23 abril 2017

Beach, please!

Ahhh as saudades que eu tenho de passar o fim-de-semana na praia! Hoje rumo a Sul para quatro dias de puro descanso (assim espero), muitos mergulhos, sol no lombo que também é preciso e carradas de livro para ler (no último mês despachei 4, o meu marido fica absolutamente chocado com a quantidade de página que leio, é um vício - mas tão bom). Na mala levo o essencial para a praia:

---» Manta azul degradè tamanho gigante (é uma mistura de manta com tapete, levíssima para a praia) que comprei na medina de Chefchaouen.
--» Toalha (com barra de tecido feita por mim) e porta-toalhas (Primark, nova coleção)
--» Cesta de verga comprada em Alcobaça
--» Óculos RayBan aviador (adoro esse modelo!)
--» Melissas c/ laço que trouxe do Rio de Janeiro na última viagem que fiz
--» Fato de banho ASOS (aquele maravilhoso que nos deixa com corpaço, eu chamo-lhe de 'mágico')
--» Brincos H&M (saldos do ano passado)

Bom fim-de-semana, pessoas! :)

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21 abril 2017

Que rufem os tambores:

Habemus reembolso do IRS disponível na conta (sim, foi mesmo em 15 dias #CentenoRules) e nunca nos meus longos anos de IRS eu recebi acima dos 4 dígitos, estou numa felicidade só! :)


E acho que a ocasião merece ser celebrada com pompa e circunstância, por isso estou aqui a pensar se estourarei o dinheiro em conjunto com o meu digníssimo esposo numa semaninha de férias aqui:

Tailândia

Ou se darei voz à minha veia consumista que clama há uns dois anos por essa menina aqui:

Métis, Louis Vuitton

Que indecisão, pessoas! São duas paixões incontroláveis que competem lado a lado um espaço no meu coração: as viagens e as malas de design. Não saberia escolher! Parece que tenho duas vozes, uma de cada lado da cabeça (tipo o anjinho e o diabinho do desenhos animados): a voz racional diz que devo optar pela viagem, que é sempre uma experiência incrível, ainda por cima num destino que já anda em cima da mesa há uns tempos. Se ouvir o lado emocional, penso que a mala é maravilhosa, que ao contrário de uma viagem não vai acabar em uma semana (pelo contrário, é daquelas que duram anos!) e se no futuro enjoar, sempre posso vender que nunca perco dinheiro (elas valorizam com os anos, especialmente LV). 

O que fazer? Não sei. O meu marido não é para aqui chamado para dar opiniões porque é claro que vai querer a viagem. O meu lado 'egoistazinho' diz que se optar por comprar a mala, vou acabar por ir de férias a mesma para um sítio igualmente fantástico (que o meu marido trabalha essencialmente para isso, para ir de férias quando lhe apetece, o gajo não passa sem férias de praias quentinhas).

Não quero me precipitar por isso até o fim-de-semana estou aberta aos vossos conselhos. Que me dizem? Razão ou Emoção? :D
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20 abril 2017

Ai meu coração!

A H&M relançou das cinzas o meu modelo perfeito de calções e eu estou in love! No ano passado comprei estes em ganga e deixei escapar os pretos (quando fui para comprá-los já não havia nada de nada) e jurei para mim mesma que se os apanhasse noutras cores era menina para comprar um de cada. São maravilhosos! Para quem tem coxas grossas (eu!) é o modelo que melhor assenta: cintura bem marcada, bolsos enormes e pernas largueironas e super confortáveis. Amo! Assim que os vi no site da H&M encomendei logo os amarelos e pretos (o azul parece-me muito semelhante ao que eu já tenho, senão também marchava) e aproveitei os 15% de desconto e os portes gratuitos (válidos até amanhã, penso eu). Maravilha!

Sou apaixonada pelo tecido Lyocell, pelos folhinhos na cintura, pelo modelo e claro, pelo preço (19,99€). Ainda passei numa H&M perto do trabalho para os experimentar mas essa colecção ainda não tinha chegado à loja, por isso arrisquei comprar no site (em loja, esses calções desaparecem num piscar de olhos!). Valem muito a pena!
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19 abril 2017

A geração de iputos (sim, com 'i' de iphone)

Fui jantar em casa de um casal amigo que tem três filhos pequenos (10, 6 e 4 anos). Os miúdos são uns bombons: educados, queridos, divertidos... mas têm um 'problema': são completamente viciados em tecnologias. Eu não vou julgar nem entrar no mérito "a culpa é dos pais" por que só quem está no convento é que sabe o que vai lá dentro e com três crianças nessas idades não sei se sou capaz de apontar o dedo à mãe que chega cansada do trabalho e enquanto prepara o jantar espeta com desenhos na televisão para o mais pequeno, um smartphone para a miúda e um tablet para o outro. Sim, foi esse o cenário com o qual fui 'recebida'. Éramos quase dez amigos para jantar (foi o aniversário de um deles) e aproveitei para escapulir até onde estavam as crianças.

O cenário que vi foi de cortar o coração: miúdos tão pequenos completamente focados nos mini-ecrãs que cada um trazia na mão. Perguntei se queriam brincar e olharam-me como se eu fosse um extraterrestre. Que não podiam, estavam a jogar. Fiquei tão triste com aquilo que decidi perguntar uma última vez se queriam jogar um jogo brasileiro, que eu jogava quando era pequena. O mais novo deixou escapar, baixinho: "pode ser, estou a ficar sem bateria..." e logo vieram os outros dois.

A primeira brincadeira que me veio à mente foi 'jogo de mímica' (estou destreinada na arte de 'inventar jogos') e escolhemos o tema dos animais. Cada um escolhia um animal e depois começava a imitar os gestos (era proibido emitir sons) até que alguém descobrisse e então essa pessoa que tinha descoberto ficava com a missão de imitar outro animal... No princípio o jogo não tinha fluidez, eles pareciam nem saber bem o que fazer, demoravam imenso tempo a escolher que animal interpretar, uma seca hahaha (confesso que a essa altura já estava arrependida e pronta para lhes devolver os tablet e smartphones).


Depois que a coisa ganhou velocidade, opá, foi o máximo! Ver a carinha de felicidade deles com uma coisa tão banal não teve preço! Estava sentada com eles no chão e a certa altura a minha amiga me veio chamar para a sala, fiz menção de me levantar e o puto do meio exclamou: "ela agora não pode, não vês que estamos a brincar?!" e eu desmanchei-me a rir. Sempre que eu fazia que me ia levantar e dizia: "então vá, meninos, agora vou para junto dos adultos porque vocês têm que dormir", o pequenino dizia: "senta-te, senta-te, vamos brincar mais um bocado!".

Conclusão: não conversei nada com os meus amigos, passei todo o tempo de volta dos putos mas senti que fiz três crianças verdadeiramente felizes naquela hora e meia. Deitaram-se exaustos, transpirados de tanta macacada e ofegantes. No fundo, foram apenas crianças naquele curto espaço de tempo.

Mais uma vez, não quero julgar o tipo de educação que a minha amiga lhes dá - porque sei que, dentro das possibilidades, ela faz o melhor que consegue - mas tive tanta mas tanta pena! A infância de hoje em nada se parece com a que eu tive, por exemplo (e foi só há 20 anos). Eu pulava corda, subia em árvores, andava de bicicleta, fazia bolo de lama, escavava a terra atrás de tesouros, voltava para casa podre (joelhos esfolados, mãos todas imundas, transpirada até a raiz do cabelo...) e como fui feliz! Criança precisa disso, de ser livre, de brincar com coisas simples e infantis, não precisam ser mini-adultos, terão tanto tempo para isso no futuro...

(Um dos aspectos que mais me assusta nisto de ter filhos (tanta coisa me assusta...) é mesmo que tipo de vida os putos de hoje têm, se conseguirei que vivam em plenitude a infância, se terei a disponibilidade que eles exigem (e que, vá, merecem), uma série de coisas que me faz adiar, adiar, até a altura perfeita (que não existe, eu sei). A verdade é que a cena que vi no jantar foi semelhante a essa que ilustra o post e ficou-me gravada na mente... sei que não quero repetir algo assim com um filho meu. A ver vamos.)
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17 abril 2017

Se eu precisava de mais um par de almofadas?

... pois, provavelmente não.

Mas estas eram mesmo tão fofinhas e com um preço 'de saldo' que uma pessoa não consegue resistir. Adoro o padrão étnico, o detalhe das pontas, as fitas coloridas... amo! Aliás, ainda estou para descobrir loja melhor do que a Primark (melhor = mais em conta) no que toca às almofadas decorativas.

Custavam 8€ cada e estavam a 3€, já com enchimento (as capas são amovíveis). Maravilhoso, não? Compro pouquíssimas coisas na Primark mas almofadas e artigos para casa, surpreendentemente, têm tido excelente durabilidade por cá. Nos saldos passados comprei estas, a 2€ cada:

Já foram à máquina (a capa, o enchimento não) e continuam impecáveis. E pensar que dava sempre imenso dinheiro nas almofadas da Zara Home e Área... que tola. Hoje só compro nessas lojas se for um artigo que me chame mesmo muito a atenção, caso contrário, minha rica Primark! :)

(espero que tenham tido uma Páscoa fantástica, cheia de momentos bons, descanso e paz junto das vossas famílias - por cá foi tudo calminho, estava a precisar tanto de descansar, ler e dormir sem horas para acordar que me soube pela vida esses diazinhos de ronha.)
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14 abril 2017

Escapadinha // Aveiro


Conhecer Aveiro era uma das grandes 'falhas' no meu currículo de cidades portuguesas. Sim, é certo que ainda me falta conhecer algumas (já agora, fiquei deliciada com as vossas dicas neste post, apontei tudo para não deixar escapar nada, obrigada!). Vivo em Portugal há quase 13 anos e não me recordo de alguma cidade ter exercido tamanho fascínio sobre mim quanto Aveiro. Fiquei (e estou) completamente apaixonada pela cidade e especialmente pelas pessoas. É que não há comparação possível com o povo do norte e os cá de baixo, infelizmente. Não sou de comparações mas a diferença é tão abismal que dá que pensar.

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12 abril 2017

Das coisas que adoro:

Adoro ter pequenos souvenirs de viagens espalhados pela nossa casa. É uma lembrança diária de sítios onde já fomos tão felizes (somos sempre um bocadinho mais felizes nas férias, não acham?), adoro reunir objectos que trouxemos dos diferentes cantos do mundo, acho que torna qualquer decoração mais interessante e a casa com aquele ar de 'lar-em-construção' que eu tanto aprecio.

No hall de entrada, uma miniatura que trouxe de Barcelona, na parede do corredor uma tela gigante com uma foto nossa em Paris (no dia em que ele me pediu em casamento), no outro corredor uma peça em madeira com a frase "Rio I Love You" que eu ganhei do meu pai na última ida ao Rio de Janeiro. Na sala, a estatueta de mármore que compramos em Atenas, na prateleira do closet a máscara Inca que trouxemos do México. No aparador da sala de jantar, o bule e o tabuleiro que trouxemos do Marrocos.

E a nova aquisição, que tem mesmo a nossa cara:

Um globo do mapa mundi.

Já andava de olho numa peça do género mas não encontrava nenhuma com pés trabalhados como esse e num material que fosse realmente bom e pesado. Na viagem ao Luxemburgo esticámos um bocadinho até Trier, na Alemanha e encontrei o globo dos meus sonhos por lá, na famosa TK Maxx (eu pre-ci-so dessa loja cá em Portugal, dá vontade de comprar tudo!). O globo custava 79€ e comprei-o por inacreditáveis 17€... ainda consegui a proeza de trazê-lo enfiado na mala de mão (palmas para a Ryanair que me deixa sempre viajar com dois volumes de mão - e palmas para o meu marido que viaja sempre com pouquíssima coisa já a contar com o espacinho extra que eu vou surripiar da mala dele).

E vocês, também decoram a casa com objectos trazidos de viagens? :)
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10 abril 2017

Domingos.

Domingo é o meu dia preferido da semana, desde que me lembro. E não, não é por estar de folga (mesmo quando trabalhava ao fim-de-semana, sempre adorei o dia de domingo). É aquela coisa de ser 'o-último-dia-da-semana', acho. Domingo tem um charme próprio, que mais nenhum dia tem.

Ontem foi especialmente gostoso. Sol e dias bonitos fazem tudo ter outro encanto, certo? Fomos até a Boca do Inferno, em Cascais, depois caminhamos até a vila e paramos para um lanche num sítio com esplanada que aceitasse cães (coisa ainda rara cá em Portugal - infelizmente). No regresso parámos num género de prainha escondida e aproveitámos para darmos o primeiro mergulho da época. Soube tão bem! É incrível o bem que a água do mar nos faz!

Cascais ganha outra vida nessas altura, já se notavam os turistas (maravilhados com o nosso clima), as crianças por todo o lado com bicicletas, patins e outros que tais, parece que sai tudo à rua nessas alturas e a cidade se enche de vida. Eu adoro observar tal fenómeno! Poder terminar a semana de vestido leve, sandálias nos pés e um mergulho no mar... não tem preço :)
Na foto: Mala e chapéu Tommy Hilfiger (nova coleção) que são a coisa mais prática de sempre (a mala é bastante semelhante às Pliage da Longchamp mas num material que parece-me mais resistente) e são a cara do verão (adoro o padrão navy). O cabelo levou um corte escadeado agora para os dias mais quentes e aproveitei para dar um banho de brilho com a coloração preto-azulada (a minha cor preferida). Ahh como eu adoro esta altura do ano! Parece que tudo se renova e eu adoro recomeços :)
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05 abril 2017

IRS: done! ✔


Cheguei do trabalho tarde e a más horas mas achei que já andava a adiar muito o preenchimento do IRS (sou daquelas que gosta de fazer tudo com antecedência - e receber mais rápido, também). Ontem foi o dia! Eu sou uma nulidade no que toca a questões tributárias (só sei que desconto um valor 'simpático' todos os meses) mas com esta coisa da declaração vir toda preenchida e só termos que, basicamente, preencher o NIB... é assim uma pequena maravilha. Tenho vindo a receber mais a cada ano que passa (que se mantenha sempre assim, Amém!) e desde que casei então o meu reembolso aumentou mais de 120%. Não percebo do assunto mas diz o meu marido que é por termos escalões diferentes ou lá o que é (ele recebe quase o dobro do que eu declaro), eu não sei, só sei que adorei ver o valor que vamos receber este ano, com um aumento de quase 500€ em relação ao ano passado. Gostava era de perceber o que mudou de um ano para o outro (é que a meu ver, continua tudo igual) para justificar esse aumento, só espero que não seja um erro do site ahahaha.

Eu nunca me lembro do dinheiro do reembolso ao longo do ano, nunca 'conto' com esse dinheiro para nada, por norma acabo por gastá-lo num destino novo de férias (sim, é a minha perdição). Este ano acho que vou manter a tradição :D E vocês, em que costumam gastar o vosso reembolso do IRS? (caso o recebam, é claro - há uma parte da população que paga, deve doer...)
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04 abril 2017

É por estas e outras que eu adoro road trips:

Nada como voltar a Lisboa e decidir passar por Alcobaça para matar saudades (há muitos anos que não passava por lá). Pelo caminho, já a poucos minutos de Alcobaça, enganamo-nos na saída e fomos parar a uma cidadezinha que parecia perdida no tempo (não fixei o nome, sorry). Enquanto eu tentava ligar o GPS (completamente maluco) e sincronizar o caminho até o centro de Alcobaça, vi uma lojinha com cestos de junco artesanais e quis parar para espreitá-los. Eram lindos, cada um mais giro que o outro. Eu adoro esse tipo de cesto para o verão (e diz que estão super em alta, tenho visto deles por todo o lado), então não pensei duas vezes: Veio comigo.


Havia em imensas cores, padrões, tamanhos, com alça curta, com alça a tiracolo em pele, uma panóplia de cestos que uma pessoa até ficava tonta. Já tinha andado à procura destes cestos cá em Lisboa e nunca encontrei por menos de 45€ (confesso que sou forreta e acho sempre que este tipo de malas não tem grande durabilidade, por isso não compensa). Contudo, a senhora lá da lojinha (tão querida!) explicou-me que os cestos de junco duram imenso tempo, que são feitos à mão por uma família que aprendeu a técnica com uma marca famosa de cestos da região (que diz a senhora, vendem estes cestos depois a 70€ e 80€ - achei a história um bocadinho fantasiosa mas enfim, lá comprei o cesto).

Quis a versão clássica em natural e paguei inacreditáveis 19,50€ (até perguntei duas vezes quando a senhora disse o preço, pareceu-me mesmo inacreditável). Tem o tamanho perfeito para as minhas tralhas de praia (talvez arrisque noutros sítios que não a praia, ainda não sei) e adoro a ideia de combiná-lo com lenços de seda como o da fotografia (que trouxe do Marrocos junto com mais 4239 outros - amo lenços!).


E depois lá chegamos ao centro de Alcobaça e eu perdi-me pelos labirintos do Mosteiro, que coisa mais linda! Nem dá vontade de uma pessoa sair lá de dentro!
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01 abril 2017

Ufa!


Que semaninha caótica essa! Queria ter tido tempo para vir vos contar das mini-férias (foram só três dias mas souberam pela vida: sábado, domingo e segunda - regressamos a Portugal na 3ª feira) que foram incríveis e recheada de momentos inesquecíveis. Fomos ao Luxemburgo e no último dia apanhamos o comboio até Trier, na Alemanha. Sim, dois países em dois dias, somos loucos :D

Entretanto no regresso a Portugal apanhei um 'problema' com a diferença de pressão durante o vôo e sentia o ouvido esquerdo tapado. Fui ontem ao Otorrino e descobri que fiz um Barotrauma no ouvido (nunca tinha ouvido falar nisso antes), leva de duas a três semanas para voltar ao normal (até lá, se me virem na rua, gritem... que eu estou surda de todo).

Em breve partilho o roteiro dessa viagem e entretanto... já estou a fazer malas de novo, desta vez vou só até o Porto (tenho uma paixão pelas cidades do norte!) em modo passeio com toooda a família (e só voltamos n 2ª feira, tão bom!). Quero ver se é desta que vou conhecer o outlet de Vila do Conde que já ando com vontade de fazer compras (quer dizer, ando sempre, mas agora a coisa está mesmo acentuada).

Bom fim-de-semana, pessoas!
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