22 agosto 2017

Réplicas de malas de designers - sim ou não?

No meu caso, um big NO. Sou completamente contra utilizar réplicas de malas (aliás, réplicas do que for), acho o conceito estúpido: fingir que tenho condições para pagar pela marca X, exibir um status temporário, e contribuir para contrafacção e para o aumento do mercado 'negro'. É o tipo de coisa que nunca contará com o meu apoio. Sempre adorei malas mas quando não tinha hipótese de comprar uma mala de luxo, comprava a minha Parfois ou Zara e sentia-me bem (mas sinto-me muito melhor agora, não vou mentir).

No domingo de manhã fui à Feira do Relógio, em Chelas, para comer pastel de frango (amo!). Depois, decidi espreitar as montras (que é como quem diz, passear-me pelas barradas) e fiquei chocada: a cada dez passos que dava aparecia uma barraca só de 'malas de luxo', obviamente réplicas, vendidas aos pontapés: Burberry, Louis Vuitton, Chanel, Gucci, Prada, Bimba y Lola (com o símbolo antigo do galgo) e a marca mais copiada do momento: Michael Kors. Muita, muita coisa. E o mais bizarro: eram as bancas com mais movimento na feira, cheia de mulheres dispostas a pagar 40€/45€ por uma mala de contrafacção.

(imagens retiradas da internet)

Cada um saberá de si mas para mim era mesmo impensável: as malas são feitas num material que em nada lembram as verdadeiras, os logotipos estão por todo o lado (são enormes e mal feitos), as costuras todas tortas, as malas não têm qualquer acabamento, a maior parte dos modelos vendidos nas feiras sequer existe na loja da marca (são modelos inventados, totalmente diferente dos originais), qualquer pessoa, mesmo quem não perceba grande coisa do assunto, topa aquilo em cinco segundos. Por isso o tal status (que a pessoa acha que vai conseguir a usar um artigo destes) vai logo pelo cano.

O que me fez mais impressão foi mesmo ver a quantidade de malas Michael Kors que por lá andavam. Gente, Michael Kors não é considerada marca de luxo, é até das malas 'de marca' mais acessíveis que andam por aí (então com saldos de 50%, upa upa). Querem réplicas? Epá, ao menos que sejam uma Celine, uma Balenciaga ou uma Birkin da Hermès. Já que é para ostentar, vamos ostentar a sério. Darem-se ao trabalho de copiar uma mala que, em saldos, custa cerca de 100€ é só parvo...
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39 comentários

  1. Anne há quase 3 anos estive em Roma e nas ruas encontrava um vendedor de 10 em 10 metros com réplicas expostas no chão. E mais assustador do que isso, é que depois no metro me faltava de ver italianas com essas malas, principalmente Michael Kors. Deixei de olhar para as malas desta marca exatamente por ver toda a gente com elas, mas em falso. Na minha opinião acaba com a credibilidade de uma marca.

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    1. Em Roma, em Madrid, em Barcelona, em Paris... Em todo o lado há esses vendedores com todo o tipo de réplicas. Mas a polícia anda atrás deles, só que eles vão fugindo de um lado para o outro. Acho que a melhor forma de os "combater" é mesmo não comprando. :/

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    2. Infelizmente também já vi disto aos pontapés em viagens que fiz... na Chinatown em Londres era a cada virar de esquina. Irrita muito, especialmente quem só compra na loja e fez-me perder um bocado a vontade de comprar MK, tenho evitado e só mesmo se gostar muuuuito de um modelo (e estiver em saldos), já foi tempo em que eu dava 400€ por uma mala...

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  2. Concordo plenamente. Eu não tenho nem uma mala de marca cara, honestamente porque não quero. Acredito que tenha uma qualidade incomparável e que até se sinta isso no dia a dia, mas enquanto não sentir necessidade continuo com as minhas Parfois :) Consigo gastar 100€ ou 200€ nuns sapatos, mas malas ainda não me deu para isso.

    No entanto, nunca iria comprar uma mala de imitação, exactamente pelas razões que enumeras. Qual é o objectivo mesmo? Só para mostrar? Que estupidez. Se gastasse algum dia dinheiro numa mala de marca seria pela qualidade e duração da mesma e nunca para mostrar a marca.

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    1. Exacto, é tudo uma questão de vontade (ou necessidade). Eu adoro malas (não ligo nenhuma a sapatos) e sempre que posso gosto de investir num bocadinho mais nesse acessório. Mas compro essencialmente pela qualidade, pelo investimento de saber que vai durar muito tempo e que depois, se enjoar, vendo e ainda consigo recuperar parte do dinheiro.

      Comprar réplicas, jamais. Para isso prefiro comprar nas cadeias de fast fashion e fico mais bem servida.

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  3. É por este motivo entre outros, que não consigo gostar de michael kors. Só vejo malas dessa marca por todo o lado, e a maioria ressalta logo à vista que são contrafeitas. É o material meio de plástico e de qualidade rasca, são as costuras mal feitas, os maus acabamentos, muitas vezes são modelos e cores que a própria marca nunca produziu. Das contrafacções que há por aí, são mesmo as mais feias. Por isso não consigo comprar nada desta marca, além de que não consigo comprar nada de uma pessoa que só ficou famosa à seria depois de um reality show. Nada bate as seculares e intemporais marcas como LV, Hèrmes, Burberry, etc, que vingaram no mercado e aí se mantiveram pela qualidade e distinção. Agora estas marcas emergentes, passo à frente. Mil vezes uma mala gira da Zara. É mais que o falso status que estas falsificações prometem atribuir, o que me deixa verdadeiramente preocupada é com o facto de quem compra está em parte a contribuir para a que se continue a praticar o crime de contrafacção.

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    1. Eu gosto muito de MK, desde que comecei a lamber montras e perceber os modelos lindos e versáteis que a marca lança. Adoro! É claro que o excesso de réplicas faz-me ficar um bocado de pé atrás em comprar a marca mas quem tem que saber se são verdadeiras ou não sou eu (e obviamente, qualquer pessoa com o mínimo de conhecimento, ao olhar a mala, distingue) por isso não me incomoda muito. É chato e tal mas não me fez deixar de comprar as malas da MK. Consumo menos, compro quase sempre em saldos, mas não pondero deixar de comprar.

      Louis Vuitton vai ser a minha estreia esse ano (estou a namorar dois modelos e a ponderar bem qual vai ser a minha escolha). Ainda me custa pensar que vou gastar 1400€ numa mala (quase tanto quanto custou o meu 1º carro, por exemplo). Burberry tenho e adoro. Hermès talvez noutra vida hahaha ou como eu costumo dizer: se algum dia voltar a me casar, vou casar por interesse porque essa coisa de casar por amor e depois ficar passando vontade nas lojas, não dá :P

      E sim, mil vezes uma Zara do que uma réplica da treta. Não compro mesmo!

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  4. eu sou totalmente contra as replicas senão posso ter não tenho.. não ando cá a fingir..

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    1. Somos duas!
      Para comprar réplicas e contribuir com esse mercado negro, mil vezes Parfois :D

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  5. No domingo passado estive na feira. Vi uma mala linda branquinha pequenina como eu queria, por 10€. Tinha o suposto logotipo da MK, mas trouxe na mesma. No meu caso, eu queria mesmo a mala, não o status. Mas percebo o que queres dizer. Na minha faculdade tem imensas miúdas desse tipo, juram a pés juntos que é verdadeira, quando eu passei por muitas na feira e vi-as a comprar. Mas deixo-as no seu mundinho feliz e nem me meto na treta.
    Para mim não compensa comprar malas caras. Eu sou mesmo um desastre, super dsastrada. A mala mais cara que eu tive durou 2 meses porque eu espetava-me contra as coisas e esfolei-a na mesma. Então mal por mal vou comprando estas assim que, no meu caso, acabam por durar aproximadamente o mesmo tempo.
    Beijinhos

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    1. Jéssica, cada um saberá das suas escolhas, é óbvio. Se gostaste da mala e se o motivo da compra foi mesmo o modelo (e não o logo MK), se te sentes bem com ela... é o que interessa. Eu não consigo gostar desse género de malas porque sou muito picuinhas com o material e os acabamentos (que por norma não são os melhores) mas se faz o teu estilo, força nisso :)

      Isso de comprar na feira e depois dizer que foi na loja só me dá para rir. Como tem gente 'artista' nesse mundo, não é?

      Um beijinho

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  6. Hoje em dia é o que se vê mais, porém não consigo dar tanto dinheiro por uma mala. Fico satisfeita com uma da parfois :)

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    1. Eu também já fui assim (e sobrava-me tanto dinheiro ao fim do mês hahahaha) pena que depois descobri outros vícios um bocadinho mais caros :P

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  7. Eu tb tenho essa opiniao. Mas e as velas a imitar velas verdadeiras no seu casamento? ;)

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    1. Hummm vamos lá ver:

      As velas eram verdadeiras (estavam até acesas, veja lá!), tinham era um logotipo colado ao vidro, da Diptyque. Não, o objectivo não era ser gabarolas mas sim decorar as mesas dos convidados com o tema do casamento: vintage travel :) As velas da Diptyque têm um lettring fantástico, com um ar antigo que tinha tudo a ver com a festa. Por isso, utilizei-as como decoração na festa.

      Ponto 1: Não comprei nada contrafeito, não contribuí para o mercado clandestino, não roubei lucros à marca.

      Ponto 2: Na festa tinha 4 velas Diptyque originais, totalizando 200€ em velas. Dinheiro para queimar, literalmente. Achei que comprar mais 20 velas a 50€ cada era algo exagerado apenas para decorar as mesas e para acender durante a dança.

      Não considero, sequer, que tenha feito algo de errado ;)

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    2. Não é que tenhas feito algo de errado, mas como criticas à boca cheia quem compra réplicas neste post, fica-te um bocado mal ter tido essa atitude no passado. Busted!

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    3. Podes tentar mais uma vez, ainda não foi desta :D

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    4. Outra anonima respondeu. Eu sou a primeira anonima. Eu gosto muito de ler o blog, ja a leio desde a Marquesa de sapucai, mas agora nao tente ser perfeita...ninguem eh...essas das velas foi bastante nova rica e wanabee (assim um pouco do chica espertice ;). Mas nao lhe estou a dizer estas coisas para a ofender ou apanhar ate porque lhe acho piada (se nao achasse...nao lia e pronto)

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    5. Parvo parvo, é comparar uma situação com a outra xD
      Fizeste bem, as etiquetas são muito giras.

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    6. dois pesos duas medidas. Com as malas nao gostas mas ja as velas no teu casamento era para dar uma vibe vintage. acompanho te faz tempo mas de há um ano notei uma mudança em ti, na tua escrita. não te condeno por teres mudado apenas nao correspondes ao que eu achava de ti. Antes tinhas um blog divertido e agora é só posts polémicos cheio de comentários a dizer mal e outros a defender, parece que estamos num tribunal cada um a defender o seu caso. Se tu utilizaste as velas no teu casamento bom para ti, se as pessoas compram malas de luxo bom para elas, se compram malas falsas bom para elas. Antes tinhas conteudo, agora tornaste-te em apenas mais um blog que faz posts que sabe que vão dar que falar. Gostava de ti antes, a garota do ipanema divertida que contava as suas aventuras com ligeireza e diversão. Rita

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    7. Anónimo 12:36: Tive que rir com o 'Marquesa de Sapucaí' lol, logo eu que detesto Carnaval... (era Condessa do Piauí - uma piada interna com o meu namorado mas eu percebi a ideia :)

      Estou longe, tão longe de ser perfeita! Aliás, tenho montes de posts que retratam bem a minha 'perfeição' (tenho mau feitio, não sei perdoar com facilidade, sou teimosa até a ponta do cabelo, sou mega orgulhosa... perfeita, eu? Naaa!)

      Quanto à situação das velas, foi como já expliquei: achei que o lettring tinha tudo a ver com o tema do meu casamento, se fosse para ser 'nova rica' tinha escolhido copiar uma Jo Malone (sempre é mais cara) e sob hipótese alguma tinha partilhado o 'segredinho sórdido' com as leitoras aqui do blog, ficava antes caladinha e desfrutava disso de ser wanabee com as velas falsas, qual chica-esperta como insinuaste.

      Um blog é só um blog, por favor, não façam disto um campo de batalha. Se gostam, óptimo. Se não gostam, óptimo também, a blogosfera é enorme e certamente haverá espaço para todos conviverem em paz.

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    8. Anónimo 20:54: Já expliquei no comentário acima, estou com preguiça de repetir tudo, desculpe :)

      "não te condeno por teres mudado apenas nao correspondes ao que eu achava de ti." - O que é suposto eu responder neste caso? Pedir desculpas por não corresponder às suas expectativas? Juro, gostava que me dissesse porque nunca sei bem o que responder nestes casos.

      Compreendo e aceito que não te identifiques tanto com o blog agora (leio posts de 5 anos atrás e fico parva, mal me reconheço!), as pessoas mudam, os blogs também (ou não são feitos de pessoas?), a minha vida mudou e o blog é só uma parte pequeníssima dela (10% eu diria). Antes, quando o blog era pouco conhecido (não que seja conhecido agora mas...) eu poderia me dar ao luxo de escrever sobre vários assuntos (nomeadamente posts mais pessoais) que agora já não me sinto bem porque muita gente conhecida lê o blog e eu não me quero expor a esse ponto. Portanto, é natural que o blog tenha seguido um caminho mais superficial, com posts diferentes... Se não faz o seu estilo, peço desculpas, mas é assim que funciona.

      Quanto a posts polémicos com comentários de tanga, pode não parecer mas eu filtro TANTO os comentários que recebo... deixo passar os mais softs (elimino todos os que contêm ofensas, links de outros blogs e os que são só parvos) e adoraria que eles não existissem. Não sei se sabe, mas não vivo do blog, dá-me igual ter um post com 50 comentários ou com 2, não faço publicidade, não vendo posts, não publicito o meu blog em lado algum, por isso, não vejo como os posts polémicos podem ser benéficos para mim...

      O post sobre as malas de contrafacção foi só e apenas um desabafo, porque nunca tinha visto tantas réplicas ao mesmo tempo e porque muita gente não sabe mas uma MK em saldos pode custar até 80€ (e sempre é melhor do que dar 45€ ou 50€ por uma réplica foleira). Foi só esse o motivo do post, mais nenhum.

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    9. Não escrevi o comentário para tu pedires desculpas, dei a minha opinião, naquilo que eras antes e que és agora. Compreendo que não queiras expor coisas mais pessoais como disse acima, respeito o teu ser agora. Mas antes era divertido com ligeireza, acho apenas que podias voltar um pouco as tuas raizes mas la esta a escolha e tua e o mais importante o blog é teu.

      Rita

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  8. Compreendo o seu ponto de vista e concordo no facto de as 'falsas' malas serem uma afronta para as marcas, no entanto existe muita gente que não se podem oferecer malas dessas a 100 euros e talvez essas são a unica maneira que têm de talvez chegar a um sonho. Não culpo as pessoas que compram as malas pois não sabemos de onde veem e qual é a sua razão para comprarem esse tipo de malas, culpo sim quem as vende são essas pessoas que estão erradas nas historias. Infelizmente muitas pessoas não têm os meios para se oferecerem um luxo desse tamanho e como a procura fornece a oferta muita gente se aproveita disso

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    1. Olá,

      Não concordo com esse tipo de pensamento. Eu também não posso ter uma Birkin da Hermès que custa 7 mil euros. Mesmo assim, não me passa pela cabeça comprar essa mala em contrafacção, é só parvo. Nem toda a gente vai conseguir realizar os sonhos que têm, temos que saber gerir essas expectativas e conviver com isso. O meu sonho era viver numa penthouse na 5ª Avenida, em NYC. Alguma vez vai acontecer? Duvido muito, entretanto, sou feliz apesar desse sonho 'não realizado'. Assim como esse tenho outros, alguns sei que consigo, outros nem em sonhos. A vida passa por isso, por sabermos que nem tudo o que sonhamos/queremos vamos conseguir conquistar. É uma merda mas é assim.

      Neste caso das réplicas, eu culpo ambos: quem vende, porque está a lixar a marca e a prejudicar imensa gente (funcionários, mão de obra maioritariamente explorada, etc) e culpo quem compra para exibir e ostentar algo que não condiz com a vida que têm. Enquanto houver gente a comprar, haverá gente a fazer disso negócio, é assim que funciona o mercado. Infelizmente.

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    2. O parvo para ti pode ser um sonho de uma menina do qual a mae não tem como oferecer uma verdadeira, pode ser um incentivo para alguem para chegar a um certo ponto. Estas a comparar sonhos um diferentes. Ir morar para NYC é diferente de comprar uma mala de luxo. sim passa por isso mas tambem passa pela aceitação do proximo, não significa que as pessoas têm de desistir dos seus sonhos. Estas a ser um pouco radical na tua visão.

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    3. Claro que sim, por isso que o post reflete UNICAMENTE o meu MEU ponto de vista. Eu acho parvo, haverá gente a achar que é uma maravilha. São pontos de vista distintos, apenas isso. Eu acho que o maior incentivo que uma mãe pode dar a uma filha que queria algo de luxo é dizer "queres aquilo? trabalha, poupa, foca nos teus objectivos e depois sim, entras na loja, escolhes, pagas e compras...". Incentivar uma filha a comprar réplicas porque não pode comprar a original é um bocado estranho mas cada um com a sua visão :)

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    4. Anónimo das 20:57, "ser um sonho de uma menina do qual a mae não tem como oferecer uma verdadeira". Escreveu realmente isto???!!! O sonho de uma menina é ter uma mala de marca (nem que seja falsa)? Não seria mais normal o sonho de uma menina ser tornar-se numa pessoa útil à sociedade (vai dizer que ela não sabe o que isso é. Mas quer uma mala de marca já sabe): por exemplo: quando for crescida quero ser médica; queria muito conseguir entrar na Universidade, no curso que escolhi; ser uma grande empresária (depois já podia comprar malas caras...está a ver?), dar a volta ao mundo em 80 dias...agora ter uma mala de marca???!!! Grande sonho! E, sabe, é de pequenno que se aprende que não se pode ter tudo na vida. Que esta é feita mais de desalentos do que de sonhos realizados. Talvez por isso, nos dias que correm, as crianças não aceitem ouvir dizer "não". O que só lhe trará sofrimento pois não estão a aprender uma coisa muito importante na vida: resiliência. ( não lhes ensinam. Elas nem têm culpa.).

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    5. e não pode ter ambos? por querer uma mala de marca já não pode sonhar em ser médica artista etc? não compreendo esse tipo de pensamento! e por querer uma mala de marca não se pode tornar uma pessoa util da sociedade? Eu sei perfeitamente o que é desde de pequeno que se vai a luta por isso é que hoje tenho a vida que sempre sonhei porque fui atrás porque lutei por aquilo que sempre sonhei. E sim a minha mae não tinha grande dinheiro para roupas e sim compravamos na feira, as vezes de marcas falsas veja lá como a vida muda! No dias que correm as crianças não sabem ouvir não e pela educaçao que os pais dão, não pela as malas que lhe compram. Acho que todas nós quando eramos pequenas queriamos as vezes muita coisa que os nossos pais não nos podiam dar e secalhar só secalhar esta era a maneira de o fazerem devido a ser a unica opção. a vida é feita de desalentos sim mas não significa que seja mais que os sonhos realizados, os sonhos realizados cabe a nós os realizar independentemente dos desalentos da vida, a nossa capacidade de não tirar o olho do foco de ir atras de percorrer os caminhos de errar e de sonhar isso é que faz de nós pessoas uteis, uteis para a sociedade e para nós, porque se formos só pensar nos desalentos da vida seremos inuteis , e as vezes é bom aprendermos com a vida, os pais não podem ensinar tudo, a maior parte de nós aprende com a vida tendo em conta as bases que nos foram dadas. CAir e levantar depois de um desalento com um sorriso na boca isso sim é bonito e sim digo de novo, existem sonhos de pequenas meninas que as vezes e ter uma mala, sonhar não ocupa lugar exactamente como o saber tambem não.

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    6. anonimo 18:45 acho que a resiliência aprende-se com a vida não com os pais a dizerem não. por essa logica os miudos que crescem sem pais ou sem alguem que tenha paciencia para dizer nao ficam em defice de resilencia? e um pouco logica das bananas a capacidade de superar adversidades vai da nossa mentalidade, certo que a educaçao dos pais e um ponto importante para o crescimento de um ser humano. mas o resto aprende se com vida. tanto que e importante definir a palsvra nao nos diversos contextos da vida. o nao vais conseguir fazer x e nao podes ter y sao contextos diferentes. mas bom cada um com a sua opiniao. catarina gonçalves

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  9. Eu tambem sou contra réplicas, agora, uma mala de 100€ em saldos continua a ser inatingivel para a maioria das pessoas...

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    1. Sim, eu sei, mas estava a falar de malas de luxo, que obviamente não serão as malas que 'a maioria das pessoas' poderá comprar. É claro que para quem ganha, sei lá, 500€ ou 600€, uma mala de 100€ constitui uma fatia grande do ordenado. Mas no caso das réplicas, estava só a dizer que faz mais sentido copiarem malas realmente caras (como as LV, Hermes ou Prada) e não malinhas MK cujo preço é mais acessível.

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    2. Mas 45-50€ por uma falsificação, para a maiorira das pessoas, continua a ser uma fortuna, e mesmo assim vendem-se imenso (moro no Algarve e é o mesmo nas feiras por cá). Não é assim TÃO mais barato que uma original a 100€, juntando 10€ por mês em 10 meses tá feito e durará uma vida (ou lá perto). - Lisa

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    3. Gastando 100€ na feira, tanto faz comprar uma cópia da MK como da LV, serão igualmente em relação qualidade-preço seja de que 'marca' for xD
      Ai a pessoa compra o q achar + giro, digo eu.

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    4. Lisa, haja alguém que me compreenda! É exactamente o que eu penso! 50€ numa mala da feira é caro pra caraças! Até fico parva a pensar que as pessoas dão esse dinheiro por malas contrafeitas, em péssimos materiais e acabamentos (é que nem chegam aos pés das malas de fast fashion como Zara e afins). No ano passado, nos saldos da MK (Colombo) comprei uma malinha de atravessar por 83€, estava a 50%. Por isso, não compreendo quem dá 50€ na mala da feira quando pode se calhar esperar mais um mês, completar 30€ e comprar a mala de verdade. São opções... mas acho mesmo que não compensa.

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    5. Exacto, quem dispõe de 50€ para gastar na feira não são os pobrezinhos, com certeza, e facilmente juntará os outros 30€ para comprar a original, em saldos. Olha, se queres que te diga, parece-me que as pessoas desconhecem os preços das marcas - conhecem-lhes a fama, sabem que são "caras" ou "custam os olhos da cara" porque ouvem dizer, e acham que por 50€ estão a fazer um negócio da China, quando na verdade estão a comprar porcaria (bem cara). -Lisa

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  10. Fazem muito bem comprar coisas de marcas, para quem possa, claro. Eu tenho muitas peças/acessórios de marca, sou consumista, confesso e coloco imensas coisas com 4/5 anos anos, outras com muito mais anos no olx e vendo-as a um bom preço e compro outras coisas que mais tarde serão para vender. Não sou possessiva relativamente a bens materiais, tudo circula para mais tarde dar lugar a outras.

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    1. Eu não sou de comprar coisas de marca, em roupa então sou do mais eclético que há (as minhas calças de ganga, por exemplo, as preferidas são as da C&A e custam tipo 25/30€) mas em artigos para a casa (roupa de cama, toalhas, móveis...) e malas, gosto de investir porque são o meu guilty pleasure!

      Eu também não sou possessiva em relação a essas coisas, quando fico farta de alguma mala troco com amigas e é quase como se tivesse ido às compras mas sem gastar dinheiro :)

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  11. Somos duas, não percebo quem compra artigos contrafeitos. Eu não ligo muito a malas, mas no que toca a calçado, vejo aos montes e eu seria incapaz de comprar algo da "adadis" só porque não tenho dinheiro para ir à loja. Só compro aquilo que posso e quando não posso, faço por poder!

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