benfica. Fui ao site, informei-me dos horários mas apanhámos um acidente na A5 e chegamos depois do horário de visita ao interior do Palácio (as visitas são marcadas e possuem horários restritos visto que o Palácio é, ainda hoje, residência da família) mas para não perder viagem decidimos explorar os jardins, que são lindíssimos! A visita ao interior do Palácio fica para a Primavera, quando os dias estiverem lindos e quentes (isto de fotografar no inverno não tem piada... está sempre nublado e sem sol).

Como é que eu nunca tinha ouvido falar nisso? Era a pergunta que ecoava na minha cabeça. Os jardins são fantásticos, os mosaicos são um espanto, quase que esqueci que estava dentro de Lisboa, tamanha a paz e o sossego por lá. Ah, e nem preciso dizer o quão fotogénico são os jardins, pois não? Num dia mesmo bonito, com sol e bom tempo, deve ser uma paisagem de cartão-postal. Quero muito voltar!
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05 março 2017

As coisas que uma pessoa descobre!

No mês passado comprei dois brincos na H&M no rescaldo dos saldos, modelos tipicamente de verão e super chamativos (mesmo do jeito que gosto,vistosos). No verão adoro acessórios 'tchanam' por que regra geral ando muito básica (então de férias... é só vestidos brancos, calções e jardineiras de ganga e tops lisos). Apaixonei-me pelos brincos, estavam com precinhos supimpas e lá os comprei. São estes:


Então não é que descobri que os brincos turquesas estão super cobiçados e são vendidos a peso de ouro no Ebay? Eu paguei 4€ por eles (o preço original era 10€) e os meninos estão à venda no Ebay por 33€ + 20€ de portes (53€!). São descritos como 'raros, esgotados, última chance de os comprar' e eu só tenho vontade de cortar os pulsos ao lembrar que a loja onde os comprei ainda tinha vários pares... Era menina para ficar rica neste verão! Claramente o meu senso de oportunidade anda a falhar...

Sou suspeita mas... os brincos são meeega giros! Estou mortinha por estreá-los num destino exótico, já só imagino eu, o meu fato de banho branquinho (que fez sucesso nas Ilhas Gregas, três pessoas vieram me perguntar a marca e eu fiquei toda encavacada a responder), bronze nos píncaros e esse brincão lindo! Ahhh verão, será que ainda demoras muito?
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02 março 2017

Das coisas que só acontecem comigo... #13

Imaginem a cena: Jantar em família (do marido - para que fique claro), montes de gente sentada à mesa quando um espírito de porco (epá, desculpem mas só posso classificar assim) vem com a pergunta: "então e vocês, para quando a visita da cegonha?" e eu lá sorri, o M. também e respondi que ainda temos tempo e queremos aproveitar a vidinha de casados em modo 'lua-de-mel' por mais um tempinho...  "Mas olhem que já vão para três anos de casados, já é tempo..." e eu ali entaladinha com um "opá e se calasses a merda da boquinha, isso é que já não era sem tempo..." mas pronto, é família do meu marido e tenho sempre que engolir alguns sapos de vez em quando para não envergonhar o meu homem.

Enquanto o M. respondia que estava nos planos mas não para já (a resposta politicamente correcta) e eu pensava que aquilo não poderia ficar pior... o que é que acontece? Uma prima do M., que estava na ponta oposta da mesa, exclama em alto e bom som "Ahh mas como a Anne não toma a pílula, qualquer dia vocês são apanhados de surpresa..." e eu só queria enfiar a cara no prato. A sério, meus amigos, vamos discutir métodos contraceptivos em pleno jantar de domingo? Assim que ouviu isso, o 'espírito de porco' que iniciou o debate, dispara: "Bem, quase três anos de casamento sem tomar a pílula e ainda não engravidaram? Vejam lá isso, é capaz de terem algum problema..."

Quão inconveniente pode ser uma pessoa? Eu não sei o que é suposto responder nessas circunstâncias sem partir para a grosseira e correr tudo as caralhadas, desculpem. Passo-me com este tipo de insinuações. Apeteceu-me responder: "Por acaso até engravidei três vezes durante esse tempo mas preferi abortar, sabes, ainda não estava preparada, não era o momento certo.." ou então "tens toda a razão, temos um problema: o teu primo é estéril, vamos adoptar uma criança". Eu não sei o que passa na cabeça dessa gente para nos alvejarem com este tipo de perguntas.

Sim, nunca tomei a pílula mas... utilizo outro métodos contraceptivos, como é óbvio. Tenho a sorte de ter um ciclo menstrual regular como um relógio suíço, por isso é até bastante fácil controlar as coisas, basta um aplicativo no telemóvel que nos indica o período fértil, o dia da ovulação (eu até sou daquelas mulheres que sente o exacto momento da ovulação - é um género de dorzinha que me dá na parte baixa da barriga e quando vou confirmar no aplicativo, tumbas, é o dia da ovulação), por isso não tem erro. E quando a vontade aperta (e o calendário diz que não é o dia), existe uma coisa chamada preservativo. Nem acredito que estou a falar disso no blog mas é para verem como as pessoas me levam ao limite.

Foda-se, vão cuidar da vossa vida. Manquem-se. Ahhh, que nervos!

(sim, estava entalada com isso desde domingo, se não escrevesse acho que tinha um AVC ou uma síncope nervosa. Ainda por cima estou com uma infecção de garganta, ontem fui parar na Cuf com 39 de febre... Mereço um desconto. Por favor, digam que vocês também têm amigos/familiares metediços e que eu não sou a única a pagar os meus pecados, vá lá...)
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01 março 2017

Então e o carnaval?

Passou-se. Sim, conseguem notar daí a minha animação, certo? Foi bom para pôr o sono em dia, para cuidar do cabelo (fiz uma reconstrução poderosa, em casa mesmo), para mudar uns móveis de lugar (nem seria eu se não aproveitasse quatro dias em casa para andar a trocar tudo), pelo meio ainda fiz dois almoços cá em casa e recebi gente querida (nada me deixa mais feliz que ter a casa cheia de pessoas que amo!) e tratei dos últimos detalhes da nossa próxima viagem (marcar o hotel e finalizar o roteiro). Ontem fui ao Colombo fazer a manutenção das unhas (faço verniz-gel) e aproveitei para dar umas voltinhas e lamber montras. Pois.

 Calças // C&A (linha Clockhouse) + Camisola // Pull and Bear (aqui).

O saldo não foi de todo devastador: umas calças de ganga daquele modelo mais curtinho com bordados nos bolsos (okey, Vi, tinhas razão) e uma camisola aos folhos que já me tinha deixado in love no site (e mais ainda ao vivo). Já de saída, passei pela Worten para comprar um novo cartão de memória para a GoPro (estou cheia de vontade de fazer vlogs das nossas viagens, vamos ver como a coisa corre) e foi isto. Hoje só andei por casa a papar séries com o meu amor, naquele chamego tão bom de quem não quer que o dia termine...
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28 fevereiro 2017

Para já, é mesmo só isto:


Não ligo nada ao Carnaval (sim, sou uma carioca da treta), está um frio que não se pode, só me apetece estar em casa a descansar, a ler, a ver filmes e séries... Tão bom! :)

Entretanto na sexta-feira finalmente decidi-me a fazer o meu primeiro peeling com ácido (farei post em breve com os detalhes) e não tenho autorização para sair nos próximos dias (não posso apanhar sol, fiz um ácido a 35% e doeu como o caraças). Diz que é uma espécie de máscara carnavalesca (mas em bom, que o rosto está divinal!) e eu cá vou é aproveitar estes dias caseiros para preparar o closet para a Primavera (arrumar os casacos mais pesados - sim, sou uma optimista) e talvez fazer umas comprinhas que as lojas estão cheias de coisas giras (e folhos, folharecos por todos os lados - a minha tentação!). Pelo meio espero ainda dar uma 'geral' ao apartamento e deixar tudo brilhando. A ver vamos :)
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24 fevereiro 2017

Preciso partilhar essa dica! #2

Como sabem, a minha irmã fez anos no início do mês e organizámos uma pequena reunião no restaurante preferido dela, só para familiares e amigos do colégio. Encomendamos um bolo personalizado na pastelaria do costume mas não estávamos com ideias de fazer doces para a festa. Até que recebi uma mensagem no facebook de uma colega que não vejo há alguns anos (trabalhamos juntas num call center, velhos tempos!) e ela dizia que estava dedicada a fazer bolos, doces e... bombocas de chocolate, com recheio à escolha. Faltavam três dias para os anos da Vi e pensei: "olha que boa ideia, a miúda é louca por bombocas, é um doce que toda a gente gosta... e ainda revejo a minha colega!".

Ela faz bombocas de todos os sabores possíveis e imaginários (e está aberta a sugestões) e pediu-me que escolhesse os que a Vi gostava. Escolhi os recheios de: nutella (um clássico), nutella com bolacha Maria (inventei), bolacha Oreo, doce de leite, doce de coco, morango em creme (também há a opção da fruta) e chocolate preto com uva. Como não éramos muitos, pedi 100 bombocas, 50 com cobertura de chocolate branco e 50 com cobertura de chocolate ao leite e foi tudo entregue à porta do restaurante, na hora combinada. As bombocas vinham em forminhas de papel mas essas da fotografia foram as poucas que sobraram da festa e já vinham sem papel :D 

Recheio de Nutella... delícia! As bombocas são totalmente artesanais e deliciosas! Fizeram as delícias do pessoal e o restaurante era super porreiro, deixou-nos pôr um prato cheio de bombocas em cada 'mesa' (eram 4 mesas) para os convidados irem beliscando enquanto não vinha o prato.

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22 fevereiro 2017

Sobre a PIDE da blogosfera:

Já escrevi três ou quatro posts sobre determinadas marcas/serviços que por algum motivo me decepcionaram: ou porque fui mal atendida, ou porque senti-me burlada, ou porque os produtos não tinham qualidade, enfim... já fiz este blog de 'portal da queixa' em determinadas situações (sim, que isto não é só mostrar trapinhos e viagens). Se venho cá elogiar uma marca/serviço quando a coisa corre bem, por quê não posso fazer o mesmo quando a coisa dá para o torto? Sempre achei que esse era um direito que me assistia, enquanto cidadã possuidora da sua liberdade de expressão.

Contudo, desde o primeiro post a 'reclamar' dessas marcas que sou constantemente bombardeada com emails de 'ameaças de processos judiciais', 'crime de difamação', 'críticas infundadas e injúria', enfim... todo um rol de vocabulário técnico que faria as delícias de qualquer jurista (a mim só me dá para rir). Já me enviaram mails a exigir que eu removesse um post (sim, 'exigir' algo na casa dos outros é um bocadinho ridículo, não?) o que só despoleta em mim outra reacção curiosa: a vontade de continuar a falar mal daquela marca/serviço até que me caiam todos os dentes da boca. Sou embirrenta e quanto mais me dizem 'não faças isso', mais vontade tenho de o fazer (sim, deve ser um reflexo da minha infância mimada). Posto isto, era só para vos dizer que novamente recebi um mail da marca XYZ com ameaças de processo judicial e aquelas tretas todas que deve fazer o comum mortal borrar-se todo atrás de um computador. Só que eu não tenho medo algum. Zero. Tenho pena que precisem desses subterfúgios para conseguirem 'limpar' o nome no mercado e continuar a enganar meia dúzia de alminhas. A 'dona' chegou ao cúmulo de me 'convidar' para ir conhecer o trabalho dela e me fazer o serviço de graça, desde que eu removesse o post. Oi?!

Se, depois de publicar determinado post, a marca vir falar comigo com educação e tentar reverter as coisas (e não tentar 'comprar' a minha opinião) sou toda ouvidos, reconheço se tiver errado e, caso seja esse o caso, até removo o post e não se fala mais no assunto. Agora vir com ameaças e exigências, por favor... é tão ridículo!

Este blog é um hobby, apenas isso. Não o utilizo com a finalidade de destruir o trabalho de ninguém, sou pessoa de paz, acho que a blogosfera é um sítio divertido para se andar e não misturo as águas: não falo dos meus negócios por aqui, não uso o blog como alavanca das minhas empresas, não sou concorrente de nenhum dos negócios/marcas criticados neste blog. Apenas dei a minha opinião, como consumidora que sou de determinado segmento de mercado. Foi esse o meu crime: dar a minha opinião. Logo a seguir veio a PIDE da blogosfera mas sabe o que mais? Acho que nem vou dormir hoje tamanha a preocupação!

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20 fevereiro 2017

Fui ao Freeport a meio da semana...

... por´que a minha mana fez anos e achei que a celebração merecia uma prenda inesquecível e que durará muitos e muitos anos,por isso nada melhor que o Freeport para ver se a prendinha me pesava menos no orçamento. Como nesse dia só entrava às 12h no trabalho, fui num pé e voltei no outro, como se diz. Saí de casa às 9h e ainda antes das 10h estava eu a estacionar no Freeport, o parque de estacionamento toooodo para mim, as lojas todas arrumadinhas, tudo vazio, só os seguranças e meia dúzia de gatos pingados é que andavam por ali. Maravilha!

Comecei pela Burberry, onde comprei a prenda da mana (estavam com descontos de 60%, a p%ta da loucura!) e despachado o motivo que me fez cruzar a ponte Vasco da Gama (até foi mais rápido do que tinha pensado, geralmente demoro séculos a escolher prendas), olhei para o relógio e ainda nem 11h eram, quer dizer... quase uma horinha para andar a lamber montras, era tudo o que eu precisava.

Constatei que infelizmente fecharam ainda mais lojas desde a última vez em que lá estive (A Loja do Gato Preto, por exemplo) e sinceramente, não acredito que o Freeport aguente muito mais tempo, por mais que eles jurem que aquilo está em obras e que no final do ano é que vai ser... não me convence. Adiante.

Fui à Swarovski porque a montra dizia '70% de desconto' e eu sou menina de bons descontos, fico logo hipnotizada, quase conseguem ver um '%' nas minhas pupilas, tenho que entrar e espreitar. Acabei por trazer uma pulseira Stardust (tão fofinha!) em rosa clarinho quase nude e uma capa para o iphone (pirosona, eu sei).

 A pulseira Stardust custava 79€ e estava por 23€, havia imensas, em cores lindas (e também na versão de apenas uma volta, custava 21€) mas gostei mesmo foi da pulseira de duas voltas que também pode ser utilizada como choker e ficar justinho ao pescoço. É um modelo em malha de nylon com cristais swarovski de vários tamanhos, dá um efeito lindo quando a luz bate - infelizmente só consegui tirar foto à noite).

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17 fevereiro 2017

Séries // 90 Days to Wed [TLC]

Já vos tinha dito que sou viciada nesta série do TLC, lembram-se? Não perco uma temporada, a cusca romântica que há em mim fica logo saciada ao ver essa série. Basicamente, é um reality show sobre a vida de casais (em que um deles é americano) e o outro tem outra nacionalidade qualquer, apaixonam-se e pedem um visto K1 de noivado para conseguirem entrar nos EUA. O visto K1 permite que um estrangeiro 'viva' durante 90 dias em solo americano até que... tem que casar com o americano(a) que propôs o visto ou têm que voltar para o seu país natal. Yap, 90 dias para casar com alguém do outro lado do mundo.

Talvez por eu também ter encontrado o meu amor do outro lado do mundo, programas deste tipo exercem um fascínio sobre mim, adoro mesmo! Não sei se acompanham mas nesta nova série há uma gaja que para mim já é a preferida de sempre, é uma russa chamada Anfisa, tem 20 anos e está a viver nos EUA com o noivo palhaço de 26 e as confusões entre os dois são uma constante.

Para resumir, ele viu a foto dela no facebook (ela é daquelas que mete fotos quase nuas no face e tem montes de gajos a babarem-se para cima), meteu conversa, ela vivia na Rússia, ele nos EUA, entretanto ele continuou a mandar mensagens até que ela decidiu responder.. ficaram na conversa uns tempos, ele foi conhecê-la a Moscovo, andaram a viajar por outros países da Europa (ele tem uma boa situação financeira) e ela 'apaixonou-se' por ele. Decidiram pedir o visto de noivado, ele prometeu-lhe mundos e fundos (uma vida de rainha nos EUA), ela aceitou e foi para os EUA mas chegando lá pediu-lhe logo uma 'mesada de 10 mil dólares por mês', quis comprar uma mala da Chanel, quis um anel de noivado de 45 mil dólares... e o homem passou-se.

Sinceramente? O gajo é feio, gordo, não tem qualquer atrativo físico que lhe permita andar a passear-se com uma mulher daquelas (desculpem a sinceridade mas a vida é mesmo assim). A gaja é um canhão (linda de corpo, cara de monstrão ahahaha, cheia de preenchimentos e botox aos 20 anos) mas é daquelas gajas que dão nas vistas e que gostam de ter um 'paizinho' para lhes bancar as cenas todas, não tem interesse em trabalhar, só quer mamar dinheiro fácil. Só que ela foi sincera desde o princípio, sempre disse que queria um marido rico, que adorava coisas caras... nunca escondeu. E ele aceitou. Agora anda a fazer papel de vítima e a dizer que ela é uma interesseira? Poupa-me. Adorei quando ela disse: "se eu fosse feia e gorda, casavas comigo? Não, pois não? Só me queres porque sou linda... então, eu gosto de ti porque tens dinheiro". Parece-me uma boa troca, bem ao estilo 'Trump', não acham? Já dizia uma amiga minha: "homem que escolhe mulher pela bunda merece ter um relacionamento de merda". Merece, pois!


E sabem o que eu realmente gosto? Da sinceridade dela. Sabe que ele está com ela pelo aspecto físico e quer tirar vantagem sobre isso, exigindo este mundo e o outro. É gananciosa, interesseira, tudo isso... mas porra, é tão sincera que uma pessoa até acha graça. Poderia ser dissimulada mas não, parte a loiça toda e diz mesmo que quer sempre o mais caro e se ele não comprar o que ela quer, amua e faz coisas absurdas (tipo, riscar o carro do gajo de ponta a ponta com a palavra 'IDIOT' hahahaha). É uma série fútil mas farto-me de rir. Há homens que merecem as mulheres que têm, foda-se!

Também assistem? Contem-me tudo! :D
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16 fevereiro 2017

Preparar, apontar...e ir!

Há quase cinco meses que não me ponho dentro de um avião. Ok, não faz assim tanto tempo mas aqui a pessoa já começa a ressacar. Pior, a próxima viagem que tenho marcada é só em Junho e até lá falta uma vida! Queria uma coisa de dois ou três dias, uma capital européia qualquer, uma viagem curtinha só para matar as saudades de 'descobrir o mundo'.

E aqui preciso fazer uma ressalva: eu adoro as low costs! Não sendo propriamente fã de voar (detesto mesmo), encaro as viagens de avião como 'um meio para chegar a um fim' que é fazer aquilo que mais gosto nessa vida: viajar! E para isso, tanto me faz ir de TAP, British Airways, Iberia, Ryanair ou EasyJet. É igual, vou sofrer na mesma, vou odiar cada minuto passado dentro daquela lata com asas, vou orar e pedir a Deus que por favor me deixe viver mais uns aninhos, vou jurar que é a última vez que me enfio naquela porcaria, vou fazer o meu marido ficar a beira de um colapso nervoso, vou levantar-me 324 vezes durante o vôo para questionar às hospedeiras se 'esse barulho é normal', se 'o avião está a perder a força' ou se 'falta muito para chegar ao destino". Sim, essa sou eu: a insuportável dos vôos. (as duas leitoras deste blog que já se cruzaram comigo em pleno vôo Lisboa-Roma podem atestar se sou ou não sou histérica a voar hahaha).


Isto tudo para dizer que o meu preconceito com low cost´s é zero. Não ligo para o facto de não terem lanche à bordo (como se eu conseguisse comer algo durante um vôo), não ligo para as cadeiras apertadas (pelo preço que pago consigo aguentar durante 2 ou 3 horas na boa), não ligo para os horários madrugadores (por norma durmo sempre mal na véspera de um vôo por isso, ao menos assim ando a passear pelo aeroporto enquanto aguardo o check in). Não acho nada que sejam companhias inseguras (se o fossem, decerto não voariam na Europa) e a única coisa que realmente me lixa (às vezes) é a restrição de bagagem. Por isso tenho evitado a Easyjet e apostado cada vez mais na Ryanair (que permite uma mochila/saco para além da bagagem de cabine).

Hoje quando abri o mail e vi as promoções no site da Ryanair, meus amigos... foi como juntar a fome com a vontade de comer. Corri a lista de países incluídos na promoção, escolhi ao calhas (ah, esse ainda não conhecemos, bora!) e comprei: 16,99€ a ida + 16,99€ a volta, de Sábado a 2ª feira, perfeito para uma escapadinha de fim-de-semana. É tão difícil resistir quando metem os vôos a esse preço... já disse ao meu marido que só vou parar quando já tiver viajado todas as rotas diretas que partem de Lisboa (e já falta poucochinho). Adoro! E vocês, também vão aproveitar?

(estou mortinha para conhecer os Açores e os vôos para Ponta Delgada e Terceira estavam super baratos mas... e a coragem de pousar naqueles aeroportos? Já li com cada história escabrosa de aviões a tentarem pousar 3 ou 4 vezes antes de desistirem e seguirem de volta para Lisboa. Se me acontece uma merda destas sou menina para quinar em pleno ar. Juro!)
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15 fevereiro 2017

Particularidades do meu sotaque...

No domingo estava sentada na sala da minha mãe, a ver televisão com o marido, enquanto a Vi acabava de se arranjar para a levarmos num aniversário. Nisto a miúda aparece na sala e pede-me para ajudá-la a fazer uma trança lateral no cabelo. Assim que a vejo, reparo que tem as calças de ganga curtas:

- Vi, que calças são essas? Estão super curtas!
- Não estão, é a moda, são mesmo assim (deus-me-livre-de-discutir-moda-com-uma-adolescente)
- Estão estranhas, parece que estão mesmo curtas, são completamente surucas!
(risadas enlouquecidas do sofá, olho para o M. com cara de poucos amigos.)

- O que queres? Quando vocês começam a falar esses termos em brasileiro eu não aguento... Que palavra engraçada... Suruca... Hahahaha... Quer dizer o quê?

Resposta da Vi: Quer dizer que algo está curto mas olha, não quero saber, suruca ou não, vou mas é com estas.

Ai.
(respira, Anne, respira senão vai te dar uma coisinha má).

- Pois agora é que não vais MESMO com estas calças. Vai trocar isto JÁ que parece que estás a vestir umas calças de cinco anos atrás. E rápido, que já estamos atrasados!

Lá foi ela, a bater os pés, p#ta da vida, com vontade de me trucidar com os olhos. Eu fico possuída quando ela dá essas respostas cheia de autonomia e decisão... salta-me completamente a tampa. Agora deu-lhe para estas tiradas mas quando começa a 'brilhar' muito, tenho de meter ordem na coisa e ser um bocadinho 'má', faz parte da vida.

Welcome, adolescência! Vê lá se não me fazes muitos estragos que temos aqui uma miúda impecável que, parecendo que não, eu gostava que continuasse a ser como era: amorosa, querida e educada. Pode ser?
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12 fevereiro 2017

Guia das Malas em Pele // como cuidar & limpar

Já aqui vos falei que desde o ano passado tenho cumprido a resolução de não comprar malas e sapatos que não sejam de qualidade e boas marcas. A verdade é que não tem sido nada difícil de cumprir essa meta porque rapidamente uma pessoa habitua-se a coisa boa e já não quer mais comprar sapatos na Zara (salvo raras excepções, doem como o caraças) nem malas na Parfois (nada contra, há modelos giríssimos mas as alças esfolam, descascam... não duram nada). No ano passado fiz uma razia no closet e doei tudo aquilo que não me parecia de qualidade (contei-vos sobre isso aqui).

De lá para cá tenho comprado muito menos (malas e sapatos quase que exclusivamente em saldos ou em outlets) mas são artigos óptimos que estão impecáveis como no primeiro dia em que os usei. Claro que para isso existem 'truques' e é sobre isso que venho vos falar hoje: dicas e produtos incríveis para cuidar dos nossos sapatos e malas em pele :)


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10 fevereiro 2017

Disto do São Valentim...

Começo por dizer que acho uma palermice esta coisa do Dia dos Namorados (sim, a romântica que habita em mim tirou férias). Acho uma treta receber 3562 mails sobre a 'prenda perfeita', 'escapadinhas românticas' e outras patetices. A sério que precisamos de uma data extremamente comercial para nos lembrarmos de mimar a pessoa que nos atura 365 dias por ano? Eu acho parvo e, pior, fico extremamente irritada por ter que levar com sms de publicidade, emails da Odisseias, Lifecooler, La Redoute, Geostar e outras agências de viagens, O Boticário... tudo a falar do dia dos namorados, que náusea. Só me apetece passar o dia 14 de fevereiro trancafiada numa caverna para não ter que levar com montras cheias de corações, papel de embrulho foleiro e laçarotes que não lembram a ninguém.

A verdade é que lido mal com datas pré-concebidas, com 'obrigações' de ter que oferecer algo, pensar num jantar especial, comprar lingerie específica para regabofe... tudo porque é dia 14 de Fevereiro e 'temos' que celebrar a data. Nunca deixo passar em branco, é um facto, mas preocupo-me com coisas simples que sei que o meu marido adora: um pequeno-almoço na cama, com todas as gulodices que ele adora (mesmo que isso implique que eu acorde 1h mais cedo para ir à pastelaria comprar tudo fresquinho, ainda de remela nos olhos e ar de poucos amigos); ou uma maratona de filmes no sofá com direito a jantar caseiro e sobremesa preferida. O meu homem é pessoa de gostos simples, desde que tenha a barriguinha cheia e eu por perto (beijo, modéstia!), é gajo para ser feliz. Por isso espanta-me um bocado ver posts sobre 'o que vestir no dia dos namorados', 'onde comer no dia dos namorados', 'melhores penteados para o dia dos namorados', fico sempre um bocado abananada. O que vestir? Meu bem, esta deveria ser a última das preocupações (importa mais o 'despir' do que o vestir, digo eu). Enfim...

Já avisei ao meu homem que não quero nada, que não preciso de nada... mas caiu em ouvidos moucos. Já sei que vai aparecer com qualquer coisa no dia 14 e como não quero que fique perdido cheio de dúvidas sobre o que oferecer (já que ele faz questão, quem sou eu para ir contra? longe de mim!), eis algumas dicas de coisas que alegrariam o meu coração:

1. brincos Omnia, colecção Hoop by Fernanda Velez do Blog da Carlota (fiquei viciada nos brincos dessa coleção depois que comprei estes, são maravilhosos!)
2. camisola com folhos, da Pull and Bear. (eu e folhos = muito amor.)
3. clutch em algodão e pele, da Burberry. (meus amigos, se não houvesse uma malinha na minha wishlist, alguma coisa não estaria bem... a verdade é que ando a babar por esta malinha desde que a vi no Freeport pela metade do preço - mas ainda assim, carota - por isso, continuo à espera que ela baixe para os 95% de desconto para comprar sem peso na consciência.)
4. calças de cintura alta, da Mango. (amo esse género de calças com pinças na cintura e largas nas pernas, acho super elegantes)
5. batom MAC, edição especial. (não sou fã de batons tão vibrantes - no dia a dia só uso nudes - mas talvez por isso tenha ficado tão hipnotizada pela imagem de divulgação da campanha, quero!)
6. aspirador de pé, da Rowenta. (okey, essa prenda não conta porque é 'para casa' mas vi este aspirador em funcionamento na casa de um familiar e fiquei chocada, aspira até o pensamento da gente, cobicei!)
7. viagem para uma ilha. (adoro ilhas com águas turquesas e quentinhas, não sou esquisita, podemos ficar pela Europa mesmo: Malta, Chipre, Sardenha, Zaquintos... tantas!)

Vamos ver se o rapaz anda a cuscar o blog e se acerta na prenda :) Se não acertar,  tudo bem, o mais importante é que a melhor prenda é aquela que me abre a porta todos os dias quando chego do trabalho, sempre bem disposto (excepto quando o Sporting perde hahaha) e que me ensina sempre que é  possível amar sem medidas e que vale a pena investir em nós, sempre.
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08 fevereiro 2017

Saudades de casa, a quanto obrigas!

No outro dia comentei  com o meu irmão que há imenso tempo não ouvia um samba (adoro samba de raiz, aquele 'das antigas'), que sentia mesmo vontade de sair para ouvir música brasileira e o gajo disse-me que conhecia um sítio em Lisboa que era 'a casa do samba brasileiro', que o pessoal é impecável e mais não sei quê. "Ali é tudo na boa, toda a gente se respeita, temos que lá ir...".

Preciso abrir um parênteses: eu sou a pessoa mais 'anti-saída-noturna' da vida, detesto sair à noite porque é só gente a fumar por todo o lado em sítios fechados (e o meu cabelo, como fica? invisto demasiado dinheiro no meu cabelo para sair à noite e voltar com a juba a cheirar a nicotina, dispenso), é só bêbedos e pessoal a vomitar-se pela calçada (eu detesto bebida alcoólica, nem vinho bebo), é só gajos atiradiços que não podem ouvir um sotaque brasileiro (e eu nem considero que tenha muito) que já começam aos risinhos e descobrem um à vontade com a minha pessoa que eu acho fora do normal ("ai é carioca... que sotaque giro, parece uma atriz da Globo a falar..."), enfim... não, muito obrigada.

Se juntarmos a isso o facto do meu marido não gostar muito de música brasileira e também não saber dançar lá muito bem (então samba... era mesmo pra eu me desmanchar a rir), lá combinei com duas amigas e fomos conhecer a ArtCasa, que todo domingo a partir das 17h tem samba de raiz tocado ao vivo. Fui ao Facebook, li as críticas (só elogios) e pensei logo: Opa, vou me 'acabar' de sambar!"


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07 fevereiro 2017

Saldos // Longchamp

No outro dia recebi um comentário que dizia mais ou menos assim "fazes posts de compras de saldos mas só compras marcas caras, nunca mostras saldos da Zara ou da Mango, por exemplo" e eu na altura não respondi (tento responder sempre aos comentários mas às vezes não consigo por falta de tempo - que foi o caso deste) mas agora respondo:

Eu acho que os saldos servem para, essencialmente, três coisas:
1) repor os básicos em falta no roupeiro (camisas brancas, calças de ganga, um blusão em pele, uma mala intemporal, etc);
2) comprar peças que serão usadas na próxima estação, nesse caso, na Primavera (e com precinho de saldo é uma maravilha!)
3) investir em marcas mais caras e de qualidade, por norma são sempre os saldos que compensam mais. Prefiro investir num sobretudo Bimba y Lola que está com uma redução de 100€, por exemplo, do que comprar uns da Zara que estão com 30€ de desconto.

É a minha forma de encarar os saldos e cada um terá a sua, mas para mim tem funcionado muito bem assim. É nessa altura que compro mais coisas (e sim, coisas caras) porque no resto do ano tenho uma certa 'pena' em largar tanto dinheiro por sapatos ou carteiras, por exemplo.

Foi o caso dessa Le Pliage Neo da Longchamp, que já andava de olho desde a altura em que viajei à Cannes e vi toda a gente com uma pendurada (a sério, parecia uma concentração de Pliages) mas como era uma 'compra-desejo' e não uma 'compra-necessidade' deixei para a altura dos saldos, a ver se ainda a apanhava. Não que tenha feito um graaaande negócio, que na Longchamp os saldos ficam ali entre os 20% ou 30% (na loucura, fazem um desconto de 40% em modelos mais antigos) mas qualquer coisinha já se torna apetecível, uma vez que eu acabaria por comprar a mala de qualquer forma.

 
É a minha primeira mala 'rosa-super-rosa' e achei-a tão fofinha! Já imagino mil combinações de roupa primaveril com essa malinha e o facto de ter alça longa torna-a perfeita para viagens (quando preciso de ter as mãos livres para agarrar na máquina e fotografar). E a cereja no topo do bolo é que esse tom de rosa foi escolhido como uma das cores Pantone para a Primavera/Verão 2017 (não que eu ligue muito, uso aquilo que gosto, não sou muito de cores) mas sabe sempre bem saber que o meu gosto e a moda estão em sincronia.


Teve 20% de desconto e ficou-me por 104€. Sou completamente fã desse modelo de malas, dobram-se feito um envelope, são impermeáveis, levíssimas, alças em pele, uma perdição... Tenho quatro Pliages e era menina para ter uma de cada cor se me saísse o Euromilhões, são as malas mais leves de sempre e não viajo sem elas! Aliás, a minha Pliage verde (a mais antiga de todas) já rodou o mundo comigo, está completamente surrada (uso e abuso das malas, é verdade: levo para praia, piscina, até para o deserto do Saara a minha menina já foi - e portou-se lindamente). É o que eu digo: são um bocadinho caras mas valem a pena.
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06 fevereiro 2017

Alguém que explique aos senhores da publicidade...

... que ~pagarem~ a uma blogger  - que usa no seu dia-a-dia apenas marcas de luxo e inacessíveis ao resto da população - para fazer publicidade a roupa de marca branca vendida em supermercados fica um pouco, humm, como direi... pouco credível? Vá, ridículo. Mas alguém acredita mesmo naquilo? Soa tão falso, tão artificial que não acredito que alguém caia naquela cantiga. Se vão fazer publicidade, ao menos façam o trabalhinho de casa, meus amigos.

(é mais ou menos como alguém me pagar para publicitar o shampoo Essentya (marca branca do Pingo Doce) quando todas vocês sabem a pequena fortuna que gasto em produtos capilares e nunca compro nada em supermercado porque, regra geral, são muito maus para o meu tipo de cabelo. Eu adorava ser pessoa de usar Pantenes, Elvives e afins mas pareço a Bruxa do Pica-Pau de tão ressequido que fica o meu cabelo, por isso não, obrigada.)
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04 fevereiro 2017

O meu amor pequenino...

Quanto amor pode caber dentro do meu peito? 

É a pergunta que constantemente me faço quando olho para ti. Quando oiço o som da tua risada, quando me abraças ou me chamas por alcunhas malucas que inventas... sei que a minha (nossa) vida não seria a mesma sem ter a nossa tartaruguinha por perto. É bem verdade que eu já tinha o Pê como irmão mas quando tu nasceste foi o coroar de um sonho. A minha bonequinha! Só minha, de mais ninguém! A irmã que durante tanto tempo eu pedi e que durante tantos anos foi sonhada, desejada... Foram anos de lutas, de fertilizações in vitro, de hormonas injectáveis, punção de oócitos, exames e mais exames, uma espera angustiante, uma gravidez cheia de sustos do princípio ao fim (não é a toa que tens um nome tão especial... feito à medida para ti, meu amor).

Fomos recompensados com uma miúda fantástica (é claro que eu sou suspeita para falar de ti mas) a verdade é que és muito mais do que merecemos (por favor, adolescência, não venhas cá descambar as coisas), és a melhor companheira do mundo, a minha cara-de-bolacha preferida. Olho para trás e parece que nasceste na semana passada mas caraças, já foi há tanto tempo! Vais ser sempre a nossa criança, mesmo que já não o sejas. É o que dá ser a última a nascer :)

Hoje desencantei o vídeo do teu nascimento e chorei como uma madalena. Passou tudo tão depressa! Por favor, tempo, abranda um bocadinho! Sinto-me uma espécie de 'segunda-mãe' na tua vida porque a nossa relação ultrapassa o elo de irmãos. Somos irmãs, sim, mas somos unidas pela alma. A minha e a tua, entrelaçadas. Para sempre.

Parabéns, minha princesa! Que a vida te sorria sempre e que todos os teus sonhos sejam concretizadas. Vamos sempre estar contigo, todos juntos e misturados. Amo você, tartaruguinha!

(eu não me posso pôr a ver vídeos destes que me sobe uma explosão de amor tão grande que só me apetece encher a casa de putos e começar a fabricá-los já! São mesmo o melhor desse mundo!)
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