30 julho 2017

Vamos falar de... dinheiro?

Sim, leram bem. Este é um post sobre dinheiro. Falar de dinheiro é sempre um bocadinho constrangedor, admito. Se falamos muito abertamente (com valores e toda essa riqueza de detalhes) acabamos por melindrar alguém que talvez não tenha os mesmos parâmetros e que pode acabar por sentir que estamos a menosprezá-lo. Sim, minhas amigas, o dinheiro tem esse poder sobre algumas pessoas. Ficam muito incomodadas se sabem que alguém ganha mais do que elas, se sabe que alguém tem um carro melhor que o delas, uma casa maior, enfim... o costume na nossa sociedade.

Por isso evito o assunto e esta é a primeira vez que vou falar abertamente sobre o tema no blog. Porque achei que era preciso, porque vejo/leio por aí muita coisinha que me faz confusão, muita gente a comentar sobre o que não sabe e a achar que eu encontro dinheiro em árvores ou que tenho uma qualquer máquina que me imprime notas de euro durante a madrugada. Não, dinheiro não me cresce das árvores e ao contrário do que parece (sim, preparem-se para rir) eu acho que o segredo de ter sempre 'dinheiro para tudo' (como já várias vezes comentaram) é fazer uma boa gestão financeira dos meus recursos. Okay, vindo de alguém que é bastante consumista (assumo-o sem problemas) isso pode soar até irónico, mas acreditem, é bem verdade.

E por ser verdade, decidi partilhar com vocês um pouco da minha gestão financeira, do meu custo de vida e daquilo que faço para sempre conseguir ter dinheiro de parte para gastar nas coisas que realmente me dão prazer (compras, restaurantes e viagens, não exactamente por essa ordem). Vivo em Lisboa (Oeiras), somos apenas eu e o meu marido, ainda não temos filhos nem animais domésticos, logo, o nosso custo de vida é incrivelmente reduzido (especialmente se pensarmos que vivemos a 15 minutos do centro de Lisboa). Ressalto também que não temos empréstimos de qualquer espécie, nem temos vícios daqueles que exigem investimento diário de dinheiro (tabaco, álcool, cafés, apostas, etc).

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26 julho 2017

Imediato, pra ontem, já!

Sou uma pessoa naturalmente agitada. Odeio estar sem fazer nada (quando não tenho, invento), há anos que não sei o que é tirar férias para descansar (tiro férias sempre com um bilhete de avião na mão - e viajar para mim nunca é sinónimo de 'papo pro ar', salvo raras excepções). Não sei, acho que o tempo é mesmo algo tão precioso que cabe a nós direccionarmos os nossos  interesses e prioridades. Por isso gosto de optimizar ao máximo o meu tempo.

E isso me leva ao real motivo desse post: eu não sei esperar.  Tenho notado em pequenas coisas, é um facto que sempre odiei esperar, detesto perder tempo com coisas insignificantes (nem sei como ando nisto dos blogs), mas ultimamente tenho tomado várias decisões na tentativa de 'esticar' o tempo.

Eu gostava muito de ser uma pessoa calminha, que faz tudo com paciência, que consegue esperar para fazer as coisas (eu não consigo, mesmo!). Eu sou a pessoa que contratou um pintor para pintar todo o apartamento e como ele só podia no outro fim-de-semana, agarrei eu mesma em tintas, pincéis e rolos... e pintei em dois dias um T2+1 inteirinho. Eu não sei esperar! Dá-me urticária. Se peço algo para um colega de trabalho e ele me responde "agora não consigo, pode ficar para amanhã?", o mais certo é eu virar a noite na empresa até ter aquilo feito. É uma merda ser assim, parece que o nosso cérebro nunca descansa, nunca relaxa... Temos que estar sempre a fazer alguma coisa, não sabemos estar quietas, é uma coisa!

Eu já me habituei a ser assim, mexida, mas o meu marido sofreu um bocadinho com esse meu lado elétrico. Ele é todo 'peace and love', todo nas calmas... e eu sou o furacão. A minha mãe costuma dizer que o dia em que eu ficar grávida, vou dizer "tenho mesmo que esperar 9 meses para ver o puto? Não sei se consigo, não dá para ele nascer logo aos 3 ou 4 meses?" :P A verdade é que gabo a paciência de algumas mães em esperar 40, 41 semanas... por mim a partir das 36 semanas (que é quando supostamente a criança já não corre riscos) já pode nascer. Aliás, isso de esperar entrar em trabalho de parto, romper as águas e aguardar 57 horas até a criança nascer... é algo que não quero para mim. É, aliás, a única certeza que tenho nisto dos partos: quero uma cesariana eletiva, com data e hora escolhida por mim, com todo o tipo de analgesia que eu tiver direito (que a minha tolerância a dor é totalmente nula), basicamente quero entrar no hospital pelo meu próprio pé, descontraída como quem vai à Zara trocar umas calças, quero ser totalmente anestesiada (até podem me dar anestesia geral que eu não refilo), quero que saquem o puto cá para fora sem grandes carnavais e que eu saia da maternidade fresca e fofa, totalmente sedada e sem pingo de dor, com um bebé gorducho ao colo. Exageros à parte, o meu parto de sonho era algo assim: rápido, indolor e agendado.


Tenho tentado ser mais paciente (a paciência é algo que dá para exercitar) porque quero abrandar um bocadinho o ritmo, ter mais calma, ser mais ponderada e equilibrada nas minhas escolhas... É certo que tenho tido mais tempo para fazer as coisas que gosto mas ainda assim, gostava mesmo de ser mais tranquila e não tão ligada à corrente.

Mais alguém assim deste lado? Partilhem as vossas dicas, please!
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24 julho 2017

Para a minha avó:

Penso em ti todos os dias. Não é uma 'frase-feita', é mesmo a pura verdade. Não há dia desde a tua morte em que não acorde a pensar em ti ou a sonhar contigo, a pensar o que tu me dirias diante desta ou daquela situação... Não há um único dia. Evito falar de ti, avó. Ainda não consigo falar sem chorar, ainda é muito recente (já passou um ano mas ainda dói como se tivesse sido ontem). Ainda me lembro nitidamente de tudo, de cada detalhe daqueles curtos 14 dias (o tempo exacto entre a tua chegada cá em Portugal e a tua partida para sempre). Sempre pedi a Deus que não te levasse embora sem que eu estivesse por perto (esse sempre foi o meu maior medo desde que saí do Brasil: receber uma chamada telefónica com a notícia da tua morte) e agradeço a Ele por ter nos dado aqueles 14 dias.

A verdade é que não soube lidar com a tua morte. Até hoje não sei. Não sei como se aprende a viver mutilada, sem uma parte nossa tão fundamental. Vive-se, é verdade. A vida não espera e nada pára por que estamos em luto. Sou feliz, na maior parte do tempo, não me deixo abater... mas todo dia, especialmente à noite, sinto a tua falta. Choro quando apetece. Vejo vídeos nossos, fotografias, cheiro a tua roupa. Sabes aquela luva azul que usaste no último inverno? Está guardada num saquinho e incrivelmente, mantém o teu cheiro ainda hoje.

Sabes, avó, perdi um monte de gente quando te perdi a ti. Perdi amigos que se afastaram, que achavam uma loucura tentarmos tantas coisas, gastarmos tanto dinheiro em alguém 'que já está no fim da vida'. Um deles disse mesmo: "a tua avó já tem 82 anos, achas que ela vai viver eternamente? Vais gastar todo o teu dinheiro num tratamento inovador que sabes que não vai resultar?". Sim, no pior momento da minha vida alguém teve a lata de me dizer isso. Cortei-o da minha vida, nunca mais lhe falei.

A família, ah, tanto haveria para ser dito, avó. Tudo aquilo que me tinhas dito, aconteceu: brigas por dinheiro, quem fica com o quê, um quer o apartamento, o outro quer a loja, uma guerra absurda. Lembrei tanto daquela frase que dizias: "Ah, no dia em que eu morrer, se começarem com palhaçada por causa de herança eu me levanto do caixão e dou na cara de um por um...". Pois é, avó, estão numa guerra. Por dinheiro. O mesmo dinheiro que não serviu para te comprar os anos de vida que eu te queria dar. Que não te comprou saúde, nem a merda da cura para o cancro. Se o dinheiro não me deu o que eu mais queria na vida - ter-te comigo por mais anos - então qual o sentido de tê-lo? Doei a herança, avó. Renunciei a tudo o que tinha por direito, eles que fiquem com tudo, precisam mais do que eu.

Sinto tantas, tantas saudades tuas. A vida continua mas jamais será a mesma. Queria tanto que estivesses aqui por estes dias. Tantas coisas novas estão a acontecer! A Vi teve a festa de formatura e encerrou mais um ciclo, estava tão linda, parecia tão adulta... Quis usar o relógio que era teu, aquele que te ofereci no meu casamento. Uma parte de ti esteve com ela naquele dia tão especial. Estarias orgulhosa da tua 'caçula', tenho a certeza. Eu estou prestes a realizar um grande sonho e queria tanto que estivesses aqui para compartilhar tudo isso comigo...   Vou te amar para sempre, avó.
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20 julho 2017

Um passeio pelo Buddha Eden Garden

Sem grandes planos para o fim-de-semana (a não ser praia e mais praia - confesso que já estou ligeiramente enjoada), fomos conhecer o maior jardim oriental da Europa, o Buddha Eden Garden. O espaço já existe há vários anos e eu sempre tinha ouvido falar muito bem, por isso lá fomos nós. E adoramos o passeio!

 (a blusa da foto é esta, da Zara (saldos) e estou apaixonada, adoro decotes nas costas)

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15 julho 2017

Um novo tipo de tortura medieval...

... chamada 'Dente de Siso Incluso'. Se nunca ouviram falar sobre esta condição tão fofinha e especial (sqn), a sério, não queiram saber o que isso é. Vão por mim.

Ontem tinha consulta na dentista, consulta de rotina, ver se está tudo bem (até hoje nunca tive uma cárie e sou completamente paranóica com os meus dentes), fazer uma limpeza, o básico de uma consulta. Os meus dentes de siso ainda não nasceram completamente, ainda só começaram a romper a gengiva mas estão inclusos. A dentista (que já me acompanha há anos e é uma querida) diz-me: "Ah, parabéns, está tudo óptimo mas temos aqui um dente de siso incluso, vamos ter que arrancar."

Quê?! Até pulei da cadeira. Como assim, arrancar? O meu dente, uma parte de mim (a dramática), minha canjiquinha branquinha, não quero ficar sem ele! E se me faz falta? Quero morrer completa, com todos os acessórios com os quais nasci (apêndice, amígdalas, sisos, baço... quero todos os meus extras, ora). A dentista foi categória: "é um dente que vai dar problemas para nascer, que vai causar dores ao romper a gengiva e que 90% das pessoas arranca logo para evitar chatices."

Okey, tudo bem, depois arrancamos. Eu depois ligo a marcar, está bem? - disse com o meu sorriso amarelo.

Qual depois, qual quê! Vamos arrancar hoje! Rita, leva esta menina para o raio-x, vamos fazer extracção do dente 48. 

Fiquei em pânico. Não tinha a minha mãe nem o meu marido comigo, só naquela de dar apoio moral. Fiz uma pequena cena. Pessoas, eu nunca levei sequer uma anestesia na vida, não sei como é a sensação de ficar dormente e morro de medo dessas coisas.

Lá tirei o raio-x e em menos de nada vem a dentista com a anestesia na mão. Agarrei-me logo ao braço dela mal vi o tamanho da agulha que ela tinha mão. "Ai ai, começamos mal", respondeu a médica. A Rita, assistente, veio para me dar a mão (é ridículo mas eu precisava de ter alguém ali comigo), a primeira anestesia não doeu rigorosamente nada (uma picada de mosquito), entretanto levei a segunda e ainda uma terceira (essa sim, já senti alguma coisa). Um minuto depois comecei a sentir a língua dormente e toda a lateral do rosto. Que aflição!

A dentista voltou com vários acessórios metálicos (que nem fiz questão de olhar) e começou a fazer-me testes na bochecha a ver se eu sentia algo. Nada, estava inerte. Vamos começar. Abri a boca, fiquei de mão dada com a assistente e começo a sentir uma pressão no maxilar, enquanto a médica mexe de um lado para o outro no dente de siso. Sinto ela a fazer extrema força, afundo-me toda na cadeira enquanto penso "onde é que eu me fui meter? Ah, filho da puta de dente, quanto te apanhar cá fora faço questão de passar com o carro por cima de ti, meu cabrão de merda, só pelo prazer de ter ver todo esfareladinho no asfalto".

Passaram-se uns dez minutos, verdade seja dita que não sentia rigorosamente dor nenhuma, mas fazia muita impressão ver a força que a médica fazia e nada do dente sair. Estava mesmo incluso, o sacana. Quando a vejo a dizer "está quase" e pegar num alicate, ai caraças, achei que me finava ali mesmo. A medicina evoluiu tanto, já até fomos à lua, foda-se, mas ninguém inventa uma técnica menos arcaica e medieval para se tirar um dente? Tem mesmo que ser à marretada? 

Quando achei que ela me ia partindo o maxilar, lá saiu o dente e não se sente dor, é um facto, mas incomoda imenso. Olhei para aquele cabrãozinho, ali todo branquinho e fofo e só pensava em esfarelá-lo. Não levei pontos, não tinha nada infectado e a dentista achou que recuperação será mais fácil assim.

Uma semana de antibióticos, Brufen de 12h/12h e Nimesulida em SOS caso tenha muitas dores, o que graças a Deus não aconteceu. Hoje, 24h depois da extracção, sinto-me fresca e fofa, tenho zero dores e como de tudo (mas mastigo bem devagar para não magoar). Diz que daqui há um mês vou ter que tirar o siso do outro lado (que também está incluso) mas penso no lado positivo: ao menos não são os 4 (os outros 2 nasceram direitinhos). No final, a sacana da dentista ainda brincou "você acha é que é só sorrir e exibir esses dentes branquinhos? Não senhora, também é preciso intervir de quando em vez...". 

Eu nunca tive medo de dentistas, mas caraças, essa cena da extracção é mesmo de aterrorizar, especialmente quando achamos que só vamos ali fazer uma consulta de rotina e saímos semi-operadas. Hoje compreendo perfeitamente as pessoas que se pelam de medo de abrir a boca para o dentista. É preciso coragem (que eu claramente não tenho, haja vista a cena que fiz por lá).

E por aí, mais alguém sem siso? Dizem que é o dente do juízo... Agora perdi o meu de vez!
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08 julho 2017

Duas situações que me moem o juízo:

Situação 1: Ando à procura de casa para o meu irmão. Achei que despachava a coisa em dois tempos mas qual quê! A esta altura do campeonato, já toda a família anda desesperada a caça do imóvel, já durmo e acordo com o site do OLX aberto no ipad à cabeceira da cama, a ver se me cai algum anúncio. A ideia é arrendar, não comprar (para já). Que não quer empréstimos nem amarras financeiras (e eu percebo-o tão bem! Sou tal e qual) mas caraças, encontrar um apartamento minimamente em condições no distrito de Lisboa (é que já nem falo na cidade, já expandi a busca pelo distrito) não é tarefa fácil. Ou são podres de velho, ou é num 4º andar sem elevador, ou a renda de um mísero T1 ronda os 700€, ou pedem garantias bancárias, dois fiadores e as cuecas... Enfim. Estou desanimada, juro que estou. O último apartamento que considerei visitar (era o único abaixo dos 600€) tinha como área total (total!) 25 metros quadrados. Yap, uma casa inteira que cabe dentro da minha sala de estar. Não acho normal. E pelo andar da carruagem (e sem grande opção da escolha), estou mesmo a ver que depressa passamos ao modo 'vamos-ter-que-comprar' visto que não há nenhuma oferta de imóveis para arrendar em Lisboa, é surreal!

Situação 2: Entra-me pela empresa adentro uma rapariga com um papel na mão. "Boa tarde, eu precisava de um carimbo..." ao que uma colega exclama: "Um carimbo? Mas um carimbo para quê?". Ah e tal, era para apresentar no Centro de Emprego. A minha colega não se conteve: "Ah mas desculpe, eu não posso fazer isso. É que você não está à procura de emprego, você está à procura de carimbos e isso eu não faço. Lamento.". Ah, tá bem, obrigada - respondeu a rapariga - e foi-se embora, feliz e contente. Como esta gente consegue viver assim, na cara podre? Eu adorava perceber. Viver à conta do país sem mexer uma palha, só à espera que lhe caia o dinheiro do subsídio. E pior, fingir que está à procura de trabalho e 'enganar' a segurança social com carimbos da treta quando obviamente querem é curtir o verão à grande em casa, sem mexer o real rabo. Epá, não sou melhor que ninguém mas caraças, tenho 12 anos de descontos (comecei a trabalhar aos 18) e nunca estive mais de dois meses parada nesses anos. Nunca. Saía de um emprego sempre com uma proposta melhor, nunca solicitei subsídios (para quê, se um mês depois tinha que lá ir suspender porque já estava noutro emprego? Só o trabalho que me dava...), sempre encarei o Subsídio Desemprego como uma situação excepcional onde realmente NÃO se arranja trabalho, já depois de ter esgotado todas as possibilidades. Mas não, as pessoas pensam no Subsídio Desemprego como umas 'férias de dois anos remuneradas' e já ouvi de diversas pessoas: "ah, vou aproveitar para ter mais um filho..", "ah, vou aproveitar para fazer um curso...". A palavra é mesmo essa, aproveitar. São aproveitadores. E me desculpem mas não, não querem trabalhar.
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05 julho 2017

New in | Decor // Pequenos Pormenores

Vocês sabem que eu sou pessoa insatisfeita por natureza, inquieta, não sei estar parada e, pior... detesto ver 'coisas' paradas. Do género: "epá, há quanto tempo não mudo esses móveis de sítio?" ou "Estou farta desta mesa, vou vendê-la e comprar outra!", coisas que obviamente enlouquecem o meu gajo, que revira os olhinhos e pensa porquê raio foi se casar com uma maluca entre tantas gajas que poderia ter escolhido :P

No outro fim-de-semana acordei cheia de vontade de mudar tudo cá em casa. Estava um calor imenso, só me apetecia ter decoração de verão, almofadas amarelas pelo sofá (ando ma-lu-ca com tudo o que seja amarelo - logo eu que nunca liguei grande coisa à cor). Comecei pelo princípio: fui ao IKEA e renovei algumas coisinhas. Depois passei pelo Continente e trouxe uma série de cactus mega fofos em cerâmica, branquinhos, mesmo a minha cara (trouxe um de cada). No fim ainda dei uma voltinha à De Borla, que também está com coisas lindas para a casa. Foi assim um périplo da decoração, só ficou a faltar a Zara Home e a Área, mas essas ficam para o próximo fim-de-semana :D


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03 julho 2017

O fim-de-semana em fotos:


Fomos à descoberta de mais uma piscina oceânica (e a vista era de cortar o fólego), localizada dentro de um hotel que permite ao público 'de fora' utilizar a mega piscina (prometo fazer post com todos os detalhes). A Vi teve a sua Gala de Finalistas e pôs-nos a todos com uma lagrimazita no canto do olho, parecia uma bonequinha, linda, linda (eu sou suspeita, acho os meus irmãos todos uns bombons). Fiz uma mini-incursão aos saldos (coisa de hora e meia, se querem a verdade) e este ano poucas coisas me chamaram atenção, conto que os preços baixem mais para fazer nova ronda na última semana de saldos. Depois de dois inteiros inteiros de praia-sol-piscina, o meu cabelo nunca esteve mais cuidado: brilhante, encorpado, macio como seda... estou in love com o tratamento que fiz em Maio e com os produtos novos que estou a usar! Fiz uma super compra no OLX e realizei um sonho antigo: ter uma mesinha vintage com a base de uma antiga máquina de costura Singer, paguei 20€ por ela, gastei outros 5€ em tinta spray preto matte e eis que ela se tornou o meu novo móvel preferido! Terminei o fim-de-semana na praia, como só poderia ser. Está tanto calor! Não há como uma pessoa ficar triste no verão, pois não? Tudo sabe tããão bem! :D

(estou um bocadinho ausente destas bandas mas ultimamente estou com mais vontade de 'viver' a vida offline, se é que me entendem. Tenho considerado fazer uma pausa no blog, ando com pouco tempo (e vontade, vamos ser sinceros) de andar por aqui. É uma mistura de tudo: preguiça, excesso de coisas boas para fazer aos fins-de-semana (que é quando eu escrevo posts), muito trabalho durante a semana (chego a casa de rastos), enfim... Vamos ver como as coisas correm nos próximos dias!)
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